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sábado, 7 de março de 2026

Fitagem x dedoliss - qual é a melhor técnica de finalização para cabelos cacheados?

Especialista esclarece os benefícios de cada uma, trazendo recomendações para aumentar a durabilidade dos cachos

 

Com as temperaturas elevadas e a rotina intensa do verão, muitos cabelos cacheados sofrem com perda de definição, frizz e ressecamento — fatores que impactam diretamente o resultado das finalizações. Entre as técnicas mais populares, a fitagem e o dedoliss seguem como favoritas, cada uma oferecendo efeitos distintos, dependendo da textura, do volume desejado e do tempo disponível para arrumar os fios. Escolher entre uma e outra pode levantar dúvidas, especialmente para quem busca cachos mais duradouros durante longos dias ao ar livre.

Ambas as técnicas partem da ideia de organizar, modelar e definir os fios em seções, criando estruturas mais alinhadas. No entanto, elas diferem na intensidade da definição, no tempo de execução e no tipo de curvatura que entregam. “A escolha da finalização ideal depende do formato natural do cacho, da quantidade de volume que a pessoa gosta e da resposta do fio ao creme de pentear”, afirma Marina Groke, cofundadora da Escova Express, rede referência em escovaria e tratamentos capilares. Segundo ela, compreender o comportamento real do fio é determinante para acertar na técnica.

 

Os benefícios da fitagem

Na fitagem, a definição nasce do movimento de “deslizar” os dedos pelo comprimento do cabelo, transformando cada mecha úmida em pequenas fitas bem delimitadas. Esse processo favorece a distribuição homogênea do creme de pentear, o que deixa o fio mais hidratado e reduz bastante o frizz.

À medida que as fitas secam, os cachos se formam de maneira natural e organizada, criando um resultado uniforme, com balanço e formato estável.

Para aumentar a durabilidade, vale investir em cremes mais densos, evitar toalhas tradicionais e apostar no plopping ou na secagem ao ar livre, sem manipular o cabelo enquanto ainda estiver úmido. O método é especialmente indicado para quem procura controle, definição contínua e menos volume ao longo do dia.

 

As vantagens do dedoliss

Enquanto a fitagem trabalha em fitas, o dedoliss reconstrói o cacho mecha a mecha — e é justamente esse cuidado individual que garante o acabamento mais marcado. Cada seção é torcida ao redor do dedo, repetindo o gesto até que o formato do anel fique consistente. O resultado é um cacho redondo, brilhante e com aparência extremamente alinhada.

A técnica funciona especialmente bem quando parte do cabelo perdeu curvatura ou apresenta áreas desalinhadas após calor, química ou exposição solar. “O dedoliss funciona quase como um molde manual, capaz de devolver forma e regularidade a regiões que não estão definindo sozinhas”, explica Marina.

Para prolongar o efeito, o ideal é usar cremes ou géis com maior poder de fixação e evitar ao máximo mexer nos fios até que sequem totalmente. Assim, a curvatura permanece firme e o brilho se intensifica.

 

Recomendação profissional

Quando a dúvida entre fitagem e dedoliss persiste, recorrer a um profissional especializado tende a facilitar decisão. Um olhar técnico identifica a necessidade de nutrição, hidratação ou reconstrução, observa o comportamento natural da curvatura e direciona o cliente para a técnica mais adequada.

Em espaços especializados, como a Escova Express, há acompanhamento para avaliar a saúde capilar, montar um cronograma personalizado e orientar sobre produtos que favorecem cada finalização. Esse suporte garante que as técnicas sejam aplicadas corretamente e que os resultados se mantenham duradouros ao longo do verão.

  

Escova Express


Por que os pelos crescem em ritmos diferentes?


Especialista explica como cada método de depilação interfere no ciclo do
fio

 

Para quem busca praticidade e resultados duradouros na remoção dos pelos, entender por que eles voltam a crescer em tempos diferentes após cada método de depilação é uma dúvida comum. A resposta está diretamente ligada ao ciclo de crescimento dos fios e à forma como cada técnica atua na pele.

De acordo com Jucia Pongelupe, coordenadora de treinamento técnico da Espaçolaser, maior rede de depilação a laser do mundo, os pelos passam por três fases naturais de desenvolvimento: anágena, quando o pelo cresce ativamente; catágena, fase de transição; e telógena, quando o fio se desprende para dar lugar a um novo. Essa diferença de fases é o principal fator para o sucesso da depilação a laser, pois a eficácia depende de atingir o pelo em sua fase ativa (anágena). Já em outros métodos, a durabilidade varia conforme a remoção total ou parcial do fio.

Técnicas como a lâmina, por exemplo, atuam apenas na superfície da pele, cortando o fio sem atingir a raiz. “Por isso, o crescimento costuma ser rápido, geralmente entre um e três dias”, afirma a especialista.

Já a depilação com cera remove o pelo pela raiz, o que faz com que o crescimento demore mais a acontecer, em média de 15 a 25 dias, variando de acordo com o organismo de cada pessoa. Apesar disso, o folículo permanece ativo, o que faz com que os pelos voltem a nascer de forma desigual.

