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quarta-feira, 14 de outubro de 2026

Mês das Crianças: precisão e eficiência das novas tecnologias no controle do diabetes tornam mais leve e confortável a rotina de pacientes infantis

 Além de investir em dispositivos de controle da glicemia 24h, empresas do setor de saúde reforçam iniciativas que unem tecnologia, informação e acolhimento às crianças e famílias

 

Para muitas crianças, a infância é marcada por brincadeiras, descobertas, momentos em família, além de uma rotina de vida e nutricional menos rigorosa. Para aquelas que convivem com o diabetes, o dia a dia envolve um cenário diferente, com cuidados constantes desde cedo, como o acompanhamento da glicemia, da alimentação, eventuais exercícios/esportes e a atenção aos sinais do próprio corpo. Entre as mais de 90 mil crianças brasileiras diagnosticadas com diabetes tipo 1 e um cenário de uma incidência que aumentou de 3% a 4% nas últimas três décadas, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, encontra-se Elena Santos Rodrigues, filha da profissional autônoma Gabriela Almeida, que descobriu a doença aos quatro anos de idade. A família recebeu o diagnóstico após uma pneumonia, além de mudanças nos hábitos e corpo da jovem – emagreceu, passou a urinar com mais frequência e sentia mais sede. O processo não foi fácil no início. A mãe precisou levar Elena a cinco médicos até, finalmente, ter o diagnóstico. Quando descobriu o diabetes da filha, era preciso realizar os testes de ponta de dedo várias vezes ao dia, o que incomodava criança, e Gabriela tinha poucas horas de sono, constantemente em alerta. 

Agora, aos seis anos, Elena realiza o monitoramento contínuo de glicose por meio do sensor Smart 2.0, da MedLevensohn, desde junho. Segundo a mãe, o dispositivo ajudou a família a compreender melhor o corpo da filha e como reage a diferentes situações do cotidiano, das refeições às atividades físicas e às emoções. Além disso, como o sensor registra o histórico das taxas, isso torna o acompanhamento médico, ajustes de medicação e tratamento de forma muito mais precisa. 

“Desde que colocamos o sensor na Elena, começamos a entender muito melhor como o corpo dela funciona. Ele nos mostrou sinais que antes eram muito difíceis de perceber. Conseguimos identificar quais alimentos provocam picos de glicemia, como a glicemia dela se comporta durante as atividades físicas, nas brincadeiras, quando ela está empolgada, triste ou até mesmo brava”, conta. 

A mudança também ajudou na rotina de sono da família. Antes do sensor, ela precisava acordar para verificar a glicemia da filha por meio das famosas picadas na ponta do dedo, principalmente, pelo receio de episódios de hipoglicemia. Com o monitoramento contínuo, passou a ter mais informações para acompanhar possíveis alterações. 

“Uma das mudanças que mais impactou a nossa vida foi a qualidade do meu sono. Antes, eu precisava acordar durante a noite e furar o dedinho dela várias vezes para saber como estava a glicemia, principalmente, por medo de uma hipoglicemia. Hoje isso mudou completamente. Quando ela está estável, eu consigo dormir muito mais tranquila, e quando acontece uma hipo ou uma hiper, o sensor me informa e conseguimos intervir muito mais rápido”. 

Para Elena, o sensor mudou completamente a sua rotina. “O Smart me ajuda muito. Estou conseguindo comer melhor, brincar mais e controlar a minha diabetes. Também ajudou no meu sono e da minha mãe”, conta.


Obesidade infantil: entre a caneta emagrecedora e o exercício físico


Recentemente, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou novas diretrizes para cuidados com a obesidade infantil. A entidade recomenda que crianças com menos de 10 anos não devem tomar medicamentos contra o excesso de peso, injeções como as canetas emagrecedoras e nem ser submetidas a cirurgias bariátricas. Para essa faixa etária, a recomendação é alimentação saudável, atividade física e acompanhamento comportamental. O tema ganha os holofotes no momento que, de acordo com dados do Unicef, a obesidade supera o baixo peso como o problema mais comum de nutrição entre crianças em idade escolar e adolescentes em todo o mundo. 

Embora o avanço da medicina tenha trazido recursos adicionais para o tratamento da obesidade, quando falamos de criança, o assunto se torna mais complexo. Antes de se debater a adoção de exercícios ou intervenções medicamentosas, é preciso tratar o núcleo onde essa criança se insere, assim como a causa da obesidade. Primeiramente, é contraditório exigir hábitos saudáveis de um menor quando o exemplo cotidiano caminha na direção oposta. A influência do comportamento parental fala mais alto. 

Se os responsáveis não compreendem o processo nutricional, se consomem alimentos altamente calóricos e prazerosos à vista da criança ou não assumem o controle rigoroso da rotina até que haja maturidade emocional suficiente por parte do jovem, qualquer tentativa de emagrecimento isolada tende ao fracasso. Parece óbvio, mas passa despercebida por muitas famílias: a mudança precisa começar pelos adultos. 

