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sábado, 20 de janeiro de 2024

A importância da atividade física na melhor idade.

A atividade física na melhor idade é um elemento crucial para a manutenção da saúde e da qualidade de vida. A partir dos 40 anos, o corpo começa a perder massa muscular de forma gradual, um processo conhecido como sarcopenia. Esta perda de massa muscular afeta significativamente a capacidade funcional dos indivíduos, impactando sua autonomia e independência. 

Estudos indicam que a taxa de perda muscular pode acelerar com o avanço da idade. De acordo com um artigo publicado no "Journal of Cachexia, Sarcopenia and Muscle" em 2015, indivíduos acima dos 40 anos podem perder em média de 3% a 8% de massa muscular por década. A consequência dessa perda não é apenas uma diminuição da força, mas também um impacto negativo em sistemas vitais do corpo. 

A redução da massa muscular está associada a efeitos adversos no sistema circulatório, elevando o risco de doenças cardiovasculares. Além disso, o enfraquecimento muscular pode levar a um aumento da pressão arterial e a um maior risco de diabetes tipo 2. Dores articulares e maior suscetibilidade a quedas e fraturas também são complicações comuns associadas à perda de massa muscular na melhor idade. Afirma Giulliano Esperança. 

No entanto, a atividade física regular pode mitigar esses efeitos. Exercícios de resistência, em particular, são essenciais para a manutenção e até mesmo para o aumento da massa muscular em pessoas mais velhas. Tais exercícios não apenas fortalecem os músculos, mas também melhoram a circulação sanguínea, reduzem a pressão arterial e ajudam a controlar os níveis de glicose no sangue. 


Mais do que a manutenção da saúde física, a atividade física na melhor idade é fundamental para a qualidade de vida. Ela permite que as pessoas continuem realizando suas atividades diárias, mantendo sua independência e autonomia. Além disso, o movimento regular contribui para a saúde mental, reduzindo o risco de depressão e melhorando a autoestima afirma Giulliano Esperança. 

A prática de movimentos conscientes e intencionais vai além do exercício físico; ela se conecta com a realização de sonhos e com a vida junto às pessoas amadas. Giulliano Esperança alerta que atenção plena no movimento e a harmonia entre corpo e mente são essenciais para uma vida plena e satisfatória, especialmente na melhor idade. 

Assim, a importância da atividade física vai além da simples manutenção da massa muscular. Ela é uma parte integrante de um estilo de vida que valoriza cada movimento, cada respiração e cada momento vivido, permitindo às pessoas não apenas viver mais, mas viver melhor. 

Claro, vamos complementar o texto anterior, focando na autonomia física, dignidade, direitos de viver plenamente e nos aspectos emocionais, como depressão e melhoria cognitiva:

A autonomia física na melhor idade é um pilar crucial para a manutenção da dignidade e da qualidade de vida. A capacidade de realizar atividades do dia a dia sem dependência externa não é apenas uma questão de funcionalidade, mas um direito intrínseco a viver com plenitude e autoestima. Através da atividade física regular, os idosos podem manter e, em alguns casos, recuperar a autonomia, o que impacta diretamente no seu senso de realização e independência.

Além do aspecto físico, o impacto emocional e cognitivo da atividade física na melhor idade é profundo. Frequentemente, essa fase da vida pode ser marcada por sentimentos de solidão e isolamento, que podem desencadear ou agravar quadros de depressão. A prática regular de exercícios físicos demonstrou ser uma ferramenta eficaz na mitigação desses sintomas. Estudos indicam que a atividade física regular não apenas melhora o humor, mas também contribui significativamente para a saúde mental, promovendo a liberação de endorfinas, conhecidas como hormônios da felicidade. 

Além disso, a atividade física tem um impacto positivo na função cognitiva. A prática de exercícios, especialmente aqueles que estimulam a coordenação e o equilíbrio, pode melhorar a concentração, a memória e outras funções cognitivas. Segundo pesquisa publicada no "British Journal of Sports Medicine", a atividade física regular está associada a um menor risco de declínio cognitivo em idosos. Isso sugere que a integração do movimento na rotina diária não é apenas benéfica para o corpo, mas também é vital para manter a mente ágil e saudável. 

A conexão entre o movimento e a saúde emocional na melhor idade é indissociável. Ao incentivar a prática regular de atividades físicas, estamos promovendo não apenas a longevidade, mas também a vivência de uma vida emocionalmente rica e cognitivamente ativa. Essa abordagem holística do bem-estar enfatiza que cada passo, cada movimento, cada esforço físico é um investimento na própria essência do ser humano. Ao cultivar a saúde física, estamos simultaneamente nutrindo a saúde mental e emocional. 

A atividade física, portanto, transcende a mera manutenção do corpo. Ela se torna um ato de afirmação da vida, de respeito à própria história e de celebração das capacidades pessoais. Ao envelhecer, cada indivíduo tem o direito de experimentar não apenas anos adicionais à vida, mas mais vida aos seus anos, repletos de autonomia, dignidade e alegria.

Em suma, promover a atividade física na melhor idade é promover um envelhecimento ativo e saudável, onde a dignidade, a autonomia e a plenitude emocional são vistas não como luxos, mas como elementos fundamentais de uma vida bem vivida. É um convite para que cada pessoa, independentemente da idade, continue a escrever sua própria história com vigor, alegria e plena consciência de seu valor inestimável.

