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sexta-feira, 8 de setembro de 2017

8 sinais de desconexão em um relacionamento



Você já deve ter ouvido falar da importância da conexão para um casal. Estar conectado ao outro vai muito além de conversar no final do dia ou de dormir juntos. Quanto mais longo o relacionamento, maior a chance de desconexão. Isso porque a rotina, o trabalho, os filhos e a falta de tempo são fatores importantes que se não forem bem administrados contribuem para o distanciamento do casal.

Segundo Denise Miranda de Figueiredo e Marina Simas de Lima, psicólogas, terapeutas de casais e fundadoras do Instituto do Casal, a conexão é algo muito particular de cada casal e pode ser afetada por diversos fatores, como pressão no trabalho, doenças na família de origem, entre outros.

“O importante é estar ciente de que há sinais que podem indicar que esse casal precisa melhorar a conexão e, na maioria dos casos, é possível. Entretanto, na correria diária pode ser difícil perceber com clareza que estamos nos distanciando do (da) parceiro (a)”, comentam.

Para ajudar os casais brasileiros, Denise e Marina listaram os 8 principais sinais que podem demonstrar que é hora de se reconectar. Confira:


1- Preferir usar o celular que conversar com o (a) parceiro (a): Hoje, podemos dizer que o celular é um dos principais fatores de desconexão dos casais. Damos atenção a quem ou ao que está longe e nos distanciamos de quem está ao nosso lado.

Como melhorar: Estabeleça um tempo para usar o celular e faça um acordo com o (a) parceiro (a). Evite usar o celular quando estiverem juntos conversando ou fazendo outra atividade a dois.


2- Fazer atividades isoladas durante uma viagem: Viajar é o programa preferido de 75% dos casais brasileiros, segundo pesquisa do Instituto do Casal. Quem não gosta de viajar? Porém, se o casal viaja e cada um faz um programa diferente, é preciso atenção. Claro que não precisam fazer tudo juntos, mas na maior parte do tempo o ideal é aproveitarem o passeio para aumentar a conexão.

Como melhorar: Realizar as refeições juntos, fazer caminhadas, programar passeios, namorar, dançar, etc. Se um dos parceiros quiser fazer algo sozinho, sem crise. Mas, lembrando que a viagem é uma oportunidade incrível para melhorar a conexão, então atividades em conjunto podem ser mais interessantes.  


3- Ficar sem sexo por um período prolongado: Cada casal tem seu tempo quando o assunto é sexo. Há casais que transam todo dia, outros uma vez por mês. O que vale é o acordo que existe. Entretanto, quando o sexo é praticamente inexistente ou ainda feito para “cumprir tabela”, é um claro sinal de desconexão.

Como melhorar: O primeiro passo é conversar abertamente. Algumas perguntas são importantes, como: você ainda sente desejo por mim? Você está com algum problema que eu não sei? Se há problemas físicos, o ideal é procurar um médico. Se a questão é emocional, a terapia pode ajudar.


4- Não abrir-se com o (a) parceiro (a): Meu melhor amigo é o meu amor! Para 81% dos casais brasileiros, essa afirmação é verdadeira. Então, nada mais normal que poder falar sobre seus problemas com o (a) parceiro (a). Se isso não está acontecendo, pode ser um sinal de falta de intimidade e vínculo, que leva à desconexão.

Como melhorar: O (a) seu (sua) parceiro certamente é a pessoa mais indicada para entender e falar com você sobre um problema, afinal vocês estão intimamente ligados e envolvidos. No casamento, temos a chance de sermos verdadeiros e imperfeitos, essa é a mágica. Por isso, mais do que qualquer outra pessoa, o cônjuge deve ser capaz de nos ouvir e nos ajudar.


5- Fazer programações sem incluir o parceiro: A individualidade é fundamental para a saúde de qualquer relacionamento. Porém, se o casal passa mais tempo fazendo atividades isoladas do que juntos, é preciso repensar.

Como melhorar: Dedicação ao relacionamento é fundamental. Isso envolve fazer programas juntos, como sair, viajar, ver filmes, fazer esportes ou planos em conjunto. Quando se escolhe ter uma vida a dois, é preciso ceder o tempo todo em prol do relacionamento e isso envolve, inclusive, fazer mais atividades juntos do que separados.


6- Falta de tempo: 50% dos casais brasileiros afirmam que dedicar-se mais ao trabalho e a falta de tempo são os fatores que mais interferem negativamente no relacionamento. A distância é um prato cheio para a desconexão.

Como melhorar: O trabalho é fundamental, mas é preciso buscar um ponto de equilíbrio entre o tempo dedicado ao trabalho e o tempo dedicado ao relacionamento.


7- Falta de toque, abraços e carícias: A conexão vai muito além do sexo. O casal desconectado é aquele que não se beija, não se abraça, não se toca, anda separado em  público, etc.

Como melhorar: Por mais longo que seja o relacionamento, não dá para abrir mão de conectar-se fisicamente com o outro. Portanto, beijar, abraçar, dar as mãos, tudo isso é fundamental para aumentar a conexão.


8- Falta de diálogo: A comunicação é fundamental para qualquer relacionamento. Se o diálogo é inexistente ou se o casal “economiza” nas conversas, é preciso atenção.