Mas, o exemplo de casa não é o único fator determinante. Há, ainda, barreiras estruturais significativas para que a inserção da criança em programas de exercício físico. Ainda nos dias de hoje, o modelo tradicional de atividades esportivas infantis, muitas vezes coletivas, misturadas e altamente competitivas, pode gerar um efeito reverso e traumático. 

Para crianças obesas, o obstáculo é ainda maior. Elas costumam ser imediatistas e lidam mal com a frustração constante de não acompanharem o ritmo dos colegas magros. Se forem submetidas a ambientes onde são avaliadas, medidas ou julgadas o tempo todo, a tendência é o desenvolvimento de vergonha, baixa autoestima e a desistência precoce de uma vida ativa. 

Para que a atividade física seja eficiente, estimulante e prazerosa, os espaços e as metodologias de práticas de atividade física precisam ser igualmente seguros, estimulantes e divertidos. É preciso, também, quebrar tabus: nem toda criança obesa gosta de correr ou praticar esportes convencionais. Atividades alternativas, como o treinamento de força adaptado ou modalidades focadas no que a criança realmente aprecia são caminhos mais assertivos para resgatar o prazer pelo movimento sem ferir o emocional infantil. Descobrir e aflorar gostos traz resultados mais duradouros do que incentivar repetições de movimentos que aquela criança não se sente bem em fazer.

Agora, quanto ao uso de terapias farmacológicas, não se pode descartá-las definitivamente. Se de um lado, não é correto generalizar seu uso, renunciar ao suporte individualizado do medicamento pode representar um erro a depender do caso. Em cenários extremos, onde uma criança de pouca idade apresenta um quadro severo de sobrepeso a ponto de comprometer a mobilidade e impedir qualquer adesão inicial a programas de exercício, o suporte medicamentoso pode atuar como um recurso de transição. Sob estrita supervisão médica, pode funcionar como um ponto de partida para estabilizar o peso, devolvendo à criança condições mínimas para, posteriormente, ingressar com segurança em uma rotina de hábitos ativos. 

Já crianças com sobrepeso moderado podem ser direcionadas diretamente a programas de reeducação comportamental e física, desde que o ambiente seja acolhedor e livre de pressões punitivas, tendo os pais ou os adultos de casa como bons exemplos, pessoas inspiradoras. 

A obesidade infantil é um tema que preocupa e que deve despertar em todos um olhar efetivamente atento. Novas diretrizes são bem-vindas e cada avanço rumo ao enfrentamento merece ser destacado. Agora, o verdadeiro combate exige desconstruir a culpa simplista e encarar o problema de forma sistêmica: com responsabilização e engajamento da família, remodelação dos espaços de atividade física para proteger a saúde mental dos pequenos e avaliação com cautela e critério médico para cada intervenção clínica necessária.

 

Cristiano Parente - CEO da Certificação Internacional em Personal Training WTTC, Personal Trainer, Professor Formador na Comunidade Europeia e em 21 países, além de representante oficial do National Academy of Sports Medicine dos EUA. Professor da Pós-graduação em Personal Training da USP, CEO da Koatch Health Club e da Koatch Profissionalize. Eleito o Melhor Personal Trainer do Mundo pelo American Council on Exercise/ iReps Europe/iReps Oceania. Responsável pela Certificação em Personal Training oficial do Arnold Sports, e Conselheiro do Conselho Regional de Educação Física. CEO da Koatch Profissionalize, com 23 anos de atuação dedicados a credenciar e profissionalizar o atendimento a famílias em clubes sociais, transformando a equipe de solo no maior ativo de retenção de um clube.




Outubro Rosa: Diagnóstico precoce favorece desfechos clínicos melhores no tratamento do câncer de mama

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Paciente conta como o diagnóstico precoce fez a diferença no tratamento da doença e na volta à rotina 


Desde 1º de outubro, a mamografia digital passou a ter cobertura obrigatória pelos planos de saúde sem restrição de faixa etária, conforme a indicação do médico. Até então, a cobertura obrigatória valia para mulheres de 40 a 69 anos. A decisão da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) vale para rastreamento, diagnóstico e acompanhamento do tratamento e chega no Outubro Rosa, mês de conscientização sobre o câncer de mama. 

A mensagem central da campanha permanece: quanto mais cedo a doença é identificada, mais possibilidades de um desfecho clínico favorável existem.
 

Uma dor que não foi ignorada  

Essa é a experiência de Carita Dutra, 45 anos, analista de qualidade. Ela faz acompanhamento das mamas, com mamografia e ultrassom, desde os 40 anos, por recomendação do seu ginecologista. No início de 2026, porém, sentiu uma dor localizada em uma só mama, algo que nunca havia vivido. 