Continuando o texto, vamos destacar a importância específica do exercício do agachamento, inclusive na sua forma adaptada de sentar e levantar de uma cadeira, em relação à longevidade e autonomia: 

Uma das atividades físicas mais fundamentais e benéficas para a melhor idade é o agachamento, incluindo a sua variante mais acessível: o exercício de sentar e levantar de uma cadeira. Este movimento simples, mas poderoso, tem uma correlação direta com a autonomia e a longevidade. 

Cientificamente, o agachamento é reconhecido por fortalecer múltiplos grupos musculares, especialmente aqueles envolvidos na locomoção e no equilíbrio. De acordo com um estudo publicado no "European Journal of Preventive Cardiology" em 2014, a capacidade de sentar e levantar-se do chão sem assistência foi associada a uma menor taxa de mortalidade em adultos mais velhos. Este ato, que pode parecer trivial, é na verdade um indicador robusto da força e saúde muscular, além de flexibilidade. 

A realização regular do exercício de sentar e levantar, ou agachamentos completos quando possível, contribui significativamente para a manutenção da independência funcional. Tais movimentos não apenas aumentam a força muscular, mas também melhoram a coordenação, o equilíbrio e a mobilidade geral. Isso é crucial, pois a capacidade de se mover com confiança e sem ajuda é um componente essencial da autonomia na vida diária. 

Além disso, a prática desses exercícios tem impacto na prevenção de quedas, uma das principais causas de lesões graves em idosos. Ao fortalecer os músculos das pernas e melhorar o equilíbrio, o risco de quedas é significativamente reduzido, promovendo uma maior segurança e confiança na realização das atividades cotidianas. 

Incorporar o agachamento ou o movimento de sentar e levantar em uma rotina regular de exercícios não é apenas uma estratégia para a preservação da saúde física. É também um investimento na longevidade e na capacidade de viver de forma independente e com dignidade. Esses movimentos são simbólicos da autonomia pessoal, representando o poder e a importância de ações cotidianas na manutenção da qualidade de vida. 

Portanto, encorajar e praticar esses exercícios simples, mas eficazes, é fundamental para qualquer programa de atividade física voltado para a melhor idade. Eles representam muito mais do que um mero componente de um treino; são uma celebração da força, da resistência e da capacidade de cada indivíduo de enfrentar os desafios do envelhecimento com confiança e independência. 

Em resumo, o agachamento, em suas diversas formas, é uma ferramenta poderosa na jornada rumo a um envelhecimento ativo e saudável. Ao integrá-lo na rotina diária, abrimos as portas para uma vida mais longa, mais autônoma e mais plena, reafirmando o compromisso com a saúde e a dignidade em todas as fases da vida. 

Finalizo com um lema que tem guiado minha jornada tanto pessoal quanto profissional: "O mesmo coração que ama, é o coração que treina". Este mantra reflete a essência do meu trabalho, especialmente no projeto de pesquisa em câncer de mama, onde a interseção entre atividade física e cuidado emocional se torna profundamente evidente. 

No coração do nosso projeto da medicina, somado a nutrição e educação física, a atividade física transcende sua função habitual de melhorar a saúde física; ela se torna um veículo de amor, cuidado e apoio emocional para mulheres que enfrentam o desafio do câncer de mama. Aqui, o exercício é mais do que uma mera prática; é uma expressão de empatia, uma forma de ouvir e responder às necessidades não apenas do corpo, mas também da alma. 

Este aspecto da minha pesquisa em medicina realça a importância da conexão humana e do apoio emocional no processo de cura. O lema "O mesmo coração que treina, é o que ama" é um lembrete constante de que nosso compromisso com a saúde deve ser tão compassivo quanto científico. Ele ressoa com a ideia de que, através do exercício, não apenas fortalecemos os músculos, mas também tecemos laços de compreensão, carinho e solidariedade.

Assim, ao abordarmos a atividade física na melhor idade, ou em qualquer fase da vida, é essencial reconhecer que cada movimento é uma oportunidade para nutrir não só o corpo, mas também o coração. Em minha pesquisa e prática, esforço-me para que cada ação reflita este lema, unindo a ciência do movimento com a arte de amar e cuidar finaliza Giulliano Esperança.

 

GIULLIANO ESPERANÇA - Educador Físico CREF 6646-G/SP UNESP/Rio Claro. Mestrando em Tocoginecologia na UNESP/Botucatu.
@giullianoesperanca


sexta-feira, 19 de janeiro de 2024

Butantã Shopping realiza primeiro evento de adoção de cães e gatos do ano

 No dia 20 de janeiro, entre 12h e 18h, o empreendimento recebe ação do Instituto Ampara Animal

 

No dia 20 de janeiro (sábado), das 12h às 18h, o Butantã Shopping dá continuidade ao seu propósito na causa pet participando mais uma vez da ação que busca encontrar um lar para cães e gatos resgatados pelo Instituto Ampara Animal. O evento acontece no 1º piso do empreendimento e os clientes terão a oportunidade de interagir com os pets e conhecer suas histórias, com todo o suporte da entidade, criada para conservação e reabilitação de animais. 

