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quarta-feira, 16 de junho de 2021

Desmascarando os mitos criptos

Satoshi Tango esclarece 3 mitos sobre o mercado da criptomoeda, que podem afastar um usuário da vontade de investir

 

Temos diversas dúvidas sobre o universo da criptomoeda, apesar de estar em ascensão por conta da pandemia, ele ainda gera insegurança, desconfiança e ao mesmo tempo curiosidade. Junto a alta na emergência sanitária, com o intuito de proteger o valor da moeda nacional, surgem diversos mitos que inevitavelmente circulam por aí, como por exemplo o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, que afirmou que o Bitcoin é um golpe.

 

Estes mitos surgem da falta de entendimento sobre o assunto. Por isso, Guilherme Quintino, Country Manager da Satoshi Tango Brasil (uma das principais Exchanges de criptomoedas latino-americanas) esclarece alguns deles. Confira abaixo:

 

#1º MITO – “Bitcoin é usado somente para o mercado negro ou atividades ilegais 

As criptos moedas são muito mais fáceis de rastrear do que o próprio dinheiro, isso por conta da tecnologia Blockchain. Segundo estudo realizado pelo Chainalysis em 2020, as transações ilegais de criptomoedas representam menos de 1% de todas as obscuras ocorridas com outros tipos de moedas.

 

Existem diversos projetos de Blockchain desenvolvidos para o bem, ligados à interrupção de redes tráfico de pessoas ou à promoção da medicina.


 

#2º MITO – “Bitcoin só permite a evasão fiscal”

 

Em primeiro lugar, devemos sempre lembrar que cabe a cada contribuinte pagar seus impostos, por isso essa afirmação é incorreta. É como colocar a culpa no carro por parar pela falta de gasolina e não ao dono por não ter lembrado.

 

O fato do BTC possuir natureza anônima nada tem a ver com a afirmação desse segundo mito. Existem diversas regulamentações na tributação do Bitcoin, como a de câmbios e corretagens que devem ser informados às agências estatais.

 

No Chile e na Colômbia é usado o conceito de “alienar”, que é quando a pessoas precisam pagar o imposto quando vendem moedas digitais. Nesses países e na Argentina, os câmbios por criptomoedas ou estrangeiras não estão no nome do cliente, é obrigação de cada contribuinte declarar suas obrigações às autoridades locais, inclusive no Brasil, de acordo com a Instrução Normativa RFB 1.888/2019, estabelece a declaração dos criptoativos acima de 30 mil reais por mês.


 

#3º MITO – “O Bitcoin não resolve nenhum problema que o dinheiro comum e corrente não resolva”

 

Nós da Satoshi Tango discordamos plenamente dessa afirmação. Enquanto o “dinheiro tradicional” é o sistema de câmbio mais popular, a ascensão do Bitcoin e do Blockchain revolucionou a forma como pensamos sobre o dinheiro.

 

Há várias vantagens e benefícios:

·        Transferência para qualquer pessoa em qualquer parte do mundo, a qualquer hora e dia da semana, de forma segura, ágil e fácil;

·        O usuário pode preservar suas informações pessoais se assim desejar;

·        Comissões e sobretaxas muito mais baratas que as transações comuns.

 

A criptomoeda vem se consolidando e fortalecendo suas bases no mercado financeiro global. Tem conquistado espaço e respeito de muitos países por garantir a valorização do dinheiro local, em queda por conta da pandemia. Nesse âmbito, percebe-se o crescimento do número de corretoras ou Exchange especializadas em moeda digital que, como a Satoshi Tango, auxiliam o usuário iniciante nesse tipo de corretagem por meio de investimentos seguros e mais conservadores.

 


 Mais informações: satoshitango.com ou Instagram: @satoshitangobr 

 

Cerrado sofre com clima cada vez mais seco e quente

Dia da Desertificação e Seca é a chance de olhar para o bioma com a atenção que merece, reconhecendo as ações que são feitas para conservá-lo

 Criado para lembrar que, infelizmente, algumas regiões do planeta estão se tornando desertos e para destacar que é possível reverter a degradação da terra, o Dia da Desertificação e Seca de 2021 acontece em 17 de junho.  Este ano, a ONU decidiu por mais luzes ainda nas soluções para que a humanidade não perca áreas valiosas para a produção de alimentos e a conservação da biodiversidade, destacando a restauração, ou seja, as práticas que transformam terras degradadas em terras saudáveis. 

