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sábado, 4 de julho de 2026

5 características de cortes que podem envelhecer (ou rejuvenescer) a aparência: o que realmente faz diferença no visual


Existe uma crença bastante difundida de que basta cortar o cabelo mais curto, apostar em uma franja ou seguir a tendência do momento para conquistar uma aparência mais jovem. No entanto, sob a ótica do visagismo, a relação entre corte de cabelo e rejuvenescimento é muito mais complexa. Mais do que o comprimento dos fios, o que influencia a percepção visual é a harmonia entre o corte, os traços do rosto, a textura do cabelo e a imagem que cada pessoa deseja transmitir.

Para Robison Daniel Veiga Rodrigues, cabeleireiro e especialista em visagismo com mais de 25 anos de experiência, não existem regras universais quando o assunto é rejuvenescimento. O resultado depende da análise individual de cada rosto e da construção de uma imagem coerente com a personalidade de quem a utiliza. "No visagismo, antes de escolher um corte, buscamos criar harmonia entre a identidade da pessoa e a mensagem que ela deseja comunicar. O objetivo não é fazer alguém parecer mais jovem a qualquer custo, mas construir uma imagem equilibrada, natural e autêntica", explica.

Para entender melhor esses aspectos, o visagista separou cinco pontos que podem influenciar diretamente essa percepção, confira a seguir:


  1. Cortes excessivamente rígidos podem transmitir uma aparência mais séria

Linhas muito retas e cortes sem movimento costumam comunicar firmeza, racionalidade e controle. Dependendo das características faciais, podem deixar a expressão mais austera. Já cortes que incorporam camadas, desconexões suaves e movimento tendem a transmitir leveza, dinamismo e naturalidade. Em rostos com mandíbula marcada ou traços fortes, esse equilíbrio costuma suavizar a imagem.


  1. O comprimento dos fios não determina a idade que você aparenta

Um dos maiores mitos da beleza é acreditar que cabelos curtos rejuvenescem automaticamente ou que fios longos envelhecem. Segundo Robison, a sensação de juventude está muito mais relacionada ao movimento, à saúde dos cabelos e às proporções do corte do que ao comprimento em si. "Cabelos longos podem transmitir vitalidade quando apresentam leveza e brilho. Da mesma forma, cortes curtos também rejuvenescem quando respeitam a estrutura facial e valorizam os traços da pessoa", explica. Entre as opções mais versáteis, os cortes médios costumam oferecer um equilíbrio entre sofisticação e praticidade.


  1. Franjas podem criar um efeito rejuvenescedor - quando bem indicadas

As franjas continuam entre os recursos mais utilizados para suavizar a imagem, mas nem todas funcionam para todos os rostos. Quando bem planejadas, ajudam a criar uma moldura para o olhar, equilibram proporções faciais, suavizam a região da testa e acrescentam movimento ao visual. Entre os modelos mais indicados atualmente estão a franja cortina, as versões laterais longas e as franjas desfiadas, sempre respeitando o formato do rosto e a textura dos fios.


  1. Respeitar a textura natural dos cabelos faz toda a diferença

Cada tipo de cabelo - liso, ondulado, cacheado ou crespo - possui comportamento próprio e exige técnicas específicas de corte. Quando o desenho do corte acompanha a textura natural dos fios, o resultado transmite espontaneidade, autenticidade e leveza, além de reduzir a necessidade de finalizações excessivas, que podem gerar um aspecto artificial.


  1. Permanecer décadas com o mesmo corte pode transmitir uma imagem estagnada

Encontrar um corte que funciona não significa que ele deva permanecer inalterado por toda a vida. Assim como o rosto muda com o tempo, o estilo pessoal também evolui. Pequenas atualizações podem manter a imagem atual sem perder a identidade.  Segundo Robison, renovar o corte não significa seguir tendências passageiras, mas adaptar a imagem ao momento atual da vida. "O cabelo é uma das principais ferramentas de comunicação da imagem pessoal. Quando o corte conversa com os traços do rosto, com a personalidade e com a fase que a pessoa está vivendo, o resultado transmite equilíbrio e confiança", afirma.

Para o especialista, esse é justamente o papel do visagismo: utilizar o corte de cabelo como um recurso estratégico de expressão pessoal, e não apenas como uma escolha estética. "O objetivo não é copiar tendências, mas valorizar aquilo que torna cada pessoa única", conclui.

 

Você sabe o que tem no seu rosto? A proibição do PMMA e as vítimas que demoraram anos para descobrir

Casos recentes de famosas reacendem o debate sobre os riscos do polimetilmetacrilato, banido pelo CFM em junho de 2026
 


A influenciadora Maíra Cardi publicou esta semana um vídeo mostrando fragmentos do PMMA saltando do próprio rosto, afirmando que o material continua provocando reações mais de uma década após a aplicação. Quase ao mesmo tempo, a repórter da Globo Juliane Massaoka revelava que quase perdeu o nariz por conta da mesma substância, injetada sem seu consentimento durante uma rinoplastia realizada quando tinha 17 anos. Em junho de 2026, ela ainda relatava feridas abertas, antibióticos contínuos e tratamento em câmara hiperbárica.
 

Os dois casos têm algo em comum além do produto: nenhuma das duas sabia, por anos, o que tinha no próprio corpo. 

O PMMA (polimetilmetacrilato) está oficialmente proibido para fins estéticos no Brasil desde 2 de junho de 2026, por meio da Resolução nº 2.461/2026 do Conselho Federal de Medicina. A decisão veio após décadas de complicações documentadas e uma série de mortes, incluindo a de Roseli Fernandes de Oliveira Romeiro Vieira, de 48 anos, que faleceu em maio de 2026 após preenchimento nos glúteos em um consultório na zona sul de São Paulo. 