Desde 2010, a Ampara cuida de cães e gatos abandonados ou vítimas de maus-tratos. A entidade ainda distribui suprimentos para mais de 530 abrigos, protetores e ONGs parceiras. Os pets estarão acompanhados por um grupo de voluntários da ONG disponíveis para esclarecer todas as dúvidas sobre o processo de adoção.

“Existem hoje muitos bichinhos que aguardam por um lar e um acolhimento responsável e cheio de amor. O evento também busca conscientizar a população sobre a importância dos cuidados necessários que os tutores precisam ter para garantir o bem-estar desses animais e a posse responsável”, destaca.
 

Espaço Pet e Parque Super Pets 

Quem adotar um novo amiguinho ou mesmo quem levar o seu cão para o Butantã Shopping, poderá aproveitar para visitar o novo espaço pet do shopping e ainda o Parque Super Pets, onde as crianças e seus bichinhos se divertem juntos. 

O Parque Super Pets também fica no 1º piso do shopping, dentro do Parque DC, onde tutores e bichinhos de estimação podem brincar juntos. Entre as atividades, estpa o “Tubo divertido do Ace”, em que o cachorro “indestrutível” do Batman é capaz de proteger a todos os humanos e pets de muitas confusões; a “Toca do Streaky”, gatinho pet da Supergirl, representando muito bem os bichanos com brincadeiras especiais para gatinhos. 

O Parque Super Pets conta ainda com a “Pista de obstáculos da Merton”, que faz referência ao pet escolhido pelo Flash com os mesmos poderes que ele, uma tartaruga “foguete”. Além disso, uma das maiores heroínas de todos os tempos não poderia ficar de fora: a Mulher-Maravilha e sua porquinha são representadas no “Desafio da poderosa Oinc”.
 

O que considerar antes da adoção 

Antes de adotar um animalzinho de estimação, é importante lembrar que esta é uma escolha para acomphar boa tarde da vida do tutor. Para ajudar na decisão, abaixo alguns pontos que precisam ser levados em consideração:
 

Comprometimento: gatos, cães ou outras espécies de animais, exigem um compromisso de longo prazo. E durante esse tempo todo, dependerão de seus donos para comida, água, abrigo, exercícios e afeto ao longo da vida.
 

Tempo e atenção: os animais de estimação precisam de exercícios regulares, estimulação mental e interação social. Os tutores devem estar preparados para dedicar tempo e atenção ao seu pet, por exemplo, com passeios diários, brincadeiras e sessões de treino.
 

Aspectos financeiros: possuir um animal de estimação envolve responsabilidades financeiras, incluindo alimentação, vacinas, tosa, cuidados veterinários e possíveis despesas médicas imprevistas. As famílias devem planejar e fazer uma previsão de gastos de acordo com as necessidades de espécie ou raça do animal de estimação adotado.
 

Compatibilidade de estilo de vida: as famílias devem considerar se seu estilo de vida é adequado para a posse de animais de estimação. Fatores como espaço de convivência, horários de trabalho e a presença de crianças pequenas ou outros animais de estimação podem afetar o bem-estar e a felicidade geral de um animal de estimação. 

Se ainda estiver em dúvida, compareça ao Butantã Shopping no dia 20 de janeiro, conheça os bichinhos e converse com os representantes da ONG Ampara Animal.




Carrefour Property
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Sobre o Instituto Ampara Animal

O Instituto Ampara Animal nasceu em 2010, com a missão de transformar a sociedade através de ações preventivas, gerando impacto positivo com suas ações focadas em educação, controle populacional e adoção de cães e gatos. Combater as mais variadas formas de violência contra a fauna, atuando com advocacy e elaboração de políticas públicas mais eficientes. Defender uma sociedade mais justa e ética, onde os animais sejam tratados com respeito, e possam coexistir com a espécie humana de forma equilibrada.

Em 2015 se tornou a instituição que mais ajuda animais no país, ao se tornar uma "ONG mãe" que oferece suporte para mais de 530 abrigos em âmbito nacional. Em 2016, uma nova frente foi criada, a AMPARA Silvestre, com foco em conservação ao reabilitar espécies silvestres para que possam ser devolvidas à natureza e também oferecer bem-estar aos animais condenados ao cativeiro. Em 2023 a organização se tornou um instituto e há treze anos o Instituto Ampara Animal empreende para que a causa animal ganhe notoriedade e relevância, se tornando a organização referência na defesa dos direitos e proteção dos animais.



Serviço

Evento de Adoção de Pets da Ampara Animal no Butantã Shopping

Data: 20 de janeiro de 2024 (sábado)

Horário: das 12h às 18h

Local: Butantã Shopping – Piso 1

Endereço: Av. Dep. Jacob Salvador Zeibil, S/N – São Paulo/ SP

* Evento gratuito

 

ViaQuatro e ViaMobilidade participam do Janeiro Branco com ações de acolhimento e foco na saúde mental e emocional

Além de cartas com frases motivacionais, voluntários do Projeto Help vão ouvir e orientar pessoas nas estações Vila Sônia e Luz da Linha 4-Amarela, e Capão Redondo da Linha 5-Lilás

 

O cuidado com a saúde mental e emocional é essencial para o bem-estar e o Janeiro Branco visa justamente alertar a população para a importância da prevenção de doenças decorrentes do estresse, como a ansiedade, depressão e pânico. Segundo o último mapeamento da OMS (Organização Mundial de Saúde), o Brasil é o país com maior prevalência de depressão na América Latina, sendo que 5,8% da população nacional sofre com essa doença.

