Sistema OS 4, utilizado também no tratamento de catarata e glaucoma, oferece maior precisão e segurança em cirurgias oculares
O buraco macular, uma condição que afeta a
região central da retina, pode causar perda progressiva da visão central,
dificultando atividades cotidianas como leitura e reconhecimento de rostos.
Mais comum em pessoas acima de 60 anos, especialmente mulheres, a doença exige
diagnóstico precoce e tratamento adequado para evitar complicações.
Segundo a Sociedade Brasileira de
Oftalmologia (SBO), doenças como catarata e glaucoma já afetam mais de 16
milhões de brasileiros. Dados da Fiocruz revelam que a catarata é responsável
por 25% dos casos de cegueira no país em pessoas acima de 50 anos. Já o
glaucoma atinge cerca de 2,5 milhões de brasileiros, conforme a Sociedade
Brasileira de Glaucoma (SBG), e é a principal causa de cegueira irreversível no
mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).
O diagnóstico precoce e os avanços
tecnológicos têm revolucionado o tratamento dessas condições. É o caso do
sistema cirúrgico OS 4, plataforma de última geração que oferece maior
segurança e precisão em procedimentos como vitrectomia, técnica usada no
tratamento do buraco macular, descolamento de retina e complicações
pós-catarata.
Tecnologia
OS 4: precisão e segurança em cirurgias oculares
Desenvolvida pela empresa suíça Oertli e
distribuído no Brasil com exclusividade pela Advance Vision, do Grupo
MedSystems, a tecnologia OS 4 integra funcionalidades avançadas, como:
●Sistema de três bombas, permitindo controle individual de vácuo e fluxo para personalização cirúrgica.;
● Iluminação LED 45% mais potente,
melhorando a visualização das estruturas oculares;
●Filtro de proteção a laser automático,
aumentando a segurança durante os procedimentos.
Importância
do diagnóstico precoce
O buraco macular é diagnosticado por meio
de exames como a tomografia de coerência óptica (OCT), que detalha as camadas
da retina. Quando identificado em estágios iniciais, o tratamento pode evitar a
progressão da perda visual.
Assim como no glaucoma e na catarata, o
diagnóstico precoce é crucial. Muitos pacientes só percebem os sintomas quando
a doença já está avançada, por isso a recomendação de especialistas é realizar
exames oftalmológicos regulares, principalmente após os 50 anos.

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