Durante muitos anos, o PMMA foi considerado uma opção válida em situações bastante específicas, desde que utilizado em pequenas quantidades, com indicação criteriosa e técnica adequada. No entanto, o acompanhamento de pacientes ao longo do tempo demonstrou que o material pode desencadear complicações tardias, inclusive quando aplicado corretamente, motivo pelo qual seu uso estético foi sendo progressivamente abandonado em favor de preenchedores com perfil de segurança mais favorável. 

Para o Dr. Ricardo Votto, Cirurgião Plástico Secretário da Regional de Santa Catarina da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) e parceiro PinkMed, a proibição era necessária, mas o alerta vai além dela. "O problema do PMMA é que ele é permanente. E permanente significa que os riscos também são. Um paciente que aplicou a substância há dez, quinze anos sem qualquer sintoma pode desenvolver uma reação inflamatória a qualquer momento."
 

O que fazer quem tem PMMA no corpo

A proibição levanta uma dúvida legítima para as milhares de pessoas que realizaram procedimentos com a substância ao longo das últimas décadas. A primeira orientação é não entrar em pânico. 

Quem não apresenta sintomas não precisa buscar a retirada preventiva sem indicação médica. O acompanhamento periódico com um profissional qualificado é, nesses casos, a conduta recomendada. Isso porque, como os casos de Maíra Cardi e Juliane Massaoka ilustram, a remoção do PMMA é um procedimento de alta complexidade. Por se integrar aos tecidos ao longo do tempo, sua retirada pode exigir a remoção de estruturas saudáveis ao redor, causando sequelas estéticas e funcionais muitas vezes mais graves do que a permanência do produto. 

Os sinais que exigem avaliação imediata são dor, inchaço, endurecimento, vermelhidão, nódulos ou mudanças no contorno da região onde o PMMA foi aplicado. Também é fundamental informar qualquer profissional de saúde sobre a presença do produto antes de realizar qualquer procedimento na área. 

Um ponto de atenção adicional: quem fez algum procedimento estético nos últimos vinte anos e não tem certeza do que foi utilizado deve buscar essa informação ativamente. Como mostrou o caso de Juliane Massaoka, o PMMA pode ter sido aplicado sem o conhecimento do paciente, e sua presença só é descoberta anos depois, muitas vezes durante uma cirurgia por outro motivo. 

"Pacientes assintomáticos não precisam entrar em pânico. O acompanhamento com um cirurgião plástico qualificado e a atenção a qualquer sinal de inflamação são as principais medidas. Identificar um processo inflamatório no início pode facilitar o tratamento. E, para quem pretende realizar um procedimento estético, a orientação é sempre perguntar qual produto será utilizado, verificar se ele possui registro na Anvisa e procurar profissionais devidamente habilitados", afirma o Dr. Votto.


PinkMed


“Tchauzinho de miss”: por que a flacidez embaixo do braço incomoda tantas mulheres?

 

Créditos: @harmonizegoldoficial
| CO ASSESSORIA

“Muitas pacientes treinam, emagrecem e ainda se incomodam com a flacidez dos braços porque o problema não está apenas no músculo”, afirma a dermatologista Joana Petito Magnavita


Conhecida popularmente como “tchauzinho de miss”, a flacidez na parte inferior dos braços está entre as queixas estéticas mais frequentes entre as mulheres. A região costuma chamar atenção em movimentos simples do dia a dia, como acenar, levantar os braços, usar vestidos, regatas ou aparecer em fotos e vídeos. O incômodo é tão comum porque afeta uma das áreas mais expostas e movimentadas do corpo, tornando a flacidez mais perceptível no dia a dia.

Esse talvez seja o maior mito sobre a flacidez dos braços: fortalecer a musculatura nem sempre resolve o problema. Embora a atividade física seja essencial para melhorar o tônus muscular, ela não é capaz de devolver, sozinha, a firmeza da pele quando já existe perda de colágeno, elastina e da sustentação natural da região. É justamente por isso que muitas mulheres continuam incomodadas com o chamado “tchauzinho de miss” mesmo depois de emagrecer ou manter uma rotina regular de treinos.

Segundo dermatologista Joana Petito Magnavita (CRM 5287726-0), da Harmonize Gold, essa é uma das dúvidas mais frequentes no consultório. “Muitas pacientes chegam dizendo que treinam há anos e não entendem por que os braços continuam com aspecto flácido. Isso acontece porque, em muitos casos, o músculo está fortalecido, mas a pele perdeu sustentação ao longo do tempo. O envelhecimento reduz gradualmente a produção de colágeno e elastina, responsáveis pela firmeza e elasticidade da pele. Por isso, o primeiro passo é entender se a principal queixa está relacionada ao músculo, ao excesso de gordura ou à qualidade da pele”, explica.

A especialista afirma que o tratamento deve ser individualizado, já que diferentes graus de flacidez exigem abordagens distintas. Segundo ela, quando a perda de firmeza está relacionada à qualidade da pele, tratamentos voltados para a bioestimulação de colágeno passaram a ganhar espaço justamente porque atuam na estrutura cutânea, e não apenas no volume ou no contorno corporal. “O objetivo não é apenas melhorar o desenho do braço, mas recuperar a qualidade da pele de forma gradual, respeitando as características de cada paciente”, completa.