Para oferecer acolhimento e reforçar a importância da saúde mental e valorização da vida aos passageiros que passam pelas linhas 4-Amarela e 5-Lilás de metrô de São Paulo, a ViaQuatro e ViaMobilidade promovem periodicamente ações em parceria com o Projeto Help, oferecendo a oportunidade de acolhimento gratuito com voluntários da iniciativa, além de entrega de materiais informativos.


Os AAS (Agentes de Atendimento e Segurança) das concessionárias também são treinados e estão preparados para oferecer apoio e acolhimento aos passageiros que estejam enfrentando algum mal-estar. Recentemente, Maria de Fatima Ferreira, AAS da Estação Luz, percebeu que uma passageira estava sofrendo com um ataque de ansiedade e prontamente colocou em prática toda sua empatia para apoiá-la.

“Percebi que uma passageira estava bem tensa, encostada na parede, próxima de um dos elevadores. Na hora me aproximei e pude notar que ela estava tendo um ataque de ansiedade. Comecei o atendimento então conversando com ela e perguntando seu nome. Tentando tranquilizá-la. Sua mãe, que estava em videochamada com ela, me informou o nome da passageira e acompanhou nossa interação. Após alguns minutos, ela começou a se acalmar, fomos para a SSO (Sala de Supervisão Operacional) e lá ela permaneceu até se sentir segura e tranquila para seguir viagem. Conversei com a mãe dela para me prontificar a ajudar e reforçar a acompanharia até a sua transferência para o trem”, relembra a AAS.


Confira as ações em parceria com o Projeto Help oferecidas durante o Janeiro Branco

O Cantinho do Desabafo é dedicado nas estações para aqueles que quiserem conversar com os voluntários do Projeto Help, disponível das 14h às 16h.


18/01 - Estação Capão Redondo - Linha 5 - Lilás
23/01- Estação Vila Sônia - Professora Elisabeth Tenreiro- Linha 4 - Amarela
30/01 - Estações Capão Redondo - Linha 5 Lilás e Vila Sônia - Professora Elisabeth Tenreiro- Linha 4 - Amarela


Casa Museu Ema Klabin tem programação especial para celebrar o aniversário de 470 anos de São Paulo

Caminhada fotográfica, oficinas, entre outras atividades culturais gratuitas 

Casa Museu Ema Klabin tem programação cultural para curtir com a família. Foto Nelson Kon


No mês de janeiro, a Casa Museu Ema Klabin realiza uma programação especial de férias com oficinas diversas e uma caminhada fotográfica para comemorar os 470 anos de São Paulo e o aniversário da mecenas e colecionadora Ema Klabin (1907/1994).


Para celebrar os 470 anos de SP, haverá no dia 25 de janeiro, às 14h30, uma Caminhada Fotográfica pelo bairro do Jardim Europa. A ideia é que os participantes registrem características desse tradicional bairro paulistano pensando sua relação com o desenvolvimento da cidade. É necessário levar uma câmera que pode ser a do celular. A partir de 12 anos. 


 

Construindo tipos móveis, narrativas e encadernações


No dia 27 de janeiro, das 14h30 às 16h, o público será convidado a conversar sobre a impressão de livros e como funcionava a prensa inventada pelo alemão Johannes Gutenberg por volta de 1455 que revolucionou a comunicação e, em seguida, construir tipos móveis utilizando materiais caseiros e alternativos e, com eles, criar textos narrativos, imprimindo-os e produzindo uma encadernação artesanal. A partir de 7 anos. 

 

De acordo com a coordenadora do educativo da Casa Museu Ema Klabin, Cristiane Alves, as atividades da programação de janeiro podem ser realizadas por toda a família e é uma forma interessante e divertida de conhecer a Casa Museu Ema Klabin. Todas as atividades são gratuitas e as inscrições estão abertas no site.


Caminhada fotográfica pelo bairro do Jardim Europa.
 Foto Arquivo da Casa Museu Ema Klabin

A Casa Museu Ema Klabin é aberta ao público de quarta a domingo, das 11h às 17h com permanência até às 18h.

 

 

Serviço:

 

Casa Museu Ema Klabin

Aniversário de São Paulo

Caminhada Fotográfica pelo Jardim Europa: Um olhar sobre a cidade

quinta-feira, 25 de janeiro, às 14h30

Oficina Construindo tipos móveis, narrativas e encadernações

sábado,27 de janeiro, das 14h30 às 16h

Rua Portugal, 43 – Jardim Europa - São Paulo, SP

Entrada franca* 

Acesse as redes sociais

Instagram: @emaklabin

Facebook:  https://www.facebook.com/fundacaoemaklabin

Twitter: https://twitter.com/emaklabin

Linkedin:  https://www.linkedin.com/company/emaklabin/?originalSubdomain=br

YouTube: https://www.youtube.com/c/CasaMuseuEmaKlabin

Site: https://emaklabin.org.br

Vídeo institucional: https://www.youtube.com/watch?v=ssdKzor32fQ

Vídeo de realidade virtual: https://www.youtube.com/watch?v=kwXmssppqUU

 

*Como em todos os nossos eventos gratuitos, convidamos quem aprecia a Casa Museu Ema Klabin e pode contribuir para a manutenção das nossas atividades a nos apoiar com uma doação voluntária via pix: 51204196000177.


