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sexta-feira, 12 de setembro de 2025

Dubai dispara nas preferências dos brasileiros e cresce 82% em reservas na Civitatis em 2025

 

Facilidade de entrada e conectividade, viagens românticas e presença massiva nas redes sociais explicam boom no turismo nos Emirados Árabes, aponta a Civitatis

 O tour Desert Safari com jantar e espetáculo é o mais reservado da
Civitatis no destino em 2025

 

Dubai vive seu melhor momento como destino entre os viajantes brasileiros. De acordo com dados da Civitatis, plataforma líder na venda de passeios e experiências turísticas em português, a cidade foi o destino internacional que mais cresceu em reservas de brasileiros na plataforma em 2025, com um aumento de 82% entre janeiro e agosto de 2025, em comparação com o mesmo período de 2024 – um salto impulsionado por facilidades de entrada, infraestrutura turística de ponta e pela popularização do destino nas redes sociais. 

“Dubai se consolidou como uma combinação rara de modernidade, cultura e experiências únicas. Essa mistura vem conquistando cada vez mais o brasileiro que busca um destino surpreendente, mas ao mesmo tempo prático de visitar”, afirma Alexandre Oliveira, Country Manager da Civitatis no Brasil. 

No ranking de reservas realizadas no período, o Desert Safari com jantar e espetáculo aparece como experiência mais procurada, seguido por tour completo de Dubai com safari no deserto, e ingressos para o Museu do Futuro. Passeios de iate e tours privados com guia em português também registraram crescimento expressivo.

 

Viagens românticas, conectividade e redes sociais impulsionam o destino

Segundo Alexandre, a crescente exposição de Dubai nas redes sociais e o investimento do emirado em infraestrutura turística têm papel fundamental nesse crescimento. No primeiro semestre de 2025, Dubai recebeu 9,88 milhões de visitantes internacionais, um recorde que representa alta de 6% em relação a 2024, segundo o Departamento de Economia e Turismo (Det) de Dubai.

“O brasileiro gosta de destinos que oferecem experiências instagramáveis e Dubai entrega isso em cada esquina: do pôr do sol no deserto ao topo do Burj Khalifa, passando pela arquitetura do Museu do Futuro. A cidade tem sido palco frequente de conteúdos de influenciadores e celebridades brasileiras, especialmente casais, o que inspira ainda mais viajantes”, complementa o executivo.

Museu do Futuro, em Dubai, é o terceiro passeio mais buscado do ano na Civitatis por brasileiros


Dubai também vem se consolidando como destino de casais e lua de mel. Em julho de 2025, o jogador Éder Militão e sua esposa Tainá Fernandes escolheram o destino para uma lua de mel após a cerimônia no Brasil. No mesmo ano, Zé Felipe e Virginia Fonseca compartilharam nas redes sociais a estadia em um dos hotéis mais luxuosos da cidade, mostrando o apelo de Dubai para experiências românticas de alto padrão. 

A conectividade aérea também ajuda a explicar o boom. Com voos diretos saindo de cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, os viajantes brasileiros têm acesso facilitado ao emirado. Além disso, o processo de entrada para estadias de até 90 dias é simples, sem necessidade de visto. 

“Esse tipo de exposição tem efeito direto no interesse do público. Casais se inspiram nessas viagens e passam a considerar Dubai como opção não só para férias, mas também para celebrações especiais”, explica Alexandre.
 

Experiências em português e parcelamento atraem viajantes

De acordo com a Civitatis, uma das principais apostas da plataforma para o destino é ampliar a oferta de experiências em Dubai com guia em português, que têm alta demanda entre os brasileiros. “Queremos que o viajante tenha a tranquilidade de entender toda a história e cultura local durante o passeio”, explica Alexandre. A possibilidade de parcelamento das atividades também vem contribuindo para o aumento das reservas. 

“Dubai deixa de ser apenas sinônimo de luxo e se torna um destino completo, com atrações para quem busca cultura, aventura, gastronomia e compras. A tendência é que continue crescendo no radar dos brasileiros em 2025”, conclui o Country Manager da Civitatis.


Semana do Cliente: ARC4 lança feirão nacional para renegociação de dívidas

De 15 a 19 de setembro, clientes de todo o Brasil terão a oportunidade de renegociar dívidas com condições especiais, diretamente na plataforma da empresa

 

A ARC4 promove, de 15 a 19 de setembro, a Semana do Cliente, um feirão nacional de renegociação de dívidas. Durante o período, consumidores de todo o país poderão acessar a plataforma digital da empresa para organizar suas finanças e buscar alternativas de pagamento seguras e personalizadas. 

A ação contemplará todos os clientes com dívidas na ARC4, independentemente do valor ou do tempo de atraso. Os atendimentos serão realizados pelo site renegocie.arc4.com.br, pelo WhatsApp (11) 1315-4006 e pelo telefone 0800-400-5860. 

“A Semana do Cliente é um convite para que as pessoas aproveitem o momento e regularizem suas pendências. Nosso compromisso é oferecer caminhos reais para quem deseja retomar o crédito e conquistar autonomia financeira”, afirma Vivian Nobre, diretora executiva de Cobrança da ARC4. 