"Eu nunca tinha sentido dor nas mamas. Como era só de um lado e sempre no mesmo ponto, não quis deixar para depois. Sei que a dor nas mamas é comum em algumas mulheres na fase pré-menstrual ou da perimenopausa, então facilmente poderia ter atribuído o incômodo a essa fase. Mas, como era algo novo para mim, preferi procurar o médico", conta Carita. 

O ginecologista solicitou os exames de imagem e a partir deles foi identificado um nódulo de cerca de 11 milímetros na mama direita. Após encaminhamento para o mastologista e uma investigação, foi confirmado um tumor de 3 milímetros dentro desse nódulo. 

Carita faz questão de lembrar que o mastologista sinalizou a ela que a dor não é um sintoma característico do câncer de mama. "A minha dor foi um acaso. Mas se eu ignorasse ela e não procurasse o médico, talvez fosse tarde demais. Por isso o exame periódico é tão importante", destaca. 

Com o diagnóstico, Carita seguiu o plano de tratamento definido pela equipe médica. Em julho, fez uma cirurgia conservadora, com retirada parcial da mama. A análise do material mostrou que as margens e os linfonodos avaliados estavam livres de células tumorais. Depois, foram indicadas cinco sessões de radioterapia (que foram realizadas durante cerca de uma semana) e a terapia hormonal, que deve durar cinco anos. Por ter sido identificado muito cedo, com um tumor muito pequeno, o tratamento dispensou a quimioterapia. Ela segue em acompanhamento médico, mas afirma que conseguiu voltar rapidamente à rotina de trabalho. 

"Tenho certeza de que o diagnóstico precoce oferece mais opções e possibilita mais qualidade de vida. No meu caso, o tumor era pequeno, o tratamento foi mais rápido e eu consegui voltar logo a viver normalmente", afirma.

A paciente também abre um alerta importante. "Durante o meu tratamento na radioterapia, notei que dividia a sala de espera com muitas pacientes jovens. Então, o câncer de mama não atinge só mulheres mais velhas. Todas precisam conhecer o seu próprio corpo, prestar atenção nele e fazer os exames de rotina", recomenda.
 

Por que o diagnóstico precoce importa 

Estudos brasileiros já investigam se tumores de mama pequenos, identificados em fase inicial, poderão ser removidos completamente por técnicas percutâneas e minimamente invasivas, reduzindo a necessidade de cirurgia convencional. Os resultados preliminares são promissores, mas a abordagem ainda está em fase de validação clínica. 

Dr. Henrique Couto, mastologista do REDIMAMA, centro de referência em mamografia, que conduz uma dessas pesquisas nacionais explica que "o que vemos nos estudos iniciais publicados é que quando o tumor é encontrado ainda pequeno, podemos ampliar as possibilidades de uma jornada menos complexa para esse paciente, ainda na fase da biópsia. No entanto, o que já sabemos e podemos falar com certeza é que manter o acompanhamento regular e investigar qualquer alteração nas mamas faz a diferença", explica o especialista.
 

Tecnologia de imagem: uma evolução constante 

A mamografia digital é a base do rastreamento do câncer de mama. Uma evolução ainda dessa tecnologia é a tomossíntese, que faz aquisições da mama em diferentes ângulos e gera imagens em camadas. Esse recurso ajuda a separar estruturas sobrepostas e a avaliar com mais detalhe pequenas alterações, o que é especialmente relevante em mamas densas. 

"A mamografia ainda é frequentemente adiada por falta de tempo, medo ou pela falsa percepção de que, sem sintomas, o exame não é necessário. É justamente nesse momento que a mamografia faz a diferença, já que o câncer de mama em fase inicial geralmente não apresenta sintomas. Ampliar o acesso à mamografia digital é fundamental para que mais mulheres realizem seus exames preventivos no momento adequado, sempre com orientação médica. Identificar o câncer de mama em suas fases iniciais amplia as possibilidades de um tratamento eficaz e de melhores resultados para a paciente. A tecnologia de imagem vem evoluindo significativamente, mas a principal recomendação continua sendo: estar atenta à saúde das mamas e não adiar os exames de rotina", incentiva Ana Paula Francisqueti, gerente de produtos da Siemens Healthineers.

 

Cuidados com o Diabetes são a aposta das companhias de saúde do país para lançar iniciativas que melhorem a qualidade de vida das crianças

 

Com o objetivo de impactar muitas outras famílias, como a de Elena, empresas do setor de saúde investem não só em produtos tecnológicos que possam tornar a rotina mais confortável e segura, como também iniciativas que unem tecnologia, informação e acolhimento, contribuindo para tornar esse cuidado mais próximo da realidade infantil. A MedLevensohn, indústria referência no setor de saúde e bem-estar brasileiro, lança neste mês em que se celebra o Dia das Crianças (12 de outubro) um programa de benefícios voltado ao público infantil.

