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sexta-feira, 11 de julho de 2025

Museu A CASA do Objeto Brasileiro oferece duas oficinas em diálogo com a exposição QUAL O SEU PAPEL? Da fibra à forma: a arte que pulsa da Paraíba

Crédito: Felipe Perazzolo

As atividades gratuitas exploram o universo do papel através da técnica da papietagem e da produção de cartazes urbanos - as oficinas estão agendadas para o dia 19 de julho e 02 de agosto


 

O Museu A CASA do Objeto Brasileiro convida o público para duas oficinas gratuitas que exploram o universo do papel e suas possibilidades artísticas. As atividades, promovidas pelo Educativo do Museu, acontecem nos dias 19 de julho e 02 de agosto sábados, das 14h às 17h, em diálogo com a exposição Qual o seu papel? Da fibra à forma: a arte que pulsa da Paraíba, um recorte da produção artesanal do estado da Paraíba. Com foco na interação criativa e no aprendizado prático, as oficinas são voltadas para pessoas de todas as idades e incentivam reflexões sobre identidade, território e sustentabilidade.

 

Oficina Fábrica de Cartazes do Novo Mundo

19 de julho, sábado, das 14h às 17h

Nesta oficina prática, os participantes serão convidados a explorar o poder da palavra e da imagem através da criação de cartazes inspirados no universo visual dos espetáculos  circenses, teatrais,  de mercados e das ruas . A proposta é refletir sobre identidade, território e resistência, incentivando o protagonismo criativo dos participantes. Ao final, os cartazes produzidos poderão ser colados em um espaço coletivo do museu, formando uma intervenção urbana com arte, humor e crítica social.  

Público: Aberto a todas as idades (menores de idade devem estar acompanhados por responsáveis).

Investimento: Gratuito mediante inscrição prévia.

Inscrições disponíveis neste link

Materiais: Fornecidos pelo Museu A CASA.

Atividade limitada a 15 participantes, que serão selecionados mediante ordem de inscrição.

 

Oficina Papietagem – Arte em camadas para todas as idades

02 de agosto, sábado, das 14h às 17h 

A oficina convida o público a soltar a criatividade com a técnica da papietagem, transformando papel reciclado e cola em verdadeiras obras de arte. Durante a atividade, os participantes aprenderão a modelar objetos, personagens ou formas decorativas, explorando uma prática artística sustentável e acessível. A atividade é voltada para quem deseja experimentar novas formas de expressão manual, dando a oportunidade dos participantes criarem peças únicas e refletirem sobre reaproveitamento de materiais.

 

Público: Aberto a todas as idades (menores de idade devem estar acompanhados por responsáveis).

Investimento: Gratuito mediante inscrição prévia. 

Inscrições disponíveis neste link

Materiais: Fornecidos pelo Museu A CASA.

Atividade limitada a 15 participantes, que serão selecionados mediante ordem de inscrição.

  

Sobre a exposição 

Qual o seu papel? Da fibra à forma: a arte que pulsa da Paraíba reúne o trabalho de sete artesãos — Adriano Oliveira, Babá Santana, Carlos Apollo, Dadá Venceslau, Ednaldo Farias, Géo Oliveira e Socorro Souza —, que têm no papel sua principal matéria-prima de criação. A partir dele, dão forma a uma arte delicada, marcada por poesia, cores e personagens que habitam o imaginário popular e o universo lúdico da região. A mostra, que foi apresentada no 39º Salão do Artesanato da Paraíba, em João Pessoa, é realizada pelo Museu A CASA do Objeto Brasileiro, pelo PAP – Programa do Artesanato Paraibano, pela Secretaria de Estado do Turismo e Desenvolvimento Econômico da Paraíba e pelo Governo do Estado da Paraíba. A exposição conta ainda com parceria institucional do Sebrae-PB e apoio institucional da São Braz 

As peças exibidas foram criadas sob a orientação do designer Sérgio Mattos, que estimulou a experimentação sem abrir mão da identidade autoral de cada artista. As obras são fruto de um domínio apurado das técnicas de papel machê e papietagem, práticas artesanais de origem milenar. Enquanto o papel machê — de origens na China antiga e difundido pela Europa — molda uma mistura de polpa de papel e adesivos naturais, resultando em estruturas sólidas e duráveis; a papietagem diferencia-se por aplicar camadas inteiras de papel embebido em cola sobre moldes, criando superfícies ricas em textura e volumetria.  

“Em Qual o seu papel?, a arte feita à mão transforma materiais considerados de descarte em gestos de permanência e reinvenção. O Museu A Casa do Objeto Brasileiro, em parceria com o Governo do Estado da Paraíba e o Sebrae-PB, convida o público paulistano a descobrir como o olhar atento e a criatividade coletiva podem revelar beleza onde menos se espera — e como o fazer artesanal segue sendo um elo vital entre passado, presente e futuro”, diz Mariana Lorenzi - Diretora Artística do Museu A CASA do Objeto Brasileiro. 