 

Educação financeira em foco: projetos da Plan Brasil antecipam diretriz do MEC nas escolas públicas

Instituição possui um histórico de iniciativas voltadas ao desenvolvimento de habilidades socioemocionais, finanças e empreendedorismo social, alinhando-se à nova política nacional de educação financeira, lançada pelo Ministério da Educação.


O Ministério da Educação (MEC) lançou um programa com o objetivo de ensinar educação financeira para alunos do ensino básico no país. Segundo a pasta, a iniciativa tem foco principal nos beneficiários do Pé-de-Meia, que paga valores periódicos aos estudantes que permanecem na escola. 

Batizado como Na Ponta do Lápis e instituído em portaria publicada em 8 de julho, o programa visa construir “letramento financeiro” e “promover uma relação responsável com o dinheiro e o consumo”, pontua o MEC. Os conteúdos terão como foco “uma compreensão crítica e consciente com temas como Previdência, impostos, seguros, entre outros tópicos que afetam a experiência de vida e os projetos de futuro dos estudantes”. 

Ainda de acordo com o ministério, o público-alvo são alunos do ensino fundamental e médio. A meta da pasta é alcançar mais de 30 milhões de alunos e 2 milhões de professores no país.
 

Empoderamento Econômico

Anterior à portaria da iniciativa do MEC, a Plan Brasil, instituição que luta para romper ciclos de violências contra meninas, possui um forte histórico de atuação nas temáticas de educação financeira e desenvolvimento de habilidades socioemocionais, em especial com adolescentes, auxiliando-os na elaboração de planos de vida que compreendam a trajetória acadêmica e profissional que almejam alcançar. 

Uma iniciativa da organização, que trabalhou de forma central as temáticas de habilidades para a vida, educação financeira e empreendedorismo social, foi o Projeto Geração. Implementado entre os anos 2014 e 2022, nas cidades Codó, São Luís, Teresina e Recife, o projeto teve como objetivo promover a conscientização de crianças, adolescentes e jovens de 11 a 16 anos a respeito do uso do dinheiro, a partir de uma perspectiva de consumo consciente. Como resultado, nesses oito anos de execução, o projeto impactou mais de 3 mil participantes de forma direta e 7 mil de forma indireta. 

Ao longo desses anos de implementação, destacou-se especialmente o desenvolvimento dos adolescentes na reivindicação de seus direitos por melhores condições de estudo, autoconhecimento e abertura para lidar com desafios. 

Como relatado por Ellen Alice, uma das ex-participantes, o projeto Geração contribuiu para a construção de uma geração de garotas que dominam seus negócios através da educação financeira, do ato de empreender e com muitas habilidades para lidar com o dia a dia, repassando os conhecimentos do projeto para sua família, seus vizinhos e sua comunidade. 

Além disso, Ellen aponta o papel que o projeto teve na inspiração de mais e mais meninas para realizarem seus objetivos na tentativa de criar um mundo melhor. A jovem ainda acrescenta que lá aprendeu a nunca limitar seus sonhos e que, ao invés disso, aprendeu a estabelecer metas para realização de seus objetivos, destacando que tem orgulho de cada passo que já deu até agora e dos que ainda estão por vir. 

A iniciativa também visava a formação dos professores das escolas públicas parceiras, a partir de uma colaboração com a Secretaria da Educação no estado do Maranhão. Os encontros aconteciam semanalmente no contraturno das aulas regulares e tiveram um resultado muito positivo, já que os professores se engajaram bastante e puderam aplicar os conteúdos em sala de aula depois disso. 

Por conta do sucesso do projeto nos estados de Pernambuco, Maranhão e Piauí, a Plan Brasil pretende implementar uma metodologia parecida no estado de São Paulo a partir de 2026, completando um programa de empoderamento econômico que une os projetos Cambalhotas, para crianças de 7 a 11 anos, o Geração, para adolescentes de 12 a 14 anos, e o Pontes para o Futuro, para jovens de 15 a 24 anos. 

Um desejo da organização também seria implementar o projeto novamente nos estados em que já houve execução, porém, esta possibilidade depende de oportunidades que surjam com o financiamento de doadores.

Para Isabela Pronsate, Especialista em Empoderamento Econômico da Plan Brasil, a oferta do letramento financeiro nas escolas é fundamental para que os adolescentes e jovens estejam mais preparados para os desafios da vida econômica. 

“Falar sobre dinheiro ainda é, muitas vezes, considerado um tabu, mas tratar a respeito da temática desde cedo é essencial para desmistificá-la e promover uma relação mais consciente e saudável com os recursos financeiros. O Geração nos mostra não só o pioneirismo da Plan Brasil ao introduzir esta temática no ambiente escolar desde 2014, mas também deixa evidente o impacto direto na autoestima dos jovens, no apoio à tomada de decisões e no planejamento de futuro. Pôde-se observar que a iniciativa conseguiu contribuir para o fortalecimento da autonomia financeira e, por meio dela, para a prevenção de situações de risco e violência”, explica. 

A Plan Brasil também implementou essa temática de educação financeira e consumo consciente em outros projetos, como o Rede Meninas Líderes - implementado em todo o Brasil entre os anos 2020 e 2023- o Jovens Líderes pelo Fim da Violência de Gênero - em atuação de forma nacional desde 2025, e o Empodera Elas – em execução na cidade de Codó, no Maranhão, desde 2022.  