Embora a Caatinga seja mais suscetível à desertificação, esse processo já afeta áreas do Cerrado, como no Piauí, por exemplo.  Nesse caso, a desertificação tem relação com ações indiscriminadas  –  geralmente, o manejo da terra sem planejamento e sem respeitar os ciclos da natureza. O corte das árvores nativas e o uso descontrolado do fogo, muitas vezes, para dar lugar à pastagem, por exemplo, favorecem processos erosivos que resultam  em áreas degradadas e subutilizadas tanto para a produção agropecuária, como para a conservação da biodiversidade. 

“Reverter esse processo depende de um novo olhar para o Cerrado, que reconheça suas riquezas naturais, como: o baru, o pequi, o buriti, o rico mel das nossas abelhas e tantos outros produtos que podem ajudar a melhorar a vida das pessoas ao mesmo tempo em que conservam a paisagem”, explica

Isabel Figueiredo, coordenadora do Programa Cerrado e Caatinga do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN)  – uma das parceiras do projeto CERES, que também tem o apoio da União Europeia.  “Proteger o Cerrado é garantir a conservação do berço das águas brasileiras, das quais dependem tanto o grande como o pequeno produtor, como também o abastecimento de energia e água de milhares de cidades em todo Brasil”, completa ela.  

Além de ser o berço das águas brasileiras, o Cerrado é um grande depósito de carbono que, se liberado, agrava a crise climática que já prejudica a população desse bioma. O projeto também contribuirá com a reabilitação de pastagens degradadas e com a restauração de vegetação nativa para promoção de serviços ecossistêmicos.  “A reabilitação de pastagens degradadas aumenta a produtividade dessas áreas e pode gerar crescimento econômico. Além disso, a restauração de vegetação nativa é por si só uma cadeia produtiva da sociobiodiversidade que cria empregos e gera renda no campo, além de ser fundamental para a proteção dos nossos mananciais”, destaca Ana Carolina Crisostomo, analista de conservação do WWF-Brasil e facilitadora regional do Projeto Ceres. 

“Uma terra que volta a ser produtiva faz com que o produtor não precise abrir novas áreas para sua produção, diminuindo a pressão por mais desmatamento.  A recuperação também pode ajudar no cumprimento do Código Florestal com a recomposição de áreas de proteção permanente e de reserva legal”, acrescenta.

 

A seca no dia a dia

Ginercina de Oliveira Silva, 50 anos, é pedagoga por formação, mas agricultora familiar por vocação e amor à terra. Casada e mãe de dois filhos, ela vive há 30 anos no assentamento mais antigo do município de Santa Rita do Novo Destino, em Goiás. Herdou as terras da mãe e, além de agricultora, atua ainda como agente comunitária de saúde (ACS). 

Próximo do seu assentamento, há cinco outros. E todos têm sofrido os efeitos de secas intensas. “Tivemos uns dois anos de seca muito forte e há uns três anos temos visto a paisagem mudar muito, assim como as condições da terra.” 

Não foram poucos os pequenos agricultores que tiveram que furar poços artesianos em busca de água. “O sol está muito mais forte e afeta as plantações. Os brejos e pequenos rios estão secando e está ficando cada vez mais difícil o pequeno produtor sobreviver da terra”, desabafa. Ela cita que até mesmo as árvores do Cerrado estão morrendo ao redor do assentamento e a erosão só se intensifica. “Há algum tempo, perdemos praticamente toda uma plantação de gergelim”. 

As mulheres da Associação de Mulheres Empreendedoras Rurais e Artesanais (Amera), dos municípios de Barro Alto e Santa Rita do Novo Destino, da qual ela faz parte, se ocupam das pequenas culturas de mandioca, frutas e verduras, além da coleta de baru no Cerrado. A produção, mesmo com a pandemia, é vendida em cestas, por meio de whatsapp. 

A maior preocupação das mulheres do assentamento é conservar o meio ambiente, evitando que as famílias abram o Cerrado para plantio de novas culturas e pasto perto de nascentes e riachos. Elas seguem plantando árvores no sistema agroflorestal e ampliando quintais produtivos para tentar impedir que os efeitos das mudanças do clima se intensifiquem cada vez mais. 

“A questão ambiental é muito séria e as pessoas precisam saber disso. O Cerrado é o berço das águas e a cada ano aumenta a nossa cota de sacrifício para permanecer aqui. Percebemos que, por causa do clima, vai ficando tudo mais difícil. Não dá para viver sem nossas árvores, mas só quem vive nessa região sabe o valor de preservar tudo isso”, desabafa.

 

Seca e desertificação no mundo

Segundo a ONU, quase três quartos das terras sem gelo da Terra foram alteradas pela ação humana para atender a uma demanda cada vez maior por alimentos, matérias-primas, estradas e casas. Nesse processo, algumas áreas foram muito danificadas e investir na sua recuperação reforça as defesas da natureza contra desastres e eventos climáticos extremos, como incêndios florestais, secas, inundações e tempestades de areia e poeira. 

