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sexta-feira, 23 de setembro de 2022

Pesquisa aponta que má gestão das emoções e dificuldade em assumir riscos estão entre os maiores gaps de liderança no Brasil

O levantamento foi realizado pela Crescimentum, maior consultoria brasileira de educação corporativa especializada em liderança


Uma liderança que sabe reconhecer as habilidades essencialmente humanas como empatia, vulnerabilidade, inteligência emocional e escuta ativa, possui a chance de ser mais eficaz e manter a equipe mais produtiva. Entretanto, isso não tem sido uma tarefa fácil para os líderes das empresas brasileiras, segundo seus subordinados. É o que revela uma pesquisa realizada pela Crescimentum, consultoria de educação corporativa especializada em liderança, e parte do Cegos Group, líder internacional em T&D. 

O estudo, que foi construído no primeiro semestre de 2022, avaliou 167 líderes seniores, de todas as regiões do Brasil, na posição de alto escalão executivo há mais de três anos. Para o resultado final, cada liderança foi avaliada pela sua equipe por um questionário de competência que precisou ser respondido com notas de 0 a 10.

Entre as cinco piores médias estão as competências: vulnerabilidade (7,6) - líderes que a demonstram, não conseguem assumir seus erros -, dificuldade em assumir os riscos nas tomadas de decisão (7,7), má gestão das emoções (7,8), criação de conflitos produtivos para resolver problemas (7,8) e treinamentos para o desenvolvimento da equipe (7,8).

De acordo com a avaliação esse resultado apresenta que a liderança no País não tem conseguido assumir tranquilamente seus pontos fracos, possui dificuldade em tomar decisões, gerenciar crises com alto controle, promover a resolução de problemas e dedicar o tempo necessário para deixar os colaboradores mais autônomos e preparados.

Marco Fabossi, sócio-diretor da Crescimentum explica que esse atual cenário reforça um ponto de vista que já vem sendo discutido: quanto mais rápido, digital, tecnológico, exponencial e ágil o mundo se torna, mais humanizada, empática e inclusiva precisa ser a liderança.

‘’O que chama a atenção é que, embora a necessidade de desenvolver líderes nunca tenha sido tão urgente, na prática, o que profissionais de RH e T&D constatam é que os programas tradicionais já não preparam adequadamente executivos e executivas para os desafios atuais do mercado. O saldo disso é um cenário de despreparo da liderança no que tange a algumas das habilidades mais importantes da liderança do futuro’’, salienta.

 

Crescimentum
https://crescimentum.com.br/


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