Para Bernardo Magalhães, diretor executivo da Harmonize Gold, a procura por tratamentos voltados para regiões além do rosto representa uma mudança importante na forma como as pessoas enxergam o envelhecimento. “Durante muitos anos, quando se falava em colágeno, o pensamento ia direto para o rosto. Hoje, o paciente entende que braços, mãos, pescoço, colo, abdômen e glúteos também envelhecem. O cuidado com a qualidade da pele deixou de ser localizado e passou a envolver o corpo inteiro”, afirma.


Como jogam os profissionais? O protocolo de recuperação pós-treino que você deveria copiar dos atletas de elite

Entenda o que atletas de elite fazem na primeira hora após o jogo ou o treino


Quase ninguém fala sobre a nutrição que acontece depois do apito final, mas deveria, afinal, a primeira hora após o treino é uma das mais importantes da nutrição esportiva. É nesse momento que o organismo começa a reparar os danos causados pelo exercício, repor os estoques de energia e iniciar a preparação para a próxima sessão de treinamento.

Como nutricionista esportiva que trabalha com jogadores de futebol profissional, a Dra. Krissy Ladner, Diretora de Desempenho Esportivo e Educação em Nutrição da Herbalife, utiliza um recurso simples que qualquer atleta, em qualquer nível, consegue memorizar: os 4 Rs. Conheça


R nº 1: Repor

A primeira tarefa é repor o glicogênio muscular. Durante uma partida ou um treino intenso, o organismo utiliza os carboidratos armazenados nos músculos para sustentar esforços de alta intensidade, como sprints, saltos e mudanças rápidas de direção.

Para saber se s “se durante o treino você não conseguiria manter uma conversa porque estava respirando intensamente, significa que utilizou os estoques de carboidratos e precisa reabastecê-los”, ensina Krissy. 

A recomendação da especialista é consumir entre 30 e 60 gramas de carboidratos na primeira hora após o treino. “Um prato de arroz com proteína magra, um sanduíche de peru com pão integral ou um smoothie com frutas e aveia são boas opções para atingir essa meta.”


R nº 2: Reparar

A segunda tarefa é reparar o tecido muscular que sofreu microlesões durante o exercício.

“As proteínas fornecem os aminoácidos necessários para esse processo. Por isso, é importante manter níveis adequados na corrente sanguínea para favorecer o reparo e a recuperação muscular”, orienta a nutricionista.

Nessa casos, ela recomenda ingerir entre 15 e 30 gramas de proteína de alta qualidade, como frango, peixe, ovos, laticínios ou um shake proteico. Embora esse cuidado seja especialmente importante após treinos de força, qualquer sessão intensa provoca algum grau de dano muscular, e a proteína contribui para sua recuperação.

“Costumo recomendar aos atletas de elite uma proporção de 3:1 de carboidratos para proteínas para a refeição ou shake imediatamente após o fim da partida. Isso corresponde, aproximadamente, a 60 a 120 gramas de carboidratos e 20 a 40 gramas de proteínas. Uma sugestão simples é preparar um smoothie de recuperação com: frutas congeladas, aveia, leite ou uma bebida vegetal e uma medida de proteína. Pronto!”


R nº 3: Reforçar

Esse é o passo que mais costuma ser negligenciado e, ao mesmo tempo, aquele que considero mais importante no longo prazo. Reforçar significa oferecer suporte às células musculares, ao sistema imunológico e ao sistema nervoso por meio de alimentos integrais ricos em compostos anti-inflamatórios e antioxidantes, como frutas, verduras, legumes, grãos integrais, oleaginosas, peixes e azeite de oliva.

“Um composto que oferece benefícios é a curcumina, princípio ativo da cúrcuma, que pode auxiliar na redução da inflamação e do desconforto muscular”, coloca Krissy, que acrescenta: Ainda assim, não é uma solução milagrosa nem algo que fará você ganhar massa muscular mais rapidamente. Apenas vai ajudar o organismo a se recuperar entre uma sessão e outra quando aliado a uma rotina alimentar equilibrada, e não como estratégia isolada.”


R nº 4: Reidratar

Beber água é apenas o começo da recuperação, não o fim. Durante um treino intenso, o corpo perde não apenas água, mas também eletrólitos importantes, como sódio, potássio e magnésio, eliminados pelo suor. Para uma reidratação completa, é necessário repor todos eles.

“Em exercícios leves, que produzem pouca transpiração, normalmente a água é suficiente. Porém, se você suou bastante, é importante incluir eletrólitos na refeição ou na bebida consumida após o treino”, coloca a Dra Krissy.

O sódio merece atenção especial, pois ajuda o organismo a reter líquidos e favorece a reposição da água dentro das células. Uma maneira simples de avaliar a hidratação é observar a cor da urina: ela deve apresentar um tom amarelo-claro e não um amarelo-escuro.


O 5º R: Repousar

Esse talvez seja o mais fácil de fazer — e também o mais fácil de esquecer. A recuperação não depende apenas do que você come ou bebe. O corpo também precisa de tempo para reparar os tecidos antes do próximo treino.

“Durante o sono ocorre a liberação de hormônios importantes para o crescimento e a reconstrução muscular. O descanso faz parte do treinamento. É ele que permite ao organismo se recuperar, reduzir o risco de lesões e melhorar o desempenho ao longo do tempo”, explica.


Da elite para todas as pessoas

Os 4 Rs não são exclusivos de atletas profissionais. Se o seu último treino realmente exigiu esforço — ou seja, você treinou com intensidade e propósito, e não apenas cumpriu uma rotina —, esse mesmo conceito também se aplica a você.

As quantidades podem variar de acordo com o tamanho do corpo e a intensidade do exercício, mas a lógica permanece a mesma: Repor, Reparar, Reforçar, Reidratar — e, depois, Repousar.

A partida termina quando o árbitro apita o fim do jogo. Mas a sua recuperação está apenas começando.