São Paulo 470 anos: Museu do Futebol com programação especial para celebrar o aniversário da cidade

Giba Marques
Exposição Temporária Futebol de Brinquedo


Para o feriado de aniversário de São Paulo, o Museu do Futebol traz Leticia Silva, campeã brasileira de futebol freestyle, e atrações gratuitas ao longo do dia

 

Para celebrar os 470 anos de São Paulo, o Museu do Futebol preparou uma programação para divertir toda a família, incluindo apresentação de futebol freestyle com a campeã brasileira Letícia Silva, pula-pula inflável, brinquedos na área externa e visita à mostra temporária Futebol de Brinquedo. Todas as atividades são gratuitas e acontecem das 10h às 17h; já a exposição funciona das 9h às 17h, com permanência até as 18h.  

Localizado no Estádio do Pacaembu, na capital paulista, o Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo.  

Para uma cidade que respira o futebol, visitar o Museu do Futebol no aniversário da cidade é uma opção divertida e gratuita. A agenda da família pode começar com uma visita à mostra temporária Futebol de Brinquedo, que apresenta um acervo com brinquedos analógicos sobre o futebol. As peças variam entre jogos de futebol de botão, jogos curiosos de tabuleiro, gibis e brinquedos raros, como um boneco do Rei Pelé de 1958. 

A partir das 11h, a fera do freestyle e campeã brasileira, Letícia Silva, fará uma apresentação para o público presente. Em seguida, para quem quiser aprender um pouco mais sobre a modalidade, a atleta ministrará uma clínica de altinha. O futebol freestyle é uma variante do futebol em a pessoa realiza manobras (tricks) com uma bola ou a equilibra em várias as partes do corpo.  

Além disso, área externa do museu tem jogos de tabuleiros, espaço kids e muita diversão para todas as idades, como futebol de botão, futemesa, pebolim e outros brinquedos para uso livre.  


SOBRE O MUSEU DO FUTEBOL 

Localizado numa área de 6.900 m² no Estádio Municipal Paulo Machado de Carvalho – o Pacaembu, o Museu do Futebol é um dos museus mais visitados do país. Sua exposição principal completou 15 anos em setembro de 2023 e atualmente está em obras para renovação. 

As mudanças envolvem atualizações tecnológicas, a inclusão de novas instalações e experiências, além da revisão do conteúdo. Enquanto as equipes trabalham na implantação da nova exposição principal, o público tem acesso à exposição temporária “Futebol de Brinquedo” e atividades lúdicas, no térreo do Museu.  

O Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebido pela Fundação Roberto Marinho, e gerido pela Organização Social de Cultura IDBrasil Cultura, Educação e Esporte. 


PATROCINADORES E PARCEIROS 

A Temporada 2024 do Museu do Futebol conta com Patrocínio Máster do Banco Bmg, são Patrocinadores: Grupo Globo, Adidas, Goodyear, Sabesp e Cabot. Conta ainda com Apoio da Arkema e com as Empresas Parceiras: Pinheiro Neto Advogados, Banco Safra e Evonik Brasil. Revista Piauí, Gazeta Esportiva, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux são seus Parceiros de Mídia. A Temporada é realizada pelo Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet.

EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA FUTEBOL DE BRINQUEDO 

A exposição temporária Futebol de Brinquedo conta com Patrocínio Máster do Banco Bmg, com Patrocínio da Goodyear, da Rede e da Sabesp; e com Apoio da Cabot – todos por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet. 

 

 

SERVIÇO 

PROGRAMAÇÃO DO MUSEU DO FUTEBOL NO ANIVERSÁRIO DE SÃO PAULO 

Horário de visitação da exposição temporária Futebol de Brinquedo: das 9h às 18h (com entrada até às 17h) 

Apresentação de futebol freestyle e clínica de altinha com Letícia Silva: 11h 

Atividades variadas na área externa: 10h às 17h 

Gratuito 


São Paulo – 470 anos

Mylla Moreira

 

Trinta e sete Talentosos artistas expõem no histórico prédio do Shopping Light, no coração da cidade


Sempre colaborando com a revalorização do Centro de São Paulo, o Shopping Light e a Coutinho Eventos promovem a mostra cultural "Olhares do Centro de São Paulo", em homenagem aos 470 anos da cidade, sob a curadoria de Maurício Coutinho.

A exposição conta com obras de 37 artistas plásticos e suas 70 obras, com a temática da arquitetura e das belezas paisagísticas da região central paulistana.

Ela reúne as variadas vertentes das Artes, tais como óleo sobre tela, fotos em tecidos, esculturas, acrílico sobre tela, aquarelas, fotografias icônicas do Centro e muito mais!

Dentre os eventos comemorativos do aniversário de 470 anos da cidade de São Paulo, uma grande mostra de Artes  Plásticas  (com a curadoria  do competente  jornalista  Maurício  Coutinho)  está  instalada no histórico  prédio do atual  shopping  center  Light de São  Paulo, no coração da cidade, defronte ao Teatro Municipal,  e  aberta para para visitação  pública  gratuita  entre os dias 10 à  30 de janeiro/24.