A Turma do Smartinho é uma iniciativa desenvolvida para crianças que integra as ações do GlicoLev – plano de assinatura para quem tem diabetes receber em casa, automaticamente, produtos necessários para monitorar a glicemia, com vários planos de quantidades para o consumidor escolher conforme suas necessidades e orçamento. A ideia do projeto é criar uma experiência mais lúdica para as crianças e estimular uma relação positiva com a própria rotina de cuidados por meio de uma entrega automática do Smart 2.0 na residência do cliente com kits de livros de colorir, brindes exclusivos, tatuagens removíveis decorativas para o sensor e, em breve, uma mascote de pelúcia oficial do plano. 

Para o diretor comercial e de marketing da MedLevensohn, Fernando Marinheiro, a iniciativa é importante para reestabelecer uma vida mais tranquila e uma rotina saudável para as crianças. 

“Nosso objetivo principal é que o cuidado com o diabetes também possa fazer parte do universo da criança de uma maneira mais leve e acolhedora. A Turma do Smartinho vem exatamente desta proposta, de aproximar informação, tecnologia e cuidado da linguagem infantil, sempre destacando a importância da família nesse processo. Esperamos conseguir ajudar tantas outras crianças como a Elena, que estamos acompanhando desde o início”, concluí.

 

MedLevensohn

 

Lilly coloca esforço e biologia frente a frente para explicar a complexidade da obesidade

Criada pela Wieden+Kennedy, comunicação aposta em uma abordagem humanizada para desafiar mecanismos biológicos e estigmas sobre a doença 

 

Dieta de um lado, genética do outro. Academia versus hormônios. Esforço versus metabolismo. É a partir desses contrários que a Lilly apresenta sua nova campanha de conscientização sobre obesidade. Sendo a DPZ a agência de mídia, e a Wieden+Kennedy como agência criativa. 

A comunicação parte de uma tensão conhecida por quem convive com o excesso de peso: a percepção de que controlar o peso dependeria apenas de esforço ou vontade. A campanha propõe ampliar esse olhar ao colocar, lado a lado, aquilo que a pessoa faz e os fatores biológicos que fazem parte dessa doença complexa e crônica. 

A campanha chega em um momento em que a obesidade ganha dimensão crescente no país. Dados da World Obesity Federation indicam que cerca de 31% dos adultos brasileiros vivem com obesidade[1]. Diante desse cenário, a Lilly vem ampliando sua atuação na área e aposta também em informação e educação como parte de uma estratégia de longo prazo para transformar a forma como a doença é compreendida e discutida.  

"Por muito tempo, a conversa sobre obesidade esteve muito associada à ideia de falta de força de vontade. Seguimos trabalhando todos os dias para mudar essa percepção, mostrando que existem fatores que vão além das escolhas individuais. Nosso papel é levar informação de qualidade e estimular uma conversa mais acolhedora sobre a doença e seu cuidado”, afirma Felipe Berigo, Vice-Presidente Associado da unidade de negócios de Cardioemetabolismo da Lilly.
 

Comunicação que parte da identificação

O conceito ganha sua principal expressão em um filme que retrata, de maneira acolhedora, a sensação de continuar tentando enquanto o próprio corpo parece oferecer resistência. Nas peças estáticas, a mesma ideia é traduzida de forma mais direta pelas contraposições entre dieta e genética, academia e hormônios, esforço e metabolismo. 

No filme, o acolhimento ganha papel central na relação entre mãe e filho. Durante uma ligação, ele compartilha com a mãe uma nova compreensão sobre a obesidade, após buscar mais informações sobre a doença e entender que ela não pode ser resumida à falta de esforço. A partir dessa troca, a campanha convida o público a refletir sobre como familiares e pessoas próximas podem substituir julgamentos por escuta e compreensão, ajudando a desconstruir estigmas associados ao peso e a apoiar quem vive com obesidade. 

“Quando falamos de uma doença crônica e que ainda é cercada por tantos estigmas, a forma como escolhemos comunicar importa tanto quanto a mensagem. Nossa estratégia foi partir de uma tensão que faz parte da vida de muitas pessoas e traduzi-la de uma maneira simples, humana e acolhedora. Queremos construir uma comunicação consistente sobre obesidade, que gere identificação, amplie o entendimento sobre a doença e ajude mais pessoas a dar o próximo passo em direção ao cuidado”, afirma Mayra Palacios, CMO da Eli Lilly do Brasil.
 

Uma campanha desenhada para acompanhar a jornada do consumidor

A estratégia foi desenhada para ir além do awareness e conectar diferentes pontos da jornada, da primeira exposição à campanha à busca por informação e acompanhamento médico. Com veiculação nacional até julho de 2027, o plano de mídia integra TV, digital, streaming, out of home (OOH) e pontos de venda, e prevê cerca de 3,4 bilhões de impressões. 