 

SAIBA QUAIS SÃO OS ATIVOS QUE VÃO MANTER A PELE HIDRATADA DURANTE O INVERNO

O inverno exige uma atenção especial com a pele. Para ajudar a manter a hidratação e o conforto durante a estação, Helioderm Dermocosméticos, marca da Hertz Farmacêutica e referência em proteção solar, convidou a dermatologista Vanessa Perusso para compartilhar dicas de ativos que ajudam a manter a hidratação e a saúde da pele durante a estação.

 

Com a chegada do inverno, as temperaturas mais baixas, a redução da umidade do ar e os banhos mais quentes contribuem para a perda de água da pele, favorecendo o ressecamento, a descamação, a opacidade e a sensação de desconforto. Nesse período, manter uma rotina adequada de cuidados se torna ainda mais importante para preservar a hidratação, a maciez e a saúde da pele. Além de adotar hábitos que ajudam a minimizar o ressecamento, a escolha de produtos formulados com ativos específicos pode fazer toda a diferença e se tornar uma grande aliada nos cuidados diários.

A seguir, confira alguns ativos que podem ser grandes aliados para manter a pele hidratada, protegida e saudável durante o inverno.

 

v  NIACINAMIDA

A niacinamida é um dos ativos mais completos para os cuidados diários com a pele. “No inverno, seu papel se torna ainda mais relevante, pois ela contribui para o fortalecimento da barreira cutânea, ajudando a reduzir a perda de água e a proteger a pele das agressões externas. Como resultado, a pele mantém melhor seus níveis de hidratação e fica menos propensa ao ressecamento, à descamação e ao desconforto típicos da estação”, destaca Vanessa.

A especialista ainda complementa que além de contribuir para a hidratação, a niacinamida também auxilia no controle da oleosidade, na uniformização do tom da pele e na redução da vermelhidão.

  

v  VITAMINA E

Conhecida pelo seu alto poder antioxidante, a vitamina E ajuda a proteger a pele dos impactos causados pelas baixas temperaturas e pela redução da umidade do ar, além de contribuir para a manutenção da hidratação natural da pele.

“Esse ativo combate a ação dos radicais livres e ajuda a promover uma sensação de conforto e maciez, especialmente para quem percebe a pele mais sensibilizada ou ressecada durante o inverno”, explica Vanessa. 

A vitamina E raramente é utilizada de forma isolada, sendo frequentemente encontrada em formulações multifuncionais, como por exemplos protetores solares. “Por isso, vale a pena investir em produtos que combinem diferentes benefícios em uma única formulação, potencializando os cuidados diários com a pele”, complementa.

 

v  ATIVO HIALURÔNICO

O ácido hialurônico é um dos ativos mais conhecidos e recomendados quando o assunto é hidratação da pele. Produzido naturalmente pelo organismo, ele tem a capacidade de atrair e reter água, contribuindo para uma pele mais hidratada, macia e saudável.

“Com o passar dos anos, a produção natural de ácido hialurônico diminui. Por isso, é importante buscar produtos que contenham esse ativo na formulação, como hidratantes e até mesmo protetores solares, ajudando a complementar os níveis de hidratação da pele”, explica Vanessa.

A especialista destaca que o ácido hialurônico funciona como uma verdadeira reserva de hidratação. “Ele ajuda a manter a umidade natural da pele, reduz a sensação de ressecamento e contribui para uma aparência mais viçosa e luminosa, algo especialmente importante durante o inverno, quando a pele tende a perder água com mais facilidade”, complementa.

 

v  QUAIS PRODUTOS POSSO INVESTIR?

Quando o assunto é manter a pele hidratada e protegida durante o inverno, os protetores solares com fórmulas multifuncionais se destacam como grandes aliados da rotina de cuidados. Além da proteção contra os raios UV, muitos desses produtos contam com ativos como niacinamida, vitamina E e ácido hialurônico, oferecendo benefícios adicionais para a saúde da pele.

“Hoje, já existem protetores solares que combinam proteção solar, hidratação e ação antioxidante em uma única fórmula, tornando a rotina de cuidados mais prática e completa. Essa combinação é especialmente interessante durante o inverno, quando a pele tende a ficar mais ressecada e sensível”, explica a dermatologista.

A especialista reforça que o uso do protetor solar deve ser mantido durante todo o ano. “Mesmo nos dias frios ou nublados, a radiação ultravioleta continua presente e pode contribuir para o envelhecimento precoce da pele. Por isso, optar por um protetor solar com ativos que também auxiliam na hidratação é uma excelente forma de unir proteção e cuidado em um único passo”, finaliza.

 

Helioderm
https://helioderm.com.br/

 

 

Pele no inverno: especialistas alertam para erros comuns que favorecem ressecamento e envelhecimento precoce

 

Freepik

Frio, vento e banhos quentes comprometem a barreira cutânea, enquanto os raios UVA seguem ativos mesmo em dias nublados. 

 

Com a chegada das temperaturas mais baixas, muitas pessoas relaxam os cuidados com a pele. O uso do protetor solar deixa de fazer parte da rotina, os banhos ficam mais quentes e demorados e a hidratação acaba sendo negligenciada. Esses hábitos podem comprometer a saúde da pele e favorecer o surgimento de problemas como ressecamento, descamação, coceira e até dermatites. 

“A pele não descansa no inverno, apenas enfrenta desafios diferentes. No verão, o principal agressor costuma ser a exposição solar. Já no inverno, o ressecamento ganha protagonismo por causa do ar mais seco, do vento frio e dos banhos quentes, que favorecem a perda de água e enfraquecem a barreira cutânea”, explica Marcela Cestari, dermatologista do Sírio-Libanês. 

