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sábado, 9 de setembro de 2017

Dor do Crescimento





Sintomas são comuns em crianças entre cinco e dez anos!
                                                                                                                                      
        
Muitas mães devem se identificar com o texto de hoje, pois é comum as crianças entre cinco e dez anos de idade apresentarem sintomas de dores em algumas partes do corpo sem ter sido acometido de qualquer tipo de lesão, pancada ou torções. Hoje falo sobre a dor do crescimento em crianças, as causas e tratamentos possíveis para minimizar os sintomas.


Entenda o que é a dor do crescimento:

O termo “dor do crescimento” é o nome dado aos sintomas de dores musculares e teve início na década de 30, quando os primeiros relatos começaram a ser registrados. Em geral, não tem motivo aparente, surge repentinamente, com maior ou menor intensidade, dentro da faixa etária de 5 a 10 anos e se concentra na região da coxa, panturrilhas e pés. As dores não comprometem as atividades comuns das crianças como, por exemplo, brincar, correr ou pular. Pode durar minutos ou horas e ocorrer em dias seguidos ou alternados. Não apresenta inchaço, lesões e ou febre, e não são diagnosticados por meio de exames laboratoriais e de imagem (raio X).

 


Sintomas:

A dor que a criança sente é real e são concentradas nos músculos e não nas articulações. Tem como característica principal ocorrer no final do dia e, até mesmo, acordar a criança no meio da noite provocando sofrimento e incomodo. Não tem relação com atividades físicas e pode acontecer em repouso. A criança, geralmente, tem condições favoráveis a saúde e não coincidem com doenças físicas.   


Causas:

Na literatura médica não consta estudos que comprovem que as dores são provocadas pelo crescimento, pois não coincidem com a fase do “estirão” ou crescimento acelerado de meninos e meninas, que surgem no período da puberdade (entre 10 e 15 anos).

Existe consenso entre médicos e a comunidade cientifica de que a dor do crescimento pode estar relacionada a questões emocionais como, por exemplo, a chegada de um novo irmão na família, afastamento da mãe que retorna ao mercado de trabalho, inicio de atividades escolares, assim como divergências comuns da idade. Há relatos de crianças que apresentam dores nos membros iguais aos seus pais na infância, ou seja, pode ser hereditário.




 Diagnóstico e Tratamento:

Embora não seja uma doença, as dores são reais e provocam inatividade física enquanto se manifestam nas crianças. É representada por dores similares as câimbras, peso nas pernas e inquietação muscular. O diagnóstico se dá por exclusão de causas e origens de problemas graves de saúde. Para isso, o médico avalia as condições gerais da criança com exame clínico (de toque e visual) e, se necessário, exames de imagem (raio x ou ressonância magnética). Depois de descartar todas as possibilidades de doenças reumáticas, vasculares, lesões ósseas, traumas e tumores, o diagnóstico é fechado e o tratamento indicado de acordo com cada caso.

Para amenizar as dores, também são recomendadas massagens locais, com ou sem a necessidade de pomadas, de acordo com as recomendações dos médicos. No entanto, se os sintomas e dores persistirem e alongar-se durante o dia todo, é importante que os pais fiquem atentos e busquem atendimento de pediatras para uma investigação minuciosa e indicação de especialistas.  
 




Recomendações:

Observe o quadro de dores da criança, a intensidade e periodicidade em que se apresenta;

Avalie se a criança praticou exercícios e ou esforços musculares além do recomendado ou apresenta sensibilidade maior a estímulos musculares;

Certifique-se de que não há situações emocionais que possam ter ocasionado episódios de dores, como mencionado anteriormente – situações de estresse, novos irmãos, medo, etc.

Se as dores persistirem por longos períodos, durante um dia inteiro ou mais, e impedir que a criança tenha suas atividades comuns realizadas, acenda o sinal de alerta e busque ajuda médica;

Quando a criança fica apática, prostrada e reclama de dores intensas, fale imediatamente com o pediatra de costume e procure o especialista;

Nunca automedique seu filho (a) sem a orientação de um profissional de saúde, isso pode colocá-lo em risco e comprometer a saúde da criança.