A depilação a laser, por sua vez, atua diretamente no folículo piloso, promovendo uma redução significativa e duradoura da densidade e quantidade dos pelos. “O laser é mais eficaz quando aplicado na fase anágena, que é quando o pelo está em crescimento ativo. Como nem todos os fios estão nessa fase ao mesmo tempo, são necessárias múltiplas sessões para alcançar uma redução prolongada”, destaca Jucia.

Segundo a especialista, no decorrer do tratamento a laser, os pelos passam a crescer de forma mais espaçada, fina e em menor quantidade, resultando em uma diminuição significativa do crescimento ao longo do tempo. Para melhores resultados, é recomendado um protocolo mínimo de 10 sessões, respeitando o intervalo adequado entre elas.

Outros métodos, como a luz pulsada, também reduzem o crescimento dos pelos, mas de forma menos concentrada, exigindo maior número de sessões e manutenções frequentes. Já cremes depilatórios atuam apenas na superfície da pele, com resultados temporários semelhantes aos da lâmina, enquanto a depilação com linha apresenta efeitos parecidos aos da cera, com crescimento entre duas e quatro semanas.

“Cada método tem sua indicação e atua em uma etapa específica do ciclo do pelo, mas quando falamos de tempo de crescimento, há divergências claras na eficácia de cada um. O mais importante é que a escolha leve em consideração os objetivos, o tipo de pele e a expectativa de durabilidade dos resultados”, finaliza a especialista.

 

Espaçolaser

 

Peles sensíveis: quando o problema não é a pele, mas os hábitos e até as emoções

Excesso de produtos, banhos quentes e estresse estão entre os fatores que fragilizam a barreira cutânea. Especialista lista 5 dicas para uma rotina simples e eficiente

 

Vermelhidão, coceira, ardência e descamação nem sempre significam pele sensível de verdade. Em muitos casos, são sinais de agressões diárias à barreira cutânea, provocadas por excesso de produtos, banhos quentes ou rotinas de skincare mal orientadas. Segundo a dermatologista Dra. Paula Sian, pele sensível é aquela que reage de forma mais intensa aos estímulos externos, como frio, calor, vento ou cosméticos. “Em um mesmo ambiente, duas pessoas podem ter respostas completamente diferentes. Enquanto uma apresenta ressecamento, vermelhidão e coceira, a outra não sente nada. Essa maior reatividade caracteriza a pele sensível”. 

O problema é que, hoje, muitas pessoas passam a se rotular como “pele sensível” sem diagnóstico médico. “Qualquer irritação vira pele sensível. A internet está cheia de informações sem respaldo científico, e isso leva muita gente a se automedicar ou comprar produtos inadequados”, alerta. 

Sensibilidade pode ser genética, mas também pode ser adquirida. De acordo com a médica, há pessoas que já nascem com pele mais seca, fina e delicada, condição que costuma ser mais intensa na infância, melhora na adolescência e tende a retornar após os 40 ou 50 anos, quando o corpo passa a produzir menos sebo. Por outro lado, existe um grande grupo que sensibiliza a própria pele ao longo da vida. Banhos longos e quentes, uso diário de buchas, sabonetes muito agressivos, álcool em gel em excesso e aplicação indiscriminada de ácidos são alguns dos principais vilões. 

“A barreira cutânea é composta basicamente por gordura e se renova naturalmente a cada poucos dias. Quando a pessoa esfrega demais ou usa produtos fortes sem orientação, acaba removendo essa proteção. Se parar, a pele tende a se recuperar. Mas, se houver feridas profundas, pode ficar cicatriz”, explica Paula.

 

Produtos “da moda”, excesso de ácidos e fatores emocionais 

A dermatologista chama atenção para o uso descontrolado de cosméticos populares nas redes sociais. Vitamina C, retinol e ácidos podem ser usados, inclusive em peles sensíveis, mas sempre de forma gradual, com concentrações adequadas e após preparo da pele com hidratação. “Não é porque um produto é ácido que necessariamente vai ressecar ou agredir. Existem ácidos hidratantes. O problema é comprar vários ativos ao mesmo tempo, usar tudo junto e sem critério. Vejo pacientes que chegam ao consultório com sete produtos diferentes e nenhuma orientação”. 

Além dos hábitos físicos, fatores emocionais têm forte impacto nas crises de vermelhidão, ardência e coceira. Estresse, ansiedade, privação de sono e frustrações acumuladas podem se manifestar diretamente na pele. 

“A pele é nossa barreira de proteção. Em muitas abordagens integrativas, dermatite é entendida como falta de limites. Pessoas que não conseguem dizer ‘não’ ou vivem sob pressão constante acabam somatizando isso na pele, com urticárias e dermatites recorrentes”, ressalta a especialista.

 

Irritação passageira ou sensibilidade crônica?

A diferença está no tempo. Quando o estímulo agressor é retirado e a pele melhora rapidamente, trata-se de um quadro agudo. Já quando o problema vai e volta por semanas, mesmo com tratamento, pode indicar uma condição crônica. “Após cerca de seis semanas sem resolução, já falamos em dermatite ou outra doença de pele. E há casos em que o problema persiste porque a pessoa não quer mudar hábitos, como continuar usando tintura que causa alergia ou um ácido que deixa o rosto em carne viva”, relata. 

