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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Doença celíaca em adultos: como diagnosticar?



Problema atinge cerca de 1% da população mundial. Endocrinologista do Alta Excelência Diagnóstica fala sobre o assunto


Cerca de 1% da população mundial é portador da doença celíaca, também chamada de intolerância ao glúten, proteína presente no trigo, na cevada, na aveia e no centeio. Entre os mais atingidos estão as mulheres e o diagnóstico da doença em adultos vem crescendo nos últimos anos. É o que revela Dra. Myrna Campagnoli, endocrinologista do Alta Excelência Diagnóstica.

Segundo um estudo realizado pela Associação dos Celíacos do Brasil, com cerca de 500 associados, em 28,7% dos participantes os exames confirmaram a doença, sendo a maioria do sexo feminino - proporção de 2 mulheres para 1 homem. A idade média do diagnóstico foi a faixa dos 16 anos para o sexo masculino e 26,7 para o sexo feminino. Estes resultados apontam para uma tendência de diagnóstico da doença celíaca em idades mais avançadas, especialmente entre as mulheres, e sugerem a necessidade de maiores esclarecimentos do público e da classe médica quanto ao seu correto diagnóstico e tratamento.

Dra. Myrna explica que, ao ingerir um alimento com glúten, o celíaco desenvolve uma reação imunológica no intestino delgado que causa a destruição das vilosidades da mucosa, dobras responsáveis pela absorção de nutrientes, vitaminas, sais minerais e água. Os sintomas da doença celíaca são diarreia crônica acompanhada de distensão abdominal, perda de peso, alteração do humor e anemia. A doença nem sempre é facilmente diagnosticada, já que os sintomas podem aparecer de forma branda ou agressiva e, por se tratarem de reações comuns a outras doenças. “Em crianças, muitas vezes o único sintoma perceptível é a falta do crescimento”, diz a endocrinologista.

Segundo a especialista, a retirada dessa proteína da dieta pode melhorar o quadro e/ou contribuir para o desaparecimento dos sintomas. “O consumo de alimentos que contenham glúten por paciente que ainda não foi diagnosticado com a doença celíaca pode desencadear um processo inflamatório. Por isso, os sintomas não podem ser desprezados. Nesse caso, é necessário que o paciente não se exponha à proteína”, argumenta Dra. Myrna.

Como o diagnóstico nos casos com poucos sintomas é considerado difícil, o médico afirma que a investigação da doença deve ser criteriosa. “É preciso se submeter a exames precisos para que haja comprovação suficiente. Entre os métodos de diagnóstico, estão a sorologia para antitransglutaminase IgA, anticorpo antiendomísio IgA e anticorpo antigliadina, além de biópsia do intestino”.



 Alta Excelência Diagnóstica

Doenças crônicas: especialista explica como os pensamentos podem curar o corpo



Especialista em Física Quântica explica como a mudança na forma de ver o mundo ajuda a superar os problemas de saúde


Diabetes, enxaquecas, hipertensão, ansiedade e depressão são apenas algumas das doenças que muitas pessoas apresentam como crônicas, ou seja, duram muito tempo e demoram ainda mais para serem curadas e muitas vezes, nunca são.  Segundo Wallace Liimaa, pesquisador de saúde quântica e criador do projeto Saúde Quantum, é possível vencer as doenças crônicas através de um estilo de vida saudável e vibrações positivas, através do gerenciamento dos pensamentos e emoções, de forma a abandonar o consumo de remédios alopáticos.


Segundo o especialista, o corpo humano tem uma inteligência inata que vai muito além daquilo que compreendemos. “Uma única célula do nosso corpo realiza entre 100 mil a 6 milhões de reações químicas por segundo, o que é um dos indícios de que o nosso próprio organismo tem um potencial incrível de resolver sozinho os problemas de saúde, desde que colaboremos com ele através de hábitos alimentares e estilo de vida saudável, ​bem como termos bons pensamentos aliados a bons sentimentos. Isso nos proporciona ​os nutrientes​ adequados, e que não ​comprometem o corpo com toxinas”, explica, defendendo uma alimentação natural.