Esse cenário pode deixar a pele mais sensível e vulnerável, mesmo quando a exposição ao sol é menor. Além disso, a falsa sensação de proteção durante os meses frios leva muitas pessoas a abandonarem um dos cuidados mais importantes: o uso diário do protetor solar. 

Para a especialista, o erro ocorre porque a maioria dos indivíduos associa o filtro solar ao calor, quando sua função é proteger contra a radiação ultravioleta. “A radiação UVB, responsável pelas queimaduras solares, realmente diminui no inverno. Mas os raios UVA permanecem praticamente constantes ao longo do ano, atravessam nuvens, vidros e continuam causando danos à pele”, afirma. 

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a radiação UVA representa cerca de 95% da radiação ultravioleta que chega à superfície terrestre1, o que reforça a importância da fotoproteção mesmo nos dias frios e nublados. 

Por penetrar em camadas mais profundas, a radiação UVA está diretamente relacionada ao fotoenvelhecimento, contribuindo para o surgimento de rugas, flacidez, manchas e alterações na textura da pele. Como seus efeitos são cumulativos e não provocam sinais imediatos, muitas pessoas não percebem os danos que estão sendo causados ao longo do tempo. Dados da Sociedade Canadense de Dermatologia2 mostram que cerca de 90% do envelhecimento da pele pode ser atribuído aos danos causados pela exposição solar. 

Outro hábito típico da estação que merece atenção são os banhos muito quentes. Embora tragam sensação de conforto, eles removem parte da camada de gordura natural que protege a pele. 

“A barreira cutânea funciona como uma espécie de escudo que retém água e impede a entrada de agentes irritantes. Quando a água está muito quente, essa proteção é removida, favorecendo o ressecamento, a coceira e, em alguns casos, o desenvolvimento de dermatites”, explica Cestari. 

Os sinais de que a barreira cutânea está comprometida costumam aparecer gradualmente. Sensação de pele repuxando após o banho, aspereza, descamação, vermelhidão e ardência ao aplicar produtos que antes eram bem tolerados estão entre os principais indícios. Em situações mais avançadas, podem surgir fissuras, especialmente nos lábios, mãos, pés e calcanhares. 

Para minimizar esses efeitos, a dermatologista recomenda adaptar a rotina de cuidados à estação. A orientação é priorizar hidratantes mais encorpados, com consistência mais firme, e fórmulas com ativos que ajudam a restaurar a barreira da pele, como ceramidas, ácido hialurônico, glicerina, pantenol e niacinamida. 

Nas redes sociais, técnicas como o chamado “skin flooding” ganharam popularidade ao prometer hidratação intensa por meio da aplicação de múltiplas camadas de produtos. No entanto, a médica ressalta que o mais importante não é a quantidade de cosméticos utilizados. 

“O que realmente faz diferença é aplicar um bom hidratante enquanto a pele ainda está úmida. Um produto bem formulado já reúne ingredientes capazes de atrair água, suavizar a pele e reduzir sua perda. Muitas vezes, o excesso de etapas agrega mais marketing do que benefício real”, afirma. 

Outro mito frequente é o de que peles oleosas não precisam de hidratação. Na prática, oleosidade e hidratação são características diferentes. 

“Uma pele pode apresentar excesso de oleosidade e, ao mesmo tempo, estar desidratada. Quando a hidratação é negligenciada, a barreira cutânea se fragiliza e a produção de sebo pode até aumentar como mecanismo de compensação, gerando o chamado efeito rebote”, explica a especialista. 

Além do rosto, algumas áreas do corpo costumam ser esquecidas durante o inverno e merecem atenção especial. Mãos, lábios, pernas, cotovelos, joelhos, pés e calcanhares estão entre as regiões mais suscetíveis ao ressecamento e ao aparecimento de rachaduras. 

Para manter a saúde da pele durante a estação, Cestari recomenda três medidas básicas: hidratar a pele diariamente, preferencialmente logo após o banho; manter o uso do protetor solar todos os dias, inclusive quando o céu estiver nublado; e optar por banhos mornos e mais curtos. 

“Regularidade é mais importante do que uma rotina complexa. Hábitos simples, quando realizados diariamente, oferecem muito mais proteção à pele do que cuidados intensivos feitos apenas de forma esporádica”, conclui.

 

Hospital Sírio-Libanês
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SOS Pré-Férias: os cuidados de junho para blindar laces e mega hair contra os danos de cloro e águas termais

 

Preparação correta dos fios antes das viagens de julho evita o emborrachamento da fibra e infiltrações na fixação; criadora do Método V.O.® detalha os protocolos de hidratação hidrofóbica que protegem as peças de alto padrão.


Com as férias de julho batendo à porta, a cabeça de muita gente já está nas malas, nos resorts e naqueles dias de descanso merecidos. O problema é que, para quem usa mega hair ou laces, o combo de piscina, praia e águas termais pode virar um verdadeiro pesadelo para o bolso e para a autoestima. Um levantamento da Associação Nacional dos Fabricantes de Cabelo (Anfacap) mostra que o contato direto com o cloro e os minerais dessas águas pode encurtar a vida útil das peças em até 40%. Sem um cuidado prévio agora em junho, o resultado costuma ser aquele aspecto elástico terrível e uma baita dor de cabeça com a fixação.

A boa notícia é que dá para curtir a viagem sem passar nervoso, desde que você comece a preparar os fios duas semanas antes de colocar o pé na estrada. Quem bate muito nessa tecla é a especialista em transformação capilar Val Oliveira. Ela explica que o grande segredo para blindar esses cabelos mais premium é criar uma barreira de proteção bem antes do embarque. A ideia não é remediar o estrago depois, mas sim blindar a fibra para que o cloro e o sal nem consigam entrar.

