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quinta-feira, 14 de dezembro de 2023

Final de ano: como economizar na viagem internacional

Com o mercado do turismo aquecido, viagens podem ficar mais baratas com queda de preço nas passagens


 

Com a aproximação das festas de final de ano, começa a corrida pela busca de viagens. Em 2023, o turista ainda pode contar com um incentivo a mais: o custo médio das passagens aéreas para viajar no fim do ano, de 22 de dezembro de 2023 a 7 de janeiro de 2024, caiu 4,7% em comparação ao mesmo intervalo de 2022, segundo um estudo do buscador de viagens Kayak.


Nos destinos internacionais, Buenos Aires e Miami foram os destinos mais procurados na plataforma, com variação no preço das passagens de +2% e -8% respectivamente. Para deixar a viagem ainda mais fácil, a Western Union (NYSE: WU), líder mundial em serviços de pagamentos e transferências de dinheiro, preparou algumas dicas de como economizar com o câmbio na visita aos países.

 

 

Buenos Aires:

 

Com a desvalorização da moeda do país vizinho, cada vez mais tem aumentado o número de turistas brasileiros. A recomendação é que o cliente sempre tenha alternativas diferentes em relação à moeda, para assim aproveitar as melhores taxas e ter disponibilidade sempre. Mesmo com as mudanças recentes no país, a remessa da Western Union se mantém como uma das melhores opções de cotação no mercado, ou seja, quando o cliente faz uma remessa da Western Union do Brasil para a Argentina e retira o dinheiro lá diretamente pode aproveitar valores extremamente competitivos. Esta remessa pode facilmente ser feita pelo aplicativo Western Union, ou nas lojas próprias.


A opção da remessa é rápida e fácil, porém também é recomendável levar Pesos Argentinos do Brasil, para as primeiras necessidades (um lanche ou o taxi do aeroporto até o hotel, primeiros gastos).  Vale ressaltar que existem taxas de câmbio diferentes na Argentina, e por isso o turista deve estar muito atento ao que está pagando. Os valores em Pesos são muito altos e isso pode confundir na hora de fazer as contas; o ideal é sempre pesquisar as taxas com antecedência, para evitar surpresas, usando sempre empresas legalizadas.

           

 

Miami:

 

Miami aparece ano após ano nas listas de destinos favoritos dos brasileiros, principalmente por ser considerada a capital das compras, já que existem opções bem diversas, que vão do luxo de mega shoppings à economia dos famosos outlets.

 

Diferente do que acontece na Argentina, o dólar apresenta uma forte valorização, e por isso a compra da moeda deve ser feita de forma inteligente, como por exemplo: adquirir o dólar em momentos de desvalorização pode ser vista como uma forma de proteger o valor do dinheiro durante a viagem. Dessa forma, o turista evita possíveis perdas financeiras caso a moeda americana volte a se valorizar no futuro já que as flutuações cambiais podem ser imprevisíveis e influenciadas por uma série de fatores externos.


A recomendação da Western Union é que o cliente sempre faça a compra da moeda aos poucos, levando em consideração a atual cotação e a variação. É importante ressaltar que não é recomendável a compra da moeda na iminência da viagem, a estratégia do chamado câmbio médio (fazer a aquisição da moeda estrangeira mês a mês) é fundamental para quem busca as melhores cotações, e assim economizar. Vale lembrar que na Western Union é possível utilizar o app para realizar remessas durante a viagem e receber nos locais WU no destino. Além disso, quem tem as famosas contas globais, também pode usar o serviço digital da empresa para carregá-las de modo fácil e com muita conveniência.

 


Dicas que valem ouro

 

Levar uma quantidade de dinheiro em ‘’cash’’ é essencial para gastos imediatos na chegada ao destino, e para emergências. Além disso, é possível também utilizar as remessas internacionais para receber dinheiro no exterior, utilizar os cartões pré-pagos ou ainda carregar as contas globais diretamente pelo celular. Cada uma das opções possui diferentes taxas.


No caso das remessas, o turista deve prestar muita atenção na hora de enviar o dinheiro, atentando-se para usar o nome exatamente igual ao do documento que usará para sacar o dinheiro. Isso porque em uma transferência dessa modalidade são utilizados dois fatores de segurança: o número da transferência (MTCN) e o nome completo. Para quem tem dúvidas, é interessante consultar um especialista em qualquer uma das 92 lojas da Western Union espalhadas pelo Brasil, para que possa aconselhar a melhor forma para fazer a compra.