O básico funciona: menos é mais. Para proteger a pele sensível, Paula Sian recomenda rotinas simples: 

  1. Banhos rápidos e mornos (água quente dissolve a gordura da barreira cutânea); 

2.           Sabonete apenas nas áreas com odor (axilas e regiões íntimas); 

3.           Nada de bucha ou esfoliação frequente; 

4.           Uso diário de hidratante corporal para repor a barreira da pele; 

5.           Preferência por produtos hipoalergênicos, escolhidos com orientação médica. 

“O hidratante é essencial porque ajuda a reconstruir essa barreira de gordura natural da pele. Óleo de banho, por outro lado, apenas ‘engana’: dá sensação de maciez, mas não hidrata profundamente”, explica Paula. 

Antes de comprar produtos, consulte um dermatologista, pois o diagnóstico vem antes do skincare. “Não cuidamos só de estética. Cuidamos da saúde da pele. A consulta serve para identificar se é sensibilidade, dermatite, psoríase ou apenas um hábito errado, além de orientar uma rotina possível dentro da realidade e do bolso de cada pessoa”. 




PAULA SIAN - Dermatologista desde 2007, Paula Sian Lopes é formada pela Faculdade de Medicina de Botucatu (UNESP), onde também fez residência em Clínica Médica e Dermatologia. Especializou-se em Farmacodermia e Dermatoses Imuno Ambientais na Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) e em Medicina Chinesa e Acupuntura na Associação Médica Brasileira de Acupuntura (AMBA). Desde 2011, Paula atende em seu consultório próprio com o viés em Dermatologia clínica, estética e cirúrgica, tanto para adultos como para crianças. Além disso, a especialista realizou serviços voluntários no ambulatório de alergias da UNIFESP, de 2013 a 2017. A médica também é escritora e acaba de lançar o “Um burnout para chamar de seu”, um livro que relata, pelo ponto de vista do paciente, como é conviver com o burnout.
CRM: 111963-SP RQE Nº: 38348
https://www.instagram.com/pelecomalma/


No mês das Mulheres, SBCD reforça a atenção às mudanças da pele nas 40+

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Especialista explica como alterações hormonais impactam a saúde da pele e dá dicas práticas de autocuidado


A partir dos 40 anos, o corpo passa por mudanças que afetam diretamente a saúde da pele. Alterações hormonais comuns na pré-menopausa e menopausa podem causar ressecamento, perda de elasticidade e surgimento de linhas finas, tornando os cuidados diários ainda mais importantes.

Durante a pré-menopausa e menopausa, a queda dos hormônios, como o estrogênio, interfere na produção de colágeno e na hidratação natural da pele, além de impactar cabelos e unhas.

“É comum que a pele fique mais seca, sensível e com menor firmeza. Mas cuidar dela vai muito além da estética: significa preservar a saúde, prevenir desconfortos e envelhecer com qualidade de vida”, explica Sylvia Ypiranga, dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD).

A especialista alerta que hábitos simples podem fazer grande diferença: hidratar a pele diariamente, usar proteção solar mesmo em dias nublados, manter uma alimentação equilibrada e ingestão de líquidos, além de realizar consultas periódicas com dermatologista. Esses cuidados ajudam não apenas a preservar a saúde, mas também a confiança e a autoestima da mulher nesse novo momento da vida.

A dermatologista lembra que observar a pele regularmente faz parte da rotina de autocuidado e é essencial, especialmente nessa fase da vida. “Ao perceber mudanças persistentes, como ressecamento intenso, perda de elasticidade, manchas ou queda de cabelo, é importante buscar avaliação com um dermatologista. Em alguns casos, essas alterações podem sinalizar a necessidade de investigar questões hormonais. O dermatologista pode atuar de forma integrada, orientando um cuidado multiprofissional, em conjunto com outros especialistas, como o ginecologista”, acrescenta.

“Autocuidado é um gesto de amor-próprio. Com hábitos simples e orientação profissional, é possível enfrentar as mudanças hormonais e manter a pele saudável, protegida e bonita em qualquer fase da vida”, finaliza Sylvia Ypiranga.


Como escolher um médico habilitado

A SBCD ressalta a importância de a população buscar um profissional habilitado para acompanhamento, diagnóstico e tratamento. Para isso, é fundamental verificar se o médico possui o Registro de Qualificação de Especialista (RQE), qualificação atestada pelo Conselho Regional de Medicina (CRM).

A consulta é simples e pode ser feita a partir do nome do profissional no site do Conselho Federal de Medicina (CFM). Clique aqui!

Esse cuidado na escolha ajuda a evitar atendimentos inadequados por profissionais não habilitados e garante mais segurança ao paciente.

