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segunda-feira, 12 de agosto de 2019

TSE estreia série de vídeos com temas relativos às Eleições Municipais de 2020


Materiais serão veiculados nas redes sociais do Tribunal e na TV Justiça


A partir desta segunda-feira (12), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulga em suas redes sociais – YouTube, Facebook, Instagram e Twitter – uma série de vídeos sobre as Eleições Municipais de 2020. Os materiais, produzidos pelo Núcleo de TV do TSE, também serão veiculados durante a programação da TV Justiça.

O objetivo da série é explicar o funcionamento do processo eleitoral aos cidadãos e esclarecer quais são as atribuições dos cargos que estarão em disputa no pleito do próximo ano: vereador, prefeito e vice-prefeito.

Além disso, os materiais esclarecem as diferenças entre eleições municipais e gerais, destacando a importância de o eleitor fiscalizar os candidatos que serão escolhidos para seus municípios, afinal, os eleitos se tornam representantes da sociedade na administração pública e no parlamento.

Há também conteúdo alertando sobre a necessidade de regularização da situação eleitoral para aqueles que precisam de serviços como alteração de domicílio, transferência para uma seção adaptada ou alteração nos dados cadastrais, bem com para sanar pendências com a Justiça Eleitoral. Quem for tirar o título de eleitor também tem de ficar atento ao prazo que se encerra em maio do ano que vem.

Ao todo, são cinco vídeos de aproximadamente 1 minuto e 30 segundos cada. A publicação de um novo material ocorrerá sempre às segundas-feiras.

Confira o video da série Eleições Municipais 2020.



JP/LC, DM


Profissionais buscam segunda graduação a distância para impulsionar carreira



Com o mercado de trabalho mais exigente, busca por mais uma formação auxilia a se destacar entre outros profissionais; flexibilidade de horários de EAD é um atrativo para esse público


Dentre os 13 milhões de desempregados brasileiros, 10,4% possuem ensino superior – é o que mostra a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) referente ao primeiro trimestre de 2019, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A competitividade do mercado de trabalho faz com que profissionais formados busquem uma segunda graduação para incrementar o currículo ou até mesmo mudar de carreira. Para esse público, o ensino a distância torna-se um facilitador, pois permite que mantenham-se trabalhando enquanto estudam.

“Fazer uma segunda graduação a distância é o melhor caminho para quem possui atividades profissionais e vida familiar agitadas, sem condições de frequentar uma sala de aula presencialmente. A flexibilidade dos cursos a distância permite uma autonomia considerável na organização da rotina de estudos”, diz o reitor do Centro Universitário Internacional Uninter, Benhur Gaio.

Na instituição, em 2019, 21% dos ingressantes estão realizando uma segunda graduação. Os cursos mais buscados são licenciatura em Pedagogia, licenciatura em Letras e bacharelado em Educação Física. Além da maior autonomia para estudar, aqueles que já são graduados têm outras vantagens, como a facilidade de ingresso – que não exige prova no vestibular – e equivalência de disciplinas, que pode reduzir o tempo total para concluir o curso.


Mercado de trabalho exigente

Além da mudança total de carreira, a segunda graduação pode vir como forma a complementar a formação de um profissional. Por exemplo, um graduado em Engenharia Elétrica pode realizar Engenharia da Computação para destacar-se com seu conhecimento de automação. Por sua vez, um licenciado em qualquer área pode fazer Pedagogia para aumentar seu conhecimento sobre educação.
Esse último caso descreve histórias como a de Sweder Souza, professor licenciado em Letras Português-Inglês que decidiu fazer uma segunda licenciatura em Pedagogia. “Nós vemos pouco sobre educação no curso de Letras. Quis estudar Pedagogia para ampliar minha área de atuação, para ter mais oportunidades profissionais e também para crescer na carreira acadêmica”, diz.

Gaio reafirma que a segunda graduação impulsiona profissionais como Souza no mercado de trabalho. “As áreas de contratações das empresas estão cada vez mais exigentes com as competências dos candidatos. A segunda graduação é uma excelente forma de se destacar, pois mostra que o profissional é versátil e tem conhecimentos diversificados”, coloca.