 



Western Union
Para saber mais, visite westernunion.com ou faça o download do App Western Union. Para mais informações acesse: https://corretorawesternunion.com.br/


3 carreiras que vão bombar em 202

 

Freepik

De tecnologia à estética, conheça os cursos profissionalizantes promissores para investir 

 

O ensino técnico e profissionalizante, conforme evidenciado por um estudo liderado por Ricardo Paes de Barros, pesquisador do Insper, destaca-se como um catalisador significativo para a ocupação e remuneração dos trabalhadores. Este estudo revela que quem possui alguma qualificação pode aumentar as chances de empregabilidade em 7,6 pontos percentuais em comparação com aqueles que possuem apenas formação no ensino médio regular. Além disso, a formação técnica proporciona um incremento de 32% na remuneração ao longo da vida. Em consonância com esses dados, as perspectivas para o mercado de trabalho brasileiro em 2024 são otimistas, impulsionadas por uma recuperação econômica robusta.

De acordo com a pesquisa da Robert Half, 55% das empresas estão mais confiantes para o próximo ano, e 54% planejam abrir novas vagas de trabalho. Este cenário positivo é alimentado pela queda nas taxas de juros e pelo controle dos gastos fiscais, incentivando as empresas a se prepararem para aumentar investimentos e, consequentemente, gerar empregos em diversos setores.

“Com o ambiente profissional em constante transformação, é crucial estar atento às tendências de mercado e às oportunidades de carreira que se destacam. Para o ano de 2024, algumas áreas emergem como promissoras, oferecendo tanto oportunidades de emprego quanto perspectivas empreendedoras”, comenta Pedro Paixão, CEO da rede de escolas de ensino profissionalizante Ultra Cursos.


  1. Desenvolvedor de Games

A área de desenvolvimento de jogos, embora relativamente nova, tornou-se uma das mais bem remuneradas no mercado atual. Além dos benefícios financeiros, destaca-se a flexibilidade proporcionada pelo trabalho remoto (home office). Profissionais nesse setor têm a oportunidade única de dar vida a mundos virtuais, proporcionando entretenimento para milhões de pessoas. A constante demanda por inovação e criatividade faz com que o desenvolvimento de jogos seja uma escolha empolgante e lucrativa para os aspirantes a profissionais da área de tecnologia. Tida como uma das mais promissoras, o salário para esta profissão pode chegar até R$ 12 mil.


  1. Marketing Digital

O marketing digital continua a ser uma área de destaque, estando diretamente ligado ao desenvolvimento e criação tecnológica. Além da possibilidade de trabalhar para grandes empresas, o profissional também pode empreender no seu próprio negócio. A conexão com a tecnologia faz do marketing digital uma carreira versátil e em constante crescimento, com um salário médio de R$ 2.267,25, podendo chegar a R$ 6.577,00 com a experiência.


  1. Extensão de Cílios

A conexão entre saúde e estética é evidente na ascensão da carreira de extensão de cílios. Além de poder se tornar uma referência no local de trabalho e na comunidade, os profissionais dessa área têm a oportunidade de trabalhar tanto com clientes individuais quanto com grandes empresas do setor. A versatilidade se estende à possibilidade de expandir o negócio, oferecendo aulas e cursos, consolidando-se como um empreendedor no campo da beleza e estética. A média salarial inicial para esta profissão é de R$ 2.500,00.

“É importante se preparar para o futuro investindo em carreiras que unem inovação, criatividade e demanda crescente. As oportunidades estão à disposição para aqueles que buscam se destacar em áreas que prometem não apenas empregos, mas também a possibilidade de empreender e moldar o próprio caminho profissional”, finaliza Paixão.

 

Ultra Cursos

 

Ocasiões compartilhadas impulsionam o consumo fora do lar em 2023

 Categoria é sustentada, principalmente, por jovens de 18 a 39 anos, aponta estudo da Kantar

 

No Brasil, o consumo fora de casa atingiu o maior patamar histórico de volume desde o início da pandemia. A categoria é impulsionada principalmente pelas refeições compartilhadas, que cresceram 2,5 pontos percentuais no último ano e, atualmente, representam 78% das ocasiões. 