 


Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica - SBCD


Dia Internacional da Mulher: Sociedade Brasileira de Dermatologia reforça a importância dos cuidados com a saúde da pele em todas as fases da vida

Entidade alerta que atenção à beleza deve estar associada à saúde e à orientação médica especializada

 

Neste mês, quando é celebrado o Dia Internacional da Mulher, em 8 de março, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) faz um convite para ampliar o olhar sobre a saúde feminina. Em todas as idades, a mulher demonstra crescente preocupação com a aparência e o bem-estar. No entanto, mais do que uma questão estética, os cuidados com a pele, cabelos e unhas estão diretamente ligados à saúde e à qualidade de vida.

“A pele é o maior órgão do corpo humano e exerce papel fundamental como barreira de proteção contra agressões externas, como radiação solar, poluição e micro-organismos. Quando essa barreira cutânea está comprometida, podem surgir ressecamento, sensibilidade, irritações e até doenças dermatológicas”, explica Dr. Carlos Barcaui, presidente da SBD.

As alterações hormonais e o envelhecimento natural também exercem influência significativa na estrutura da pele ao longo da vida. “O estrogênio participa da manutenção da espessura e da qualidade da pele. Quando há redução hormonal, observamos impacto direto na firmeza, na hidratação e até na saúde capilar”, destaca Dra. Marcelle Nogueira, coordenadora do Departamento de Geriatria da SBD. Além da pele, mudanças podem ser percebidas nos cabelos e nas unhas em diferentes fases da vida. “As alterações dermatológicas podem afetar a autoestima e o bem-estar emocional. Por isso, é importante que a mulher tenha orientação adequada e acesso a tratamentos individualizados”, ressalta Dra. Marcelle.

Hoje, há desde dermocosméticos que ajudam a restaurar a barreira cutânea até procedimentos minimamente invasivos que estimulam colágeno e melhoram a textura da pele. Segundo o Dr. Daniel Coimbra, coordenador do Departamento de Cosmiatria da SBD, o cuidado moderno está cada vez mais associado à prevenção e à naturalidade.

“Hoje falamos em tratar precocemente e até prevenir alterações antes que elas se tornem mais evidentes. Sabemos que mudanças hormonais e o próprio processo de envelhecimento impactam diretamente a qualidade da pele, e a orientação adequada permite preservar firmeza, viço e hidratação por mais tempo”, destaca o especialista.

Entre os procedimentos mais procurados estão a toxina botulínica, utilizada para manter a aparência descansada, os skinboosters, que promovem hidratação profunda e melhora da textura cutânea e os bioestimuladores de colágeno, que auxiliam na manutenção da firmeza. “A tendência atual prioriza resultados naturais, com foco em longevidade e qualidade da pele”, complementa Dr. Daniel. A busca por tratamentos corporais também tem crescido. “O corpo passou a acompanhar o rosto nas preocupações da mulher atual.

A associação de bioestimuladores com tecnologias específicas ajuda a manter firmeza, qualidade muscular e a reduzir gordura localizada, sempre com avaliação médica”, explica. A adoção de hábitos saudáveis também faz diferença: alimentação equilibrada, proteção solar diária, atividade física regular e sono de qualidade são aliados importantes. “Cuidar da saúde da pele é parte do cuidado integral com a mulher em todas as fases da vida”, reforça Dra. Marcelle.

Para saber mais sobre a saúde da pele, cabelos e unhas, acesse as redes sociais @dermatologiasbd e o site
www.sbd.org.br. Informe-se e encontre um especialista associado à SBD na sua região.



Especialista da Cia Athletica explica como respeitar as características físicas pode acelerar resultados e melhorar a performance
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Cada mulher é única, e isso vai muito além da personalidade. Genética, alimentação, rotina e prática de exercícios influenciam diretamente no formato e na composição corporal. Por isso, o mesmo treino pode gerar resultados diferentes em cada pessoa. Entender os tipos de corpo feminino é um passo importante para conquistar definição, saúde e autoestima sem comparações ou fórmulas prontas.

De forma geral, os biotipos são classificados em três perfis: ectomorfo, mesomorfo e endomorfo. O ectomorfo tende a ter estrutura óssea fina, membros longos e maior dificuldade para ganhar massa muscular. O mesomorfo apresenta proporções equilibradas e facilidade para desenvolver músculos. Já o endomorfo possui tendência ao maior acúmulo de gordura corporal e metabolismo mais lento.

“Quando a mulher entende seu biotipo, ela consegue treinar com mais estratégia e eficiência, respeitando as características naturais do próprio corpo”, explica Cacá Ferreira, gerente técnico e corporativo da Cia Athletica.

Para mulheres ectomorfas, o foco deve estar no treinamento de força com cargas mais altas e menor número de repetições, priorizando ganho de massa muscular e descanso adequado. As mesomorfas se beneficiam da combinação entre musculação com cargas moderadas e exercícios aeróbicos, mantendo definição e saúde cardiovascular. Já as endomorfas devem investir em treinos de cardio, como corrida, dança ou Spinning, aliados a exercícios de força com maior volume de repetições, estimulando o gasto calórico e a manutenção da massa magra.

Segundo Cacá Ferreira, mais importante do que se encaixar em um rótulo é compreender como o corpo responde aos estímulos. “A individualidade biológica precisa ser respeitada. Um treino bem orientado acelera resultados, reduz riscos de lesão e torna a jornada mais motivadora”, destaca. Modalidades como Pilates, musculação, aulas coletivas e treinamento funcional permitem adaptar o planejamento às necessidades de cada aluna.