Os diferentes pontos de contato convergem para o novo ambiente digital de obesidade da Lilly, hospedado no site institucional da companhia. O espaço reúne informações sobre causas, diagnóstico e cuidado da doença. A estratégia busca, assim, transformar identificação em informação e informação em um próximo passo de cuidado. 

“Queremos que a conversa sobre obesidade aconteça de forma responsável, sem julgamento e com base em ciência, e seja cada vez mais natural na nossa sociedade. Como uma companhia que atua em saúde, entendemos que temos a responsabilidade de contribuir para esse debate e ampliar o acesso a informações de qualidade, especialmente diante de um cenário ainda marcado por tanta desinformação. A campanha é mais um passo nessa construção de longo prazo, porque mudar a percepção sobre uma doença tão complexa e ainda cercada por estigmas exige consistência” completa Mayra. 

Criada pela Wieden+Kennedy, a campanha contempla filmes de 15 e 30 segundos e peças estáticas e animadas para digital, social, OOH e pontos de venda. A campanha estreou na TV em 1º de outubro, chega ao digital e OOH a partir de 6 de outubro e segue em veiculação até julho de 2027.
 

Obesidade é uma doença crônica. Procure um médico.

 

Lilly do Brasil
Instagram, Facebook e LinkedIn


¹ World Obesity Federation. World Obesity Atlas 2026. 2026. Disponível em: World Obesity Federation – Publications. Acesso em: 2 out. 2026.

[1]Link


Dia Internacional da Menopausa: mudanças podem começar até dez anos antes e vão muito além dos fogachos

  

Perimenopausa_Imagem gerada por IA (ChatGPT)

Especialista alerta para sinais que muitas mulheres confundem com estresse ou envelhecimento e destaca a importância de um olhar integral para a saúde nessa fase

 

Insônia, cansaço persistente, dificuldade para emagrecer, aumento da gordura abdominal, irritabilidade, perda de libido, lapsos de memória e a sensação de “névoa mental”. No Dia Internacional da Menopausa, celebrado em 18 de outubro, o alerta dos especialistas é para que essa fase da vida feminina seja compreendida para além dos sintomas mais conhecidos, como as ondas de calor e a interrupção da menstruação.

 

As transformações podem envolver metabolismo, composição corporal, sono, cognição, saúde cardiovascular e óssea, pele, libido, humor e bem-estar. E muitas delas começam antes mesmo da menopausa propriamente dita, durante a perimenopausa.

 

Segundo o Dr. Joaquim Menezes, médico e fundador do Instituto Evollution, especializado em longevidade, emagrecimento, performance e saúde hormonal, essa transição pode começar até uma década antes da menopausa e frequentemente passa despercebida porque os sinais aparecem de maneira gradual e fragmentada.

 

“Quando falamos em menopausa, muita gente ainda pensa apenas em fogachos e no fim da menstruação. Mas a transição hormonal pode começar anos antes e repercutir em diferentes sistemas do organismo. A mulher pode perceber que está dormindo pior, acumulando mais gordura abdominal, perdendo massa muscular, tendo dificuldade de concentração ou mudanças de humor e libido sem relacionar esses sinais entre si”, explica.

 

Um estudo publicado na revista Menopause, realizado com mais de 7.600 mulheres nos Estados Unidos, ajuda a dimensionar esse desconhecimento: 34% das participantes não tinham certeza sobre seu estágio reprodutivo, índice que chegou a 42% entre aquelas de 40 a 44 anos.


 

Muito além dos hormônios


O estrogênio participa de processos relacionados ao sono, cognição, metabolismo, saúde cardiovascular, integridade óssea, produção de colágeno e modulação de neurotransmissores ligados ao humor e ao bem-estar. Por isso, suas oscilações podem produzir manifestações aparentemente desconectadas.

 

Para Dr. Joaquim, essa visão mais ampla também é importante para evitar que a mulher passe anos lidando separadamente com diferentes queixas sem uma avaliação que considere a transição hormonal.

 

“Não é raro a paciente procurar ajuda para controlar o peso, dormir melhor ou recuperar energia e descobrir, durante a avaliação, que existem outras mudanças acontecendo simultaneamente. A menopausa exige um olhar integral. Metabolismo, massa muscular, sono, alimentação, atividade física e saúde emocional estão interligados e precisam ser considerados dentro da realidade de cada mulher”, afirma.

 

Um dos pontos que merecem atenção é a composição corporal. Durante essa fase, alterações metabólicas podem estar associadas a mudanças na distribuição da gordura corporal, enquanto a preservação da massa muscular ganha ainda mais importância. Por isso, alimentação adequada, atividade física, sono e acompanhamento individualizado tornam-se componentes relevantes de uma estratégia voltada à saúde e à longevidade. Essa abordagem mais ampla também é um dos focos sugeridos pelo Instituto Evollution para discutir a data.