Mais recentemente, a Plataforma Intergovernamental de Políticas Científicas sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos estimou que a degradação do solo reduziu a produtividade de 23% da superfície global da terra, grande parte disso em ecossistemas de pastagens. Da mesma forma, o Global Land Outlook da UNCCD estimou que 1,3 bilhão de pessoas vivem em terras agrícolas degradadas. 

Restaurar paisagens naturais também reduz o contato próximo entre a vida selvagem e os assentamentos humanos, criando uma proteção natural contra doenças zoonóticas, como a Covid-19.  “Se os países conseguirem restaurar os quase 800 milhões de hectares de terras degradadas que se comprometeram a restaurar até 2030, podemos proteger a humanidade e nosso planeta do perigo que se aproxima ”, declarou Ibrahim Thiaw, Secretário Executivo da Convenção da ONU para o Combate à Desertificação.

 

Queimadas e desmatamento no Cerrado brasileiro

       Houve um aumento de 87% no número de focos de incêndios entre 1 e 31 de maio deste ano em relação ao ano passado (2.649 focos de queimadas contra 1.481).

       Quando falamos de desmatamento, a aceleração foi ainda maior: entre 1 e 27 de maio, foram desmatados 870 km2, um aumento de 142% em comparação aos 360 km2 registrados no mesmo período em 2020.

       Entre 1 de janeiro e 27 de maio foram destruídos 2.065 km2 de Cerrado contra 1.685 km2 no mesmo período do ano passado - um aumento de 22%.

       No acumulado de agosto do ano passado até o fim de maio, o Cerrado perdeu 3.868 km2 de áreas naturais, um aumento de 30% em comparação ao mesmo período em 2020, quando foram desmatados 2.981km2.


Saiba como os impostos municipais podem impactar no seu negócio

Especialistas da Express CTB explicam o porquê, para que e para quem os impostos são pagos.

 

Já é mais que um fato que o Brasil possui uma das maiores taxas tributárias do mundo e que elas representam 38% da economia total do país.  

Os tributos estão presentes diariamente em tudo que compramos e consumimos, sendo divididos em: impostos, contribuições de melhorias e taxas.


Mas afinal, o que é imposto?

O 16° artigo do CTN (Código Tributário Nacional) define imposto como: “tributo cuja obrigação tem por fato gerador uma situação independente de qualquer atividade estatal específica, relativa ao contribuinte”.

Ou seja, o imposto é uma espécie de investimento obrigatório ao Estado, pois independe da vontade do contribuinte.


Como funciona, para que serve e para quem os impostos são destinados?

Funciona da seguinte maneira: você paga periodicamente uma quantia definida de acordo com o que está consumindo/comprando/vendendo, e parte desse dinheiro é destinada ao Estado para a manutenção e melhoria de serviços básicos como: saúde, educação, transporte público, segurança, etc.

De acordo com Lisiane Queiroga, coordenadora fiscal da Express CTB – accountech de contabilidade “Como se trata de um tributo obrigatório, o não pagamento dos seus impostos ou a sonegação dos mesmos (ato de omitir informações rentáveis ao governo para não pagar tantos impostos quanto deveria) são crimes e podem gerar desde multas até diversas punições legais”.

Assim como a divisão dos três níveis de governo no Brasil, os impostos são divididos em: federais, estaduais e municipais. Sendo os principais:


Federais:

  • COFINS: Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social.
  • CIDE-combustíveis: Contribuição de intervenção no domínio econômico incidente sobre as operações realizadas com combustíveis
  • CSLL: Contribuição Social sobre o Lucro Líquido
  • ITR: Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural
  • II: Imposto sobre importação.
  • IOF: Imposto sobre operações financeiras.
  • IPI: Imposto sobre produtos industrializados.
  • IRPJ: Imposto de renda de pessoas jurídicas.
  • IRPF: Imposto de renda de pessoas físicas.


Estaduais:

  • ICMS: Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação.
  • IPVA: Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores.
  • ITCMD: Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação


Por fim, os municipais:

  • IPTU: Imposto Predial e Territorial Urbano.
  • ISS: Imposto Sobre Serviços.
  • ITBI: Imposto de Transmissão de Bens Imóveis.

Especialistas da Express CTB explicam como os impostos especificamente municipais podem afetar o seu negócio:

  1. IPTU


Sobre o que incide?

O Imposto Predial e Territorial Urbano incide sobre propriedades e construções no meio urbano.


Como funciona?

É cobrado de forma anual, e os proprietários das respectivas construções (residências, prédios e imóveis comerciais) podem pagar o valor à vista ou parcelado. Além disso, o IPTU é pago de acordo com a quantidade de propriedades existentes e registradas em um mesmo nome. Logo, quanto mais propriedades registradas em seu nome, mais IPTU você pagará.