A inovação se revela também no uso de matérias-primas improváveis e sustentáveis: além de materiais descartados como papelão, caixas de medicamentos e rolos de papel higiênico, os artesãos empregam fibras e resíduos orgânicos tais quais banana, cana-de-açúcar, casca de cebola, carnaúba, espada-de-São-Jorge, capim-elefante, para criar papiros artesanais que incorporam texturas e tonalidades únicas às obras. Essa prática não apenas ressignifica o "lixo", como também contribui para o debate urgente sobre práticas sustentáveis, capazes de reverter os ciclos de descarte que marcam o nosso tempo. 

As narrativas que atravessam as peças remetem ao dia a dia do povo sertanejo, às festas populares e às tradições de resistência cultural: das bases cilíndricas e coloridas desenhadas por Sérgio Mattos para a cenografia, surgem papangus, maracatus, brincantes, palhaços, animais fantásticos, maletas e bonecos que espelham a riqueza simbólica da região nordestina. Cada objeto, ao mesmo tempo que celebra a inventividade popular, convida à reflexão sobre memória, identidade e sustentabilidade.

 

Sobre os artistas

 

Adriano Oliveira: formas e cores do Nordeste

Desde a adolescência, quando teve seu primeiro contato com o artesanato, Adriano Oliveira, natural de João Pessoa, encantou-se com a arte de transformar materiais. Hoje aos 42 anos, ele lembra com carinho do aprendizado ao lado do mestre Babá Santana, que o inspirou a trilhar esse caminho. Em seu pequeno ateliê, no bairro de Mangabeira, ele desenha e molda figuras de animais, especialmente os domésticos. Explora também cores e texturas combinando cabaça e jornal em peças únicas: mulheres nordestinas, cães, gatos, bailarinas e máscaras de carnaval. Obras essas que carregam alegria para a vida de seus clientes. “O artesanato vai além da criação, é a oportunidade de fazer, refazer e reciclar”, afirma. “Tenho a missão de mostrar um pouco da arte paraibana, da arte nordestina.”

 

Babá Santana: a poesia do circo em papel machê

Manuel Iremar Santana, mais conhecido como Babá Santana, apelido dado pela irmã, nasceu em 1958 no município de Santa Luzia, no semiárido paraibano. Em 1972, mudou-se para a capital, onde sua trajetória artística começou a tomar forma. Autodidata, explorou diversas áreas da decoração e cenografia, criando desde ambientes infantis, estandes de exposições e cenários teatrais. Em 2002, Babá encontrou sua real vocação: a confecção de bonecos de papel machê. Desenvolveu uma técnica única, utilizando cabaças como base para criar palhaços, bailarinas, trapezistas e equilibristas — figuras que traduzem o encanto e a poesia do circo, sua paixão desde a infância. Ele também produz bonecas, figuras humanas e arte sacra, sempre de um colorido vibrante. Seu trabalho já foi exposto em São Paulo, Recife, Minas Gerais e Bahia, além de ter atravessado fronteiras, sendo exibido nos Estados Unidos e na França.

 

Carlos Apollo: a arte que transforma

Com 58 anos de idade e 38 anos dedicados ao artesanato, Carlos Antônio Apolônio da Silva, mais conhecido como Carlos Apollo, encontrou na arte com papel sua verdadeira vocação. Nascido em Esperança, no agreste paraibano, ele cresceu em meio à vida simples do campo, filho de agricultores. Seu primeiro contato com o artesanato aconteceu em São Paulo, quando começou a trabalhar com adereços e cenografia para teatro. Autodidata, ele diz ter aprendido o ofício com a própria imaginação, sem esquecer das pessoas que, ao longo do caminho, lhe deram dicas valiosas. “Transformo materiais em obras de decoração e utilidade, gerando renda com consciência ecológica.”

 

Dadá Venceslau: a magia do teatro, do lixo ao luxo

A trajetória artística de Dadá Venceslau, 63 anos, começou em Patos, onde nasceu. “Comecei a trabalhar com pedras, fazendo bonecos e palhaços, tudo o que eu faço hoje, só que com papel, papelão e muito material reciclado”, conta. Na década de 1980, passou a apresentar seus trabalhos em feiras de artesanato. Mas foi no Rio de Janeiro que ele mergulhou no universo circense, teatral e das artes plásticas, experiências que marcaram sua formação. Em 1985, de volta à Paraíba, fundou a Supimpa Produções Artísticas, dando origem à trupe Agitada Gang, um grupo de atores e palhaços que há mais de 30 anos encanta plateias. Além da atuação no cenário cultural, Dadá dedica-se a projetos sociais. Como arte-educador, integra a ONG Folia Cidadã, realizando um importante trabalho no Centro de Reabilitação de Dependentes Químicos da Prefeitura de João Pessoa. “Minha missão é ressignificar. Eu recolho o lixo e o transformo em arte – o que chamo de o luxo do lixo.”