Os números fazem parte do levantamento Consumer Insights 2023, produzido pela Kantar, líder em dados, insights e consultoria. O estudo acompanha o comportamento do brasileiro de maneira contínua, trazendo uma visão em 360 graus dos bens de consumo. 

A pesquisa também identificou que as refeições compartilhadas geram tíquetes mais altos, com média de R$ 32,92. Nas ocasiões de consumo individual, o valor médio cai para R$ 11,17. 

A busca por hidratação e refeições se destaca dentre as categorias que se beneficiam em ocasiões compartilhadas. Refrigerantes e Pizza cresceram 3,5% e 2,1%, respectivamente, de janeiro a setembro de 2023, na comparação com o mesmo período de 2023. Pratos e Refeições (+1,5%), Pão de Queijo (+1,5%) e Balas e Gomas (+1,4%) também foram os mais procurados.

 

Momentos de consumo e público 

Além do consumo compartilhado, outras alavancas foram chave para a volta do consumo fora do lar. Segundo o Consumer Insights 2023, o momento de maior destaque para a categoria é o café da manhã, que cresceu 4,8 pontos percentuais em contribuição em unidades, seguido pelo almoço (+1,2 ponto percentual). 

No geral, os consumidores aumentaram a frequência em bares, padarias e em compras por impulso. Buscas por refeições mais completas e bebidas não alcoólicas estão em destaque – são categorias com tíquetes altos, mas que não tiveram repasses de preços tão grandes. 

Outro dado importante identificado pela Kantar é que o público de classes mais baixas (D e E) acompanha o avanço das classes A, B e C quando o assunto é consumo fora do lar. O levantamento indica que a categoria é sustentada, principalmente, por jovens de 18 a 39 anos e que apresenta retração entre a população sênior.

 

Kantar

www.kantar.com/brazil



Cinco tendências em sistemas tecnológicos para as indústrias em 2024

Robótica, 5G e Internet das Coisas estão entre
as tendências de tecnologia para indústrias
 Divulgação
Robótica, 5G e Internet das Coisas estão entre as apostas de especialistas para que as empresas cresçam aliadas ao que há de mais inovador no mercado

 


Sempre que se fala em indústria, a imagem que vem à mente ainda é aquele clássico “chão de fábrica”, com equipamentos fazendo processos ainda básicos e muitos operadores? É claro que não, afinal, é um fato que as indústrias evoluíram tecnologicamente e caminham a passos largos para o futuro. Ainda assim, a tecnologia caminha com tanta velocidade que é possível demonstrar inovações que são tendências para a indústria no próximo ano. 

Conceitualmente, a indústria já vive a sua “era tecnológica” há pouco mais de uma década, quando o termo Indústria 4.0 foi usado pela primeira vez. Ele define o que se pode chamar de “digitalização das atividades industriais” com o objetivo de melhorar processos, aumentar a produtividade e integrar diferentes tecnologias na indústria por meio da automação. E a cada ano que passa, a inovação ganha mais espaço não apenas no chão, mas em todos os setores das fábricas. 

O desenvolvedor de sistemas da Mouts TI, Leonel Gregio Auler, afirma que todos os segmentos da indústria se beneficiam de equipamentos e novas tecnologias. “Sempre existe alguma forma de utilização, mesmo que seja de maneiras diferentes entre os diversos tipos de indústria. Por exemplo, uma empresa que fabrica peças de carros vai se beneficiar muito da robótica, com a utilização de robôs autônomos e colaborativos, enquanto uma outra, de tecidos, vai encontrar uma melhor aplicação para a ‘manufatura inteligente’, com máquinas que operam de maneira independente e Internet das Coisas com sensores inteligentes. Além disso, as empresas também integram diferentes tecnologias em busca do melhor resultado, então, penso que não exista um segmento que não possa utilizar todas as ferramentas de inovação que temos disponíveis”, aponta. 


Tendências para a indústria

Com 2023 chegando ao fim, as empresas já trabalham nos planejamentos para os próximos anos e meses e, entre números e cálculos é preciso pensar em crescimento, o que também exige investimento. Pensando nisso, listamos algumas tendências em tecnologias e sistemas para indústrias que podem demonstrar os rumos que o mercado deve tomar - e a importância de não parar de evoluir. 