Como melhorar: O casamento é um exercício diário de dedicação e investimento. A comunicação é a base da vida a dois. Falar sobre como foi o dia é importante, mas muito mais relevante é falar sobre o amor, sobre a relação, sobre os desejos, os sonhos, as emoções e pensamentos.

“O casamento deve ser um espaço seguro onde o casal possa experimentar amor, alegria e objetivos em comum. Mais do que em qualquer outro relacionamento humano, a vida a dois é uma incrível experiência de conexão. Embora em algumas situações possamos ficar um pouco mais distantes, é possível melhorar, basta querer. Então, mãos à obra”, concluem Marina e Denise.



O nível de educação é uma pista para a infidelidade, revela pesquisa



Segundo dados do site Ashley Madison, pessoas com educação universitária ou superior têm mais chances de trair


A probabilidade de traição pode estar ligada ao nível de escolaridade? Segundo pesquisa do site de relacionamentos extraconjugais Ashley Madison, as qualificações educacionais influenciam as perspectivas das pessoas sobre trair seu cônjuge. O levantamento entrevistou mais de 1.500 membros para descobrir qual o nível de educação mais comum entre eles e se escolheram amantes que têm um nível de educação inferior ou superior ao deles. Depois de analisar os dados da pesquisa, verifica-se que, quando se trata de infidelidade, as pessoas que têm uma educação universitária ou superior são mais propensas a trair, com 86% dos entrevistados tendo pelo menos uma formação universitária. Assim, quanto maior o nível de educação, maior a probabilidade de traição.


Formados ou não

De acordo com os dados, a maioria das pessoas que tiveram um relacionamento extraconjugal completou pelo menos a faculdade (44%). Embora apenas 3% dos membros de Ashley Madison tenham um doutorado, este grupo claramente supera os índices de infidelidade quando comparado à população global, pois apenas 0,7% das pessoas no mundo têm um doutorado. São muitas as pessoas com diploma de doutorado traindo seus cônjuges. Por outro lado, as pessoas com um nível de educação inferior são mais propensas a serem fiéis, pois apenas 13% do nível mais alto de educação dos entrevistados é o ensino médio.


Nível de escolaridade

Ensino Médio - 13%
Formação Universitária /Pós-Graduação - 22%
Faculdade Incompleta - 22%
Formação Universitária - 19%
Curso Universitário Incompleto - 5%
Mestrado - 15%
Doutorado - 3%


Traindo com pessoas de níveis mais altos ou mais baixos?

De acordo com os dados, 53% dos entrevistados têm um nível de escolaridade maior do que seu cônjuge, talvez dando-lhes o know-how extra para prosseguir um relacionamento extraconjugal. Além disso, mais da metade (56%) afirmam que seu cônjuge tinha um nível de educação superior ao do parceiro extraconjugal.


Indiferente quando se trata de infidelidade

Uma educação elevada é uma característica tipicamente desejada quando se procura um parceiro matrimonial. Mas quando se trata de infidelidade, é outra história. Quando perguntados qual é o mais alto nível de educação para seu parceiro, a resposta principal foi "eu não sei" em 36,5%. Parece que é a política do “não pergunte que eu não te digo" porque os relacionamentos extraconjugais respondem a uma necessidade diferente.



* Pesquisa com 1,556 membros de 11 de Agosto, 2017- 17 de Agosto, 2017.







Não é papo de infância: meninas se desenvolvem mais rápido



Durante a infância, é comum ouvir que as meninas se desenvolvem mais rapidamente que os meninos. Apesar dessa afirmação corriqueira ser feita de forma especulativa, a biologia e a ciência confirmam. De acordo com a pediatra do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Natacha Sakai, o início da puberdade costuma ser antes nas garotas.

Esse processo tem início entre os 8 e 13 anos nas meninas, já nos meninos, entre 9 e 14 anos. A pediatra afirma que o desenvolvimento de ambos os sexos não ocorre somente por um fator e recebe diferentes influências.

"A puberdade é multifatorial e pode ser influenciada por diversos componentes, como genéticos, psicológicos, metabólicos, nutricionais, por presença de doenças crônicas, entre outros", ressalta a especialista.

Uma das alterações mais perceptíveis é a física. Natacha Sakai esclarece que nas garotas o desenvolvimento é iniciado com o aparecimento do broto mamário, conjuntamente com a evolução do útero. Além disso, há uma aceleração da velocidade de crescimento, alteração da distribuição da gordura corporal, aumento de pelos e da oleosidade da pele, culminando com a primeira menstruação.

Mas não só as mudanças físicas ocorrem primeiro nas meninas. A pediatra ressalta que, simultaneamente a esse processo de alteração no corpo, há também o desenvolvimento cognitivo, psicológico e social.

Apesar desta constatação biológica, interferências externas podem contribuir ou complicar esta fase da vida para ambos os sexos, assim como os fatores elencados pela especialista.

"Alimentação saudável e equilibrada, atividade física, apoio psicológico, prevenção de acidentes e do uso de drogas são alguns exemplos de medidas de suporte aos adolescentes", finaliza Natacha Sakai.





Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos
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