Plan International Brasil - Com mais de 25 anos de atuação no país e presente em mais de 80 países ao redor do mundo, a Plan International Brasil está comprometida em romper os ciclos de violências que afetam meninas, criando um futuro justo, seguro e equitativo para todas as pessoas. Com projetos implementados no Maranhão, no Piauí, na Bahia e em São Paulo, e atuando em rede com o terceiro setor e movimentos sociais, a organização alcança todo o território nacional, inspirando e mobilizando a sociedade para transformar realidades, promovendo o protagonismo das meninas e fortalecendo suas vozes para que possam mudar a realidade ao seu redor.


Considerada uma das organizações mais confiáveis do país, a Plan International Brasil está entre as 100 Melhores ONGs do Brasil e tem a certificação A+ no Selo Doar de Gestão e Transparência. Em 2024, foi reconhecida pela sexta vez como uma das Melhores ONGs do país, e pelo segundo ano consecutivo como a Melhor ONG do Maranhão. Em 2023, também recebeu pela primeira vez o prêmio de Melhor ONG de Defesa de Direitos.

Para saber mais sobra a Plan International Brasil, acesse www.plan.org.br.


Cinco dicas para quem vai viajar de ônibus para o The Town


Divulgação
Com alto custo das passagens aéreas, muitos fãs de música devem optar por viagens rodoviárias, a plataforma DeÔnibus listou algumas orientações importantes 

 

O festival The Town é um dos eventos mais aguardados do ano, reunindo milhares de pessoas na cidade de São Paulo para curtir grandes nomes da música. Para muitos, por conta de valores mais acessíveis, a viagem de ônibus acaba sendo mais vantajosa. Porém, o transporte rodoviário, especialmente em longos trajetos, exige um pouco de planejamento para garantir que a experiência seja tranquila e confortável. 

A DeÔnibus, um dos maiores marketplaces de passagens rodoviárias do país, listou cinco dicas importantes para quem vai embarcar nessa jornada durante o The Town e busca garantir mais segurança e conforto na viagem.


Dicas para os fãs de música:

  1. Compre sua passagem com antecedência - Se você já sabe que vai ao The Town, evite deixar para a última hora e compre sua passagem o quanto antes. Durante o período do festival, a procura por viagens de ônibus deverá ser muito alta, o que pode elevar preços mais elevados e, até mesmo, falta de assentos nas datas mais concorridas. Ao antecipar a compra, você tem mais chances de escolher os melhores horários e garantir um lugar mais confortável. Além disso, a tranquilidade de saber que seu lugar está reservado pode fazer toda a diferença no planejamento da viagem. Confira se seus documentos como, RG, CPF e outros documentos e medicamentos que achar necessário.
  1. Escolha o assento com sabedoria - Em viagens longas, o assento é um dos fatores que mais impacta no seu conforto. Se possível, opte por um lugar que se ajuste às suas necessidades. Assentos próximos ao corredor, por exemplo, podem ser ideais para quem gosta de se levantar e se alongar com mais facilidade. Já quem prefere acompanhar o trajeto, pode escolher um assento na janela, que oferece um pouco mais de distração e privacidade. Fique atento também ao tipo de ônibus, pois alguns modelos oferecem mais conforto, com poltronas reclináveis e espaçamento maior entre elas, proporcionando uma viagem mais agradável. Alguns modelos de ônibus possuem tomadas USBs ao lado de todos os assentos e em outros há tomadas nas poltronas próximo à porta do ônibus. 
  1. Leve itens essenciais para o conforto - Durante a viagem de ônibus, especialmente se for de longa distância, é importante ter alguns itens à mão para garantir o seu conforto. Um travesseiro de pescoço, uma manta e fones de ouvido podem ser ótimos aliados para descansar durante o trajeto. Além disso, tenha sempre à disposição uma garrafinha de água, lanches leves e medicamentos básicos, caso necessário. Com esses itens, você estará mais preparado para lidar com imprevistos e garantir uma viagem mais tranquila.
  1. Prepare-se para o trânsito e o tempo de viagem – Durante o The Town, é possível que as estradas fiquem mais movimentadas, com aumento do fluxo de veículos e possíveis congestionamentos. Por isso, é fundamental se preparar para a possibilidade de que a viagem demore mais do que o previsto. Leve entretenimento, como livros, filmes ou jogos no celular, para passar o tempo caso o trânsito esteja intenso. Em viagens longas, prevendo ficar longe de tomadas, é interessante levar um power bank 20.000 ou 30.000 mah que possuem capacidade de recarregar seus eletrônicos diversas vezes durante o trajeto e nos passeios durante o dia inteiro fora do hotel. Além disso, tenha paciência, pois imprevistos no trânsito são inevitáveis, especialmente em feriados de grande movimentação.
  1. Cuidado com os pertences pessoais - Infelizmente, o roubo de pertences é uma realidade em viagens de ônibus, especialmente em horários de maior movimento ou em paradas para descanso. Mantenha seus objetos de valor sempre próximos e sob vigilância, e evite deixar bolsas ou mochilas desatentas nos assentos ao lado. Prefira usar cadeados nas malas e, se possível, tenha uma bolsa pequena com documentos essenciais e objetos de valor que você possa carregar com facilidade. Isso ajudará a evitar contratempos e garantir mais segurança durante a viagem.