- Robótica Colaborativa: a robótica não é mais um projeto ou uma “visão de futuro”, mas uma realidade e, neste ponto, a ideia é ter robôs trabalhando em integração com humanos, desenvolvendo tarefas que demandem muito esforço físico contínuo, para prevenir lesões por esforço repetitivo, ou ainda em atividades que ofereçam algum nível de risco à saúde humana. “A intenção não é eliminar o trabalho humano, mas torná-lo mais prático e inteligente, direcionando a mão de obra humana para atividades mais relevantes e menos repetitivas”, afirma Auler. 

 

- Sustentabilidade e Eficiência Energética: a chamada “Agenda ESG” (Governança Ambiental e Social, em tradução livre) é uma realidade para as empresas e a tecnologia tem muito a colaborar para a implantação e a manutenção de práticas sustentáveis e de eficiência energética na automação industrial. “A implementação de tecnologias que reduzem o desperdício de recursos e otimizam o consumo de energia não é apenas uma tendência, mas uma necessidade para as empresas que pretendem ter um futuro a longo prazo”, alerta. 


- 5G na manufatura: A implantação de redes 5G proporciona uma melhoria significativa em termos de velocidade de conexão, o que promove um aumento determinante na agilidade de tarefas que necessitam da coleta, processamento e análise de dados, acelerando processos comuns à indústria, como monitoramento de estoque e automação de processos, por exemplo. “A adoção crescente de redes 5G para melhorar a conectividade e comunicação em tempo real é outro ponto crucial para as empresas evoluírem na digitalização”, pontua o especialista. 


- Automação de Processos Administrativos: engana-se quem pensa que apenas os processos produtivos podem contabilizar ganhos com a adoção de soluções tecnológicas. Uma tendência crescente é a automação dos processos administrativos. Com a adoção de sistemas específicos e integrados que criam plataformas unificadas de trabalho, procedimentos gerenciais também ganham em otimização e qualidade, o que faz diferença no resultado final. “Demanda como gerenciamento da cadeia de suprimentos, finanças e recursos humanos com a utilização de RPA (Automação de Processos Robóticos) vão melhorar a eficiência da empresa de modo geral”, afirma. 


- Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial (IA): outro item que fala em “tendência”, mas que já deve ser considerada uma realidade pelas empresas que estão de olho no futuro. A popularização do acesso a ferramentas de IA e a variedade de funcionalidades torna a tecnologia um trunfo na indústria, do escritório ao chão da fábrica. Já no caso da Internet das Coisas - e principalmente na variação IIoT, a Internet das Coisas Industrial - é outra tecnologia que, administrada por um ERP moderno, inclusive com recursos de IA e Machine Learning, pode analisar e utilizar dados diretamente dos equipamentos das fábricas (as “coisas”!) para melhorar a produtividade e a eficiência do trabalho. 


Estas são algumas das tendências em tecnologia que devem começar a tomar conta das indústrias brasileiras já nos próximos meses. São apostas que caminham lado a lado com o que há de mais inovador em termos de tecnologia e, assim, podem apresentar as soluções que muitas empresas buscam para questões do dia a dia. Afinal, a Indústria 4.0, como falamos lá no começo deste texto, já é uma realidade. 



Mouts TI

 


Carro "bebe" muito? Confira dicas para economizar combustível

Envato Imagens
Especialista explica como pequenas mudanças no volante podem eliminar gastos, melhorar a eficiência e reduzir emissões

 

Você sabia que o consumo de combustível está diretamente ligado à maneira como se dirige? O peso no bolso dos brasileiros é considerável. De acordo com um estudo do Indicador de Poder de Compra de Combustíveis, calculado pela Fipe com base em dados da PNAD Contínua (IBGE) e divulgado pelo Panorama Veloe de Indicadores de Mobilidade, encher o tanque do carro no segundo trimestre de 2023 consumiu até 12,1% da renda das famílias brasileiras. 

Diante desse cenário, o aplicativo de mobilidade urbana V1 elaborou uma lista de dicas para ajudar os motoristas a gastarem menos durante seus deslocamentos. “Os gastos com combustíveis são difíceis de serem reduzidos, pois  são despesas essenciais. No entanto, algumas práticas podem contribuir para a economia e a otimização do uso do combustível, seja gasolina, álcool ou diesel”, explica o especialista do V1, Alexsandro Laures. 

