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terça-feira, 16 de julho de 2019

6 lugares para passear com o cachorro em São Paulo


Aplicativo DogHero selecionou alguns lugares da cidade que são ótimos para você colocar o seu filhote peludo para se exercitar


Sabe-se que atividade física feita com regularidade reduz a ansiedade do cachorro e, com isso, diversos problemas de comportamento, como o hábito de destruir objetos e latir em excesso. Além disso, o hábito ajuda o animal a se dar melhor com outros cães e pessoas. Isso acontece porque os ancestrais dos cachorros viviam em vida livre e podiam andar, correr e caçavam para se alimentar. Conforme ele foi sendo domesticado, o nível de atividade física diminuiu drasticamente. "O passeio é uma maneira muito legal de melhorar a saúde e a qualidade de vida do cachorrinho", afirma Fernando Gadotti, cofundador da DogHero, aplicativo que conecta quem tem cachorro a uma rede de passeadores e anfitriões que hospedam em casa.

Por entender a importância do passeio para a saúde dos cachorros, o app ampliou seu portfólio de serviços e lançou o serviço de passeios. "Sabemos que muitos cachorros precisam do passeio para gastar energia, fazer xixi e cocô ou mesmo ficar mais feliz e se exercitar. A vida corrida dos pais ou até mesmo limitações físicas prejudicam a rotina de passeios e é aí que a figura do passeador entra como solução", acrescenta.

Lançado há um ano, o serviço está disponível nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Brasília, Campinas, Osasco, Santo André, São Bernardo do Campo e São Caetano do Sul. Para estimular cada vez mais pais e mães de cachorro a se movimentarem com os seus filhotes peludos, a DogHero selecionou seis lugares em São Paulo que são perfeitos para passear com o cachorro. Confira abaixo quais são eles:


1 – Praça Buenos Aires

Localizada no bairro de Higienópolis, região oeste, a Praça Buenos Aires é quase um ponto de encontro dos moradores da região que possuem cães. Embora ocupe um quarteirão inteiro, a praça é uma área pequena se comparada com alguns parques da cidade. No entanto, essa diferença deixar o espaço mais intimista, perfeito para os cachorros mais tímidos e que não curtem muito dividir espaço. 


2 – Parque Villa-Lobos

Localizado no Alto de Pinheiros, zona oeste da cidade, o parque possui quadras, ciclovia, campos de futebol, playground, pista de corrida e uma imensa área verde na qual é possível fazer bastante exercício com o cachorro. O local é ótimo para socializar o cãozinho, já que ele certamente encontrará com diversos outros cães. 


3 – Parque do Ibirapuera

Outro espaço ótimo para socializar o seu filhote peludo. Localizado na zona sul da capital, o parque, o mais tradicional da cidade, possui uma ampla área verde perfeita para os cachorros poderem brincar, correr, passear e fazer novas amizades.


4 – Parque Trianon

Localizado em frente ao MASP, bem no meio da Avenida Paulista, um dos cartões-postais da cidade, o parque é uma ótima pedida para os pais e mães que querem que seu cachorro tenha contato direto com a natureza – no caso, a Mata Atlântica. Além de ser um local para passeio, o parque é uma excelente escolha para encontrar amigos e curtir uma manhã ou uma tarde. 


5 – Av. Paulista aos Domingos

Já que estamos falando da avenida mais famosa de São Paulo, não podemos deixar de fora da lista a Paulista Aberta, uma das iniciativas mais interessantes de ocupação da cidade, em funcionamento aos domingos e feriados, das 10h às 18h. Seu cãozinho certamente vai adorar cruzar a avenida, ouvindo todo tipo de música, farejando novos ares e fazendo amizade com outros cães.


6 - Pet park do Mooca Plaza Shopping

Localizado na zona leste da cidade, o pet park é um espaço gratuito de dois mil metros quadrados que oferece obstáculos, rampas, túneis, parede de escalada, escadas e bastões para cachorro nenhum botar defeito.