 

Menopausa não tem uma solução única


Outro ponto destacado pelo especialista é que não existe uma estratégia que sirva igualmente para todas as mulheres. Histórico clínico, exames laboratoriais, fatores de risco, sintomas e objetivos individuais devem fazer parte da avaliação antes da definição de qualquer tratamento.

 

Nesse contexto, a chamada “janela de oportunidade” também merece atenção. O conceito se refere ao período em que determinados tecidos ainda apresentam resposta mais favorável aos hormônios nos primeiros anos após o início da queda hormonal. A identificação dos sintomas e a avaliação individualizada podem, portanto, ter impacto importante na qualidade de vida e na prevenção de problemas futuros.

 

“Menopausa não deve ser sinônimo de perda inevitável de qualidade de vida. O Dia Internacional da Menopausa é uma oportunidade para ampliar essa conversa e, principalmente, para mostrar às mulheres que informação e acompanhamento adequado fazem diferença. Quanto mais cedo entendemos o que está acontecendo no organismo, melhores são as condições para construir uma estratégia individualizada para atravessar essa fase com saúde, disposição e qualidade de vida”, conclui Dr. Joaquim.




Dr. Joaquim Menezes - Médico especialista em Emagrecimento definitivo, longevidade, performance física e mental. Após transformar sua própria saúde emagrecendo mais de 30 kgs, transformou a vida de mais de 12000 mil pessoas a recuperarem vitalidade, composição corporal, energia e presença. Já tratou e acompanhou mais de 2.000 pacientes com emagrecimento definitivo que utilizaram como estratégia medicamentosa o uso do Mounjaro, a tirzepatida. Atua a partir de uma visão integral — metabolismo, performance e longevidade trabalhando em sinergia — para resultados que ultrapassam o físico e devolvem energia, clareza, autoestima e presença. Sua atuação ao lado de atletas, executivos e pessoas que buscavam reencontrar vitalidade consolidou uma filosofia de cuidado profundo, preciso e humano.


Instituto Evollution



Asma x atividade física


Você sabia que quem tem asma pode e deve fazer exercício físico? Natação, corrida, musculação, enfim, não existe a modalidade ideal. A melhor é aquela que a pessoa esteja mais adaptada e que seja, ao mesmo tempo, prazerosa, caso contrário, o paciente não dará continuidade.

A asma é uma doença inflamatória crônica das vias respiratórias e pode se apresentar em formas leves, moderadas ou graves. Em todos os casos, o diagnóstico precoce e o uso correto de medicamentos, prescritos pelo especialista, são fundamentais para prevenir crises e permitir uma vida normal.

Diversos fatores podem desencadear ou agravar as crises de asma, como ácaros da poeira, mofo, polens, infecções virais, excesso de peso, rinite, refluxo gastroesofágico, uso de determinados medicamentos e predisposição genética.

Principais sintomas relacionados à inflamação dos brônquios incluem:

·         Falta de ar

·         Chiado no peito

·         Tosse

·         Sensação de cansaço

·         Dor no peito (frequentemente após esforço físico ou até mesmo ao falar e rir) 



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Dengue grave: estudo do Einstein mapeia impacto da doença em UTIs brasileiras

Análise de uma década revela quais perfis de pacientes concentram o maior risco de morte por doença
 

O maior e mais abrangente estudo sobre dengue grave em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) na América do Sul revelou os indicadores registrados nas primeiras 24 horas de internação que ajudam a identificar pacientes com maior risco de morte. Conduzida por profissionais do Einstein Hospital Israelita, em conjunto com Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), a pesquisa analisou mais de 40 mil admissões em UTIs ao longo de 10 anos (2015 a 2024) e identificou como principais fatores associados à mortalidade por dengue grave a idade avançada, a fragilidade prévia dos pacientes e sinais precoces de queda de pressão. O artigo foi publicado no periódico científico internacional Journal of Critical Care.

A investigação avaliou duas grandes bases de dados nacionais complementares: o registro "UTIs Brasileiras", contemplando 32.016 internações em 357 hospitais públicos e 454 privados, e o banco de dados administrativo do DATASUS, com 11.241 admissões em UTIs públicas do Sistema Único de Saúde (SUS).


Grupos de maior risco e fatores críticos

A mortalidade hospitalar acumulada atingiu 8,2% no registro de UTIs brasileiras e 18,6% na base do DATASUS. O mapeamento identificou três grupos que exigem atenção especial no acompanhamento de casos graves de dengue:

  • Idosos: a mortalidade aumentou com a idade, passando de 3,5% entre pacientes de até 40 anos para 14,4% entre aqueles com mais de 65 anos no registro de UTIs. Na base do DATASUS, esse percentual chegou a 30% na mesma faixa etária.
  • Pacientes mais vulneráveis e com comorbidades: a mortalidade foi de 17% entre os pacientes identificados como frágeis no momento da internação. Esse grupo inclui, por exemplo, pessoas que já apresentavam limitações físicas ou outros problemas de saúde que reduzem a capacidade do organismo de reagir a doenças graves. Além disso, 35% apresentavam pelo menos uma doença crônica ativa.
  • Pacientes que desenvolvem comprometimento circulatório grave: entre aqueles que precisaram de medicamentos para elevar a pressão arterial (vasopressores) nas primeiras 24 horas de internação em UTI, a mortalidade foi de 55,4%, segundo análise da base de dados UTIs Brasileiras.