 

Ednaldo Farias: a reciclagem como missão

Transformar o que iria para o lixo em algo novo e belo, contribuindo para um mundo melhor – essa é a missão que Ednaldo Farias Ferreira escolheu para si. Aos 42 anos, natural de Alagoa Grande, no agreste paraibano, Ednaldo cresceu em uma família de agricultores e encontrou no artesanato, em 2011, a oportunidade de mudar sua história. O olhar atento para o trabalho de grandes mestres foi o que o impulsionou a desenvolver sua própria arte, tornando o artesanato sua companhia inseparável. “Tenho procurado me qualificar e melhorar a cada dia, para alcançar o realismo em cada escultura e, assim, encantar ainda mais o público. Sou apaixonado pelo que faço.” Com mais de dez anos de dedicação diária, Ednaldo segue firme em sua jornada, provando que a arte pode dar novo destino a materiais descartados — e também transformar a vida de quem a cria.

 

Geo Oliveira: alma festiva e nordestina

Com talento e criatividade, Geo Oliveira transforma simples folhas de papel em personagens do maracatu, dos folguedos e das histórias do Sertão, dando forma e cor à cultura popular e às memórias de sua infância. Natural de São Mamede, ele desde pequeno aprendeu a enxergar a cultura popular do seu entorno. O olhar curioso e atento logo se tornou fonte de inspiração. Antes de se dedicar ao papel, passou pelo bordado e pela arte naif, até encontrar a verdadeira paixão: dar vida a personagens do imaginário nordestino. “Eu não sei fazer outra coisa senão esses personagens dos folguedos. Hoje, uso o papel para trazê-los ao mundo, porque, para mim, eles são universais”, diz o artesão, que também é psicólogo.

 

Socorro Souza: entre o cuidado e a arte

Nascida em João Pessoa, Socorro Souza descobriu desde cedo as múltiplas possibilidades do artesanato. Vinda de uma família humilde, ainda menina percebeu que o fazer artesanal poderia ser uma forma de superar as dificuldades financeiras que enfrentava. Mas sua relação com o artesanato foi além da necessidade. O amor pela arte se enraizou, e nem mesmo a conquista de um diploma em Enfermagem pela Universidade Federal da Paraíba a afastou desse ofício. Os conselhos dos pais, comerciantes, para que apostasse na educação deram frutos, mas o artesanato permaneceu como parte essencial de sua vida. “Meu compromisso é buscar a maior perfeição possível em cada peça que faço. Sempre me coloco no lugar do cliente e me esforço para que ele volte. Sei que, ao confeccionar meus personagens com dedicação, também estou contribuindo para um mundo melhor”, avalia. 

 

Ficha Técnica - Museu A CASA do Objeto Brasileiro

Diretora Presidente | Renata Mellão

Diretoras | Sonia Kiss e Maria Eudóxia Mellão Figueiredo Atkins

Direção Executiva | Eduardo Augusto Sena

Direção Artística | Mariana Lorenzi

Administrativo-Financeiro | Tatiana Sousa

Comunicação | Halinni Garcia Lopes 

Desenvolvimento Institucional | Carolina Rocha

Gestão Loja | Patrícia Kede Godoy

Gestão Predial | Janice Monteiro

Loja | Lívia Andrello 

Mediação e Educativo | Camilla Pires

Produção | Renata Zanetti Sant’Anna

Serviços Gerais | Maria José Miguel Pereira

Zeladoria | Alfredo Matias

 

Ficha Técnica da exposição

 

Governo do Estado da Paraíba

Governador: João Azevedo Lins Filho

Vice Governador: Lucas Ribeiro Novais de Araújo 

Secretária de Estado do Turismo e Desenvolvimento Econômico Setde: Rosália Borges Lucas

Presidente de Honra do Programa do Artesanato Paraibano PAP: Ana Maria Sales Lins

Gestora do Programa do Artesanato Paraibano PAP: Marielza Rodriguez Targino de Araújo 

Diretor do Museu do Artesanato Paraibano Janete Costa: Fábio de Morais Silva

Coordenadora de Capacitação do Programa do Artesanato Paraibano PAP: Yara de Alencar Cunha Filha

 

SEBRAE PB

Presidentes do Conselho Deliberativo Estadual: Mario Antônio Pereira Borba

Diretor Superintendente: Luiz Alberto Gonçalves Amorim

Diretor Técnico: Lucélio Cartaxo Pires de Sá 

Diretor Administrativo: João Monteiro da Franca Neto

Gerente da Unidade de Desenvolvimento Territorial e Políticas Públicas: Luciano Holanda 

Gestor de Artesanato:  Jucieux Palmeira

Curadoria da Exposição: Sérgio Matos

 

Sobre o Museu A CASA do Objeto Brasileiro

 

O Museu A CASA do Objeto Brasileiro é um espaço de referência na valorização do saber artesanal, atuando desde 1997 para proteger, difundir e atualizar suas tradições. Fundado pela economista Renata Mellão, o museu fomenta a produção artesanal por meio de exposições, projetos, programação cultural e parcerias institucionais. Seu acervo inclui peças de Mestres Artesãos como Espedito Seleiro e de comunidades como os Baniwa e os ceramistas do Xingu. 