  • Manutenção em dia

A primeira e principal orientação para economizar combustível no dia a dia é manter o veículo em boas condições. Para isso, é essencial estar com a manutenção em dia, principalmente no que diz respeito à injeção eletrônica, bobina, distribuidor, vela e cabo de ignição. “Oriento ainda verificar regularmente o nível do óleo, a calibragem dos pneus, os freios e os níveis do fluido da transmissão. Também é fundamental manter o motor bem lubrificado e substituir os filtros de ar”, destaca Laures.

  • Mantenha uma velocidade constante e evite frenagens bruscas

A aceleração abrupta e excessiva, assim como a frenagem brusca contribuem significativamente para um alto consumo de combustível. “Sempre oriento os motoristas  a manter uma velocidade constante, especialmente ao sair de um semáforo ou de uma vaga de estacionamento. O ideal é acelerar gradativamente, permitindo que o veículo desenvolva velocidade de maneira suave”, explica. “A frenagem brusca também é contraindicada, pois, além do risco de colisão traseira, o motorista acaba por frear e acelerar o carro continuamente, exigindo que o veículo saia da inércia mais vezes e consumindo mais gasolina”, complementa. A indicação é analisar o trânsito de maneira panorâmica e abrangente, antecipando possíveis frenagens e avaliando todos os automóveis ao seu redor, mantendo a velocidade e a rotação do motor o mais constante possível. “Essa direção atenta e defensiva, além de economizar combustível, preserva as peças do carro, como pastilhas de freios e lonas.” 

  • Existe marcha ou velocidade indicada?

Segundo o especialista, não há uma marcha que gaste mais ou menos combustível. “Esse entendimento é um mito. O que gasta combustível é a forma que se dirige. Por exemplo, um motorista que demora para fazer a troca de marchas, mesmo na terceira marcha,  terá um consumo maior de combustível”, afirma. Em outras palavras, a troca de marchas deve ser realizada no tempo e na rotação adequados, considerando as características do motor e do veículo. 

  • A subida é mais “sofrida” para o carro? 

Em subidas, diversos aspectos influenciam no consumo excessivo de combustível, sendo o peso e a carga do veículo os principais. Cabe destacar que cada modelo de carro comporta uma capacidade de carga que pode transportar, descrita no manual do automóvel. “Um carro mais pesado vai “beber” mais gasolina, é claro. Por isso, sempre indico dirigir  na faixa de 3.000 a 4.000 RPM, mantendo uma aceleração constante, o que auxilia em momentos que demandam mais do veículo”. 

  • Desligue o motor do carro (às vezes!)

O especialista indica que, em paradas acima de um minuto, é possível desligar o motor do veículo para economizar combustível. No entanto, em casos de paradas rápidas, como em semáforos, não vale a pena desligar o motor. “A partida inicial sobrecarrega o sistema de ignição do veículo e diminui a vida útil do motor de arranque”, explica Laures. 

  • Atenção com o ar-condicionado e dispositivos eletrônicos

O uso do ar-condicionado e dispositivos eletrônicos, como faróis auxiliares e limpadores do para-brisa, deve ser moderado, pois contribuem para o consumo de combustível.  “Quanto mais dispositivos elétricos estiverem sendo utilizados, mais o veículo buscará energia de bateria, consumindo mais combustível”, destaca. 

  • Qual gasolina escolher?

O mercado hoje oferece diversos tipos de combustíveis no posto e muitos motoristas desconhecem as especificidades de cada um e o que cada automóvel demanda. “A diferença entre os combustíveis é simples: a gasolina comum não possui aditivos de limpeza, ao passo que a gasolina aditivada contém alguns detergentes adicionados ao combustível. Já as gasolinas premium e a podium trazem componentes de limpeza especiais e são indicados para veículos de alto rendimento, aproveitando assim a potência do motor”, detalha Laures. Todavia, isso não proíbe que carros com potência menor abasteçam com gasolinas especiais. A indicação é apenas não trocar repentinamente o combustível, mas, sim, de maneira gradativa, não prejudicando o rendimento do motor. Ainda, vale abastecer em postos de confiança: postos de marcas desconhecidas e/ou com valores muito inferiores aos aplicados pelo mercado devem ser evitados.