Na Cia Athletica, a proposta é transformar objetivos em planos personalizados, com acompanhamento profissional e estrutura completa. Independentemente do biotipo, o mais importante é buscar saúde, consistência e bem-estar. Afinal, o melhor corpo é aquele em que você se sente forte, confiante e satisfeita consigo mesma.



Companhia Athletica
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Descubra cinco formatos diferentes de lixar as unhas

Especialista indica diferentes formatos a serem explorados e esclarece os cuidados para cada 

 

O formato das unhas vai além da estética: ele influencia diretamente na durabilidade do esmalte, na resistência à quebra e na adaptação ao estilo de vida da cliente. Escolher um design apenas pelo efeito visual, sem considerar a estrutura da lâmina ungueal ou o tipo de atividade diária da pessoa, compromete tanto o resultado quanto a integridade das unhas ao longo do tempo.

“A forma como as unhas são lixadas interfere na distribuição de força, na incidência de quebras e no risco de desgaste irregular. Cada formato exige uma técnica específica de execução, manutenção frequente e, em alguns casos, reforços estruturais com produtos como bases fortalecedoras ou alongamentos artificiais”, afirma Marina Groke, especialista em beleza da Unhas Cariocas, rede de esmalterias. Segundo a profissional, a escolha correta do formato deve ser feita com orientação profissional, considerando aspectos como comprimento ideal, tipo de curvatura e nível de exposição a impactos.

Com base nesse olhar técnico, confira cinco formatos clássicos para explorar — com instruções detalhadas sobre como executar e preservar cada um corretamente.

 

Quadrada

O formato quadrado mantém as laterais retas e a borda frontal plana, formando ângulos retos. Para alcançar esse efeito, o lixamento deve ser feito em linha reta nas laterais e na extremidade da unha, com movimentos firmes e horizontais. É importante evitar arredondar os cantos, pois isso descaracteriza o formato.

Esse estilo exige manutenção frequente, especialmente em unhas longas, já que a estrutura angular tende a lascar com mais facilidade nas extremidades.

 

Bailarina

É um tipo de formato de unha em que, como o próprio nome já diz, o formato lembra uma sapatilha de balé, com as pontas afuniladas, mas lixadas e quadradas.

 A manutenção consiste em manter o lixamento das laterais, o que compromete a resistência da unha, mantendo a ponta reta.

 

Amendoada

Esse formato tem base arredondada e ponta afinada, lembrando uma amêndoa. É ideal para unhas longas, pois exige mais estrutura. O lixamento deve começar pelas laterais, seguindo em diagonal para o centro, afinando progressivamente sem criar um pico agudo. A ponta deve ter leve arredondamento.

“O formato amendoado oferece resistência se for bem executado, mas exige reforço da estrutura com produtos como gel ou base endurecedora, principalmente em unhas naturais,” orienta Marina. A manutenção precisa ser feita com atenção à simetria e ao reforço da base.

 

Redonda

A unha redonda acompanha o contorno natural da ponta dos dedos e é ideal para quem mantém as unhas mais curtas. Para alcançar esse resultado, a lixa deve ser usada com movimentos circulares e contínuos ao redor da ponta, evitando quinas ou ângulos marcados.

O cuidado está em manter a curvatura uniforme, evitando deformações que comprometam o equilíbrio entre as mãos. Por ser um formato que distribui bem a pressão, é indicado para quem busca praticidade no dia a dia.

 

Stiletto

Caracterizado pela ponta longa e afilada, o stiletto exige precisão técnica e costuma ser feito sobre alongamentos. O lixamento parte das laterais em direção ao centro da ponta, formando um vértice acentuado. A simetria é fundamental para não comprometer o visual.

“O formato stiletto exige mais atenção tanto na construção quanto na manutenção. Por ser uma estrutura longa e fina, qualquer descuido compromete a resistência da unha, especialmente se for natural,” explica Groke. A manutenção deve ser mais frequente e o reforço estrutural é indispensável para evitar fraturas.

 

Unhas Cariocas

 

Retirada de prótese de silicone cresce entre mulheres que colocaram implante aos 20

Duas décadas depois do boom do silicone no Brasil, parte das pacientes busca naturalidade, leveza e uma nova relação com o próprio corpo 

 

Nos anos 2000, colocar prótese de silicone era quase um rito de passagem para muitas jovens brasileiras. O Brasil se consolidava como um dos países que mais realizavam cirurgias plásticas no mundo, e o aumento de mama liderava os rankings.

Dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) mostram que o Brasil segue entre os três países com maior número de cirurgias mamárias realizadas anualmente. Ao mesmo tempo, cresce globalmente o número de procedimentos de retirada de implantes mamários — movimento que reflete não apenas questões médicas, mas também mudanças culturais e comportamentais.

Vinte anos depois daquele primeiro implante, muitas dessas mulheres estão com 40, 45 anos — e fazendo uma nova escolha.