Mais do que preservar, o museu atua ativamente na valorização do fazer manual como ferramenta de desenvolvimento social e econômico. Suas iniciativas incentivam a autonomia dos artesãos e artesãs, garantindo o reconhecimento de seus saberes e respeitando a identidade cultural de cada comunidade. Por meio de programas educativos, capacitações e pesquisas, o museu estabelece pontes entre tradição e inovação, fortalecendo a produção artesanal em diferentes territórios. 

Ao longo de sua trajetória, o Museu A CASA consolidou-se como um importante polo de pesquisa e reflexão sobre o artesanato brasileiro. Suas exposições revelam a diversidade das práticas artesanais no país, abrangendo técnicas como a cerâmica indígena, as rendas, os trançados e a marcenaria. Além disso, promove iniciativas que aproximam artesãos, designers, pesquisadores e o público interessado na cultura material brasileira. 

Desde 2008, o Museu A CASA realiza o Prêmio Objeto Brasileiro, um dos principais reconhecimentos do setor, voltado para a produção artesanal contemporânea. Com nove edições realizadas, o prêmio já recebeu quase duas mil inscrições, destacando a inovação e a excelência do fazer artesanal no Brasil. 

Com um olhar atento à tradição e ao futuro do artesanato, o Museu A CASA segue impulsionando novas narrativas e promovendo o encontro entre diferentes gerações de criadores, pesquisadores e apreciadores do objeto brasileiro.

 

Sobre a Loja do Museu A CASA 

A Loja do Museu A CASA é uma extensão do trabalho do Museu A CASA do Objeto Brasileiro, oferecendo ao público a oportunidade de adquirir peças criadas por artesãos e comunidades de diversas regiões do país. Seu acervo é cuidadosamente selecionado para destacar a riqueza do artesanato brasileiro, valorizando materiais, técnicas e expressões culturais únicas. 

Cada peça disponível na Loja do Museu A CASA carrega a história e a identidade de seus criadores, conectando tradição e contemporaneidade. O espaço busca promover a sustentabilidade da produção artesanal, garantindo que os artesãos sejam remunerados de forma justa e que seus saberes sejam preservados. 

Além de objetos de decoração e utilitários, a loja apresenta uma curadoria especial de peças autorais, muitas delas fruto de parcerias entre designers e mestres artesãos. Dessa forma, a Loja do Museu A CASA se torna um ponto de encontro entre diferentes públicos, incentivando o consumo consciente e a valorização do fazer manual brasileiro.

 

Serviço

Qual o seu papel? Da fibra à forma: a arte que pulsa da Paraíba 

Local: Museu A CASA do Objeto Brasileiro(Av. Pedroso de Morais, 1216 - Pinheiros , São Paulo - SP, 05420-001)

Período expositivo: Até 03 de agosto

Horário: De quarta a domingo, das 10h às 18h

Entrada gratuita

 Mais informações:

Tel: +55 11 3814-9711

E-mail| Site | Instagram

 

Mercadão recebe exposição de grafite para celebrar o Mês do Rock


Mostra gratuita reúne telas inspiradas em ícones como Rita Lee, Beatles, Chorão e Elvis Presley 

 

O Mercado Municipal Paulistano, o Mercadão, recebe, de 9 a 30 de julho de 2025, a exposição “Retratos do Rock”, uma mostra de grafite em homenagem ao Mês do Rock. As obras celebram grandes nomes do gênero no Brasil e no mundo, como Rita Lee, The Beatles, Chorão, Elvis Presley e André Matos, e propõem um encontro entre música e arte urbana. 

A iniciativa é realizada pelo Ministério da Cultura, Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e Catavento Cultural e Educacional, por meio das Fábricas de Cultura, em parceria com a Mercado SP, concessionária que administra o Mercadão e o Mercado Kinjo Yamato.  

“O rock é mais do que música, é expressão, contestação e liberdade. Trazer essa linguagem para o Mercadão através do grafite é uma forma de manter viva a conexão entre arte, cultura e o espírito urbano da cidade”, afirma Aldo Bonametti, CEO da Mercado SP. 

A exposição reúne onze obras produzidas por grafiteiros que atuam nos territórios das Fábricas de Cultura. Cada tela traduz a energia, a atitude e os valores que o rock representa — liberdade, resistência e crítica social — aproximando diferentes gerações por meio da linguagem visual. 

