Para atuar em
um mercado de trabalho cada vez mais competitivo é preciso ter diferenciais. Tanto
que um dos conceitos mais usados pelos RHs são as chamadas competências, um
conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que um indivíduo dispõe a
favor do seu trabalho.
Tão comum
quanto o próprio conceito é a noção de que competências profissionais são
desenvolvidas em todos os ambientes, situações e experiências que vivemos.
Neste cenário, se encaixa perfeitamente as experiências vividas no exterior por
meio de um intercâmbio estudantil.
Para além do
aprimoramento técnico no idioma escolhido, o intercâmbio possibilita que o
profissional - ao se relacionar com outras culturas - expanda seus horizontes
saindo da sua zona de conforto, confrontando-se com episódios até então
(possivelmente) inéditos.
Diariamente, o
intercambista é "desafiado" a posicionar-se de uma forma mais
flexível frente à sua nova realidade, adaptando-se a um novo jeito de olhar e
entender o mundo. Sem, obviamente, se esquecer do foco no aprendizado que
serviu como premissa para que ele fosse adiante no projeto de viver um tempo
fora do Brasil estudando.
As
competências tidas como essenciais para uma organização são bastante visíveis
na maioria das suas ferramentas de gestão de pessoas e, principalmente, em suas
práticas de recrutamento e seleção.
Mente aberta,
flexibilidade, rápida capacidade de adaptação frente ao novo e orientação para
resultados estarão certamente no "Top 5" das competências requeridas
em qualquer processo seletivo atualmente.
Por isso, nada
melhor do que buscar desenvolve-las através de uma experiência tão ímpar quanto
um intercâmbio.
Erick Sarto -
especialista em Gestão de Pessoas e franqueado da Global Study, unidade de
Santo André. www.globalstudy.com.br
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