A principal estratégia da profissional, que desenvolveu o Método V.O.®, é apostar na hidratação hidrofóbica antes de viajar. O nome parece complexo, mas a lógica é simples: trata-se de encher o fio de nutrientes e selar as cutículas para repelir a água da piscina. "Quando o cabelo está nutrido com os óleos certos, o cloro e o sal não encontram espaço para fixar. Funciona como uma capa invisível que protege a peça ao longo de todo o passeio", conta Val.

Outro perigo silencioso das férias, e que muita gente esquece, é o que acontece na base onde o mega hair é preso. A umidade constante e o calor das termas amolecem a queratina ou a fita adesiva, abrindo espaço para infiltrações e até fungos. A especialista lembra que fazer uma manutenção preventiva ainda em junho é o que garante que ninguém vai passar pelo sufoco de ver uma mecha soltar no meio da viagem.

Na mala das férias, alguns hábitos simples fazem toda a diferença no dia a dia. A dica de ouro da profissional é nunca deixar o cloro ou o sal secarem no cabelo sob o sol. O ideal é sempre dar uma chuveirada de água doce assim que sair da água e aplicar um bom protetor com filtro UV. "Esse acúmulo de química sob o sol queima o brilho e muda a cor do cabelo, principalmente os loiros", alerta Val Oliveira. 



Fonte: Val Oliveira — Especialista em transformação capilar
@val.oliveirabeauty


Além das tranças: penteados julinos ganham leitura fashion e autoral em 2026


Expert Bruna Scharf, do Walter’s Coiffeur, propõe releituras modernas para sair do óbvio nas festas, com textura, acessórios e styling contemporâneo

 

Das quadrilhas às bandeirinhas, a estética da festa junina segue firme como um dos códigos mais afetivos do calendário brasileiro. Mas, quando o assunto é cabelo, 2026 marca uma virada: o tradicional dá espaço a interpretações mais sofisticadas e alinhadas às tendências globais de beleza. À frente desse movimento, a hair stylist Bruna Scharf, da rede Walter’s Coiffeur, aposta em penteados que equilibram referência cultural e informação de moda, sem perder o espírito lúdico da data.

Segundo a especialista, a proposta é atualizar elementos clássicos com novas texturas, acabamentos e proporções. “A festa julina continua sendo um território de experimentação. O que muda é a forma como a gente traduz isso hoje: menos caricatura e mais estilo”, afirma.

A seguir, a expert reuniu sete penteados com passo a passo prático para sair do lugar-comum.

 

Estilo cowgirl

Uma das maiores apostas da temporada, o visual cowgirl vai além das botas e do jeans. A tendência mistura feminilidade, liberdade e um toque rústico sofisticado, trazendo uma estética inspirada no universo western para os cabelos.

Como fazer: tranças laterais, coques baixos despojados e cabelos soltos com ondas naturais são algumas das principais escolhas para incorporar a tendência ao look junino.


Dica da expert:

“O estilo cowgirl funciona muito bem porque transmite personalidade e conversa com essa estética mais natural e moderna que está em alta”, explica Bruna. Para completar, o chapéu surge como peça-chave da produção. “Além de estiloso, ele valoriza o rosto e funciona tanto com fios presos quanto soltos, trazendo um acabamento marcante ao visual.”

 

Penteados com lenços

Coloridos, versáteis e cheios de personalidade, os lenços se consolidam como um dos acessórios mais fortes das festas juninas de 2026.

Como fazer: o acessório pode aparecer em tranças, rabos de cavalo, coques desconstruídos ou até nos cabelos soltos, criando movimento e um ar mais divertido à produção.


Dica da expert: “O lenço transforma completamente o penteado e faz o cabelo virar parte importante do figurino”, comenta Bruna. Segundo ela, a peça pode tanto protagonizar o look quanto complementar produções já coloridas. “É um acessório extremamente democrático e perfeito para quem quer trazer informação de moda ao visual junino.”

 

Rabo de cavalo com tranças

A proposta aqui é transformar o clássico rabo alto em um penteado com mais textura e informação de moda.

Como fazer: prenda o cabelo no alto da cabeça e, a partir do comprimento, divida o rabo em mechas médias. Trance cada seção individualmente, criando um mix de espessuras para um efeito mais moderno.

Dica da expert: “Evite deixar todas as tranças iguais. Variar o tamanho traz movimento e um ar mais despojado”, sugere Bruna. Para finalizar, aposte em elásticos coloridos, presilhas ou fitas para reforçar o mood festivo.

 

Maria-chiquinha trançada

Uma releitura cool de um dos penteados mais icônicos das festas juninas.
Como fazer: divida o cabelo ao meio, com risca central bem marcada, e faça duas tranças ao longo do comprimento, prendendo cada lado separadamente.

Dica da expert: “O diferencial está na altura e no acabamento. Mais altas deixam o look divertido; mais baixas, mais sofisticado”, explica. Finalize com acessórios como fitas, fivelas ou grampos estratégicos para dar personalidade.

 

Coroa de trança

Romântica e atemporal, a coroa de trança é perfeita para quem quer um visual mais elaborado e sem complicação.

Como fazer: divida o cabelo ao meio e faça duas tranças laterais tradicionais. Em seguida, cruze-as sobre o topo da cabeça, formando uma “coroa”, e prenda com grampos discretos ao longo do percurso.

Dica da expert: “Incorporar fitas junto à trança traz um toque junino imediato e eleva o visual”, destaca. Para maior fixação, finalize com spray ou um leve toque de gel.