A cirurgiã plástica Dra. Pamela Massuia observa essa transformação no perfil das pacientes.

“Não é arrependimento. É maturidade. A mulher que colocou prótese aos 20 está em outro momento de vida aos 40. O corpo mudou, a rotina mudou, a percepção sobre si mesma também.”


Uma mudança que vai além da estética

Segundo a ISAPS, os procedimentos mamários continuam entre os mais realizados no mundo, mas há um crescimento consistente nas cirurgias de remoção ou troca de implantes. Especialistas associam o fenômeno a três fatores principais:

– Busca por naturalidade

– Mudança no padrão estético

– Informação ampliada sobre acompanhamento de próteses

Se no início dos anos 2000 o volume acentuado era símbolo de feminilidade e status estético, hoje a palavra-chave é proporção.

“A tendência atual é equilíbrio. Muitas pacientes relatam que não se identificam mais com o volume que escolheram aos 20 anos. Elas querem leveza, conforto, naturalidade”, explica Pamela.


O que leva uma mulher a retirar a prótese?

As motivações são variadas — e nem sempre clínicas.

Entre os relatos mais comuns no consultório estão:

– Desconforto físico com mamas volumosas

– Mudanças após gravidez e amamentação

– Alteração no estilo pessoal

– Prática esportiva

– Sensação de peso

– Busca por estética mais discreta

Em alguns casos, há também questões médicas, como contratura capsular (endurecimento da cápsula ao redor da prótese) ou ruptura do implante.

É importante esclarecer que próteses modernas não têm um “prazo de validade obrigatório”, mas exigem acompanhamento periódico com exames de imagem, especialmente após 10 anos de colocação.

“A retirada não é uma regra automática. Cada caso precisa ser avaliado com exame físico e exames de imagem. O que orientamos é acompanhamento regular e decisão consciente”, reforça a médica.


Mini-case: quando o corpo já não representa quem você é

Fernanda (nome fictício), 43 anos, colocou prótese aos 22. Na época, trabalhava com eventos e buscava um padrão estético mais volumoso. Duas décadas depois, após duas gestações e mudança de carreira, decidiu retirar. “Eu sentia que aquele corpo não conversava mais comigo. Não era sobre dor, era sobre identidade”, relata.

Segundo Pamela, esse tipo de relato é cada vez mais comum. “A cirurgia plástica acompanha fases da vida. A paciente amadurece, passa pela maternidade, pelo mercado de trabalho, por mudanças pessoais. É natural que a percepção corporal também evolua.”


A cirurgia de retirada é simples?

A remoção da prótese pode variar de complexidade dependendo do caso. Em algumas situações, realiza-se apenas a retirada do implante. Em outras, é indicada a remoção da cápsula (capsulectomia) ou associação com mastopexia (levantamento das mamas) para reposicionar o tecido mamário.

Em determinados casos, pode-se utilizar gordura da própria paciente para manter contorno e proporção.

“Não é apenas retirar o implante. É entender como aquela mama ficará depois. O planejamento cirúrgico é fundamental para preservar harmonia e autoestima”, explica Pamela.

Como qualquer cirurgia, há riscos inerentes ao procedimento, como sangramento, infecção e alterações cicatriciais. Por isso, a avaliação individual é indispensável.


Informação, não tendência

Apesar de ganhar visibilidade nas redes sociais, especialistas alertam que a retirada de prótese não deve ser encarada como moda.

O acompanhamento adequado e o diálogo com o cirurgião são decisivos.

“Nem toda paciente precisa retirar o implante. Nem toda paciente que retira precisa colocar outro. O mais importante é que a decisão seja baseada em informação, exame e expectativa realista”, conclui a cirurgiã.

Mais do que seguir tendências, o movimento reflete uma geração que amadureceu — e que hoje entende que estética também é escolha consciente.


Chega de padrão: o corpo precisa ser forte, não perfeito

Em meio às reflexões sobre o protagonismo feminino, a treinadora corpo & mente Juliana Romantini reforça: o corpo da mulher não é projeto sazonal. É instrumento de saúde e longevidade 

 

No mês em que se celebra o Dia da Mulher, discursos sobre empoderamento e liberdade feminina voltam a ganhar visibilidade. Ainda assim, a pressão por padrões estéticos irreais segue presente, alimentada pela cultura da comparação e pela ideia de que o corpo precisa estar sempre adequado a expectativas externas.

Nesse cenário, cresce a necessidade de ampliar esse debate: mais do que aparência, o corpo feminino precisa ser compreendido como base de autonomia e longevidade. É a partir dessa perspectiva que Juliana Romantini, treinadora corpo & mente e especialista em Medicina do Estilo de vida pela Harvard University, defende uma abordagem integrada que une ciência, consciência corporal e saúde emocional.

Para ela, a cultura da comparação e da estética vazia fragiliza a relação da mulher com o próprio corpo e impacta diretamente sua saúde metabólica e mental.

O corpo da mulher não é projeto sazonal. É instrumento de potência, saúde e longevidade que não precisa ser perfeito: precisa ser funcional. Quando entendemos que força, energia e autonomia são prioridades, a estética deixa de ser cobrança e passa a ser consequência”, afirma Romantini.