“Em casos de aluguel, a responsabilidade de pagamento deve ser acordada no contrato. Entretanto, como é um imposto sobre o proprietário, a obrigação em casos de desacordo acaba sendo sempre do dono”, explica a coordenadora.


Como é calculado?

O valor do IPTU é definido a partir do valor venal (avaliação de quanto vale o seu imóvel perante o poder público), sendo reajustado anualmente a depender da valorização ou desvalorização do seu imóvel.

Importante lembrar que podem acontecer acréscimos e descontos significativos, ainda assim existindo limites para o aumento do valor.

Além disso, mudanças nas legislações municipais também acarretam mudanças no valor final do seu IPTU.


Como o IPTU pode afetar o seu negócio?

Empresarialmente falando, o IPTU serve para sinalizar a regularização do imóvel da sua empresa e a verificação de unicidade da mesma (ou seja, para analisar se não há outra empresa no mesmo local).

Além disso, ele também é necessário para a realização de inscrições municipais, estaduais e liberação de alvarás, representando grande importância nos processos financeiros, administrativos e burocráticos.

E, ao pensar nas consequências que esse imposto pode gerar para o seu negócio, é importante se ater a seguinte questão:

O tipo de imóvel em que o seu negócio está inserido: ele pertence a você ou a outra pessoa?

Se for a você, é importante manter todos os pagamentos em dia e quitar todos aqueles que estiverem pendentes.

Em caso de atrasos, o seu nome fica sujo e o seu imóvel passa a ser irregular. Com o seu nome sujo, haverá complicações no CNPJ e vários processos de extrema importância serão impedidos, impossibilitando até mesmo a continuação da sua posse empresarial.

Já a irregularidade do imóvel gera multas e impedimentos de reforma, negociações e vendas.

Além disso, também há a possibilidade de seus bens serem penhorados para a quitação das dívidas a partir da venda dos mesmos em leilões.

Ou seja, é fundamental estar com o seu IPTU em dia, e se o imóvel não for de sua propriedade, é muito importante escolher um imóvel regular para a locação do seu negócio.

Caso isso não seja possível, é viável negociar a quitação das dívidas com o proprietário em questão, assegurando o pagamento regular nos anos seguintes.


  1. ISS

Sobre o que incide?

O imposto sobre serviços incide sobre a prestação de serviços empresariais ou de profissionais autônomos.


Como funciona?

O ISS apresenta diferentes modalidades de pagamento a depender do tipo de empresa que você possui.

Autônomos: pagam ISS apenas ao realizar um serviço, e o pagamento é realizado a partir da emissão de notas fiscais na prefeitura.

Microempreendedores individuais: pagam mensalmente a quantia de R$52,25, e esse valor mensal é reajustado anualmente.

Empresas as quais optam pelo lucro real ou lucro presumido: o pagamento é feito individualmente a cada serviço prestado, e os valores dependem das regras dos municípios, variando de cidade para cidade.

Empresas as quais optam pelo regime do simples: O ISS é recolhido com outros tributos no DAS, utilizando uma alíquota única calculada anualmente com base na sua receita.


Como é calculado?

O cálculo é feito a partir da alíquota, a qual é definida por cada município e costuma variar entre 2% a 5%, porcentagem essa que será aplicada em cima do valor total do serviço prestado.  


Como o ISS pode afetar o seu negócio?

O não pagamento desse imposto gera multa e consequente incisão de juro de mora.

Por isso, mantenha-o sempre em dia, evitando possíveis inadimplências as quais podem ser responsáveis pelo fechamento do seu negócio.


  1. ITBI

Sobre o que incide?

O Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis incide sobre a transmissão de bens imóveis por ato oneroso.


Como funciona?

Sempre que há a venda ou a compra de um imóvel, fica sob responsabilidade do comprador pagar esse tributo. Entretanto, o vendedor também pode optar pela realização do pagamento, e esse acordo deverá constar em contratos.

Além do mais, é importante se ater à legislação individual do município em que o imóvel está inserido. Geralmente, o vencimento do pagamento do imposto é de 30 dias após a negociação.


Como é calculado?

Assim como no IPTU, o preço é calculado a partir do valor venal do imóvel, e não do valor de negociação.

Assim sendo, uma alíquota é aplicada sobre o preço do valor venal, e essa alíquota também irá depender da legislação municipal, podendo variar entre 2% e 3%.


Como o ITBI pode afetar o seu negócio?

Para a realização da escritura do imóvel, a quitação deste imposto é necessária.