Sobre os mecanismos que tornam a doença tão letal nestes perfis, a rápida deterioração do sistema circulatório exige atenção imediata aos primeiros sinais. "A dengue costuma ter evolução benigna na maior parte dos casos, mas na sua manifestação grave o vírus desencadeia uma reação inflamatória e circulatória muito agressiva, levando ao choque. A taxa de mortalidade superior a 50% nos pacientes que precisam de vasopressores nas primeiras horas mostra o quão crítico é esse comprometimento. Em idosos e doentes crônicos, a capacidade de recuperação do organismo é menor, o que favorece a rápida piora do quadro clínico. Por isso, a avaliação médica não pode tardar ao primeiro sinal de alerta: converter a complexidade da doença em diagnóstico precoce é o que salva vidas", explica o Dr. Henrique Fonseca, pesquisador da Academic Research Organization (ARO) do Einstein.


Primeiras 24 horas revelam os perfis mais vulneráveis

Ao analisar as taxas de mortalidade hospitalar, a pesquisa constatou que quanto mais grave o quadro do paciente no momento da chegada à UTI, maior o risco de óbito. Essa relação é observada especialmente entre aqueles que já necessitam de suporte intensivo imediato na admissão, indicando um nível de criticidade que reduz drasticamente as chances de recuperação.

Os indicadores registrados nas primeiras 24 horas de internação mostram que 5,8% dos pacientes precisaram de ventilação mecânica invasiva, 7,2% receberam medicamentos vasopressores para manter a pressão arterial e 1,7% necessitaram de terapia renal substitutiva (diálise). Entre os pacientes que precisaram de vasopressores logo no primeiro dia de internação, a mortalidade hospitalar alcançou 55,4%, o maior percentual observado entre os grupos analisados no estudo.

Para os pesquisadores, esses indicadores das primeiras 24 horas funcionam como uma ferramenta valiosa para reconhecer precocemente os perfis mais vulneráveis e antecipar intervenções. "Os dados sugerem que a demora para admitir o paciente na UTI, com sua chegada num momento de maior gravidade, pode contribuir de forma relevante para um desfecho desfavorável. É por isso que buscamos, com essa pesquisa, gerar inteligência de vida real a partir dos indicadores para que os profissionais consigam reconhecer e agir rapidamente, muito antes de o paciente entrar em choque", avalia o Dr. Luciano Azevedo, pesquisador da Academic Research Organization (ARO) do Einstein.


Gestão e Aprimoramento de Fluxos

A partir dos achados, o mapeamento oferece subsídios práticos para orientar a tomada de decisão. "O estudo mostra que, se quisermos reduzir de forma sustentável as mortes por dengue no país, o nosso foco de gestão deve ser aperfeiçoar os fluxos de regulação e triagem pré-hospitalar. Em cenários de sobrecarga de leitos ou epidemias sazonais, a priorização máxima no encaminhamento intensivo e de urgência deve ser dada imediatamente a idosos, portadores de comorbidades e pacientes com sinais precoces de queda de pressão, garantindo o acesso antes que o quadro se torne irreversível", destaca Lucas Corrêa, gerente do Centro de Estudo e Promoção de Políticas de Saúde do Einstein.

O artigo “Clinical outcomes of dengue patients requiring intensive care in Brazil: A 10 year nationwide observational study” foi conduzido por pesquisadores da Academic Research Organization (ARO) e do Centro de Estudo e Promoção de Políticas de Saúde do Einstein Hospital Israelita em conjunto com Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), Epimed Solutions, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidad Autónoma de Chile e Universidade NOVA de Lisboa (Portugal).


Quando levar a criança ao cardiologista?

Foto: Camila Hampf
Hospital Pequeno Príncipe
Sinais podem indicar a necessidade de uma consulta, e sintomas como dor no peito, palpitação e sopro merecem atenção

 

Cansaço, falta de ar, palpitações, dor no peito ou sopro identificado durante uma consulta podem gerar dúvidas e preocupação em pais e responsáveis. Mas quando esses sinais realmente indicam uma doença do coração? E quando levar a criança ao cardiologista? O Hospital Pequeno Príncipe, que é o maior e mais completo hospital pediátrico do país, esclarece as principais dúvidas. 

O cardiologista pediátrico é o especialista responsável por avaliar o coração e sistema circulatório de crianças e adolescentes. O encaminhamento pode acontecer a partir de sintomas, alterações identificadas pelo pediatra ou diante de um histórico familiar que mereça atenção. 