O tema proposto para os artistas participantes “Olhares do centro de São Paulo " está traduzido em 100 obras de arte, materializadas em telas, esculturas e fotografias alusivas à edificações icônicas, arquitetura entre outras referências  do centro da cidade, iniciada no pátio do Colégio  há 470 atrás.

Entre as criativas obras lá presentes, logo na entrada do Shopping um dos destaques em frente  às esculturas   em ferro e acrílico  é do artista  plástico  internacional Orlando Chiquetto.

 Vale a pena conferir, todo o conjunto da mostra dos artistas plásticos contemporâneos que brilhantemente integram a exposição.

 

Serviço:

Quer dica de uma mostra cultural completa e gratuita

Data: até 30 de janeiro.

Onde: em todos pisos do Shopping Light.

Ingressos: Gratuitos, é só chegar e curtir!

 

@shoppinglightoficial

@jornalistacoutinho

@coutinhoeventosoficial 

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Exposição Como medida: uma coleção terá visita guiada pela artista Adalgisa Campos em 21/01


 O público saberá detalhes da concepção das obras em exibição na Chácara Lane/Museu da Cidade de São Paulo; a atividade começa às 15h e a entrada é gratuita; 

Mostra reúne trabalhos produzidos por onde a artista paulistana passou e a partir de protocolos e convenções de esquadrinhamentos


Obras da série Medições de Adalgisa Campos Foto: divulgação

 

Quem visitar a exposição Como medida: uma coleção, no domingo (21/01), terá a chance de percorrer as salas da Chácara Lane/Museu da Cidade de São Paulo (MCSP) na companhia de Adalgisa Campos. Às 15h, a artista visual conduzirá uma visita guiada pelo espaço apresentando detalhes e fatos curiosos sobre as obras e seus 20 anos de carreira artística. A entrada é gratuita.

A mostra, inaugurada em novembro passado, conta com mais de uma centena de obras de uma série iniciada por Adalgisa no fim dos anos 1990. São trabalhos realizados a partir de esquadrinhamentos que têm o corpo da artista como um referencial de dimensão.

A coleção reúne registros de objetos e locais por onde a artista passou ao longo das últimas décadas: de lugares da infância aos espaços onde expôs seus trabalhos, como França e Alemanha. Sua habilidade para registros é tão instigante quanto subversiva, explica a curadora da exposição, Talita Trizoli. "Adalgisa utiliza uma variedade de técnicas e suportes vinculados ao vocabulário formal do desenho, do gráfico, do construto”.


Obras da série Medições de Adalgisa Campos Foto: divulgação

 

CORPO

Um dos espaços mapeados na coleção é o próprio corpo da artista, que começou a incluir suas medidas em obras a partir de 2015. “Me interesso pelos eixos de alcance, o espaço ocupado em relação ao meu corpo", destaca. "Quem visitar a exposição também tem um corpo e pode observar meu eixo, meu alcance como algo partilhável”.

“Os protocolos de arquitetura foram historicamente estabelecidos por homens. Todo nosso código de medida e linguagem está fundamentado em uma lógica patriarcal. Ainda que a casa seja posta como o grande território da feminilidade, as mulheres não projetam, historicamente, as próprias casas. Quando a Adalgisa migra para o corpo, ela participa de forma subversiva desse jogo de medição”, destaca a curadora.

A exposição poderá ser vista até 9 de junho de 2024, de terça a domingo, na Chácara Lane/Museu da Cidade de São Paulo.

 

Sobre Adalgisa

Nascida em São Paulo, em 1971, a artista é graduada em Arquitetura pela FAU-USP e pós-graduada em Pesquisa Cromática pela École Nationale Supérieure des Arts Décoratifs (Paris). Cursou artes visuais na Universidade de Paris VIII entre 1997 e 1998 e obteve em 2012 o mestrado em Artes pelo Instituto de Artes da Unicamp. Nos últimos 20 anos, desenvolveu obras em que o desenho constitui o eixo estrutural de sua produção. Embora não exerça a profissão de arquiteta, Adalgisa usa metodologias da arquitetura para pensar a relação do espaço.

 

Museu da Cidade de São Paulo  

Mais informações em: www.museudacidade.prefeitura.sp.gov.br

 


SERVIÇO

Como medida: uma coleção

Data: De 25/11/2023 a 09/06/2024

Funcionamento: Terça a domingo, das 09h às 17h

Local: Chácara Lane/Museu da Cidade de São Paulo

Endereço: Rua da Consolação, 1024 – Consolação – São Paulo

 

Mostra “E o silêncio nagô calou em mim” rompe visão equivocada sobre o ambiente mítico-ritual do candomblé

O mensageiro, 2005. Série Eu só acredito em deuses que dançam. Denise Camargo.


A exposição da educadora, pesquisadora e artista visual, Denise Camargo, na Galeria de Fotos do Centro Cultural Fiesp tem o intuito de contribuir para transformação de pensamentos carregados de preconceito e intolerância religiosa, reforçando a presença da mitologia ancestral na cultura afro-brasileira. 

 

Na exposição “E o silêncio nagô calou em mim”, exibida na Galeria de Fotos do Centro Cultural Fiesp, o público tem a chance de enfrentar seus pré-conceitos sobre os ritos e mitos que envolvem as religiões de matriz africana no Brasil. Também pode aperceber-se de suas identidades nas imagens produzidas pela educadora, pesquisadora e artista visual, Denise Camargo.