Ou seja, sem o pagamento do mesmo, não é possível realizar a compra de forma legal, e o seu negócio fica como posse de outra pessoa. 

Por isso, ao realizar compra de imóveis comerciais, não hesite em pagar esse imposto.

Agora que você já entende o que é imposto, quais os existentes, e como os municipais podem afetar o seu negócio, basta reconhecer a importância de estar em dia com essas pendências tributárias sempre que possível. Para tornar tudo isso mais fácil, conte sempre com uma boa equipe de contadores.

 

O CEO da Express Ctb, João Esposito, alerta: “Cada Estado e/ou Cidade tem suas particularidades. Dessa forma, ao abrir um negócio, é importante avaliar quais impostos e taxas são obrigatórias em cada localidade para começar com o pé direito”.

 


Express CTB

www.expressctb.com.br


Alemanha oferece bolsa de estudos de até 2.770 euros mensais para jovens brasileiros

As inscrições para a Bolsa Chanceler Alemã para Futuros Líderes já estão abertas e vão até o dia 15 de outubro. O programa é uma oportunidade única para jovens talentos brasileiros, que, além de impulsionarem suas carreiras, recebem incentivo financeiro para capacitação profissional e pessoal na Alemanha.

No dia 29 de junho, às 10h, a Dra. Sara ten Brinke, do Departamento de Seleção da Fundação Alexander von Humboldt, e o Dr. Christian Roschmann, membro do comitê de seleção do programa, participarão de uma live no YouTube da Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo para apresentar mais detalhes sobre a iniciativa e esclarecer as principais dúvidas sobre o processo de seleção. Mariana Morais e Ramon Rodrigues (alumni do programa) também participarão compartilhando suas experiências. A live acontecerá em inglês. Os interessados podem se inscrever clicando aqui


Sobre a Bolsa Chanceler Alemã para Futuros Líderes:

O programa German Chancellor Fellowship, da Fundação Alexander von Humboldt (AvH), é destinado a jovens pesquisadores e concede anualmente até 60 bolsas de estudos para jovens líderes do Brasil, da China, da Rússia, da Índia, dos Estados Unidos e da África do Sul.

A iniciativa concede aos selecionados a oportunidade de realizarem um projeto de pesquisa sobre questões mundiais como convidados em cooperação com uma instituição-anfitriã da Alemanha. Com apoio do anfitrião, os bolsistas têm um ano para se concentrarem em seus objetos de estudo, que podem compreender áreas como Política, Economia, Mídia, Administração ou Cultura.

O projeto conta com o patrocínio da Chanceler da República Federal da Alemanha, possibilitando, assim, a oportunidade única aos bolsistas de apresentarem o resultado de seus projetos pessoalmente a Chanceler Alemã Angela Merkel.

Além de uma bolsa mensal de até 2.770 euros (de acordo com a formação e nível de carreira do participante), o programa oferece ainda aos selecionados um curso intensivo de alemão antes do início do programa e financiamento para cursos de alemão durante o projeto; apoio individual durante a estadia na Alemanha e apoio financeiro adicional para que membros da família acompanhem o participante; entre outros benefícios.

Para se candidatar os interessados devem possuir formação superior completa, fluência em inglês ou em alemão e ter concluído seu primeiro grau acadêmico (bacharelado) há não mais do que doze anos. Também é obrigatória a apresentação de uma carta de recomendação de um mentor para a pesquisa.

Todos os requisitos podem ser conferidos no site da Fundação Alexander von Humboldt.

 

Pesquisa IBM: Confiança digital induzida pela pandemia cria efeitos colaterais persistentes na segurança

 • As pessoas criaram em média 17 novas contas durante a pandemia, de acordo com a pesquisa, e 82% das senhas são reutilizadas em várias de suas contas.

• 40% dos brasileiros pesquisados com menos de 35 anos e os millennials (41%) preferem fazer pedidos através de um aplicativo ou website potencialmente inseguro em vez de ter que ligar ou visitar um lugar pessoalmente


 A IBM Security anunciou hoje os resultados de uma pesquisa global examinando os comportamentos digitais do consumidor durante a pandemia, bem como o impacto potencial que eles podem ter sobre a segurança cibernética no longo prazo. Com uma sociedade cada vez mais acostumada ao digital como primeiro canal de interação, o estudo revelou que, entre as pessoas pesquisadas, a preferência por conveniência muitas vezes supera as preocupações com a segurança e a privacidade, o que leva à escolha de senhas inseguras e de outros comportamentos relacionados à segurança cibernética.