Segundo a cardiologista pediátrica Cristiane Nogueira Binotto, do Hospital Pequeno Príncipe, os sinais que podem indicar uma alteração cardiovascular variam de acordo com a idade e o tipo de cardiopatia. “Os sinais e sintomas gerais aos quais precisamos estar sempre atentos são cansaço, sudorese, interrupções das mamadas e baixo ganho de peso”, explica a especialista.
 

Quando levar a criança ao cardiologista?

Não é necessário levar toda criança ao cardiologista de forma preventiva. O mais importante é manter o acompanhamento pediátrico regular, observar mudanças no comportamento e na capacidade dela para realizar suas atividades e informar o médico sobre o histórico familiar. 

Cansaço excessivo, falta de ar, pouco ganho de peso, desmaios, coloração arroxeada ou sintomas que aparecem durante o exercício físico merecem atenção e podem indicar a necessidade do acompanhamento com um cardiologista pediátrico. A atenção deve ser maior antes de atividades físicas extenuantes ou programas de exercícios de alta intensidade quando existe histórico familiar. Em caso de dúvidas, é importante conversar com o pediatra que acompanha a criança.
 

Crianças com histórico familiar precisam de avaliação?

O histórico familiar é uma informação importante para a saúde cardiovascular da criança. Casos de morte súbita, arritmias graves ou miocardiopatia hipertrófica na família, especialmente entre parentes de primeiro grau, como pai e mãe, merecem atenção. 

Algumas síndromes genéticas também podem estar associadas a uma maior ocorrência de alterações cardíacas. Nesses casos, o pediatra pode indicar uma avaliação com o cardiologista pediátrico.
 

Quais sinais podem indicar uma doença cardíaca?

Fique atento a:

  • cansaço excessivo, especialmente durante atividades ou mamadas;
  • interrupções frequentes das mamadas por cansaço ou falta de ar;
  • dificuldade para respirar;
  • suor excessivo, principalmente durante as mamadas;
  • pouco ganho de peso ou dificuldade para crescer;
  • coloração arroxeada nos lábios, boca ou mucosas;
  • desmaios;
  • palpitações recorrentes; e
  • redução importante da capacidade para realizar atividades físicas.

A presença desses sinais não significa, necessariamente, que a criança tenha uma doença no coração. Porém, quando são persistentes, recorrentes ou aparecem associados a outros sintomas, é importante buscar avaliação médica.
 

Dor no peito, palpitação e sopro: quando procurar um cardiologista?

Dor no peito e palpitação são sintomas que podem acontecer na infância e, na maioria das vezes, não têm origem cardiovascular. A dor pode estar relacionada a questões gastrointestinais, musculoesqueléticas ou emocionais, por exemplo. 

De acordo com a cardiologista, menos de 1% dos casos de dor no peito em crianças têm origem cardíaca. “Quando nós temos que estar atentos à dor no peito em crianças? Quando ela é durante o exercício físico, principalmente durante a atividade, especialmente quando acompanhada de desmaio, falta de ar, palpitação ou histórico familiar de doença cardíaca”, alerta. 

Já o sopro no coração é uma das situações mais comuns que levam o pediatra a encaminhar a criança para um cardiologista. Durante a infância, é comum a presença do chamado sopro inocente ou funcional, que não está relacionado a uma alteração estrutural do coração. Por isso, a avaliação deve considerar o exame físico e o conjunto de sinais apresentados pela criança.
 

Quando procurar atendimento de emergência?

No caso de:

  • desmaio durante atividade física;
  • dificuldade importante para respirar;
  • coloração arroxeada nos lábios ou na face;
  • dor intensa no peito, principalmente durante o esforço;
  • palpitações acompanhadas de desmaio, falta de ar ou mal-estar intenso;
  • perda de consciência;
  • alteração súbita e importante do estado geral.


Sobre o Serviço de Cardiologia do Hospital Pequeno Príncipe

O Hospital Pequeno Príncipe é um dos mais importantes centros brasileiros de cardiologia pediátrica. Além de consultas ambulatoriais, disponibiliza todos os exames necessários para o diagnóstico do paciente, bem como alternativas de tratamentos, incluindo cirurgias e transplantes. 

A instituição conta com o Serviço de Hemodinâmica; Unidade de Terapia Intensiva (UTI) voltada exclusivamente a pacientes da especialidade; serviços de Eletrofisiologia, Ecocardiografia e Eletrocardiografia; e duas equipes de cirurgia cardíaca. Também é referência nacional em cirurgia cardíaca pediátrica de bebês com até 30 dias de vida, sendo uma das instituições que mais realiza esse procedimento no Brasil. 

Somente em 2025, foram 6.993 consultas, 806 internamentos, 350 procedimentos de hemodinâmica, 2.251 procedimentos cirúrgicos, 12 transplantes cardíacos e 34 transplantes de válvula cardíaca.


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