Seguindo essas cinco dicas, você poderá aproveitar o festival com mais conforto e tranquilidade, fazendo com que sua viagem de ônibus seja mais prazerosa e menos estressante. Boa viagem!

 

DeÔnibus
www.deonibus.com


Jovens reduzem uso da poupança e ampliam diversificação, mostra pesquisa da ANBIMA

Geração Z e millennials apostam em ativos digitais e fundos, enquanto boomers mantêm perfil conservador 

 

A 8ª edição do Raio X do Investidor Brasileiro, pesquisa da Anbima em parceria com o Datafolha, mostra que os millennials (29 a 43 anos) e a Geração Z (15 a 28 anos) estão se afastando da poupança e diversificando suas aplicações, com destaque para fundos de investimento, títulos privados e moedas digitais, enquanto os Boomers (64 anos ou mais) permanecem fiéis às opções mais conservadoras.

“Os millenials e a Geração Z são investidores mais conectados, que buscam informação em canais digitais e estão dispostos a diversificar. Essa mudança estrutural tende a impactar os produtos ofertados pelo mercado”, afirma Marcelo Billi, superintendente de Sustentabilidade, Inovação e Educação da Anbima.

 

A poupança, por exemplo, segue como o produto financeiro mais popular; entretanto, sua preferência entre os investidores vem caindo ano a ano. Atualmente, 32 milhões de brasileiros investem exclusivamente nela, mas outros 27 milhões já aplicam em dois ou mais produtos. De acordo com a 8ª edição do Raio X do Investidor, 23% dos investidores têm poupança, 2 pontos percentuais a menos que na pesquisa anterior.

 

Digitalização como motor da mudança

A preferência por canais digitais também acompanha esse novo perfil. Aplicativos de bancos são o principal meio de investimento para 49% dos brasileiros, número que salta para 68% entre a Geração Z e 61% entre os Millennials. Na busca por informação, os mais jovens recorrem principalmente ao YouTube e ao Instagram, deixando meios tradicionais como TV, jornais e rádio em segundo plano.

O YouTube lidera como principal fonte de informação entre os mais jovens, com 57% da preferência entre a Geração Z e 43% entre os Millennials. O Instagram aparece em segundo lugar. Ferramentas como WhatsApp e e-mail começam a perder espaço, enquanto os podcasts seguem em alta.

 

Estresse financeiro afeta gerações em fase produtiva

A pesquisa também revela que os Millennials e a Geração X (44 a 63 anos) são os grupos que mais sentem os impactos do estresse financeiro. Entre os Millennials, 57% relatam alto nível de estresse, enquanto na Geração X esse índice é de 53%. Já entre os Boomers, 39% dizem ter baixo nível de estresse.

 

Base: total da amostra – 5.846 entrevistas (1 p.p.)
 Espontânea e única, em %



 

Base: total da amostra – 5.846 entrevistas (1 p.p.)
 Espontânea e única, em %




Sobre o Raio X do Investidor Brasileiro

Esta é a oitava edição da pesquisa Raio X do Investidor Brasileiro, realizada pela ANBIMA em parceria com o Datafolha. As entrevistas aconteceram entre os dias 4 e 22 de novembro de 2024, com abordagem pessoal e aplicação de questionário estruturado em tablet, com 5.846 pessoas das classes A/B, C e D/E, de 16 anos ou mais, nas cinco regiões do país. A margem de erro da pesquisa é de um ponto percentual, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%.

Confira os principais achados, baixe o relatório e os dados brutos e descubra como brasileiros e brasileiras cuidam do dinheiro e de seus investimentos.

   

ANBIMA - Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais


Programas de convivência escolar ajudam a reduzir bullying, ansiedade e isolamento entre jovens

Escolas que investem em programas de convivência contribuem para reduzir casos de bullying, ansiedade e sofrimento emocional entre crianças e adolescentes


A relação entre convivência escolar e saúde mental tem ganhado destaque nos últimos anos, sobretudo diante do aumento de casos de ansiedade e depressão entre os jovens. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil lidera os índices de transtornos de ansiedade na América Latina, e cerca de 10% dos adolescentes no país apresentam sinais de depressão. 

O cenário aponta para uma preocupação latente e que necessita do desenvolvimento de habilidades sociais, principalmente no ambiente escolar, como uma ferramenta estratégica para prevenir conflitos e promover o bem-estar coletivo. 

De acordo com Wagner Venceslau Dias, diretor pedagógico do Colégio Leonardo da Vinci, essas ações precisam fazer parte da rotina pedagógica das instituições: “Dinâmicas em grupo, rodas de conversas, mediação de conflitos e projetos de integração entre turmas são atividades que estimulam competências como empatia, comunicação assertiva, cooperação e autocontrole, e ajudam os alunos a lidar com desafios emocionais e relacionais dentro e fora da escola”. 

Pesquisas comprovam a relevância desse investimento. Um estudo publicado na Revista Brasileira de Enfermagem (Scielo) mostrou que intervenções voltadas ao desenvolvimento de habilidades sociais reduzem significativamente casos de bullying entre os colegas. 