Dra. Priscila Zanotti Stagliorio - É médica pediatra há mais de dez anos, atua na zona norte de São Paulo, em consultório particular, no Pronto Socorro do Hospital São Camilo – unidade Santana, e na rede Dr. Consulta – unidades Tucuruvi e Santana. Em seu currículo possui diversas participações em congressos, cursos de especialização e atuações em prontos socorros, clinicas e ambulatórios médicos da grande São Paulo – Capital. Oferece curso personalizado para gestantes e mamães com recém-nascidos, com o objetivo de ajudá-las na mais importante missão de suas vidas: ser mãe. Para solicitar informações sobre os cursos escreva para:  priscilazs@yahoo.com.br / dicasdepediatraemae@gmail.com / contato@jcgcomunicacao.com - coloque no assunto a informação que deseja saber e ou solicitar. O consultório está localizado na Av. Leôncio de Magalhães, 395, Santana- SP / 11- 2977-8697.




O que os seus cabelos dizem sobre sua saúde



 Coceira, lesões no couro cabeludo, falhas, é hora de procurar um dermatologista.


Todos os dias ao acordar ou ao pentear os cabelos, é visível que alguns acabem caindo. Mas isso não é motivo para se desesperar, conforme explica a dermatologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, Dra Clarice Uchida. 
“Todos os dias nós perdemos entre 80 e 100 fios, isso ocorre porque a produção dos fios de cabelo segue um ciclo de crescimento. Esse ciclo é dividido em três fases: a fase de crescimento ativo, anágena, a fase de repouso, telógena, e a fase de queda, catágena”, comenta a médica. 

Segundo a dermatologista, a queda de cabelo é mais preocupante quando acompanhada de outros sintomas, como coceira, lesões no couro cabeludo, ou quando aparecem algumas falhas somente em algumas regiões da cabeça – nesses casos o melhor é buscar a avaliação de um médico dermatologista. “Entre os problemas de saúde revelados pela queda dos fios, os principais são anemia, doenças da tireoide, diabetes,deficiências de algumas vitaminas e de ferro”, explica a dra. 

A calvície é a causa mais frequente de queda de cabelo, e atinge até 50% dos homens e 40% das mulheres em torno dos 50 anos de vida. É causada por fator genético, além da participação de hormônios andrógenos. “Hoje há vários tratamentos para a calvície. Existem tônicos com medicamentos que conseguem manter os fios anágenos, que são fios que estão na fase de crescimento, remédios, injeção de medicamentos na pele do couro cabeludo, e o transplante de cabelo”, destaca a médica.
Para auxiliar no crescimento dos cabelos, a dermatologista destaca a importância das vitaminas. Segundo Dra. Clarice, as vitaminas que mais ajudam no crescimento saudável do cabelo são a biotina, presente em alimentos como ovos, fígado e salmão, e o zinco, presente em alimentos como leite, castanha do pará, amendoim. “O ferro é outro nutriente muito importante para o crescimento do cabelo, e está presente principalmente na carne vermelha”, recomenda.

Para ter cabelos saudáveis

A dermatologista do HNSG dá algumas dicas para manter os cabelos sempre saudáveis:

·         O cabelo pode ser lavado todos os dias. Lave o cabelo com frequência, pelo menos dia sim e outro não. Cabelos lavados com pouca frequência acumulam sujeira, oleosidade e resquícios de poluição. Isso entope os folículos capilares e dificulta a nutrição dos cabelos, impedindo que cresçam adequadamente.
- Deve-se cuidar com a temperatura da água. A água quente pode levar ao aumento da oleosidade do cabelo, causando o surgimento de caspa.
·         Cabelos molhados ficam mais frágeis, portanto evite pentes, escovas e fricção intensa com toalhas nessa situação. 

·         Ao pentear os cabelos comece rente ao couro cabeludo e deslize até as pontas dos cabelos, para que o óleo da base da cabeça seja distribuído homogeneamente ao longo do fio.

·         Prefira pentes e escovas macias. 

·         Evite os penteados que tracionem intensamente os cabelos, como "rabo de cavalo" e tranças. Se possível, alterne com os cabelos soltos, pois esses penteados podem provocar quedas. 

