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quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Pet exótico ou silvestre em casa requer cuidados especiais



Alimentação com insetos vivos está entre os destaques para a saúde desses animais


Animais exóticos têm conquistado cada vez mais o coração e os lares dos brasileiros. Hamsters, furões, lagartos, tartarugas e saguis dividem o espaço que antes era praticamente exclusivo de cães e gatos. Mas para mantê-los com saúde, é imprescindível tomar uma série de cuidados. Por isso, se você está pensando em adquirir um ou se já tem em casa, preste atenção a alguns pontos:

·         Antes de comprar o pet exótico, certifique-se junto ao IBAMA (órgão nacional regulador) de que a espécie e o criador são legalizados. Além disso, alguns animais têm restrição por estado, fique atento!

·         Não adquira o pet por impulso, os cuidados demandam tempo e atenção. E algumas espécies, como as tartarugas, vivem muito tempo

·         O cuidado com a saúde requer veterinário especializado em animais silvestres. Procure um profissional de confiança, especialista nesse tipo de animal

·         A alimentação deve ser criteriosa, levando em conta os hábitos naturais da espécie escolhida. Oferecer animais vivos aos pets como forma de alimentação resgata o instinto de caça dos animais, por exemplo, além de serem muito nutritivas. Em lojas especializadas já é possível encontrar tenébrios, baratas e grilos vivos para esse fim.

 Regularização

Só estão isentos de controle de venda as espécies consideradas domésticas, como cães, gatos e hamsters, por exemplo.

No estado de São Paulo, por exemplo, para ter em casa um dos animais silvestres nativos abaixo, é preciso que ele seja adquirido de empreendimento autorizado pela Secretaria do Meio Ambiente (SMA), a venda seja acompanhada de nota fiscal e o animal tenha marcação individual.

A importação de invertebrados, anfíbios e répteis está proibida desde 1998. Só podem ser adquiridos animais criados no Brasil, por criadouros autorizados.

·         Sagui

·         Arara

·         Tucano

·         Curió

·         Trinca-Ferro

·         Canário

·         Teiú

·         Coruja

·         Tartaruga tigre d’água

·         Ghekko

·         Camaleão

·         Cobra

·         Aranha

 É proibida, no estado de São Paulo, a criação e comercialização de iguanas.

Os furões, cuja demanda cresceu nos últimos anos, só podem ser importados e comercializados depois de castrados.

Insetos vivos para alimentação de pets silvestres ou exóticos

A empresa Safari, especializada na criação de insetos, acaba de disponibilizar ao mercado PET diversas opções para alimentação de animais exóticos. São grilos, baratas e tenébrios, comercializados vivos nos pet shops, dentro de pequenas embalagens especiais, desenvolvidas para que garantam a possibilidade de consumo em até de 30 dias.  “Os insetos têm alto teor de proteína, ácidos graxos e minerais de alta digestibilidade. Além disso, fornecer alimento vivo aos animais estimula o contato com a natureza e diverte o bicho e o dono”, afirma Eduardo Matos, proprietário da Safari.

Todos os insetos da Safari são produzidos em uma fazenda localizada em Piracicaba, interior de São Paulo. A criação possui Título de Estabelecimento Relacionado, com aprovação do Ministério da Agricultura e responsável por assegurar a qualidade de produtos de origem animal comestíveis e não comestíveis destinados ao mercado interno e externo.



O “cardápio” oferecido pela Safari é composto por: grilo preto (Gryllus assimillis), tenébrio gigante Zophobas morio), tenébrio comum (Tenebrio molitor), barata cinérea (Nauphoeta cinérea) e barata blaberus (Blaberus giganteus). Em breve, a espécie barata madagascar (Gromphadorhina portentosa) também fará parte da produção que, hoje, já soma milhões de insetos. 

O prazo de validade é de 30 dias.

 

https://www.facebook.com/safarinsetos

Sem tosse: câncer de pulmão costuma agir silenciosamente



Agosto é conhecido como o mês de conscientização - prevenção aparece como melhor forma de combate


Estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que cerca de um milhão e setecentos mil casos novos de câncer de pulmão são diagnosticados anualmente. Para esse ano, segundo levantamento do Instituto Nacional do Câncer INCA, serão 28.190 novos casos no Brasil. O senso comum diz que, ao se pensar em câncer de pulmão, imaginam-se sinais como tosse e falta de ar como primeiros sintomas da doença. Mas não é bem isso que ocorre. “A patologia chega de forma silenciosa e, quando descoberta, é responsável pela maior taxa de mortalidade da doença”, afirma Miguel Torres, radio-oncologista do Radiocare Centro de Radioterapia do Hospital Felício Rocho, em Belo Horizonte.

“Quando o diagnóstico é feito em uma fase inicial, o tratamento usualmente é bem-sucedido, necessitando apenas de cirurgia para retirada do nódulo, evitando-se tratamentos longos”, conta Dr. Miguel. 

“O início do tabagismo precoce é fator determinante para a doença”, afirma. Esse tipo de câncer é potencialmente evitado. Segundo o INCA, os tabagistas têm de 20 a 30 vezes mais chances de desenvolver a patologia. O risco é maior até mesmo para tabagistas passivos, pelo menos três vezes mais que o de uma pessoa não exposta à fumaça de cigarro. Logo, para prevenir a doença, o primeiro passo é ficar longe dele.

Geralmente, os sintomas decorrentes do câncer de pulmão aparecem apenas quando a doença já está avançada. Por este motivo, parte pequena dos casos é identificada em fase inicial. “Devemos estar bem atentos aos exames de saúde periódicos, é, geralmente, neles que são detectadas anomalias no corpo antes que as mesmas provoquem sintomas”, afirma Miguel. Quando deixa de ser assintomático, os sinais mais comuns do câncer de pulmão são rouquidão, perda de apetite, dificuldade de respirar e tosse incessante. Uma vez que se espalha para outras partes do corpo, o indivíduo pode sentir fraqueza, tontura e, até mesmo, dor nos ossos. 

O tratamento, geralmente, ocorre por meio da cirurgia combinada com rádio e quimioterapia. Em casos iniciais podem ainda ser abordados com uma nova modalidade terapêutica: a Radioterapia Estereotáxica Ablativa.Trata-se da utilização de radioterapia em campos muito localizados sobre a lesão, com alta doses diárias. É um tratamento ambulatorial, realizado em poucos dias e que tem se mostrado tão eficaz quanto as cirurgias tradicionais.


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