IMPORTANTE: em todos estes lugares, leve consigo uma sacolinha para recolher as fezes do seu filhote peludo, escolha fazer passeio em horários em que o sol não esteja muito forte (para evitar que ele queime as patinhas) e esteja sempre com água em mãos para mantê-lo hidratado durante todo o percurso. Para complementar o exercício do seu cãozinho, conte com o apoio dos passeadores da DogHero que estão totalmente preparados para atender aos clientes peludos.


Investimento em tecnologia de ponta é mais efetivo no controle de arboviroses no país


 Medidas paliativas não são suficientes para a erradicação por completo do Aedes aegypti no meio urbano; solução soma recursos estratégicos para o monitoramento de vetores e para a gestão da saúde pública
 
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a dengue é uma doença de grande impacto epidemiológico, apresentando-se como uma problemática crescente para a saúde pública. Segundo dados do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo, da Universidade de São Paulo (USP), nos últimos dois anos, o Brasil apresenta baixo indicador de casos de contaminação por dengue. Entretanto, a previsão para 2019 é de aumento nos números de casos, principalmente pela carência de medidas eficazes de combate ao mosquito Aedes aegypti.

“A dengue é endêmica no Brasil e em muitos municípios a doença passa por ciclos epidêmicos. Mas a situação da dengue ainda é complicada, pois não é toda a população que está imune aos quatro tipos de vírus da dengue (sorotipo 1, 2, 3 e 4) ”, afirma Ana Venturatto, analista sênior de Relacionamento com o Cliente da Ecovec, empresa responsável pelo desenvolvimento de soluções tecnológicas inovadoras de combate ao mosquito e controle de epidemias.

Com base nas informações do último Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), em outubro de 2018, cerca de 504 munícipios brasileiros apresentaram alto índice de infestação do mosquito, com possível risco de epidemias. Foram 5.538 munícipios analisados, isto é, 96,2% de todas as cidades do país. Além das cidades em risco de surtos epidémicos, o relatório apresenta outras 1.881 cidades que, atualmente, encontram-se em situação de alerta.


Cidades em situação de alerta e com risco de infestação

O último boletim publicado pelo Ministério da Saúde apresenta índices que indicam a real situação de cidades que podem ou não ter casos de proliferação do mosquito Aedes aegypti. Conforme os dados, as cidades de Manaus (AM), Recife (PE), Campo Grande (MS) e Juazeiro do Norte (CE) apresentam situação de alerta. O levantamento aponta também cidades com risco de epidemia pelo mosquito, entre ela, Palmas (TO), Boa Vista (RR) e Manhuaçu (MG).

O resultado indica a necessidade de investimentos em ações de combate ao mosquito, com o objetivo de reduzir casos de contaminação e óbitos por arboviroses. Em consonância com o plano de Estratégia Global para a prevenção e controle da dengue, 2012-2020, proposto pela OMS, as medidas de combate ao Aedes incluem vigilância efetiva de casos de contaminação, monitoramento do impacto de comportamentos sociais e rastreamento de populações de mosquitos em áreas de risco. O objetivo primordial da OMS é reduzir a carga da doença e o número de óbitos nas áreas de impacto.

“A prevenção é o melhor caminho. Reeducar a população e investir na educação em saúde são ações essenciais. Além disso, é necessário que os setores de vigilância em saúde sigam com a sua programação das metodologias do PNCD, como a visita casa a casa, LIRAa e o combate mecânico, biológico e/ou químico (esse em situações) ”, explica Ana Venturatto.


Inovação e tecnologia no combate ao Aedes aegypti

O ciclo de vida do mosquito é muito rápido, o que dificulta a erradicação por completo do Aedes aegypti no meio urbano. Dessa forma, é fundamental o desenvolvimento de ações de combate somadas a uma participação social efetiva, como o monitoramento por meio de armadilhas (mosquitrap, ovitrampa, larvitrampa etc). Assim, é possível averiguar se a efetividade das ações de prevenção e combate foram, de fato, efetivas.