 

Tranças embutidas no topo da cabeça

Ideal para quem busca um visual mais moderno e com pegada urbana.
Como fazer: separe duas mechas no topo da cabeça, criando divisões retangulares. Em cada lado, faça uma trança embutida começando pela frente e seguindo em direção ao topo, adicionando fios gradualmente. Ao chegar ao fim da área separada, finalize com trança tradicional até as pontas.

Dica da expert: “Esse penteado funciona muito bem com fitas coloridas entrelaçadas ou elásticos aparentes, criando um contraste interessante”, indica Bruna.

 

Trancinhas na franja

Delicadas e cheias de atitude, são o detalhe que transforma o look.
Como fazer: com o cabelo seco e alinhado, separe pequenas mechas na região frontal e faça tranças finas, próximas ao rosto.

Dica da expert: “É um styling simples, mas que muda completamente a produção. Perfeito para quem quer entrar no clima de forma sutil”, comenta. Para finalizar, prenda com mini elásticos ou arremate com fitinhas nas pontas.

 

Pele no inverno: por que a estação mais fria do ano é a mais estratégica para quem quer recuperar firmeza e viço

Enquanto muita gente espera o verão para cuidar da pele, quem entende de regeneração sabe que o resultado começa a ser construído no inverno

 

É justamente nos meses mais frios que a pele encontra as condições ideais para iniciar tratamentos capazes de estimular colágeno, recuperar a firmeza e devolver o viço de forma segura e progressiva. 

Com a chegada do inverno, a pele enfrenta um dos períodos de maior vulnerabilidade do ano. As temperaturas mais baixas, a queda na umidade do ar e os banhos quentes comprometem a barreira cutânea, intensificando o ressecamento, a sensibilidade e a perda de luminosidade. Mas, ao mesmo tempo, a estação se torna uma grande aliada para quem deseja investir em tratamentos regenerativos. 

Segundo a biomédica esteta Dra. Gardênia Vivian, especialista em terapias regenerativas e harmonização facial, o inverno representa uma janela estratégica para quem deseja cuidar da saúde da pele com planejamento. "A menor incidência solar favorece muito o pós-procedimento. O paciente consegue se recuperar com mais tranquilidade, sem o risco de manchas ou sensibilização que o sol intenso pode causar. É o momento ideal para iniciar protocolos que exigem essa proteção extra", afirma. 

Os pacientes costumam perceber os resultados no verão, quando a pele está mais firme, luminosa e uniforme. No entanto, esse resultado começa a ser construído meses antes, durante o inverno, período em que ocorre o estímulo progressivo das fibras de sustentação da pele.
 

O colágeno no centro da regeneração 

A partir dos 25 anos, a produção natural de colágeno diminui progressivamente. Como consequência, a pele perde parte de sua sustentação, elasticidade e espessura, favorecendo o surgimento de linhas finas, flacidez e alterações na textura.

Nesse cenário, os protocolos de bioestimulação ganham destaque. O objetivo dos bioestimuladores não é apenas preencher ou mascarar sinais do envelhecimento, mas induzir a pele a produzir novas fibras de colágeno, promovendo uma melhora gradual da firmeza, da espessura e da qualidade da pele ao longo dos meses. 

Entre os tratamentos mais procurados estão os bioestimuladores de colágeno injetáveis, o microagulhamento, o ultrassom microfocado, a radiofrequência microagulhada e outras tecnologias associadas, capazes de atuar de forma integrada no rejuvenescimento e na recuperação da qualidade da pele. 

"Hoje, buscamos um rejuvenescimento mais inteligente e natural. Cada paciente possui um grau diferente de flacidez, perda de colágeno e envelhecimento. Por isso, a escolha do protocolo deve ser individualizada, combinando tecnologias de acordo com as necessidades de cada pele", explica Dra. Gardênia. 

Além do rosto, regiões como pescoço, colo, braços, abdômen e glúteos também podem se beneficiar dos protocolos de estímulo de colágeno.
 

Cuidado em casa potencializa os resultados 

Os procedimentos realizados em clínica tornam-se ainda mais eficazes quando associados a uma rotina de cuidados diários. No inverno, hidratação intensiva, uso diário de protetor solar, ingestão adequada de água e produtos com ativos regeneradores deixam de ser opcionais e passam a ser fundamentais para preservar a integridade da barreira cutânea e potencializar os resultados dos tratamentos.
 

Mais do que estética, uma questão de saúde da pele 

Para Dra. Gardênia, investir em tratamentos regenerativos vai além da busca por uma aparência mais jovem. "Quando o paciente entende que cuidar da pele também é uma forma de autocuidado e prevenção, os resultados se tornam muito mais consistentes. A pele responde melhor quando existe acompanhamento adequado, constância e respeito ao tempo biológico de cada pessoa." 

Mais do que tratar rugas ou flacidez, estimular colágeno significa preservar estrutura, qualidade e saúde da pele. Quando existe planejamento, tecnologia e constância, o resultado acontece de forma natural e duradoura.


Dra. Gardênia Vivian - biomédica esteta, especialista em terapias regenerativas e harmonização facial. Com mais de sete anos de atuação, tornou-se referência em protocolos personalizados de bioestimulação de colágeno e rejuvenescimento natural. É criadora do método MetaSlim e ministra mentorias e palestras para profissionais da área da estética, compartilhando sua experiência clínica e sua filosofia baseada em ciência, planejamento e naturalidade.