A abordagem frouxa dos consumidores em relação à segurança, combinada com a rápida transformação digital por parte das empresas durante a pandemia, pode aumentar o 'arsenal' disponível para que os atacantes espalhem ataques cibernéticos através das indústrias - de ransomware a roubo de dados. De acordo com o IBM Security X-Force, os maus hábitos de segurança pessoal também poderiam ser adotados no local de trabalho, o que pode levar a incidentes de segurança dispendiosos para as organizações, com credenciais de usuário comprometidas que representaram uma das principais fontes de ataques cibernéticos em 2020¹.

A pesquisa global², com 22 mil pessoas em 22 mercados, foi conduzida pela Morning Consult em nome da IBM Security e identificou os seguintes efeitos da pandemia sobre os comportamentos de segurança do consumidor:

• Boom digital durará mais do que os protocolos da Pandemia: os indivíduos pesquisados no Brasil criaram em média 17 novas contas online durante a pandemia, fazendo parte das bilhões de novas contas digitais ao redor do mundo. Com 45% reportando que não planejam deletar ou desativar essas novas contas, os consumidores terão uma pegada digital maior nos próximos anos, aumentando muito a superfície de ataque para os cibercriminosos.

• Sobrecarga de contas levou à fadiga de senhas: o aumento na quantidade de contas digitais levou a comportamentos frouxos de senha entre as pessoas pesquisadas, com 82% dos respondentes admitindo que reutilizam credenciais pelo menos algumas vezes. Isso significa que muitas das novas contas criadas durante a pandemia provavelmente se basearam na reutilização de combinação de email e senha, que já poderiam ter sido expostos por meio de brechas de dados durante a última década.

• A conveniência frequentemente superou a segurança e a privacidade: 40% dos brasileiros pesquisados abaixo dos 35 anos e os millennials (41%) preferem fazer um pedido usando um aplicativo ou site potencialmente inseguro em vez de ligar ou visitar um local pessoalmente. Com estes usuários mais propensos a ignorar as preocupações de segurança pela conveniência dos pedidos digitais, é provável que o peso da segurança para evitar fraudes recaia ainda mais sobre as empresas que prestam esses serviços.

À medida que os consumidores se tornam ainda mais inclinados às interações digitais, esses comportamentos também têm o potencial de estimular a adoção de tecnologias emergentes em uma variedade de configurações - desde telemedicina até identidade digital³.

"A pandemia tem causado um aumento de novas contas online, mas a crescente preferência da sociedade pela conveniência digital pode ter um custo para a segurança e privacidade de dados", disse Charles Henderson, Parceiro de Gerenciamento Global e Head da IBM Security X-Force. "As organizações devem agora considerar os efeitos dessa dependência digital em seu perfil de risco de segurança. Com as senhas se tornando cada vez menos confiáveis, uma forma como as organizações podem se adaptar, além da autenticação de múltiplos fatores, é optar por uma abordagem de 'confiança zero': aplicar inteligência artificial e analítica avançada em todo o processo para detectar ameaças potenciais, em vez de assumir que um usuário é confiável após a autenticação."

Consumidores reportam expectativas altas de facilidade de acesso

A pesquisa mostrou uma variedade de comportamentos de consumo que afetam o cenário de cibersegurança atual e futuro. À medida que as pessoas aproveitam mais as interações digitais em mais áreas de suas vidas, a pesquisa Security descobriu que muitos também têm expectativas maiores de facilidade de acesso e uso.

• Regra dos 5 minutos: de acordo com a pesquisa, dois terços dos pesquisados no Brasil (63%) esperam gastar menos do que 5 minutos para configurar uma nova conta digital.

• Em três strikes, você está fora: globalmente, os entrevistados fariam de 3 a 4 logins antes de redefinir sua senha. Essas reconfigurações não só custam dinheiro às empresas, mas também podem representar ameaças de segurança se forem usadas em combinação com uma conta de e-mail já comprometida.

• Comprometidos com a memória: 43% dos respondentes armazenam suas informações de contas online na memória (método mais comum), enquanto 27% escrevem essas informações em um papel.

• Autenticação de múltiplos fatores: enquanto a reutilização de senhas é um problema crescente, adicionar um fator adicional de verificação para transações de alto risco pode ajudar a reduzir o risco de contas comprometidas. A pesquisa revelou que cerca de dois terços das pessoas pesquisadas globalmente utilizaram a autenticação de múltiplos fatores nas semanas anteriores à pesquisa.


Mergulhando fundo na área de saúde digital

Durante a pandemia, os canais digitais tornaram-se um componente crucial na abordagem das demandas massivas para vacinas, testes e tratamento de COVID-19. A adoção de uma grande variedade de canais digitais para os serviços relacionados ao COVID-19 pelos consumidores pode estimular uma maior interação digital com os provedores de saúde no futuro ao reduzir a barreira de entrada para novos usuários, de acordo com uma análise da IBM Security[4]. De acordo com a pesquisa:

• Os consumidores se engajaram com serviços relacionados à pandemia[5] através de algum canal digital (web, aplicativos móveis, e-mail e mensagens de texto)

• Enquanto os websites/web app foram os métodos mais comuns de engajamento digital, os aplicativos móveis também receberam um uso significativo, principalmente entre as pessoas com 18 a 34 anos.

