Agência reforça investimentos em inteligência
artificial e BI com machine learning para apoiar empresas na revisão de
políticas de viagem, rotas e compras antecipadas em um cenário de alta do
combustível de aviação e instabilidade logística.
A R3 Viagens, agência especializada em viagens
corporativas com sede em São Paulo, está alertando o mercado para os efeitos
combinados da alta do combustível de aviação, do conflito no Oriente Médio e do
risco de uma nova greve de caminhoneiros no Brasil sobre o custo e a segurança
das viagens de negócios em 2026. Segundo a empresa, esse cenário já se traduz
em aumento de tarifas, cancelamentos de rotas e maior instabilidade operacional
em diversos continentes, o que torna urgente a revisão das políticas de
viagens, do desenho de rotas e da estratégia de compras antecipadas com base em
dados e gestão de risco estruturada.
Desde o início da escalada envolvendo o Irã, o
querosene de aviação saiu de uma faixa em torno de US$ 85–90 por barril para
patamares próximos de US$ 150–170, comprimindo margens e pressionando
companhias aéreas a repassarem custos ao passageiro. Em mercados internacionais,
companhias como Qantas, Thai Airways e Air India anunciaram aumentos de tarifas
e sobretaxas de combustível em voos de longa distância, com acréscimos
específicos em rotas para Europa e América do Norte. Ao mesmo tempo, empresas
como SAS, Air New Zealand e outras vêm ajustando capacidade, cancelando
milhares de voos e redesenhando trechos domésticos e internacionais para tentar
equilibrar custo e demanda.
No eixo das rotas, o conflito levou à suspensão
e redirecionamento de voos em diferentes países do Oriente Médio. Companhias
que operavam para destinos como Tel Aviv, Beirute, Amã, Bagdá, Dubai, Doha e
Abu Dhabi revisaram malhas, cortaram frequências ou suspenderam temporariamente
operações, impactando conexões que antes eram estratégicas para ligações entre
Europa, Ásia e África. Isso aumenta a relevância de hubs alternativos
considerados mais estáveis, como Lisboa, Paris e Istambul, na construção de
rotas corporativas que equilibrem tempo de viagem, custo e segurança
operacional – exatamente o tipo de análise técnica que a R3 afirma estar
fazendo diariamente para seus clientes.
No Brasil, além do impacto indireto da alta do
combustível de aviação nas tarifas domésticas e internacionais, a retomada da
pauta de uma possível nova greve de caminhoneiros reacende o risco de
desabastecimento e gargalos logísticos, como os vividos em 2018, quando uma
paralisação de vários dias afetou o fornecimento de combustíveis e insumos em
todo o país. Para a R3, essa combinação de pressão de custos no ar e potencial
instabilidade em terra torna inviável manter modelos de gestão de viagens
baseados apenas na compra pontual de passagens e em decisões isoladas por área
ou por viajante.
Para o CEO da R3 Viagens, Roberto Ruiz Júnior,
o tema deixou de ser apenas operacional e passou a ser estratégico.
“As viagens corporativas são uma das maiores
despesas que uma empresa consegue de fato controlar. Quando somamos conflito
geopolítico, volatilidade do combustível e risco logístico interno, como uma
eventual greve de caminhoneiros, a diferença entre ter ou não uma política de
viagens bem estruturada é literalmente a diferença entre proteger margem ou
perder dinheiro mês após mês.”
“Na R3, nosso compromisso é transformar esse
cenário de incerteza em governança: dados em tempo real, rotas tecnicamente
avaliadas e decisões baseadas em risco, e não em improviso”, complementa Ruiz
Júnior.
Análise
técnica: combustível, rotas e comportamento de compra
A R3 Viagens estrutura sua leitura técnica em
três eixos centrais: combustível, malha/rotas e comportamento de compra.
No eixo combustível, a equipe acompanha a
evolução do custo do querosene de aviação e modela cenários de impacto sobre o
budget de viagens. Isso inclui simular, por exemplo, quanto um aumento de 10% a
20% no custo do combustível pode significar em crescimento de despesa anual em
diferentes carteiras de rotas (domésticas, regionais e intercontinentais) e que
ajustes de política são necessários para absorver esse impacto sem comprometer
resultados.
No eixo de malha e rotas, a R3 analisa:
·
a
exposição de cada itinerário a regiões de conflito ou a espaços aéreos sujeitos
a restrições;
·
a
dependência de hubs altamente sensíveis a eventos geopolíticos ou
instabilidades locais;
·
a
existência de hubs alternativos com maior estabilidade e oferta de voos em caso
de reacomodação.