Assinam as obras os artistas Tia Bob (@jaqueline.tiabob), Faty (@faty.damafiagirls), Nany Dias (@nanydias1), Ana Kia (@art.ana.kia), Mandi (@mandirodrigo), Melancia (@robsonmelancia), Mel Zabunov (@mel.zabunov), Rico (@rico.artes) e Banguone (@banguone). 

 

 

Serviço:  

Local: Hall de entrada do Espaço de Gastronomia e Cultura do Mercadão 
Período: De 9 a 30 de julho de 2025 
Entrada gratuita 
Endereço: Rua da Cantareira, 306 – Centro Histórico de São Paulo 

 

 

Ministério da Cultura e Sabesp apresentam


Exposição "Chico Bento e os Guardiões da Natureza" transforma a Oca do Ibirapuera em experiência imersiva sobre a importância do saneamento e preservação do meio ambiente

Mostra interativa realizada pela Sabesp com apoio do Ministério da Cultura combina cenários encantadores, tecnologia e mensagens educativas em circuito inspirado na Turma da Roça

 

Entre os dias 17 de julho a 3 de agosto, Ministério da Cultura e Sabesp apresentam a exposição inédita “Chico Bento e os Guardiões da Natureza”, na Oca do Ibirapuera. A experiência interativa une educação, tecnologia e cidadania para conscientizar sobre a importância do saneamento e a preservação do meio ambiente. Voltada para toda a família e inspirada em um dos personagens mais carismáticos da MSP Estúdios, a mostra convida o público a mergulhar no ciclo do saneamento por meio de um percurso lúdico que busca inspirar uma nova geração de guardiões da natureza. 

Distribuído em diferentes ambientes imersivos, o circuito leva o visitante a refletir sobre a importância da preservação ambiental, o uso consciente da água e a importância da coleta e tratamento de esgoto — tudo isso com a ajuda do carisma caipira do Chico Bento, da sua turma e de seu inseparável porquinho Torresmo. 

A mostra estimula o público a interagir com jogos, instalações sensoriais e experiências digitais que mostram, por exemplo, o caminho da água da nascente até a torneira, os efeitos da poluição dos rios, as consequências causadas pela falta de saneamento básico e as ações realizadas para reverter esse cenário. 

Ao longo do percurso, a exposição também mostra o trabalho da Sabesp em saneamento básico, infraestrutura e inclusão social, com destaque para programas como Integra Tietê, além de destacar a missão da Companhia em garantir a universalização do saneamento até 2029. 

Mais do que proporcionar uma experiência inovadora e divertida, a exposição busca deixar um legado que se estende além da visita. Grande parte da cenografia foi desenvolvida com materiais recicláveis e reutilizáveis, pensada para reaproveitamento em futuras remontagens. 

Totens com QR Codes espalhados pela exposição oferecem recursos de acessibilidade, como interpretação em Libras, audiodescrição e tradução em inglês, garantindo inclusão e ampliando a experiência para diferentes públicos. 

Além disso, reforçando seu compromisso com a democratização cultural, o Instituto Cultural Opus doará mais de 2 mil ingressos para escolas públicas, ONGs e projetos sociais, possibilitando que crianças, jovens e famílias em situação de baixa renda tenham acesso à experiência, de forma mais inclusiva. A ação integra o trabalho contínuo do ICO em promover o acesso equitativo à cultura, reduzir barreiras sociais e fomentar a participação ativa de todos os públicos no universo das artes e do entretenimento. 

Com a exposição, Chico Bento reforça o papel de agente ativo da educação ambiental. Há mais de uma década, ele é embaixador da WWF-Brasil, participando de campanhas que vão da preservação das águas ao combate ao desmatamento. 

A exposição é viabilizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e com realização do Instituto Cultural Opus, com produção artística da YDreams Global, MSP Estúdios e Opus Entretenimento. 

Mauro Sousa, diretor-executivo da MSP Estúdios, destaca a conexão do personagem entre arte e meio-ambiente. “O Chico, com toda sua pureza e estado de espírito, nos inspira a criar experiências sensíveis e significativas. Esta exposição é uma instalação poética que traduz em linguagem artística tudo aquilo que ele representa. O cuidado com o planeta, a valorização da natureza e o olhar afetuoso para a vida no campo. É uma honra conectá-lo ao universo da arte e mostrar como ele permanece atual, relevante e absolutamente necessário”, diz Mauro.

 

Os ambientes

A primeira etapa do percurso se chama Tudo Começa com a Natureza. Nela, o público é recebido em um cenário de fazenda, com galinheiro, pomar, árvores cenográficas e, ao fundo, prédios da cidade, ressaltando o contraste entre o ambiente rural e a urbanização. Ali, os visitantes podem montar um espantalho interativo, enquanto escutam mensagens do próprio Chico Bento sobre a importância de cuidar da natureza. Frases como “Se cada um cuidá dum pedacim, o mundão inteiro agradece” e “Quando a água seca, o povo aprende na dor o qui podia tê aprendido no amor” reforçam o tom afetivo e educativo da experiência. 