À medida que os provedores de saúde se movem em direção à telemedicina, vai se tornar cada vez mais importante que seus protocolos de segurança sejam projetados para lidar com essa mudança, desde manter os sistemas de computadores críticos online até proteger dados confidenciais do paciente e cumprir continuamente as regulamentações. Isso inclui a segmentação de dados e a implementação de controles rigorosos para que os usuários possam acessar apenas sistemas e dados específicos, limitando o impacto de um eventual engajamento de uma conta ou dispositivo. Para se preparar para uma eventualidade caso os ataques de ransomware e extorsão ocorram, os dados do paciente devem ser criptografados, de preferência em todos os momentos, com backups confiáveis para que os sistemas e dados possam ser rapidamente restaurados com o mínimo de interrupção.


Pavimentando o caminho para as credenciais digitais

O conceito de passaportes digitais de saúde, ou os chamados passaportes de vacina, introduz os consumidores em um caso de uso real das credenciais digitais, que oferecem uma abordagem baseada em tecnologia para verificar aspectos específicos da nossa identidade. De acordo com a pesquisa, 69% dos adultos dizem que estão familiarizados com o conceito de credenciais digitais e 83% provavelmente as adotaria caso se tornassem comumente aceitáveis.

A exposição à ideia de uma verificação de identidade digitalizada durante a pandemia pode ajudar a impulsionar uma adoção mais ampla de sistemas de identidade digital modernizados, que poderiam substituir potencialmente a necessidade de meios tradicionais de identificação, como passaportes e carteiras de motorista, dando aos consumidores uma forma de fornecer informações limitadas e necessárias para uma transação específica. Embora o uso de uma identidade digital também tenha o potencial de criar um modelo sustentável para o futuro, medidas de segurança e privacidade devem ser colocadas em prática para proteger contra a falsificação. Isso requer o uso de recursos de soluções blockchain, para verificar e fornecer a capacidade de atualizar essas credenciais caso estejam comprometidas.


Como as organizações podem se adaptar à mudança no panorama de segurança do consumidor

As empresas que se tornaram cada vez mais dependentes de uma interação digital com os consumidores devido à pandemia devem considerar o impacto que isso tem em seus perfis de risco de cibersegurança. À luz das mudanças de comportamentos e preferências dos consumidores em relação à conveniência digital, IBM Security sugere que as organizações considerem as seguintes recomendações de segurança:

• Abordagem confiança zero: tendo em vista o aumento dos riscos, as empresas devem considerar evoluir para uma abordagem de segurança de "confiança zero", que opera sob a suposição de que uma identidade autenticada, ou a própria rede, já pode estar comprometida e, por isso, valida continuamente as condições de conexão entre usuários, dados e recursos, para determinar a autorização e a necessidade de acessar as informações. Essa abordagem exige que as empresas unifiquem seus dados de segurança e foco, com o objetivo de englobar o contexto de segurança em torno de cada usuário, de cada dispositivo e de cada interação.

• Modernizando o IAM do consumidor: para as empresas que querem continuar alavancando os canais digitais para interação com o consumidor, é importante fornecer um processo de autenticação contínua. Investir em uma estratégia modernizada de Gestão de Identidade e Acesso do Consumidor (CIAM) pode ajudar as empresas a aumentar a interação digital, proporcionando uma experiência de usuário sem atrito em diferentes plataformas digitais e usando analítica comportamental para ajudar a diminuir o risco do uso fraudulento de contas.

• Proteção de dados e privacidade: ter mais usuários digitais significa que as empresas também terão mais dados sensíveis dos consumidores para proteger. Considerando que os vazamentos de dados custam em média US 3,86 milhões às empresas estudadas[6], as organizações devem implementar fortes controles de segurança de dados para proteger contra o acesso não autorizado, desde o monitoramento de dados para detectar atividades suspeitas até criptografar dados sensíveis onde quer que estejam. As empresas devem também implementar políticas de privacidade corretas em sua infraestrutura local e em nuvem para ajudar manter a confiança do consumidor.

• Colocar a segurança em teste: com o uso e a dependência das plataformas digitais mudando rapidamente, as empresas devem considerar a realização de testes dedicados para verificar se as estratégias de segurança e tecnologias em que antes confiavam permanecem válidas neste novo cenário. Reavaliar a eficácia dos planos de resposta a incidentes e das aplicações de teste para vulnerabilidades de segurança são componentes importantes deste processo.

