Muitos homens têm vontade de ter uma barba mais cheia, no famoso estilo lenhador, mas não têm uma genética que favoreça. Alguns carregam pequenas falhas, outros menos volume e até a ausência de pelos na região.
“O uso da barba por fazer ou mais longa, tem sido
tendência nos últimos anos e, consequentemente, o transplante de barba também
tem tido cada vez mais procura. Com o procedimento, o paciente pode corrigir
falhas, aumentar densidade, e devolver pelos para regiões glabras”, explica a
Cirurgiã Plástica e especialista em transplante capilar, Dra. Cíntia
Carvalho.
A técnica do transplante de barba é a mesma do
transplante capilar, a chamada FUE (Follicular Unit Extraction) que atua de
forma minimamente invasiva, retirando unidades foliculares uma a uma da área
doadora, o que não deixa cicatrizes perceptíveis.
Entre as áreas doadoras para o transplante de
barba, estão a própria barba cervical e o cabelo, que também pode ceder
folículos para a região. Caso o paciente sofra de calvície, a Dra. Cíntia
explica que é possível sim fazer os dois procedimentos (transplante capilar e
barba) desde que o grau de calvície não seja avançado, e que a área doadora
seja densa o suficiente.
“Nos casos de homens que têm Alopecia
Androgenética, a avaliação pré operatória precisa ser realizada com muita cautela,
para verificar se a área doadora, que é finita, é suficiente para fornecer
folículos tanto para a barba, quanto para a área de calvície. Por isso, é
fundamental que o médico seja bem experiente, para entregar o melhor resultado,
com mais naturalidade e sem criar falhas e rarefação na área doadora
capilar”.
O transplante de barba por FUE é simples, com
pós-operatório tranquilo e de recuperação mais rápida que a técnica FUT, que é
mais invasiva e deixa cicatrizes. Após três meses, os resultados já começam a
aparecer.
Dra. Cintia
Carvalho - Graduada pela Faculdade de Medicina de Ribeirão
Preto (USP) e com residência em Cirurgia Geral e Plástica pelo Hospital das
Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP), é membro da Sociedade
Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e da Associação Brasileira de Cirurgia
de Restauração Capilar (ABCRC). Especialista em transplante capilar, ela opera,
exclusivamente, por meio da técnica FUE (Follicular Unit Extraction), que é um
procedimento moderno, pouco invasivo e com recuperação mais rápida que as
demais técnicas.
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