Saindo dali, os visitantes chegam a um novo ambiente — Os Impactos da Falta de Saneamento —com projeções de um rio correndo próximo à cidade. Com animações ativadas por aproximação, o espaço mostra de forma lúdica os impactos causados pela ausência de saneamento e pela ação humana, revelando como essas questões afetam diretamente a qualidade de vida das pessoas. 

Na sequência, em  A Cidade e a Nascente: O Caminho da Água, é possível ver o ciclo completo da água, desde a nascente até o retorno à natureza. O espaço é dividido entre a cidade e a nascente, e no centro há uma mesa interativa com um quebra-cabeça digital. A cada etapa corretamente montada do percurso “Da Nascente até a Torneira”, Chico Bento aparece em animação explicando, com seu carisma caipira, o que acontece em cada fase do caminho da água e do esgoto. 

Já no espaço Limpando o Rio – Cuidar da Água é Cuidar da Vida, o cenário se transforma em um grande rio. A projeção no chão simula o fluxo da água com peixes coloridos nadando livremente — até que, aos poucos, surgem resíduos: garrafas, sacolas, pneus e outros poluentes que ameaçam a vida aquática. Telas interativas convidam os visitantes a participarem de um jogo de coleta seletiva, separando corretamente o lixo e evitando que os resíduos acabem nos rios. A cada item coletado, surgem mensagens de conscientização sobre os impactos da poluição e a importância da universalização do saneamento. 

O percurso termina no Lounge Sabesp, um espaço de descanso e acolhimento. Com árvores, bancos, sons de água corrente e mobiliário sustentável, o ambiente convida à contemplação. Uma tela exibe as iniciativas da Sabesp em prol da sustentabilidade, reafirmando o compromisso da companhia com o futuro do planeta. Chico Bento e seu inseparável porquinho Torresmo aparecem em elementos visuais, encerrando a experiência com leveza, afeto e inspiração. Além disso, o espaço contará com um ambiente instagramável onde poderão tirar fotos com os personagens da Turma da Mônica.

 

SERVIÇO

 

Ministério da Cultura e Sabesp apresentam

CHICO BENTO E OS GUARDIÕES DA NATUREZA

PRONAC 248364

Lei Federal de Incentivo à Cultura

Apresentado por: Sabesp

Apoio: URBIA

Produção artística: YDreams Global, MSP Estúdios e Opus Entretenimento

Realização: Instituto Cultural Opus, Ministério da Cultura e Governo Federal - Brasil, União e Reconstrução

 

LOCAL

Pavilhão Lucas Nogueira Garcez – OCA (Parque Ibirapuera - Av. Pedro Álvares Cabral, s/n – Portão 2.3 – São Paulo/SP)

 

DATAS E HORÁRIOS: De 17 de julho a 3 de agosto, com sessões de 30 em 30min

Funcionamento: quinta a domingo, das 10h às 19h, e na segunda-feira dia 28/07 das 10h às 19h

 

INGRESSOS

Abertura das vendas:

Pré-venda: de 07 a 11 de julho

CLIENTES SABESP

30% de desconto na pré-venda | Código para o desconto - Sabesp30

20% de desconto após o período da pré-venda | Código para o desconto - Sabesp20

 

Venda geral: a partir do dia 12 de julho

 

 

Valores

Ingresso Inteira: R$60,00 

Ingresso Meia : R$30,00 

Ingresso Popular Inteira: R$42,00 

Ingresso Popular Meia: R$21,00 

Ingresso Premium:R$100,00 

Ingresso Premium Meia: R$50,00

 

CANAIS DE VENDA

Site oficial: uhuu.com

https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/chico-bento-e-os-guardioes-da-natureza-14807

Ingressos em Uhuu.com e pontos autorizados

 

Bilheterias físicas – Sem taxa de serviço:

Bilheteria do Teatro Bradesco – 3º Piso do Bourbon Shopping São Paulo

Rua Palestra Itália, nº 500 • Loja 263 • Perdizes – SP

Horário: segunda a domingo, das 12h às 15h e das 16h às 20h

 

Bilheteria do Teatro Sabesp Frei Caneca – 7º Piso do Shopping Frei Caneca

Rua Frei Caneca, nº 569 • Consolação – SP

Horário: terça a domingo, das 12h às 15h e das 16h às 19h

Segunda-feira: fechado

 

Bilheteria Vibra São Paulo – Av. das Nações Unidas, 17955 • Vila Almeida – SP

Horário: segunda a sexta, das 12h às 15h e das 16h às 19h

Sábados, domingos e feriados: fechado (exceto em dias de evento)

 

  


Teatro infantil acessível Da Janela cria reflexão sobre diferenças e a importância da inclusão das pessoas com deficiência

Crédito: Annelize Tozetto

Idealizado por Marco dos Anjos, espetáculo conta história de amizade entre três crianças e propõe jogo cênico em que recursos de acessibilidade fazem parte da dramaturgia
. Estreia paulistana acontece no dia 26 de julho no Teatro Multiplan, com patrocínio da BB Seguros. 

