Ação visa
democratizar o acesso a benefícios do token, que antes, chegavam a custar
milhares de dólares
Você já imaginou a possibilidade de adquirir apenas
alguma fração de relevância de NFTs, aproveitando ao máximo os seus benefícios,
sem a necessidade de adquirir o token por completo? A ação, que até então
parecia distante do mercado brasileiro, agora é possível graças ao novo
lançamento da Monnos (www.monnos.com.br),
uma exchange brasileira, que pretende democratizar o acesso a benefícios que
antes eram exclusivos a grandes investidores.
“É um passo importante para dar a chance aos nossos
usuários de comprarem os NFTs mais comentados do mercado com muito menos”,
explica Rodrigo Soeiro, fundador da Monnos.
A ação já conta com o seu primeiro NFT fracionado e
o caminho escolhido foi o Metaverso, através da plataforma Decentraland. O
mundo de Decentraland é criado, gerido e é de posse de seus jogadores. Você
pode comprar terrenos virtuais, fazer sua casa, construir um museu ou uma loja
onde pode vender itens virtuais, como camisetas, óculos e tudo que sua
criatividade permitir.
Antes, adquirir um terreno dentro do Metaverso de
Decentraland poderia custar dezenas de milhares de dólares. Agora, com o
fracionamento em pequenas partes, haverá uma maior democratização deste tipo de
ativo, dando acesso àqueles que não possuem o dinheiro necessário para adquirir
o NFT inteiro. O fracionamento se dará por meio de uma demarcação de
propriedade sobre cada fração do original, dando uma porcentagem de benefícios
para o proprietário de cada fração possuída.
Vistos apenas como arte digital, ou memes até pouco
tempo atrás, os tokens não fungíveis vão muito além e vem se mostrando um
mercado promissor dentro da cripto econômica. Não à toa, foi avaliado em U$
15,7 bilhões em 2021 e espera-se atingir U$ 122,4 bi até 2028, segundo a
SkyQuest Technology. Junto ao Metaverso, que possibilita experiências que unem
o real e o virtual, é um dos setores mais abrangentes do cenário tecnológico,
abrindo infinitas possibilidades para criadores e usuários. Assim,
empreendedores passam a oferecer aplicações reais a algo que, até então,
permanecia no mundo digital.
Monnos - Primeiro cryptobank do Brasil
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