Ainda de acordo com o diretor, além de reduzir comportamentos agressivos, o fortalecimento das habilidades sociais funciona como fator protetor contra o isolamento e a exclusão. Jovens com mais recursos de comunicação e empatia tendem a criar vínculos mais sólidos, se sentem acolhidos em seus grupos e, consequentemente, apresentam melhor rendimento escolar. 

“Isso reforça o papel das escolas como espaços de promoção de saúde mental, e não apenas de transmissão de conhecimento. Fortalecer habilidades de convivência não significa só diminuir conflitos, é também uma porta de entrada para formar indivíduos mais resilientes, conscientes de si mesmos e capazes de construir relações saudáveis. Essa é uma base essencial para o desempenho acadêmico e para a vida em sociedade”, complementa o porta-voz. 

Outro ponto crucial levantado pelo especialista é que, quando as escolas assumem esse papel de mediação, ajudam também as famílias, umas vez que o suporte pedagógico e psicológico oferecido pelas instituições cria um elo de parceria entre escola e família, ampliando o alcance da prevenção. 

“No Colégio Leonardo da Vinci, apostamos na continuidade dessas práticas como parte da formação integral. É e sempre será importante trazermos esse tema para debate, principalmente em época de campanha sobre saúde mental. Temos que auxiliar os nossos jovens a se prepararem para esses desafios emocionais e sociais em um mundo complexo, estimulando uma cultura de paz e respeito mútuo”, finaliza Dias.

 

Apoio à saúde emocional dos executivos aumenta em 23% o engajamento e reduz em 43% a rotatividade

Com 70% dos brasileiros estressados, o cuidado com a saúde mental dos líderes será decisivo para lidar com pressões econômicas e tomar decisões mais seguras 

 

A saúde mental tornou-se prioridade nas empresas brasileiras. Pesquisa da International Stress Management Association (ISMA-BR) revela que sete em cada dez brasileiros sofrem com estresse, especialmente os executivos submetidos a jornadas intensas e decisões de grande impacto. 

Estudos da Deloitte indicam que organizações que investem em bem-estar têm até 33% mais chances de cumprir metas, enquanto dados da Gallup mostram que equipes apoiadas registram 23% mais engajamento e 43% menos rotatividade,  evidência de que o equilíbrio emocional das lideranças influencia diretamente a produtividade e a retenção de talentos.

Carla Martins, vice-presidente do SERAC, especialista em gestão de pessoas, avalia que o autocuidado será decisivo para os próximos anos. “A liderança equilibrada, que une desempenho e bem-estar garante a sustentabilidade das empresas, já que executivos que negligenciam a própria saúde tornam-se mais suscetíveis ao esgotamento, enquanto aqueles que preservam uma rotina equilibrada inspiram confiança, fortalecem suas equipes e elevam a produtividade”, pontua.

O desafio das lideranças é conciliar as pressões atuais do momento econômico com o cuidado pessoal. “Cuidar de si mesmo não é sinal de fraqueza, é estratégia de negócio. Líderes equilibrados sustentam equipes mais fortes e, consequentemente, resultados mais duradouros”, diz a especialista. 

Por isso, Carla aponta alguns cuidados que os empresários podem fazer em seu dia a dia: 

  • Inclua pausas estratégicas: pequenos intervalos ao longo do expediente mantêm a clareza e reduzem a fadiga mental.
  • Priorize saúde mental: programas de apoio psicológico e rodas de conversa ajudam a prevenir o burnout.
  • Lidere pelo exemplo: gestores que equilibram vida pessoal e profissional inspiram maior engajamento da equipe.
  • Foque nos ganhos mensuráveis: segundo a Gallup, colaboradores que se sentem apoiados têm 23% mais engajamento e até 43% menos rotatividade.

“A saúde mental ocupará lugar central nas empresas, com a inclusão obrigatória de fatores psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos, o que exige dos líderes ações concretas de cuidado com suas equipes. O mercado de soluções para gestão do estresse deve quase dobrar, chegando a US$ 141,3 milhões, segundo a Grand View Research. Isso mostra que investir em bem-estar deixou de ser um diferencial e passou a ser condição para garantir competitividade e sustentabilidade”, finaliza Carla.

 


Carla Martins - vice-presidente do SERAC. Atende grandes empresários e personalidades da mídia, direcionando o crescimento sustentável de diversos negócios. Possui qualificação e acredita muito no poder de gestão de negócios e no empreendedorismo feminino. Como Vice-Presidente do SERAC busca direcionar novos empresários a alcançarem o próximo nível com soluções contábeis, jurídicas e de gestão, impactando positivamente vidas de clientes, parceiros, colaboradores, amigos e familiares. Carla é contabilista formada em Marketing pela ESPM e pós graduada em Big Data e Marketing. @soucarlamartins


SERAC
Instagram: @sou_serac
site souserac.com


Quase metade da Geração Z afirma buscar mais crédito, aponta Serasa Experian

• Pesquisa “Consumidor do Futuro” mostra que 1 em cada 4 brasileiros pretende usar crédito para viagens ou entretenimento nos próximos meses; 

• Entre os boomers, comportamento predominante é de evitar o uso de crédito.