 

Construído em torno da acessibilidade em todas as etapas de criação, o infantil Da Janela, com dramaturgia e direção de Marco dos Anjos, estreou em 2024 no Rio de Janeiro e, agora, desembarca em São Paulo para uma temporada de 26 de julho a 17 de agosto, no Teatro Multiplan, no MorumbiShopping, com apresentações aos sábados e domingos, às 15h.

Com a participação de consultores de inclusão e pessoas com deficiência em sua ficha técnica, o espetáculo foi concebido pelo diretor Marco dos Anjos de modo a teatralizar recursos de acessibilidade na comunicação e promover uma encenação inclusiva a crianças com deficiência. Ou seja, recursos como LIBRAS e a Descrição Poética das Cenas (para pessoas cegas) são inseridos na própria dramaturgia.

O elenco conta com Elizândra Souza, Mariana Siciliano e Alain Catein. Além disso, Thamires Ferreira faz a comunicação em LIBRAS em cena.

Na trama, Malu, Nina e Cadu são três crianças vizinhas que se conhecem pelas janelas de suas casas. Aos poucos, começam a se comunicar à distância e a amizade do trio se inicia à medida em que aprendem instintivamente a lidar com as diferenças.

De sua janela, Malu – com o auxílio de um binóculo – narra tudo o que acontece na vizinhança e, desta forma, descreve o que se passa em cena para aqueles que não veem. Já Nina, que é surda, ensina a Cadu como ele pode falar sem usar as palavras.  

Ao longo das cenas, a inclusão aparece de forma orgânica, resultando em um espetáculo que pode ser acompanhado da mesma forma por crianças e adultos que possuam ou não deficiência visual ou auditiva. Durante o processo, Thamires Ferreira,  intérprete de LIBRAS, se juntou ao grupo e passou a fazer parte do elenco como a síndica da vizinhança onde se passa a história. A personagem é responsável pela Comunicação em LIBRAS de todo o espetáculo

A produção ainda conta com fones abafadores para pessoas com sensibilidade auditiva e monitores especializados para auxílio de pessoas neurodivergentes, além da acessibilidade a pessoas com mobilidade reduzida e pessoas em cadeiras de rodas. 

O espetáculo conta com patrocínio da BB Seguros, através da lei Federal de Incentivo à Cultura, Lei Rouanet. “Para a BB Seguros, apoiar um projeto como ‘Da Janela’ é uma forma de reafirmar nosso compromisso com uma cultura mais inclusiva e acessível desde a base. O espetáculo propõe uma experiência sensível em que a acessibilidade não é apenas um recurso adicional, mas parte essencial da linguagem artística. É inspirador ver como a montagem incorpora a diversidade de forma criativa e integrada, promovendo encontros genuínos”, destaca Luciana Garrone, Gerente de Marketing Institucional e Mercadológico da Brasilseg, uma empresa BB Seguros. O espetáculo é patrocinado pela BB Seguros.

  

Ficha Técnica 

Idealização, direção artística e dramaturgia: Marco dos Anjos
Coordenação Artística: Felipe Valle 

Assistente de Direção: Rohan Baruck 

Elenco: Elizândra Souza, Mariana Siciliano e Alain Catein

Comunicação em LIBRAS: Thamires Ferreira 

Consultoria em Acessibilidade: Vanessa Bruna  (Incluir pela Arte)
Consultoria em LIBRAS: Christofer Allex  

Direção de Produção: Bárbara Galvão e Felipe Valle 

Coordenação de Produção: Bárbara Galvão, Carolina Bellardi e Fernanda Pascoal (Pagu Produções Culturais)
Produção Executiva: Natália Dias 

Trilha sonora e direção musical: Ananda K
Direção de movimento e preparação corporal: Ricardo Gadelha
Cenografia: Cachalote Mattos
Figurinos: Teresa Abreu
Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni
Adereços: Leandro Fazolla
Visagismo: Leo Thurler 

Assessoria de Comunicação: Pombo Correio 

Fotografia: Renato Mangolin 

Correalização: Fomenta Soluções Culturais
Coordenação de Projeto: Trupe Produções Artísticas
Realização: Trupe do Experimento. 

  

Sinopse 

Malu, única criança que mora na vila, percebe a chegada de novos moradores: Cadu e Nina. Certa da missão de conhecer seus novos melhores amigos, Malu, do alto de sua janela, observa e narra o nascimento da amizade entre Nina e Cadu. As crianças criam laços e afinidades ao descobrirem, de forma divertida, como podemos “falar” para além das palavras. 