As séries, realizadas desde os anos 1990, são em maioria produzidas na Casa das Águas, terreiro localizado em Amador Bueno – SP. Há também imagens feitas em um templo de vodu, em Nova Orleans, Estados Unidos, entre outras que compõem a mostra.  Terreiros são territórios de resistência cultural e simbólica que atravessam a história do Brasil – e contribuem para a preservação das tradições afro-brasileiras.

A pesquisa poética, iniciada para o doutorado de Denise no Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), com orientação da cantora e bailarina Inaicyra Falcão dos Santos, foi mostrada pela primeira vez em 2010. O projeto se consolidou em 2013 e já fez itinerância por Salvador, Brasília e Santa Catarina. Inédita em São Paulo, a exposição procura mais uma vez dissolver pensamentos carregados de preconceito e intolerância, trazendo os visitantes para um mergulho no ambiente mítico-ritual.

“Trata-se de um espaço de experiência, de imersão cultural, de contemplação e respeito ao acervo de saberes”, detalha Denise, vencedora do Prêmio Palmares em 2012 para publicação da tese Imagética do candomblé, uma criação no espaço mítico-ritual.

As lentes de Denise capturaram e eternizaram imagens que procuram fugir da obviedade dos registros fotográficos sobre o tema. Na exposição, além das fotos, obras como textos poéticos da artista, objetos e um vídeo, editado pelo fotógrafo Guga Ferri. Há ainda um aplicativo, desenvolvido com a cooperação do artista interdisciplinar Fernando Fogliano, para coletar respostas à pergunta: O que cala em você? “A ideia é proporcionar diálogos com o público, construindo uma obra colaborativa e de interação”, salienta Denise.

A curadoria da exposição é de Diógenes Moura, escritor, editor, roteirista e curador de fotografia na Pinacoteca do Estado de São Paulo, entre 1998 e maio de 2013, e, mais recentemente, de mostras como “Terra em Transe”, em exibição no Centro Cultural do Cariri (CE).

A exposição reforça o debate contemporâneo sobre a diversidade étnica e cultural do Brasil como um patrimônio imaterial. “Além disso, promove uma ruptura das visões equivocadas e estereotipadas dos terreiros, difundidas, entre outros fatores, em razão do proposital temor criado em torno desses espaços”, complementa Denise. “A exposição trata desse silêncio profundo diante do desconhecido, diante desse mundo proibido que poderá ser entregue à compreensão dos outros”, observa o curador.

Denise é uma das representantes na quebra de hegemonia da arte branco-brasileira, algo que se concretizou com o avanço das políticas afirmativas dos governos progressistas e pavimentou a presença de artistas e curadores negros em exposições de artes na última década. “Queria fazer um trabalho que levasse em consideração a produção de imagens nesses espaços sagrados, verdadeiros polos de resistência cultural, e se refletisse nos brasis que moram em mim”.

Para o curador, a mostra é uma espécie de segredo. "É sobre o encontro de uma mulher consigo mesma, com a sua ancestralidade, com a sua existência.", observa. Portanto, “trata de humanidades, o que já é um convite para reflexões, sobretudo para o público paulistano, que pouco conhece sobre o Brasil verdadeiro", completa Diógenes.

A exposição, vale observar, fala de cultura e tem papel educacional ao explicar elementos presentes nos rituais do candomblé, não é sobre religião. Procura apresentar seus enredos, entretanto: nas escolhas curatoriais para as cores da parede, por exemplo; na elaboração da expografia, realizada pela arquiteta e cenógrafa Juliana Augusta Vieira; na programação visual do designer Pedro Menezes; na paisagem sonora criada pelos músicos Che Leal e Ugletson Castro, especialmente para o espaço expositivo. “Tudo isso intensifica a manutenção de um tempo cíclico, que é o tempo dos mitos, e a cosmogênese preto-brasileira.”, ressalta a artista. 

Acessível

O projeto contempla visita autônoma para pessoas cegas, por meio de audiodescrição acionada com QRCode e roteiro podotátil. Tanto a edificação quanto a Galeria de Fotos do Sesi-SP não têm barreiras para cadeirantes. Estão previstas visitas mediadas pela artista, pelo curador e conversas com o público ao longo do período de exibição, que vai até 14 de abril de 2024.

 

Sobre a artista

Denise Camargo é artista visual. Atua em ensino, pesquisa, curadoria e gestão de projetos artísticos e culturais.  A escrita e as imagens fotográficas são matéria para sua produção, que permeia a poética das relações e da interação; as matrizes ancestrais da diáspora negra; os corpos em territórios de resistência social e política; e as políticas das representações. Doutora em Artes (IA/Unicamp) e Mestra em Ciências da Comunicação (ECA/USP), é docente na graduação do Departamento de Artes Visuais/Instituto de Artes/Universidade de Brasília e do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais, na área de concentração Métodos, processos e linguagens. Realiza estágio pós-doutoral na Universidade Estadual do Rio de Janeiro com a pesquisa artística e curatorial intitulada: “De encruzilhada e cura”, sobre sua atuação artística na equipe curatorial no BredaPhoto Festival 2022.  Foi uma das 150 artistas participantes da “Pemba: Residência Preta” em 2022.  Entre as muitas exposições, está a individual “De cor da pele” (Brasília – DF, 2019). É uma das 240 artistas na exposição “Dos Brasis: arte e pensamento negro (Sesc Belenzinho, São Paulo – SP, 2023/2024). Nasceu em São Paulo – SP. Vive e trabalha em Brasília – DF, desde 2009.

