A micose é
transmitida por arranhões e contato direto com a pele lesionada; Hospital
Veterinário da Anhanguera orienta e trata a doença
Uma doença pouco conhecida tem alarmado as
autoridades sanitárias, principalmente em locais em que já virou epidemia, como
o Rio de Janeiro, a esporotricose. Causada pelo fungo que consegue sobreviver
em diferentes estágios e temperaturas, o Sporothrix schenki, a micose que causa
lesões sérias e até fatais nos gatos pode ser transmitida para os donos, por
meio de arranhões.
“A doença tem sido diagnosticada na região sudeste,
principalmente na região do Rio de janeiro, São Paulo e, menos comum, em Minas
Gerais. Há relatos também no Rio Grande do Sul. O clima, temperatura e umidade,
exercem uma influência no crescimento do fungo”, explica o Médico Veterinário
do Hospital Veterinário da Anhanguera de São Bernardo do Campo, Felipe Truisi.
Segundo ele, por se tratar de um fungo dimórfico, que consegue sobreviver em diferentes estágios e temperaturas, são encontrados em lascas de madeiras, palhas, folhas, grãos de trigo, frutas, cascas de árvore, terra, bambu, entre outros. “Os animais que tem acesso às ruas. Costumeiramente, afiam suas garras em árvores ou enterram suas fezes em areia contaminada”, alerta o especialista.
Segundo ele, por se tratar de um fungo dimórfico, que consegue sobreviver em diferentes estágios e temperaturas, são encontrados em lascas de madeiras, palhas, folhas, grãos de trigo, frutas, cascas de árvore, terra, bambu, entre outros. “Os animais que tem acesso às ruas. Costumeiramente, afiam suas garras em árvores ou enterram suas fezes em areia contaminada”, alerta o especialista.
Sintomas
Os principais sintomas são múltiplas lesões cutâneas que não cicatrizam e apresentam secreção purulenta. “São facilmente encontradas em regiões de membros torácicos, patas e na região de face, todas oriundas de brigas. Há também as alterações em unhas (onicomicose), porque muitas vezes o gato vai até a arvore para afiar suas garras, gerando edema de membros”, explica o médico veterinário.
A doença pode ser identificada por exames
complementares tais como citodiagnóstico, exame micológico, biópsia de pele (histopatologia).
Todos procedimentos são realizados no Hospital Veterinário da Anhanguera.
Cuidados
O especialista recomenda que o proprietário tome cuidado ao manusear o animal, evitando arranhaduras. Lavar ou até mesmo, desprezar os cobertores, roupas e brinquedos.
Tratamento
O tratamento consiste sobre a administração de antifúngicos até a remissão total das lesões.
Anhanguera | Hospital Veterinário
Avenida Dr. Rudge Ramos, 1.701, São Bernardo do Campo
Informações e inscrições: :(11) 4362-9064 ou pelo e-mail hvetabc@gmail.com
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