A partir dessa leitura, a agência tem
recomendado, por exemplo, priorizar conexões em hubs consolidados e vistos como
mais estáveis, mesmo que isso acrescente uma pequena parcela no tempo total de
viagem, em vez de optar por atalhos que passem por regiões mais tensas ou com
malha sujeita a cortes e cancelamentos. Em muitos casos, a rota “mais barata e
direta” no curto prazo se mostra mais arriscada e potencialmente mais cara no
longo prazo, quando se consideram remarcações, perdas de conexão e impactos
para a agenda do executivo.
No comportamento de compra, a R3 utiliza dados
históricos das próprias empresas para mapear:
·
qual
é a antecedência média de emissão por perfil de viajante e centro de custo;
·
onde
estão os maiores desvios em relação à política (emissão em cima da hora,
upgrades sem autorização, reservas em canais fora do programa);
·
quanto
se poderia economizar ao migrar para uma janela alvo de compra, especialmente
em rotas internacionais de alta demanda.
Com esses insumos, a agência consegue
demonstrar, com números, o potencial de economia ao antecipar emissões em
determinados corredores (por exemplo, Brasil–Europa ou Brasil–Estados Unidos)
de uma média de 15–20 dias para um patamar de 60–90 dias, além de orientar
quais rotas devem ter acordos específicos com fornecedores e quais precisam de
regras de maior flexibilidade.
IA,
BI com machine learning e R3 Insights: tecnologia como base da decisão
Para sustentar esse nível de detalhamento, a R3
Viagens vem investindo de forma consistente em inteligência artificial e
Business Intelligence próprios. O BI da empresa integra dados de reservas,
bilhetes, reembolsos, remarcações, políticas internas, centros de custo e
indicadores ESG em uma única camada analítica, sobre a qual são aplicados
modelos de machine learning.
Esses modelos são usados para:
·
identificar
padrões de gasto e de comportamento de compra por área, cargo, rota e período;
·
apontar
riscos de não conformidade com a política de viagens antes que eles se tornem
recorrentes;
·
prever
tendências de aumento de custo em determinados trechos com base em histórico,
sazonalidade e comportamento recente;
·
sugerir
ajustes de política e de acordos com fornecedores com base em dados reais de
utilização.
Um dos principais produtos dessa camada tecnológica
é o R3 Insights,
plataforma proprietária desenhada para transformar dados de BI em recomendações
práticas para gestores de viagens. A ferramenta consolida, em relatórios
automatizados, os principais indicadores de cada cliente – como economia gerada,
oportunidades perdidas por compras tardias, rotas mais críticas, nível de
aderência por área, emissões de CO₂ e possíveis frentes de
renegociação – e traduz tudo isso em linguagem executiva.
Esses relatórios são enviados com frequência
definida em conjunto com o cliente (por exemplo, quinzenal ou mensal),
diretamente por e-mail e também por WhatsApp, permitindo que CFOs, gestores de
compras, RH e liderança tenham visibilidade clara do programa de viagens sem
precisar acessar dashboards complexos todos os dias.
“Com o R3 Insights, o objetivo não é apenas
mostrar gráficos, mas orientar decisões”, explica Wilson Silva, diretor de
Marketing e Tecnologia da R3 Viagens.
“Em um ambiente em que o preço do querosene
muda em dias e malhas aéreas são redesenhadas em semanas, o gestor que não
enxerga dados em tempo real está sempre reagindo tarde demais.”
“Por isso, conectamos nosso BI de viagens a
indicadores de custo, performance e ESG, para que o cliente visualize, em um
único painel, o impacto de cada rota, de cada política e de cada decisão de
compra antecipada. A tecnologia é o que permite transformar risco em estratégia
e volatilidade em vantagem competitiva”, afirma Silva.
Recado
ao mercado: 2026 exige política, dados e rota bem desenhada
Com foco em empresas de médio e grande porte e
times que viajam com frequência, a R3 Viagens defende que 2026 é um ano em que
geopolítica, combustível, logística e demanda reprimida se combinam de forma
inédita, tornando insustentável a gestão de viagens baseada apenas em compras
pontuais e decisões descentralizadas.
“A mensagem que estamos levando aos clientes é
objetiva: este é o momento de revisar políticas de viagens, alinhar governança
com finanças e RH, redesenhar rotas estratégicas e colocar dados de verdade no
centro da decisão”, resume Roberto Ruiz Júnior. “Empresas que fizerem isso
agora vão atravessar o período de turbulência com mais segurança,
previsibilidade e vantagem competitiva em relação à concorrência.”
R3 Viagens
https://r3viagens.com.br/