A pandemia de Covid-19 tirou do centro do debate outras doenças, naturalmente ganhando foco por sua extensão e letalidade. No entanto, diagnósticos como o de tuberculose continuam acontecendo e precisam ser alertados entre a população.
Segundo dados do
Ministério da Saúde, no Brasil, cerca de 5 mil pessoas perdem a vida em razão da
tuberculose todos os anos, posicionando-se entre as dez principais causas de
morte no mundo, com 10 milhões de casos por ano e mais de 1 milhão de óbitos.
São índices graves, especialmente quando se trata de uma doença curável em
praticamente todos os casos, desde que o tratamento seja feito corretamente.
Assim como a Covid-19,
a tuberculose geralmente afeta os pulmões. Nas duas doenças, o paciente também
pode apresentar tosse e febre e, embora os métodos de transmissão sejam
ligeiramente diferentes, aplicam-se a ambas medidas preventivas como controle e
prevenção de infecções, cuidados com a tosse e segregação de casos suspeitos.
Apesar de ter cura, o
principal motivo para a tuberculose continuar causando mortes no país é
justamente o abandono do tratamento que dura, em média, seis meses e é
oferecido no Sistema Único de Saúde (SUS). Mesmo com a melhora dos sintomas já
nas primeiras semanas, a cura só é garantida ao final da terapia.
Por isso, neste Dia
Mundial de Combate à Tuberculose, Dr. Igor Santos, médico radiologista e
superintendente de Inovação da Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de
Diagnóstico por Imagem (FIDI), reforça a importância da prevenção e tratamento
precoce da doença, e se coloca à disposição para entrevistas sobre o tema.
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