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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Começa hoje Campanha Nacional de Multivacinação em São Paulo



Sábado (16) será o Dia "D" da Mobilização Nacional


         A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de São Paulo promove, a partir desta segunda-feira (11), a Campanha Nacional de Multivacinação para atualização da caderneta de vacinação da criança e do adolescente.

A vacinação será seletiva, ou seja, todas as crianças menores de 7 anos e crianças e adolescentes menores de 15 anos terão a situação vacinal avaliada e os que necessitarem serão encaminhados para a imunização, que é gratuita.

O objetivo da campanha é identificar os não vacinados e/ou completar esquemas de vacinação, visando atualizar a caderneta de vacinação do público-alvo, de acordo com o calendário vacinal. “A medida é fundamental para que possamos melhorar as coberturas vacinais e assim manter controladas, eliminadas ou erradicadas as doenças que podem ser prevenidas com vacinação. Além disso, a atualização da caderneta de vacinação protege contra muitas doenças que circulam no país e no mundo”, afirma a coordenadora de Imunização do município, Maria Lígia Ramos Nerger.

         Sábado (16) será o Dia da Mobilização Nacional. Na data, além da disponibilidade das vacinas nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) da cidade, outros locais como escolas, creches e igrejas irão vacinar neste dia. A ação ocorrerá, simultaneamente, em todo o território nacional.

         Nos dias úteis, as UBS aplicarão as vacinas durante o período de atendimento das unidades, das 7h às 19h. No sábado, os postos de vacinação atenderão das 8h às 17h. A campanha segue até o dia 22 de setembro.

         A relação dos postos pode ser consultada pelo telefone 156 ou no site www.prefeitura.sp.gov.br/covisa.

Vacinas que fazem parte do calendário das crianças e adolescentes: 


Ø  Crianças menores de 7 anos

·         BCG
·         Hepatite B
·         Pentavalente
·         Poliomielite (Vacina Inativada Poliomielite (VIP) e Vacina Oral Poliomielite (VOPb)
·         Rotavírus
·         Pneumocócica 10 Valente
·         Meningocócica C Conjugada
·         Sarampo, Caxumba e Rubéola (SCR)
·         Hepatite A
·         Tetraviral (SCR + Varicela)
·         Influenza


Ø  Crianças de 7 anos a adolescentes menores de 15 anos de idade

·         BCG
·         Hepatite B
·         SCR
·         Dupla adulto
·         Poliomielite (VIP)
·         HPV para meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos
·         Meningocócica C Conjugada para meninas e meninos de 12 a 13 anos de idade
·         Influenza






Avaliação vascular gratuita acontece no Parque Villa-Lobos





11º Dia Vascular de São Paulo conta com cirurgiões vasculares, residentes da especialidade, acadêmicos e alunos ligados à Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular – Regional São Paulo (SBACV-SP) que estarão à disposição das pessoas que passarem pelo local, esclarecendo dúvidas a respeito das doenças vasculares, formas de prevenção e tratamento



O Parque Villa-Lobos (SP) receberá no dia 17 de setembro, das 9 às 14 horas, o 11º Dia Vascular de São Paulo, ação de cidadania promovida pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular – Regional São Paulo (SBACV-SP), com o intuito de prestar serviço gratuito à população, por meio do atendimento individual, com informações a respeito das doenças vasculares, formas de prevenção e tratamento.

Tendas de apoio e uma carreta serão usadas para o atendimento, onde os médicos farão uma triagem das principais doenças venosas e arteriais periféricas e orientarão o público quanto aos sinais e sintomas dessas doenças, na intenção de que todos fiquem atentos aos perigos de alguns comportamentos de risco e as devidas precauções a serem tomadas. Também será realizado o exame Doppler de onda contínua, nos pacientes que apresentarem alguma alteração na triagem para doença obstrutiva periférica.

Na ocasião, haverá apresentação de vídeo sobre doença venosa e a exposição de banners explicativos sobre trombose venosa, doença arterial periférica, aneurisma de aorta e obstrução de artérias carótidas. Cartilhas com orientações serão distribuídas aos visitantes do parque, que também serão convidados para participarem de uma aula de aeróbica.

Segundo o presidente da SBACV-SP, Dr. Marcelo Fernando Matielo, “a ação, além de ser uma ótima oportunidade para prestação de serviço público, ainda auxilia para informar a população a respeito de quais são as doenças específicas que o angiologista e o cirurgião vascular tratam, e o porquê especialistas da área devem necessariamente ser escolhidos para esse tratamento”, explica.

O evento, que tem o patrocínio da Farmoquímica e da Kendall, conta com a contribuição de cirurgiões vasculares, residentes da especialidade, acadêmicos e alunos ligados à SBACV-SP.

Causas das doenças vasculares

Sedentarismo, excessos alimentares, cigarro, diabetes mal controlado, pressão alta e o estresse do dia a dia são exemplos de fatores que podem ser prejudiciais à circulação sanguínea dos indivíduos, com possíveis consequências sérias e até mesmo a amputação dos membros.