A rotina do professor é dinâmica, pois dá aulas de inglês em um cursinho, faz Mestrado em Estudos Linguísticos na Universidade Federal do Paraná e se dedica a trabalhos pontuais de redação e revisão de textos. “Eu não conseguiria fazer outra graduação na modalidade presencial, pois o horário em que dou aulas varia bastante. Então o EAD está sendo ótimo para mim e também me ajuda a pensar em formas de inovar minhas próprias aulas”, conta.




Grupo Uninter
uninter.com

Brasil terá que capacitar 10,5 milhões de trabalhadores para a indústria até 2023, aponta levantamento do SENAI


Mapa do Trabalho Industrial 2019-2023 mostra ainda que as áreas que mais vão demandar formação profissional são transversais, metalmecânica e construção, além das profissões ligadas à tecnologia


Levantamento do SENAI, divulgado nesta segunda-feira (12), projeta que o país terá de qualificar 10,5 milhões de trabalhadores em ocupações industriais de níveis superior, técnico, qualificação profissional e aperfeiçoamento até 2023. As vagas na indústria e também em outros setores vão demandar formação de profissionais nas áreas transversais (1,7 milhão), metalmecânica (1,6 milhão), construção (1,3 milhão), logística e transporte (1,2 milhão), alimentos (754 mil), informática (528 mil), eletroeletrônica (405 mil) e energia e telecomunicações (359 mil). Os profissionais com qualificação transversal são aqueles que trabalham em qualquer segmento, como profissionais de pesquisa e desenvolvimento, técnicos de controle da produção e desenhistas industriais. Os dados são da pesquisa Mapa do Trabalho Industrial 2019-2023.

Essa demanda por qualificação prevista pela instituição inclui, em sua maioria, o aperfeiçoamento de trabalhadores que já estão empregados. Caso da Rosiane Lucindro, de 24 anos, moradora de Belo Horizonte.

Apesar de trabalhar em uma empresa de engenharia, a jovem buscou se capacitar e fez o curso de técnico em edificações no SENAI. O objetivo de Rosiane ao se qualificar era se manter empregada e conseguir superar a concorrência de trabalhadores homens, maioria no setor em que atua. 

“Fiz o curso procurando melhorar profissionalmente, ganhar uma promoção. Nós mulheres, hoje em dia, estamos atrás de igualdade. Então, da mesma forma que homens são capazes de trabalhar em uma área da construção civil, a mulher igualmente consegue. Vejo em obras, no meu trabalho, que tem espaço”, afirmou.

Outro dado da pesquisa que chama a atenção é que os profissionais com formação técnica terão mais oportunidades em logística e transporte, área que exigirá a capacitação de 495.161 trabalhadores nos próximos cinco anos. Os interessados podem se inscrever, por exemplo, em cursos como gestão estratégica e planejamento em logística e condução de veículos de transporte coletivo de passageiros, ambos oferecidos pelo SENAI.


Tecnologia

Ainda segundo o Mapa do Trabalho Industrial 2019-2023, as profissões ligadas à tecnologia estão entre as que mais vão crescer nos próximos anos. Para o diretor de Operações do SENAI, Gustavo Leal, isso mostra a necessidade da ampliação de investimentos na área educacional.

“O mundo vive uma revolução da educação, no caso da indústria, estamos vivendo a Indústria 4.0, toda uma verdadeira revolução no perfil das pessoas para os próximos empregos que serão gerados dentro desse novo paradigma. 
Instituições como SENAI têm profundo impacto nesse processo”, analisa.

Para acompanhar essa demanda, a instituição lançou recentemente 11 cursos de aperfeiçoamento em tecnologias da Indústria 4.0, como ciber segurança e internet das coisas (Iot), além de oportunidades de qualificação em inteligência artificial e computação em nuvem.

O SENAI é a maior rede de apoio à capacitação tecnológica e à inovação do setor industrial. A entidade possui 541 unidades fixas e 452 móveis e está presente em 2.700 municípios do país.

Além de oferecer oportunidades de qualificação através de cursos em todos os níveis da educação profissional e tecnológica, a entidade administra também uma rede de 26 Institutos de Inovação e de 58 Institutos de Tecnologia espalhados por todas as regiões brasileiras.

Em 2018, o SENAI recebeu 2,3 milhões de matrículas de educação profissional e atendeu 19.749 indústrias com serviços técnicos e tecnológicos.




 

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