Segundo a especialista, a construção de massa muscular é um dos pilares dessa transformação. Mais do que uma questão estética, ela atua como proteção metabólica, contribuindo para o equilíbrio hormonal, prevenção de doenças crônicas e manutenção da autonomia ao longo dos anos.

“Músculo é proteção. É reserva metabólica, é estabilidade emocional, é independência no futuro. Precisamos parar de associar força à masculinização e começar a associá-la à longevidade feminina”, opina.

Outro ponto central defendido por Romantini é a autocompaixão como ferramenta neurobiológica. Estudos em neurociência mostram que a autocrítica constante ativa respostas de estresse que prejudicam o emagrecimento, o sono e a regulação hormonal. Já a autocompaixão reduz níveis de cortisol, melhora a adesão a hábitos saudáveis e fortalece a autoestima de forma consistente.

“Não é sobre rigidez, é sobre consciência. A mulher que aprende a se tratar com respeito cria um ambiente interno favorável à mudança. Saúde não nasce da punição, nasce do cuidado. Afinal, a mulher não precisa caber em um padrão, precisa caber em si mesma. E liberdade é saúde na prática”, finaliza Romantini. 

 


Juliana Romantini - referência em desenvolvimento físico-mental com 25 anos de experiência em integração de corpo e mente. Especialista em Mindfulness e certificada em Medicina do Estilo de Vida pela Harvard University, possui ampla experiência em promover práticas que equilibram o bem-estar mental e físico na busca por uma vida mais equilibrada e saudável. Graduada em Educação Física e pós-graduada em Reabilitação Cardíaca e Grupos Especiais (obesos, gestantes, hipertensos), é criadora do método Prática Integral, que há 10 anos vem transformando vidas ao promover saúde e expansão de consciência.


DIA DA MULHER: BANHOS DE OXUM, IANSÃ E IEMANJÁ PARA DESPERTAR A FORÇA FEMININA



Aprenda rituais simples ajudam a limpar as energias, abrir caminhos e fortalecer o poder interior


O Dia Internacional da Mulher, que acontece em 8 de março, além de celebrar conquistas, também pode ser uma data para cuidar de si mesma. Nas religiões de matriz africana, as orixás são fortes representantes das facetas femininas, que vão da coragem à sensibilidade, passando pelo amor, prosperidade, proteção, autoestima e fertilidade. E dentro dessa tradição, os banhos de ervas são uma das formas mais acessíveis de se conectar com essas energias.

"Cada orixá carrega uma vibração específica que representa diferentes forças presentes na mulher. Os banhos ajudam a equilibrar tudo isso e funcionam também, como um momento de autocuidado e conexão espiritual", explica Thalia D´Rosa Vermelha, especialista do Astrocentro.


Oxum: amor, beleza e prosperidade

Oxum é considerada uma das maiores representações do sagrado feminino. Quando a sensação é de cansaço constante, desânimo ou bloqueios na vida, os banhos dedicados a ela costumam ser procurados.

“A orixá das águas doces simboliza a autoestima, a abundância e o amor-próprio, e quando nos conectamos com essa energia, conseguimos olhar para nós mesmas com mais carinho e abrir espaço para novas oportunidades”, explica Thalia.


Banho de vibração

Ingredientes

  • Um punhado de alfazema
  • Um punhado de camomila
  • Um punhado de manjericão miúdo
  • 1 rosa branca
  • 1 rosa amarela
  • 5 litros de água


Modo de preparo

Ferva a água e adicione a alfazema, a camomila, o manjericão e as rosas, mexendo sempre no sentido horário. Tampe a panela, desligue o fogo e deixe a mistura descansar por cerca de quatro horas. Depois, coe a água e leve ao banheiro. Tome seu banho normalmente e, ao final, jogue a mistura da cabeça aos pés, mentalizando seus desejos e pedindo
proteção de Oxum. As ervas restantes podem ser descartadas em um jardim.



Iansã: coragem e transformação

Orixá dos ventos e das tempestades, Iansã é ágil, com personalidade marcante e arquétipo de mulher guerreira que não tem medo de se arriscar em uma batalha. Ela representa a mulher que enfrenta desafios sem medo de mudanças. "É aquela força que ajuda a tomar decisões, sair da zona de conforto e enfrentar as batalhas do dia a dia", afirma a especialista do Astrocentro.


Banho para abrir caminhos

Ingredientes

  • 2 litros de água fervente
  • Cascas verdes de 3 espigas de milho


Modo de preparo

Coloque as cascas de milho em uma bacia e despeje a água fervente por cima. Mentalize seu desejo e cubra com um pano branco, deixando descansar por cerca de 20 minutos. Após retirar as cascas, tome seu banho normalmente e finalize jogando o preparo do pescoço para baixo, pedindo coragem, prosperidade e proteção. Tradicionalmente, a quarta-feira é considerada um bom dia para realizar esse ritual.