“É necessário investir em ações preventivas a longo prazo. Os usos de químicos (larvicidas, fumacê) são medidas paliativas, ou seja, funcionam apenas para reduzir a população de mosquitos adultos naquele momento, não resolvendo a causa (disponibilidade de criadouros para mosquitos). É importante pensar em formas de prevenção que não sejam prejudiciais ao meio ambiente e à saúde da população”, complementa.

Uma iniciativa do Instituto de Ciências Biológicas (ICB) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) com a Ecovec soma tecnologia e ações preventivas para o combate à proliferação do mosquito. O MI-Aedes, agora em sua versão 2.0, apresenta produtos e serviços aplicados ao monitoramento e controle de vetores do mosquito Aedes. A solução permite o diagnóstico da circulação viral e de possíveis casos humanos, em tempo real. “O MI permite análises mais profundas sobre os mosquitos capturados e sobre as arboviroses. Atualmente, já é possível visualizar mapas sobre a circulação dos mosquitos Aedes albopictus e Culex spp., permitindo a identificação imediata de áreas infestadas”, afirma Lucas Zanandrez, analista pleno de Relacionamento com o Cliente da Ecovec.

Segundo Zanandrez, a tecnologia permite também a identificação de zonas de circulação do vírus em humanos, a análise de dados coletados e a identificação de possíveis “hotspots”, locais com infestações recorrentes. “Além de gerar economias nos locais onde há o MI Aedes (a plataforma tem o custo benefício de R$6 a cada R$1 investido), a solução permite identificar pontos de maior infestação, dessa forma, a tomada de decisão é mais eficaz e pode ser feita antes que esses focos se tornem criadores de mosquitos”, completa.


Cuidados com os olhos do pet devem ser intensificados no frio


Clima seco e baixa umidade aumentam a incidência de doenças oculares


O inverno está chegando e junto com o frio vem a necessidade de redobrar a atenção quanto à saúde dos olhos dos animais de companhia. O período de transição entre o fim do outono e a chegada de uma nova estação traz mudanças bruscas de temperatura. O tempo fica muito mais seco e, com a baixa umidade, aumentam as possibilidades de doenças relacionadas ao clima, como síndrome do olho seco e alergias oculares.

O cenário de temperaturas amenas e com baixa quantidade de chuva levam ao aumento da evaporação do filme lacrimal, responsável pela hidratação, proteção e nutrição do globo ocular. “Os olhos dos pets ficam menos lubrificados e mais expostos à poluição, que é o ambiente propício para o desenvolvimento de processos alérgicos e infecções oculares”, explica a médica-veterinária da UCBVET Saúde Animal, Mariana Castro Amâncio. 

Ela acrescenta que para evitar a evaporação do filme lacrimal alguns cuidados são indispensáveis, tais como ter sempre água limpa e fresca para o pet, evitar o uso excessivo de ar acondicionado e ventiladores, e manter os ambientes arejados e sem pó. Vale a pena apostar ainda em colírios que mimetizam a lágrima, garantindo proteção e hidratação do globo ocular.

Outros fatores podem diminuir também a produção de lágrima dos pets, como por exemplo, a administração de medicamentos simples e que costumam ser utilizados no dia a dia, como dipirona, anti-histamínicos, diuréticos, atropina e outros. Assim, o uso de colírios lacrimomiméticos também nesses casos é indispensável para o tratamento de doenças oculares.

Além de questões climáticas e do uso de alguns medicamentos, há ainda condições patológicos que levam à síndrome do olho seco. Animais atópicos (alérgicos), algumas patologias de pele, doenças autoimunes e pets com idades mais avançadas são algumas situações. Em todos esses casos um médico-veterinário deve ser consultado.


UCBVET traz solução para cuidados com os olhos   

Para o tratamento de doenças nos olhos, especialmente no período seco, a UCBVET oferece o Allequa, um colírio lacrimomimético que possui viscosidade ideal no tratamento do pet. O produto promove melhor cobertura do globo ocular, hidratando e evitando a evaporação do filme lacrimal. Ele alivia a irritação, o ardor e a secura ocular, e pode ser utilizado também na limpeza dos olhos antes e após o uso de colírios terapêuticos.  


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