Turismo sobre rodas: locação de carros é alternativa ideal e econômica para férias de fim de ano

O aumento do turismo doméstico registrado em julho deste ano favoreceu o aluguel de carros, apresentando um aumento de 15% a 20% na procura pela locação em comparação com a baixa temporada, conforme dados da ABLA. As projeções para as férias e festas de fim de ano são ainda mais positivas. “O aumento considerável nos preços das passagens aéreas tem incentivado o uso do carro para viagens domésticas de médias distâncias”, explica o coordenador de operações do V1, Thiago Pinheiro. 

O aplicativo de mobilidade urbana V1 destaca-se pelos diferenciais de praticidade e agilidade no cadastro do motorista, agendamento e pagamento antecipado, todos realizados de forma 100% on-line, sem burocracias e intermediação de terceiro. A empresa conta com o maior número de pontos de atendimento na cidade, totalizando 20 estações com alta disponibilidade de veículos. Isso proporciona comodidade e praticidade na retirada e devolução do veículo, garantindo a proximidade das estações com os usuários. 

Devido à alta demanda de locações para o fim do ano, a orientação é antecipar o agendamento. “Temos hoje na frota de Curitiba aproximadamente 80 veículos em diferentes categorias, como Kwid, Gol, Voyage, Onix Sedan, Renegade, Spin e T-CROSS. Nossos clientes conseguem agendar e locar automóveis por toda a cidade, já que estamos situados em diversos bairros, como: Centro, Rebouças, Prado Velho, Batel, Champagnat, Vila Izabel, Tarumã, Pinheirinho, Água Verde, Boqueirão, Bacacheri, Novo Mundo e regiões metropolitanas, como Pinhais e São José dos Pinhais. Por mais que o V1 tenha a funcionalidade de locação e retirada imediata do automóvel, indicamos agendar e garantir o seu carro nestas festas de fim de ano, que são mais concorridas”, finaliza Thiago. 

 

V1 -  plataforma de mobilidade urbana

O app está disponível na Apple Store e Google Play.

 

A partir de 2024, empresas de TI da América Latina terão crescimento mais estável do que as dos EUA, segundo IDC

 ●     Previsão da empresa líder em inteligência de mercado é de um crescimento do setor de TI na América Latina acima do de economias mais maduras, como o setor de TI dos EUA

●     Serão gerados US$ 81,2 bilhões em TI em 2024 na região, 11,1% a mais do que em 2023

●     O grande desafio das empresas latino-americanas é como adaptar a Inteligência Artificial Generativa (GenAI) aos seus serviços e processos

 

 

América Latina – As perspectivas para o mercado de TI na América Latina a partir de 2024 são bastante positivas, já que se prevê um crescimento de 5% do setor, acompanhado do fortalecimento de diversas tecnologias e com impacto no produto interno bruto (PIB) da região, que impulsionando um crescimento positivo. Os dados foram apresentados no IDC FutureScape: Latin America IT Industry Predictions 2024 pela IDC, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria para os setores de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

 

De acordo com as previsões da IDC, a indústria de TI (sem contar dispositivos) terá um crescimento de cerca de 11%, bastante positivo no ambiente atual. “Crescer 11% em 2024 é sem dúvida um marco importante nas perspectivas que os usuários finais terão em relação a determinadas tecnologias”, afirma Alejandro Floreán, vice-presidente de Consultoria e Estratégia da IDC América Latina.

 

Quanto ao crescimento da indústria de TI nos diferentes países da região, a Argentina crescerá 7%; enquanto o México, depois de um aumento de 22% em 2023, crescerá apenas 10% no próximo ano. Por sua vez, o Brasil crescerá 12%; enquanto o Peru e o Chile terão um crescimento de 11% respectivamente. O panorama é bastante promissor em comparação com países que têm uma economia mais estável e madura, como os EUA, que crescerão apenas 9% em 2024.

 

As 10 previsões da IDC para o mercado latino-americano de TI e Telecomunicações, a partir de 2024, são:

 

1. Maior investimento em iniciativas de Inteligência Artificial

 

Até 2027, as 5.000 maiores empresas da América Latina dedicarão mais de 25% de seus principais gastos com TI a iniciativas de IA, impulsionando um aumento de dois dígitos na taxa de inovação de produtos e processos.

 

O resultado dessas iniciativas se refletirá na satisfação dos clientes, melhorando assim a geração de renda. No que diz respeito à automação robótica de processos (RPA), o impacto será sentido através da otimização dos fluxos de trabalho, reduzindo erros e melhorando a eficiência operacional, como é o caso dos Chat Bots. A gestão de dados será de extrema importância na implementação destas ferramentas.