 

A Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, acaba de lançar um recorte da pesquisa “Consumidor do Futuro” que analisa a relação atual dos brasileiros com o crédito em diferentes fases da vida e contextos sociais. O levantamento mostra que 44,1% da população está buscando mais crédito, sendo 18,8% com maior frequência e 25,3% de forma pontual, apenas para situações específicas.

Esse movimento, no entanto, é fortemente influenciado pela faixa etária. A Geração Z lidera essa tendência, quase metade (49,9%) dos entrevistados declararam que têm buscado crédito com mais intensidade, embora, entre eles, uma parcela (25,3%) ainda limite o uso a situações pontuais. Já entre os boomers, o padrão se inverte: apenas 14,8% utilizam crédito de forma específica, enquanto 39,1% afirmam que evitam esse tipo de recurso no cotidiano. Confira abaixo uma tabela que detalha o comportamento geracional perante o crédito:

 

“Compreender como os brasileiros utilizam e pensam o crédito, seus objetivos e motivações, é essencial para construirmos soluções mais eficazes e personalizadas – seja para o consumidor ou para empresas que estão nesse mercado e buscam, por exemplo, conhecer, segmentar e ativar digitalmente essas audiências com nossas soluções de marketing”, afirma a CMO da Serasa Experian, Giovana Giroto. “Os dados mostram que o crédito passou a ocupar diferentes papéis no planejamento financeiro, variando de acordo com a geração e com as prioridades de cada grupo”, completa.

 

Expectativas em cenário de crescimento econômico 

Quando questionados sobre como utilizariam o crédito nos próximos meses, os brasileiros apontaram principalmente finalidades ligadas ao bem-estar e organização pessoal. Viagens e lazer aparecem como as principais intenções de uso (25%). Entre os mais jovens, o foco é mais distribuído: além do lazer (21,8%), a Geração Z também pretende usar o crédito para organizar as finanças (21,4%) e investir ou abrir um negócio (20,3%).  

Veja tabela com as preferências nos usos do crédito no futuro e o detalhamento por gerações:

 

Um possível crescimento econômico no país também foi abordado no estudo. Para 29,4% dos brasileiros, uma melhora na economia resultaria em aumento dos gastos com viagens, lazer e restaurantes, comportamento puxado pelos millenials (29,8%) e geração X (35%). Outro dado relevante mostra que 18,6% dos consumidores priorizariam marcas e produtos de maior qualidade, especialmente entre os jovens da geração Z (20,9%) e millenials (19,3%). Por outro lado, um em cada cinco brasileiros (18,4%) declarou que não mudaria seu padrão de consumo mesmo com a melhora econômica, tendência mais presente entre os boomers (27,9%). 

Abaixo, confira um gráfico que detalha as expectativas de consumo diante de crescimento econômico: 


Experian
experianplc.com



Saiba quais são os 23 municípios universalizados em atendimento de água potável

Distribuídos em nove estados, essas cidades investiram na infraestrutura e já colhem os frutos


Cerca de 34 milhões de brasileiros convivem diariamente com a falta de rede de abastecimento de água. Esse número equivale a aproximadamente o dobro da população do estado do Rio de Janeiro, um dos estados mais populosos do país. Essa carência reflete-se em uma maior incidência de doenças, crianças faltando às aulas e adultos impossibilitados de comparecer ao trabalho. São milhões de famílias que não conseguem manter a higiene básica ou preparar seus alimentos de forma adequada. 

No entanto, apesar dos avanços ainda necessários, muitos municípios têm feito sua parte e investido na oferta de água para suas populações. De acordo com a 17ª edição do Ranking do Saneamento (SINISA, ano-base 2023), que analisa os 100 municípios mais populosos do Brasil, 23 já universalizaram o acesso à água potável. São considerados universalizados, de acordo com a Lei nº 14.026/20, os municípios que atendem a 99% ou mais da população com abastecimento de água potável. 

Os dados mostram que 11 desses municípios já possuem 100% de cobertura de atendimento com água. Outros 12 alcançam índices iguais ou superiores a 99%, estando, portanto, também universalizados. Em contraste, o município com o menor percentual de atendimento de água foi Porto Velho (RO), com 35,02%. Esse número representa uma queda em relação a 2022, quando o índice era de 41,79%, no mesmo município. O índice médio de abastecimento dos 100 maiores municípios brasileiros é de 93,91%, levemente abaixo dos 94,92% registrados no ano anterior. De modo geral, os municípios analisados possuem níveis de atendimento superiores à média brasileira, que foi de 83,1% em 2023, segundo os dados do SINISA.

 

Quadro 1 - Municípios do Ranking universalizados no atendimento de água 

 

Fonte: SINISA (2023). Elaboração: GO Associados.


Os municípios universalizados estão distribuídos por nove estados, sendo:

  • Região Nordeste: João Pessoa (PB) e Aracaju (SE);
  • Região Centro-Oeste: Goiânia (GO);
  • Região Sul: Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Porto Alegre (RS), Canoas (RS) e Caxias do Sul (RS);
  • Região Sudeste: Vitória (ES), Vila Velha (ES), Uberaba (MG), Niterói (RJ), Campos dos Goytacazes (RJ), Santo André (SP), Diadema (SP), Barueri (SP), Osasco (SP), Carapicuíba (SP), Guarulhos (SP), Ribeirão Preto (SP), Campinas (SP), Jundiaí (SP) e São Paulo (SP). 