A montagem prioriza o brincar como ferramenta de descobertas enquanto utiliza recursos de acessibilidade na dramaturgia.

“Da Janela” é um espetáculo infantil acessível que transforma acessibilidade em jogo de cena e instiga os pequenos a experimentarem novas formas de se comunicar.

 

 

Serviço


Da Janela, com dramaturgia e direção de Marco dos Anjos

Temporada: 26 de julho a 17 de agosto de 2025

Aos sábados e domingos, às 15h*

*Sessões extras especiais de férias acontecem nos dias 26 e 27/7, às 11h 

**Sessão social, para ONGs e instituições, acontece no dia 1/8, às 16h

Teatro Multiplan - MorumbiShopping - Avenida Roque Petroni Júnior, 1089 Piso G2, Morumbi, São Paulo

Ingressos: Plateia A - R$120 (inteira) e R$60 (meia-entrada)  | Preço Popular - Plateia B: R$50 (inteira) e R$25

Vendas online em https://bileto.sympla.com.br/event/107530/d/323890

Bilheteria: funciona apenas nos dias de espetáculos e abre 2h antes do início de cada sessão.

Classificação indicativa:  Livre
Duração: 50 minutos

Capacidade: 250 lugares

Acessibilidade: Teatro acessível a pessoas em cadeira de rodas ou com mobilidade reduzida. Todas as sessões são acessíveis a pessoas com deficiência, incluindo tradução em LIBRAS e descrição poética das cenas (incorporadas à própria dramaturgia).


O Grupo TB apresenta no espaço ‘Provocações’: "O Diabo em Mrs. Davis"

Fotos: Wanderley Gomes

Nina de Pádua dá vida à lenda Bette Davis em um solo que explora fama, decadência e solidão



Nina de Pádua, atriz consagrada dos palcos, do cinema e da televisão, assume o papel de Bette Davis em um confronto visceral com a fama, o tempo e seus fantasmas. "O Diabo em Mrs. Davis" estreia no Espaço Provocações, no BarraPoint Shopping, e promete uma experiência teatral intensa e provocativa.

Com concepto de Anselmo Vasconcellos e texto de Jau Sant'Angelo, o espetáculo mergulha nas profundezas da lenda do cinema americano, revelando uma mulher diante da decadência, da memória e da solidão. O solo apresenta Bette Davis em um momento de reflexão sobre sua carreira e vida, explorando os bastidores de uma estrela em confronto com seus próprios limites.

A interpretação de Nina de Pádua promete ser potente e corajosa, revelando a alma inquieta de uma mulher que se recusa a apagar-se. A atriz, conhecida por sua versatilidade e presença de palco, encontra em Bette Davis um personagem à altura de seu talento, oferecendo ao público uma performance que equilibra vulnerabilidade e força.
Concepto de Anselmo Vasconcellos equilibra humor, dor e ironia, criando uma atmosfera que permite ao espectador mergulhar na complexidade da personagem. O texto de Jau Sant'Angelo expõe, com elegância e acidez, os bastidores de uma estrela hollywoodiana, revelando as fragilidades por trás do glamour.

O figurino fica por conta de Wanderley Gomes, premiado com dois Shell e um APTR, que traduz com sofisticação o glamour e a ruína de Hollywood. Os detalhes do vestuário revelam a nudez emocional de Davis, contrastando a imagem pública com a intimidade da personagem.
Mais do que uma biografia teatralizada, "O Diabo em Mrs. Davis" funciona como um espelho de todas as atrizes e de todos os artistas diante do fim do ato. O espetáculo convida o público a refletir sobre a passagem do tempo, a busca pela eternidade através da arte e os custos pessoais da fama.

A montagem acontece no Espaço Provocações, localizado no BarraPoint Shopping, na Barra da Tijuca, oferecendo uma experiência teatral intimista com capacidade para 60 pessoas. O ambiente acolhedor permite uma proximidade única entre atriz e plateia, intensificando o impacto emocional da performance.



Ficha Técnica:

Autoria: Jau Sant'Angelo
Concepto: Anselmo Vasconcellos
Atriz: Nina de Pádua
Figurino: Wanderley Gomes
Produção: Jau Sant'Angelo Produções Artísticas
Gênero: psico-drama
Lotação: 60 lugares


SERVIÇO

O Diabo em Mrs. Davis
Local: Espaço Provocações (BarraPoint Shopping - Av. Armando Lombardi, nº 350, 3º Piso – Barra da Tijuca | Ao lado do metrô Jardim Oceânico)
Data: De 03 a 31 de julho
Horários: Quintas, sextas e sábados às 20h / Domingos às 18h
Classificação Livre

Vendas: https://bileto.sympla.com.br/event/107001/d/321639



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