 

“Quando pensamos no impacto na TI, é muito importante pensar que haverá um foco na gestão de dados, uma vez que a confiabilidade e a objetividade dos modelos serão impactadas diretamente pela qualidade da informação que implementarmos nesses modelos” diz Diego Anesini, vice-presidente de Dados e Análise da IDC América Latina.

 

2. A IA vai gerar mais possibilidades, embora também algumas dificuldades

 

Com os fornecedores de tecnologia dedicando 50% dos investimentos em P&D, pessoal e CAPEX à IA/Automação até 2026, os CIOs terão dificuldade para alinhar a seleção de fornecedores e as prioridades das operações de TI com os novos casos de negócios.

 

Até 2026, poderá haver uma lacuna relevante entre a oferta de oportunidades de IA e a capacidade de adaptação do mercado, impactando tudo, desde dispositivos e software até centros de dados. Em alguns casos, a IA ultrapassará mesmo a nuvem como motor de inovação, continuando a ser um eixo fundamental na indústria de TI. Portanto, haverá uma maior oferta na criação e aprimoramento de ferramentas que ajudarão uma organização a ser mais competitiva, gerando um possível risco de perda de custos e controle de dados.

 

Por esta razão, recomenda-se às empresas que solicitem a seus fornecedores de TI planos de formação sobre novas ofertas, estabeleçam regras claras na utilização de dados, código e consumo e, finalmente, que estabeleçam um centro de excelência em IA para estudar a evolução da oferta e o impacto na organização.

 

3. Aumento do custo da infraestrutura e do acesso à informação

 

Até 2027, um terço das empresas enfrentará custos incertos de infraestrutura e acessibilidade, o que levará a medidas provisórias que tornarão mais difíceis de alcançar os objetivos de economia da nuvem e da logística de dados.

 

O custo da infraestrutura e do acesso à informação será um desafio para as organizações, pois gerará maior pressão para mudanças nos planos de negócios e restrição de investimentos em recursos. Adicionalmente, pode haver risco de acumulação de dívida tecnológica, devido às fortes mudanças e CAPEX necessários para os processadores.

 

“Será muito importante ter controle de custos para manter uma relação razoável entre o investimento e o seu retorno”, afirma Diego Anesini.

 

4. Expansão dos portfólios de dados

 

Em 2024, os fornecedores de todo o espectro de hardware, software e serviços expandirão agressivamente os seus portfólios de dados privados e de código aberto, tornando as decisões de parceria estratégica mais instáveis.

 

Para o C-Level, os dados serão de grande importância para desenvolver casos de uso de IA generativa ou expandi-la na organização. Os Large Language Models (LLM), bem como os dados, serão ativos muito importantes ao avaliar quanto vale uma empresa. Alguns fornecedores de tecnologia estão expandindo seu portfólio de dados para setores específicos que possuem presença tecnológica.

 

A recomendação da IDC é priorizar o uso de dados internos e de terceiros e diretrizes de compartilhamento para todos os dados de negócios gerenciados pela organização, garantindo acesso de longo prazo a tais informações.

 

5. Baixo financiamento em habilidades de TI

 

Até 2027, o financiamento abaixo do ideal de iniciativas de competências em comparação com os gastos em produtos/serviços impedirá que 75% das empresas obtenham o valor total dos investimentos em IA, nuvem, dados e segurança. Isto faz com que as empresas continuem a ter dificuldades na hora de procurar pessoas com as habilidades certas para as funções certas.

 

84% dos profissionais de TI no mundo todo reconhecem que a formação em TI é um imperativo estratégico e o investimento em formação não está indicando um crescimento exponencial em termos de gastos investidos em tecnologia. Pietro Delai, diretor de Soluções Empresariais da IDC América Latina, comenta que “ironicamente, será a IA generativa que ajudará as empresas a treinar trabalhadores tecnológicos de uma forma muito mais eficiente”. Consequentemente, “é essencial promover uma cultura de aprendizagem dentro da organização”.

 

6. Novas funções para IA

 

Até 2028, 35% dos compromissos de serviços incluirão entrega habilitada por IA generativa, desencadeando uma mudança de serviços prestados por humanos para estratégia, mudança e treinamento para preparar as organizações para a ‘AI Evereywhere’.