A universalização do acesso à água potável nos 23 municípios destacados é um exemplo concreto de como investimentos em infraestrutura e planejamento podem transformar a qualidade de vida da população. Apesar dos desafios ainda enfrentados por muitas regiões do Brasil, o progresso dessas cidades demonstra que é possível alcançar metas ambiciosas no saneamento básico, promovendo saúde, educação e desenvolvimento econômico. Cabe agora aos gestores públicos e à sociedade como um todo trabalhar de forma colaborativa para que esses avanços se tornem realidade em todo o país, garantindo dignidade e bem-estar para milhões de brasileiros que ainda vivem sem acesso a esse bem tão essencial.


Como as “bets” estão destruindo o futuro dos jovens brasileiros

Por trás das promessas de riqueza rápida, o vício em apostas se espalha entre crianças, adolescentes e jovens adultos, impactando saúde mental, relações familiares e o futuro profissional de uma geração. A saída? Educação do comportamento financeiro desde cedo – com apoio das escolas e da sociedade. 

 

Uma nova epidemia silenciosa avança pelo Brasil e atinge em cheio os jovens: o vício em apostas online. Com publicidade massiva, celebridades promovendo plataformas e a promessa de enriquecimento imediato, as chamadas “bets” e outros formatos de apostas, como o famoso “Tigrinho”, transformaram-se em um fenômeno social que causa prejuízos econômicos, emocionais e educacionais profundos. 

Entre adolescentes e jovens adultos, especialmente em comunidades de baixa renda, o cenário é alarmante. De acordo com uma pesquisa do Unicef, 22% dos adolescentes entrevistados disseram ter apostado pela primeira vez até os 11 anos de idade. O acesso fácil e a ausência de fiscalização permitem que menores de idade burlem sistemas usando CPFs falsos, mergulhando precocemente em um ciclo de risco.

 

Uma armadilha neurológica e social

A dinâmica das apostas online age diretamente no sistema de recompensa do cérebro, liberando dopamina – o mesmo neurotransmissor ativado pelo consumo de álcool ou drogas. Isso gera uma sensação temporária de prazer e excitação que, com o tempo, exige estímulos cada vez mais intensos. 

O resultado é o desenvolvimento de uma compulsão com efeitos colaterais devastadores: ansiedade, irritabilidade, isolamento, queda no desempenho escolar, abandono dos estudos e, em muitos casos, envolvimento com dívidas e crimes. 

“A pessoa sempre acha que pode parar, mesmo quando já está trocando atividades essenciais por um comportamento doentio”, explica Reinaldo Domingos, presidente da Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira (ABEFIN). Segundo ele, a compulsão pelo jogo é um dos vícios mais silenciosos e destrutivos da atualidade.

 

A falsa promessa do lucro fácil

Grande parte dos jovens apostadores é seduzida por influenciadores digitais e propagandas que apresentam o jogo como um “estilo de vida” de sucesso. Entretanto, a realidade é cruel. De acordo com o Instituto Locomotiva, 53% das pessoas apostam com o objetivo de ganhar dinheiro. Mas para cada vencedor, há milhares de perdedores. 

“O apelo comercial das apostas é especialmente perigoso para quem está em situação de vulnerabilidade financeira. Isso alimenta uma ilusão de que existe um caminho curto para sair da pobreza – e esse caminho simplesmente não existe”, afirma Domingos. 

O vício em apostas não afeta apenas o jogador. Famílias inteiras são arrastadas para o colapso emocional e financeiro. São frequentes os relatos de casamentos destruídos, endividamento conjunto, filhos emocionalmente negligenciados e até notícias assustadoras como de perdas patrimoniais de mais de R$ 200 mil. 

Além disso, o ambiente escolar tem sido diretamente impactado. Professores relatam casos de alunos que dormem nas aulas após noites inteiras apostando, outros que abandonam os estudos ou demonstram comportamento agressivo ao serem impedidos de usar o celular. A escola deixa de ser um espaço de construção de futuro e passa a ser vista como obstáculo à “vida de apostador”.

 

O papel urgente da educação do comportamento financeiro

Diante desse cenário, a única solução duradoura é formar cidadãos capazes de entender a lógica do dinheiro e resistir às armadilhas do consumo ilusório. Para isso, especialistas defendem a inclusão urgente e estruturada da educação do comportamento financeiro nas escolas, desde o ensino fundamental. 

“Não adianta apenas ensinar a fazer contas ou falar de juros compostos. Precisamos trabalhar a relação emocional que os jovens têm com o dinheiro, mostrar que ele é um meio, e não um fim. Isso muda a forma como eles tomam decisões”, destaca Reinaldo Domingos. 

A educação do comportamento financeiro precisa tratar de pilares como o desenvolvimento de consciência sobre desejos e impulsos; reflexão sobre metas e valores pessoais e; aprendizado sobre planejar com base em propósito e não em ansiedade por consumo.

 

Regulação e prevenção: uma corrida contra o tempo

Diante da explosão de plataformas irregulares, o governo brasileiro começou a agir. Centenas de sites estão sendo banidos e métodos de pagamento, bloqueados. Apesar disso, Reinaldo Domingos alerta que essas medidas são paliativas se não vierem acompanhadas de políticas públicas amplas de prevenção, suporte psicológico e educação financeira nas bases do sistema educacional. 