Hoje, aproximadamente 30% da população mundial apresentam varizes, alteração funcional da circulação venosa do organismo. Dores, sensação de peso e inchaço nas pernas são alguns dos indícios que podem indicar essa e outras doenças venosas.

”Como as doenças vasculares podem afligir tanto homens quanto mulheres, o dia 17 será um bom momento para aprender e repensar hábitos que podem garantir uma melhor qualidade de vida”, orienta o Dr. Matielo.




Serviço

11º Dia Vascular de São Paulo
Data: 17 de setembro
Horário: Das 9 às 14 horas
Local: Parque Villa-Lobos
Endereço: Av. Professor Fonseca Rodrigues, 1025 – Pinheiros, São Paulo (SP)
Informações: (11) 5087-4888 |secretaria@sbacvsp.org.br




Câncer de colo do útero: 90% dos casos da doença estão relacionados à incidência de HPV entre mulheres



Especialista do Centro Paulista de Oncologia (CPO) alerta sobre o aumento preocupante de tumores de colo do útero, neoplasia que mata anualmente cinco mil brasileiras; Diagnóstico precoce pode evitar em 80% dos casos os riscos de metástases e outras complicações pela doença 


De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o tumor de colo do útero atinge 16 mil mulheres no Brasil por ano, o que já faz dele o terceiro tipo de câncer mais prevalente entre a população feminina. A doença é silenciosa e, por isso, em cerca de 35% dos casos acaba levando à morte. A preocupação acerca dos crescentes índices da doença aumenta quando analisado o principal causador da condição: o contágio pelo chamado papilomavírus humano – conhecido como HPV.

Mais comum tipo de infecção sexualmente transmissível em todo o mundo, o vírus HPV atinge de forma massiva a população feminina. Segundo o Ministério da Saúde, 75% das brasileiras sexualmente ativas entrarão em contato com o HPV ao longo da vida, sendo que o ápice da transmissão do vírus se dá na faixa dos 25 anos. Após o contágio, ao menos 5% dessas brasileiras irá desenvolver câncer de colo do útero em um prazo de dois a dez anos, uma taxa que preocupa os especialistas.

"Atualmente possuímos uma alta incidência deste tipo de câncer no Brasil, sendo ele hoje considerado a quarta maior causa de morte entre as mulheres. Quando tomamos conhecimento do agente causador da doença, os dados são ainda mais alarmantes, pois 90% das mulheres acometidas com câncer de colo do útero têm o vírus HPV", revela o Dr. Daniel Gimenes, oncologista do Centro Paulista de Oncologia (CPO) – Grupo Oncoclínicas.

Segundo o médico, esse tipo de infecção genital é muito frequente, o que pode ocasionar alterações celulares no corpo da mulher, evoluindo para um tumor maligno. "A neoplasia é considerada um problema de saúde pública e o Ministério da Saúde desempenha um importante papel no controle dentro de seu Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) no Brasil, o que inclui a vacinação contra o HPV", complementa.

Para ele, a prevenção é um dos principais aliados no combate ao câncer de colo do útero. "A prevenção primária está diretamente relacionada à diminuição do risco de contágio pelo HPV, ou seja, para impedir o desenvolvimento do vírus é importante o uso da camisinha durante a relação sexual, além da vacina contra o vírus, que também é considerado um método efetivo de prevenção contra o câncer de colo do útero e outras infecções. A vacina é recomendada geralmente para mulheres que ainda não iniciaram a vida sexual".

Em complemento à prevenção primária, o médico destaca os exames periódicos para detecção da doença. "Quando diagnosticado precocemente é possível que haja uma redução de até 80% de mortalidade por este câncer. Falar de diagnóstico precoce é sempre importante, pois considerando que o tumor de colo do útero é uma doença com sintomas silenciosos, muitas vezes as mulheres perdem a chance de descobrir a condição ainda na fase inicial. O não diagnóstico precoce dificulta a eficácia do tratamento, por isso sempre aconselho as mulheres a realizarem os exames como o Papanicolau periodicamente", explica Dr. Daniel. 


Fique atento aos primeiros sinais

O tumor ocorre quando as células que compõem o colo uterino sofrem agressões causadas pelo HPV. Os primeiros sinais aparecem por meio de sangramento vaginal, seguido de corrimento e dor na pelve.

Quando a doença já se encontra em um estágio mais avançado, a mulher pode apresentar um quadro de anemia devido à perda de sangue, além de dores nas pernas, nas costas, problemas urinários ou intestinais e até perda de peso sem intenção. "Os sangramentos podem ocorrer durante a relação sexual, fora do período menstrual e em mulheres que já estão no período da menopausa", diz o oncologista.

Quando detectado, os procedimentos para o tratamento do câncer são cirurgia, radioterapia e/ou quimioterapia. "A cirurgia consiste na retirada do tumor e, em alguns casos, na retirada do útero, o que pode impossibilitar a mulher de engravidar. Os tratamentos de radioterapia e quimioterapia são indicados em estágios mais avançados da doença", finaliza o Dr. Daniel.





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