Sobre o curador

Diógenes Moura é curador, escritor e roteirista. Foi curador de fotografia da Pinacoteca do Estado de São Paulo de 1993 e 2013, onde realizou mais de uma centena de exposições, publicações, reflexões sobre o diálogo entre fotografia e literatura, contribuindo para o acervo fotográfico do Museu ser reconhecido como um dos mais importantes da América Latina. Segue, como curador independente, em projetos para importantes museus e instituições como o Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura e o Museu da Fotografia, em Fortaleza, Museu Afro Brasil Emanoel Araújo, Itaú Cultural e SESC, em São Paulo. Escreve desde os doze anos. Seu primeiro livro, Mingau de Almas ou O Traço Fixo da Loucura (1982), foi publicado pela Fundação Cultural do Estado da Bahia. Depois viriam Tire a Cadeira da Chuva (1986), Elásticos Chineses (1998), Drão de Roma – Dezembro Caiu (2006), Ficção Interrompida (2010), premiado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte e finalista do Jabuti de Literatura em 2011, Fulana Despedaçou o Verso (2014), O Livro dos Monólogos – Recuperação para ouvir objetos (2018), semifinalista do Prêmio Oceanos de Literatura, O Antiacarajé Atômico – Dias Pandêmicos (Selo Exu de Dentro, Edição do Autor, 2020) e VAZÃO 10.8 – A última gota de morfina (2021), Minhocão (2023) e o recém lançado O Pinguelo Caído – Um Surto Baiano. Nasceu em Recife – PE e está radicado em São Paulo – SP desde 1989.

 

SERVIÇO

Exposição: E o silêncio nagô calou em mim

Onde: Galeria de Fotos do Centro Cultural Fiesp (Avenida Paulista, 1313, em frente ao metrô Trianon-Masp)

Visitação: Até 14 de abril de 2024

Horários: 10h às 20h

Entrada: gratuita


Rodolfo Amorim, do Grupo XIX de Teatro, investiga os limites da intimidade na vida privada em novo espetáculo

 


A partir da livre adaptação das obras dos escritores norte-americanos Raymond Carver e Lúcia Berlin, o espetáculo Vitaminas aborda a depressão, e outros transtornos psíquicos que se tornaram epidêmicos a partir da década de 1980, confrontando o Realismo da literatura norte-americana, ao atual conceito de Realismo Capitalista, defendido por Mark Fisher. A peça será apresentada na Vila Maria Zéliade 18 a 28 de janeiro, com sessões de quinta a domingo, 

ingressos gratuitos.

 

Com orientação de Rodolfo Amorim e colaboração de Clayton Marianoa peça enxerga na “falta de alternativa” neoliberal o crescimento da indústria cultural de Hollywood que coloniza o imaginário brasileiro pós ditadura. Cinco contos de Raymond Carver (1938-1988) e três de Lúcia Berlin (1936-2004) se cruzam nesse grande panorama da sociedade americana da década de 1980. São histórias privadas, em que a intimidade dos relacionamentos amorosos parece não se encaixar à promessa de sucesso pessoal. O fracasso como sintoma e resistência ao neoliberalismo.

 

Para os diretores é uma “paródia crítica do ‘American way of life’ que, ao mesmo tempo em que vigora enquanto ideologia dominante em nossa sociedade, naufraga enquanto projeto estético e político. Uma peça que enxerga o fracasso como alternativa para uma sociedade onde só os vencedores têm vez.”

 

A montagem é resultado do Núcleo de Pesquisa Intimidade, orientado por Rodolfo Amorim e colaboração de Clayton Mariano, que investigou pequenos eventos do cotidiano, muitas vezes banais, mas que de tão íntimos parecem inacessíveis ao voyeurismo latente da sociedade atual. 

 

A iniciativa integra o projeto 5X XIX, que visa a manutenção e a continuidade dos 18 anos de residência artística do Grupo XIX na Vila Maria Zélia, contemplado pela 40ª Edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo — Secretaria Municipal de Cultura. 

 

Mais informações pelo Instagram @grupoxixdeteatro

 

Ficha técnica:

Orientação e direção: Rodolfo Amorim e Clayton Mariano.  Elenco: Ericka Leal, Gabriel Muglia, Igor Mo, Jessica Mancini, Jonathan Moreira, Lígia Fonseca e Rebecca Leão. Dramaturgismo: Clayton Mariano. Cenário: Rodolfo Amorim. Objetos de cena: Jessica Mancini. Figurino: Lígia Fonseca.

 


Serviço:


Vitaminas

Até 28 de janeiro de 2024 - Quinta a sábado às 20h e domingo, às 19h.

Duração: 100 minutos.

Classificação etária: 14 anos.

 

Ingressos: Grátis, mediante reserva de ingressos.

Retirada pelo Sympla

 

Vila Maria Zélia - Rua Mário Costa 13 (Entre as ruas Cachoeira e dos Prazeres) – Belém. Telefone – (11) 2081-4647. Acessibilidade. Estacionamento: gratuito. 



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