Iemanjá: limpeza e paz interior

Também conhecida como Rainha do Mar, Iemanjá é a mãe de todos os Orixás e por isso é uma das divindades mais respeitadas nas religiões africanas. Ela simboliza a força da mulher e da maternidade e é considerada a protetora de todos os lares, fonte do perdão e do amor incondicional.

“Por isso, os banhos de Iemanjá são poderosas fontes de amor e proteção e promovem melhorias nos mais diversos aspectos da vida”, comenta Thalia D´Rosa Vermelha.



Banho de purificação

Ingredientes

  • 2 litros de água
  • 1 punhado de sal grosso
  • Pétalas de uma rosa branca
  • 1 colher (sopa) de alfazema


Modo de preparo

Amasse as pétalas de rosa e misture com os demais ingredientes. Leve ao fogo por alguns minutos e deixe esfriar até atingir uma temperatura agradável. Depois do banho de higiene, jogue o preparo do pescoço para baixo, mentalizando a limpeza das energias negativas e pedindo proteção. Segundo a tradição, o sábado é considerado um dia favorável para rituais ligados a Iemanjá.

“Preparar um banho, mentalizar desejos e se permitir alguns minutos de silêncio é uma forma simbólica de lembrar da própria força. É um gesto simples, mas que pode trazer reconexão com a energia feminina”, finaliza a cartomante.

 


Astrocentro
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5 dicas para sair do sedentarismo e fortalecer vínculos familiares

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Prática conjunta melhora a saúde, estimula hábitos saudáveis desde a infância e transforma os exercícios em momentos de convivência

 

Com agendas cheias e telas cada vez mais presentes no dia a dia, dividir momentos de qualidade em família nem sempre é fácil. Nesse contexto, a prática de atividades físicas em conjunto surge como uma alternativa simples e acessível, ainda mais nas férias de verão. Mais do que cuidar do corpo, esse hábito melhora a qualidade de vida, fortalece vínculos e estimula comportamentos saudáveis desde a infância.

 

“Além de melhorar o condicionamento e a saúde cardiovascular, a prática conjunta reduz o estresse, melhora o humor, fortalece os laços familiares, cria momentos de convivência e diálogo”, explica o coordenador do curso de Educação Física do Centro Universitário Integrado de Campo Mourão (PR), Geovani Rodrigues da Silva.

 

Para quem deseja dar os primeiros passos, Geovani lista cinco dicas que podem ajudar a tornar esse processo mais leve, seguro e prazeroso. Confira:  

Caminhadas, brincadeiras e exercícios simples ajudam a unir
a família e cuidar da saúde mesmo na rotina corrida

1) Escolha atividades que incluam todas as idades

O primeiro passo é optar por exercícios que possam ser adaptados às diferentes faixas etárias da família. Caminhadas, passeios de bicicleta, jogos recreativos, danças e brincadeiras ao ar livre costumam funcionar bem, justamente por permitirem ajustes de intensidade.

 

Para crianças pequenas, o ideal é priorizar atividades lúdicas, em forma de brincadeira. Já adolescentes tendem a se engajar mais em desafios, esportes ou circuitos. Quando há idosos, exercícios de baixo impacto, como caminhadas e alongamentos, são os mais indicados.

 

2) Transforme o exercício em um momento divertido

Para manter todos motivados, especialmente crianças e adolescentes, a atividade física não deve ser encarada como obrigação. Variar as práticas, criar desafios simples e propor metas coletivas ajudam a aumentar o engajamento.

 

Quando o exercício vira brincadeira ou competição saudável, a adesão é muito maior. Permitir que cada membro da família participe das escolhas também contribui para o sentimento de pertencimento e compromisso.

 

3) Comece devagar e respeite os limites individuais

Outro cuidado essencial é respeitar as particularidades de cada pessoa. Iniciar de forma progressiva, evitar exageros e observar sinais de cansaço excessivo, dor ou desconforto são atitudes fundamentais para prevenir lesões.

 

Alongamento, hidratação e o uso de roupas e calçados adequados também fazem parte da prática segura. Pessoas sedentárias, idosos ou quem possui doenças crônicas devem buscar orientação profissional antes de iniciar atividades físicas.

 

4) Adapte a atividade física à rotina da família

Falta de tempo não precisa ser sinônimo de sedentarismo. Sessões de 20 a 30 minutos já são suficientes para gerar benefícios à saúde, pois o mais importante é a regularidade e o compromisso coletivo, e não necessariamente a duração do exercício.

 

5) Use a casa e os espaços públicos a seu favor

Não é preciso investir em equipamentos ou academias para se movimentar. Praças, parques, ruas tranquilas e até a sala de casa podem se transformar em ambientes para a prática.

 

Caminhadas, corridas leves, pega-pega, pular corda, dançar, subir escadas e fazer exercícios com o peso do próprio corpo são exemplos de atividades fáceis de incluir no dia a dia. O essencial é criar o hábito e aproveitar o tempo juntos.

 

Para o coordenador do curso de Educação Física do Integrado, Geovani Rodrigues da Silva, a principal dica é mudar o olhar sobre o exercício. “Quando a atividade física é encarada como um momento de convivência, cuidado mútuo e diversão, ela acontece de forma natural”, afirma.

 

Centro Universitário Integrado


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