·         A tintura não intensifica a queda de cabelo, mas descolorir o cabelo pode ajudar na “quebra do cabelo”.

·         Fique longe de produtos à base de formol, que são os mais prejudiciais ao cabelo.

    .    Evite usar chapinhas. A temperatura alta também danifica o cabelo.







Saiba como cuidar da pele a partir dos 20 anos para garantir um rosto mais bonito aos 50



Pequenos cuidados diários, preenchimentos e tratamentos com laser são fortes aliados da beleza


A estilista Coco Chanel já dizia que depende de você merecer o rosto que terá aos 50 anos. Isso é um fato. Se quiser chegar bem aos 50, vai precisar começar a ter cuidados regulares com a pele aos 20 anos de idade, quando as rugas e o envelhecimento parecem distantes. Com o passar dos anos, esses cuidados devem ser redobrados. Quando falamos de pele, a regra é prevenir. Isso vai retardar o envelhecimento e proporcionar uma pele mais saudável e bonita.

“Aos 20 anos, a pessoa tem uma pele jovem e a sensação de que será assim para sempre. Mas não é”, destaca a dermatologia Daniela Bellucci, de Campinas. Segundo ela, alguns cuidados já são fundamentais nessa fase, muitos deles relacionados a hábitos diários. “Tomar sol, fumar, ingerir pouca água, dormir pouco, não usar protetor solar e ter uma alimentação desregrada estão entre os principais fatores do envelhecimento da pele. Outro hábito muito comum é dormir de maquiagem. Isso é péssimo”, explica.

Na fase dos 20 anos, de acordo com a dermatologista, se a pessoa não tem nenhum outro problema, limpar, tonificar, hidratar e proteger a pele do sol, além de não cometer os erros acima, já são suficientes para manter o rosto saudável. “Aos 25 anos, já é possível usar substâncias que ajudam a melhorar a saúde da pele e a retardar o aparecimento de rugas e marcas de expressão”, orienta Daniela.

“Também é hora de começar a usar produtos antienvelhecimento, apropriados para cada tipo e cada problema de pele, como os retinoides tópicos e ácidos noturnos, que retardam o envelhecimento das células”, completa Daniela. A dermatologista também orienta a fazer limpezas de pele e peelings químicos e a laser.

“O laser é uma das grandes evoluções da medicina estética. Temos resultados excelentes com eles em todas as idades. No entanto, as pessoas precisam buscar referências e pesquisar sobre o profissional, os produtos e o aparelho que será utilizado. Tudo isso é fundamental para o resultado do tratamento”, explica.

Atualmente, é possível utilizar o laser para tratar diversos tipos de problemas de pele, desde acne até rugas. “O laser tira manchas, melhora a flacidez, trata acne, reduz as linhas de expressão, enfim, há sempre um tratamento a laser para cada fase”, comenta a dermatologista.

A partir dos 30 anos, os cuidados com a pele precisam aumentar. Nesse período, o organismo diminui a produção de colágeno. “É ainda mais imprescindível usar protetor solar. O uso contínuo prolonga a duração do colágeno estocado no corpo”, explica Daniela. Outra orientação é fazer esfoliação, já que este procedimento elimina as células mortas do rosto e facilita a absorção de outros produtos, como o hidratante. “Também é hora de pensar mais seriamente em tratamentos a laser e, caso a pessoa já tenha algumas marcas de expressão, pode começar a usar a toxina botulínica”, diz. “Sem se esquecer de todos os cuidados que já citamos nas fases anteriores”, destaca.

A partir dos 40 anos, a mulher começa a se preocupar mais com a pele, já que alguns siais de envelhecimento ficam mais visíveis. “Nessa fase, muito provavelmente, os cuidados diários, apesar de fundamentais, não serão suficientes. ´Para manter o contorno da face, é importante fazer preenchimento, aplicação de toxina botulínica e usar tratamentos a laser disponíveis no mercado. Mas volto a dizer: pesquise sempre o profissional. Na hora de fazer o preenchimento, por exemplo, é importante que se respeite os traços da paciente e não queira consertar todas as imperfeições de uma só vez. Este é um tratamento que precisa ter resultados sutis, que fiquem realmente naturais”, orienta Daniela.






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