Reclamar não é a solução
Segundo Wallace Liimaa, a mente é capaz de produzir vibrações através do nosso pensamento ao  produzir um campo elétrico no cérebro, e o nosso corpo emite um campo magnético, associado aos nossos sentimentos. ​Assim, quando reclamamos, emitimos uma vibração eletromagnética que termina atraindo as pessoas que possuem uma vibração similar. Terminamos, assim, ficando contaminados energeticamente pela negatividade de nós mesmos e dos outros, o que termina fragilizando o sistema imunológico, endócrino e nervoso, abrindo as portas para as doenças. “A manifestação desta energia imaterial já é comprovada pela ciência. É por isso, que quando aliamos bons hábitos alimentares a um estilo de vida saudável e a padrões positivos de pensamentos, criamos o ambiente de saúde que almejamos para a nossa vida", destaca Wallace.

Segundo o pesquisador, para qualificar os pensamentos é necessário treinar a mente todos os dias. “O seu plano de mudanças tem que estar em pauta diariamente”, explica, ressaltando a importância de sair da zona de conforto e praticar novos hábitos para poder manter uma nova vibração elevada. “O ativista quântico precisa se manter atento à qualidade dos seus pensamentos”. Para isso, é necessário identificar quais são os pensamentos que se repetem  e que comprometem o corpo energeticamente e quimicamente, através de toxinas que levam essa informação às células através da corrente sanguínea, fazendo com que ativem uma genética associada as doenças, ao invés da saúde. A identificação e superação desse padrão doentio requer determinação e​ força de vontade”.

Assim, Wallace confirma que o conceito de Saúde Quântica passa por diversas questões, desde alimentação até a forma de pensar, possibilitando ao cérebro e ao corpo serem reprogramados. “Ao compreender isso de forma profunda, você consegue contemplar a multidimensionalidade e a complexidade da existência humana, e assim encontrar a autocura, o que te levará a não mais precisar de medicamentos químicos, que agem como toxinas nocivas ao corpo”, conclui o especialista. Entre os principais exemplos de seus alunos, estão pessoas que se livraram da depressão, fibromialgia, transtorno bipolar​, ansiedade e até síndrome do pânico, ao aplicar a proposta, que traz um novo paradigma para a sociedade.


6 dicas para preservar a saúde da voz



Os aliados da voz
A fonoaudióloga Ana Lúcia Duran, da clinica Zambotti & Duran da capital paulista revela algumas medidas simples para prevenir a rouquidão e manter a saúde vocal:

1.    Evite alimentos ácidos, picantes e gordurosos, como bebidas cítricas, alcoólicas e gasosas (incluindo água com gás), pois irritam as pregas vocais;

2.    Aguarde algumas horas após as refeições para deitar, isso irá favorecer o processo digestivo e auxiliando a prevenção do refluxo;

3.    Beba bastante água para manter as pregas vocais hidratadas. 

4.    Evite cafeína em excesso e coma bastante maçã – “é ótimo adstringente para reduzir o pigarro”, orienta Ana Lucia;

5.    A higiene nasal com soro fisiológico 0,9% é essencial para evitar o ressecamento da mucosa e equilibrar a ressonância – uma característica importante da voz;

6.    Evite gargarejos com receitas caseiras e sem a orientação de especialistas. “O vinagre, por exemplo, pode queimar a mucosa e piorar o quadro de rouquidão”, conclui a especialista.




FONTE: Ana Lúcia Duran - Fonoaudióloga clínica (graduada pela EPM/UNIFESP) e educacional (responsável pelo projeto oficina de linguagem do colégio Cermac/ vencedor do PNGE - Prêmio Nacional de Gestão Educacional/2015), pós graduada em psicomotricidade.

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