¹IBM X-Force Threat Index 2021: Credenciais de usuários comprometidas foram o terceiro vetor de ataque inicial para ataques cibernéticos em 2020, respondendo por 18% dos incidentes reportados.
²A Morning Consult realizou uma pesquisa global encomendada pela IBM em março de 2021. O estudo foi realizado entre 22.000 adultos em 22 mercados.
³Previsão baseada em insights da IBM Security

[4] Previsão baseada em insights da IBM Security
[5] Inclui alívio financeiro, testes, tratamento e vacinas de COVID-19

[6] Pesquisa Cost of Data Breach 2020, um estudo de referência realizado pelo Ponemon Institute, analisado e patrocinado por IBM Security

 

Para visualizar o relatório completo, por favor visite: https://ibm.biz/IBMSecurity_ConsumerSurvey

 


Metodologia do relatório: Uma pesquisa global foi conduzida pela Morning Consult em nome da IBM em março de 2021. O estudo foi conduzido entre 22 mil adultos em 22 mercados (1.000 respondentes por mercado), incluindo Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, França, Alemanha, Índia, Itália, Japão, México, Peru, Singapura, Coreia do Sul, Espanha, Reino Unido, Estados Unidos, Oriente Médio, Europa Central e Oriental, Países Nórdicos e BNL (Bélgica, Holanda e Luxemburgo).

 

IBM Security

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De 23 países, Brasil é o 3º mais favorável à recepção de refugiados, mostra pesquisa Ipsos

Levantamento apontou que mais da metade das pessoas no mundo desconfia que refugiados migram em busca de assistencialismo



No próximo dia 20 de junho comemora-se mundialmente o Dia do Refugiado e a Ipsos realizou uma pesquisa com 28 nações para avaliar como esse grupo é visto pela sociedade. No Brasil, 78% dos entrevistados concordam que, para fugir de guerras e perseguições, pessoas devem poder buscar refúgio em outros países, inclusive em terras brasileiras. Por outro lado, 16% discordam e 6% não souberam responder.

Empatado com a Holanda (78%), o Brasil é o terceiro país que mais apoia a recepção de refugiados, atrás apenas da Argentina e da Itália (ambas com 79%). Globalmente, o percentual que concorda que pessoas em situação de perigo devem poder refugiar-se em outros países é de 70%. Os países com menor endosso ao acolhimento de refugiados são Coreia do Sul (51%), Arábia Saudita (63%), Hungria (63%) e China (63%).

Apesar de os brasileiros apresentarem um alto índice de apoio aos refugiados, 42% dos respondentes no Brasil acham que, no momento atual, as fronteiras do país deveriam ser totalmente fechadas para pessoas refugiadas. 52% discordam e 6% não souberam responder.

Entre as 28 nações analisadas, as que mais acreditam que as fronteiras de seu país deveriam ser fechadas no momento atual são a Malásia (82%), a Turquia (75%) e a Índia (69%). Em contrapartida, poloneses (34%), japoneses (38%) e estadunidenses (41%) são os que menos concordam com o fechamento de fronteiras. A média global é de 50% de concordância.


Desconfiança

Globalmente, 6 em cada 10 entrevistados acreditam que a maioria dos estrangeiros que desejam ingressar em seu país como refugiados não são realmente refugiados, e sim pessoas que querem entrar por razões econômicas ou para tirar vantagem dos serviços de assistencialismo oferecidos pelo governo.

As nações que mais desconfiam das intenções dos refugiados são a Turquia (81%), a Malásia (76%) e a Rússia (75%). Por outro lado, nos Estados Unidos (49%), Japão (50%) e Canadá (52%), o índice de desconfiança é mais baixo. No Brasil, o percentual de respondentes que acha que as pessoas desejam entrar no país por interesses escusos é de 53%.

Além disso, 3 em cada 10 brasileiros (31%) acham que o governo do Brasil deveria diminuir os gastos de apoio aos refugiados em decorrência da crise de Covid-19. 18% acham que os gastos deveriam aumentar, 38% acreditam que deveriam se manter os mesmos de antes da crise sanitária mundial e 13% não responderam. Na média global, 37% dos entrevistados creem que seus países deveriam diminuir os gastos com pessoas refugiadas.

A pesquisa on-line foi realizada em 28 países com 19.510 entrevistados – sendo mil brasileiros – com idades entre 16 e 74 anos. Os dados foram colhidos entre os dias 21 de maio e 04 de junho de 2021 e a margem de erro para o Brasil é de 3,5 pontos percentuais.

 


Ipsos

www.ipsos.com/pt-br


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