 

Haverá novas funções para os fornecedores de IA: a função de consultor, que deve identificar casos de uso e será tão relevante quanto a de consultor de negócios, devido à importância que a IA agregará ao negócio até 2028; a função de gestor, que deve desenvolver habilidades em equipe e administrar mudanças; e por fim, o papel de sentinela, para avaliar riscos, possibilidade de viés, toxicidade do processo, vazamento de dados e direitos autorais.

 

As empresas devem avaliar a experiência e a abordagem dos seus prestadores de serviços para aproveitar ao máximo o alinhamento da IA ​​generativa com o negócio. A implementação da IA ​​não deve sistematizar o que existe, mas sim beneficiar as mudanças, afirma Delai.

 

7. A importância da automação

 

Até 2027, 80% da infraestrutura, da segurança, dos dados e das aplicações dependerão de plataformas de controle avançadas para a prestação coordenada de serviços baseados em IA, mas apenas metade das empresas as utilizará de forma eficaz.

 

Uma das mudanças mais significativas em TI é a expansão da entrega de tecnologia como serviço: software, hardware e serviços, tornando mais necessário o uso de ferramentas avançadas de controle para melhorar a resiliência dos negócios digitais, reduzindo a sobrecarga operacional.

 

Delai ressalta que “o crescimento da equipe operacional não vai resolver os problemas, por isso a automação deve ser sempre considerada um ponto chave”.

 

É aconselhável reorientar as práticas operacionais de TI para o desenvolvimento de competências estratégicas que serão importantes para trabalhar de forma otimizada com a automação.

 

8. Mais atenção aos mercados mal atendidos por meio da IA

 

Até 2026, todas as novas marcas, produtos e serviços de TI direcionados a segmentos de clientes/pessoas mal atendidas serão baseados na forte integração de diversos serviços de IA que oferecem novos recursos a custos mais baixos.

 

Novos sistemas de informação integrados com IA terão como alvo segmentos pouco atendidos pelas empresas, melhorando assim a experiência e a automação, proporcionando maior eficiência e impacto nos custos operacionais. Isso causará uma conexão com diferentes segmentos de mercado que não são atendidos regularmente.

 

 Alejandro Floreán menciona que “a governança de dados e uma estrutura mais eficiente serão fundamentais para o sucesso do negócio. Buscar plataformas integradas, e não isoladas, e de forma transparente, é um bom caminho.”

 

Um aspecto relevante é que faltam talentos para trabalhar com IA e sua integração com diversos serviços que atendem esses segmentos. Esta será uma das principais barreiras para alcançar a integração total e completa dos serviços de TI nas empresas.

 

9. Novas experiências e casos de uso

 

Até 2027, 40% das 5.000 maiores empresas da América Latina aproveitarão experiências onipresentes, análises de ponta e IA generativa para permitir que os clientes criem suas próprias experiências, melhorando o resultado e o valor desejados pelos clientes.

 

“Toda a inteligência gerada, quando bem analisada, permitirá a criação de novas experiências e casos de uso que talvez não existam atualmente. Estudar e investir estrategicamente em serviços generativos de IA terá um grande impacto nas diferentes equipes de uma organização. Ter uma priorização para a proteção da privacidade dos dados, tanto de clientes como de parceiros de negócios, será definitivamente um aspecto muito importante a considerar no próximo ano”, destaca Floreán.

 

10. Conectividade será essencial

 

Até 2028, 20% das 5.000 maiores empresas da América Latina integrarão conectividade via satélite na órbita baixa da Terra, criando uma estrutura unificada de serviços digitais que garanta acesso onipresente e resiliente e garanta fluidez de dados.

 

A criação de novas aplicações inteligentes que serão geradas como parte de toda esta explosão, não apenas derivadas da IA ​​generativa, mas também da tendência de 'near shoring' em alguns países latino-americanos, estará gerando novas aplicações inteligentes que talvez exigirão menor latência para poder operar corretamente.

 

“A conectividade será essencial para que todas essas previsões se concretizem. Para implementar um ecossistema de conectividade, deve ser fundamental que as empresas alinhem diferentes estruturas e serviços para garantir a fluidez dos dados”, conclui Floreán.

 



IDC - International Data Corporation (IDC)
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