“Esse problema não será resolvido apenas com fiscalização. Ele só será enfrentado de verdade quando a sociedade enxergar que formar cidadãos financeiramente conscientes é uma responsabilidade coletiva, e que a escola tem papel central nisso”, finaliza Domingos. 

O vício em apostas está destruindo sonhos, famílias e carreiras antes mesmo que comecem. Enquanto a propaganda do lucro fácil seduz, a realidade é de perda, frustração e sofrimento. A única aposta segura que o Brasil pode fazer agora é na educação do comportamento financeiro — e ela precisa começar o quanto antes.

 

Lanchas que custam até R$ 2,5 milhões podem ser visitadas em São Paulo

Créditos: Divulgação/Armatti Yachts


Com design autoral, soluções funcionais e padrão internacional de acabamento, os dois modelos reforçam a presença da Armatti Yachts no maior evento náutico da América Latina, realizado de 18 a 23 de setembro no São Paulo Expo. A 400 Sport Coupé chega com layout integrado, hard top elétrico e dois quartos de quase dois metros de altura, sofisticação e conforto típicos de iates maiores. Já a 310 Spyder evolui a consagrada linha Spyder com hard top futurista, cockpit semicircular e interiores versáteis, aliando performance esportiva, praticidade e custo operacional competitivo. 

 

O maior palco náutico da América Latina será o cenário da estreia de dois dos modelos mais aguardados da Armatti Yachts: a 400 Sport Coupé e a 310 Spyder. Esta será a primeira vez que as embarcações, lançadas em Santa Catarina neste ano, serão apresentadas ao público do Sudeste, durante o São Paulo Boat Show, que acontece de 18 a 23 de setembro no São Paulo Expo. Além dos dois lançamentos, a marca apresentará ainda os modelos 340 Solarium, com arquitetura inteligente, 370 Solarium, altamente espaçosa com capacidade de receber uma cama king size, e 420 Sport Coupé, grande sucesso no exterior.

“O Sudeste é o maior mercado consumidor de embarcações de lazer do país e, ao levarmos os nossos dois últimos lançamentos para São Paulo, divulgamos a força da indústria náutica catarinense e de como estamos alinhados com as tendências globais de consumo. O público brasileiro está cada vez mais exigente, busca design diferenciado, conforto inteligente e performance de alto nível, mas também valoriza praticidade, eficiência e menor custo operacional. Nossos barcos traduzem exatamente esse equilíbrio de sofisticação com funcionalidade. Temos orgulho em dizer que a 400 Sport Coupé e a 310 Spyder já nasceram com reconhecimento internacional e agora chegam ao maior evento da América Latina para conquistar ainda mais clientes”, afirma Fernando Assinato, CEO da Armatti Yachts.

A Armatti 400 Sport Coupé, com 40 pés e 3,3 metros de largura, se destaca por ser uma das mais sofisticadas embarcações de sua categoria. O modelo oferece dois quartos com quase dois metros de altura, além de sala de estar integrada, banheiro com box fechado e uma suíte principal na meia-nau com cama de 2 metros, sofá e baú lateral. O cockpit integra ambientes internos e externos e conta com chaise estrategicamente posicionada para relaxamento. O hard top elétrico amplia a conexão com o mar e garante versatilidade para diferentes condições climáticas. Com preço a partir de R$ 2,5 milhões, a 400 Sport Coupé já conta com diversas unidades vendidas.

Já a Armatti 310 Spyder, de 9,45 metros de comprimento, representa a evolução da consagrada linha Spyder e traz como diferencial o futurista hard top, um teto rígido que combina proteção, ventilação e design. O layout privilegia convivência e integração, com cockpit em formato semicircular, chaise lateral, espaço gourmet na popa, com mesa para coquetéis, e aproveitamento inteligente dos espaços internos. O barco oferece dois ambientes de pernoite, banheiro completo e pé-direito de 1,90 metro, garantindo conforto pouco comum em embarcações dessa categoria. A 310 Spyder tem ampla passagem lateral confortável à esquerda, para acesso à proa, referência internacional, e alia performance esportiva, facilidade de manobra e custo operacional competitivo, sendo ideal tanto para uso no litoral brasileiro e vias interiores, quanto para exportação. Na feira, a embarcação estará à venda a partir de R$ 1,1 milhão. 

Armatti Yachts trouxe para o mercado náutico brasileiro um novo nível de qualidade de embarcações - e tem como desafio manter a tradição de qualidade e inovação além das linhas inconfundíveis da marca. Hoje a Armatti Yachts é composta por modelos entre 31 e 52 pés, atende ao mercado nacional e internacional e está constantemente implementando novos processos na construção das embarcações e nos materiais utilizados para garantir que o seu produto possa estar sempre à frente de seu tempo.

www.armatti.com.br/  | www.instagram.com/armatti_yachts/ | www.instagram.com/armatti_yachts.us 

 

 

SERVIÇO 

O quê: Estreia da Armatti 400 Sport Coupé e Armatti 310 Spyder

Onde: São Paulo Boat Show 2025 – São Paulo Expo

Quando: 18 a 23 de setembro de 2025

 

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