Guia de inverno - como adaptar a rotina de cuidados para a estação

 Enquanto a pele tende a ficar mais sensível, os cabelos perdem brilho e as unhas se tornam mais frágeis, especialista indica ajustes na rotina para preservar a saúde e a vitalidade do corpo durante as baixas temperaturas

 

Existe um momento clássico do inverno em que tudo parece acontecer ao mesmo tempo: a pele começa a arder depois do banho quente, o cabelo ganha frizz mesmo recém-finalizado e aquela unha que estava crescendo quebra sem aviso. Com isso, o que funcionava nos dias quentes já não entrega o mesmo resultado quando as temperaturas caem e o clima seco se instala na rotina.

Segundo Marina Groke, diretora do Grupo Unhas Cariocas, esse impacto acontece porque as baixas temperaturas reduzem a hidratação natural da pele, dos fios e das cutículas, deixando essas regiões mais vulneráveis ao ressecamento e à sensibilidade. “O inverno exige uma rotina mais nutritiva e protetora. Pequenas mudanças nos hábitos e na escolha dos produtos fazem muita diferença para preservar conforto, saúde e vitalidade durante a estação”, explica.

Além do clima seco, alguns comportamentos típicos dos dias frios acabam intensificando ainda mais esse cenário. Banhos muito quentes, uso frequente de secador, menor ingestão de água ao longo do dia e até a tendência de espaçar hidratações favorecem perda de brilho, sensação de aspereza e fragilidade. “Muitas vezes, a pessoa só percebe que precisa mudar a rotina quando os sinais já aparecem de forma mais intensa, como descamação, quebra ou sensibilidade excessiva”, comenta Marina.

Para a especialista, o segredo está justamente em adaptar os cuidados antes que os danos se agravem. Isso inclui desde trocar produtos mais agressivos por fórmulas nutritivas até incorporar etapas de hidratação na rotina diária. “O inverno pede constância muito mais do que excesso. Quando existe uma rotina equilibrada de proteção e nutrição, pele, cabelos e unhas conseguem atravessar a estação de forma muito mais saudável”, afirma.

 

Hidratação das mãos e dos pés

É geralmente pelas extremidades que o ressecamento começa a aparecer. As mãos ficam ásperas mais rápido, os pés ganham textura irregular e regiões como os calcanhares passam a sofrer com rachaduras típicas da estação. Isso acontece porque o inverno compromete a barreira natural de proteção da pele, aumentando a perda de água ao longo do dia.

Para equilibrar esse cenário, a recomendação é apostar em fórmulas nutritivas e de rápida absorção, capazes de hidratar profundamente sem deixar sensação pesada na pele. Já nos pés, o foco passa a ser prevenção. “Quando a pele começa a ressecar demais, aumentam as chances de fissuras e desconfortos. A hidratação frequente ajuda a preservar maciez e elasticidade”, explica a especialista.

 

Cutículas ressecadas

Unhas mais rígidas, descamação e quebras frequentes costumam ser sinais clássicos do inverno. Embora muita gente associe o problema apenas à fragilidade da unha, Marina explica que as cutículas têm papel fundamental nesse processo. “As cutículas funcionam como uma proteção natural. Quando ficam sensibilizadas ou muito secas, toda a estrutura da unha perde resistência”, comenta.

Por isso, produtos nutritivos ricos em vitaminas e óleos vegetais se tornam essenciais na rotina da estação. Ativos como óleo de girassol e vitamina E ajudam a devolver hidratação à região, além de reforçar a proteção contra o ressecamento típico do frio. Já fórmulas fortalecedoras com ação reconstrutora auxiliam no aumento da resistência das unhas, estimulam o crescimento saudável e ajudam a reduzir quebras ao longo do tempo.

 

Frizz, opacidade e ressecamento dos fios

Enquanto a pele perde hidratação, os fios também sofrem com o frio, e o resultado aparece em forma de frizz, opacidade e toque áspero, principalmente diante do excesso de calor térmico.

À frente da Escova Express, rede de escovarias e tratamentos capilares do Grupo Unhas Cariocas, Marina explica que banhos muito quentes e ferramentas térmicas em alta temperatura removem a proteção natural da fibra capilar, deixando os fios mais vulneráveis ao ressecamento. “Sem nutrição adequada, o cabelo perde brilho, movimento e resistência com mais facilidade”, afirma.

Nesse período, shampoos menos agressivos, máscaras nutritivas e produtos ricos em ativos hidratantes ajudam a preservar hidratação, controlar o frizz e proteger os fios ao longo do dia.

 

Unhas Cariocas

Escova Express

 

Você abandonou o protetor solar no inverno? Especialista explica por que a falta desse hábito pode comprometer procedimentos estéticos

 

 Magnific 
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"A pele fica mais sensível no inverno, mas continua exposta diariamente à radiação solar”, explica a cirurgiã plástica Ana Penha Ofranti

 

Enquanto o hidratante ganha espaço na rotina de skincare durante o inverno, um outro produto costuma desaparecer da nécessaire de muita gente: o protetor solar. A troca parece inofensiva, mas pode favorecer manchas, escurecimento de cicatrizes e até comprometer os resultados de procedimentos estéticos, justamente em uma época em que a pele fica mais sensível por causa do frio, da baixa umidade do ar e dos banhos quentes.

Para a cirurgiã plástica Ana Penha Ofranti, da Revion International Clinic (CRM 203497, RQE 127618), um dos maiores equívocos da estação é acreditar que a redução da temperatura significa menor necessidade de proteção solar. “Existe uma falsa sensação de segurança porque o calor diminui, mas a radiação ultravioleta continua presente durante todo o ano. Ao mesmo tempo, a pele perde hidratação, fica mais sensível e responde de forma mais intensa às agressões externas. É justamente nesse período que o protetor solar continua sendo indispensável”, explica.

Essa combinação merece atenção principalmente para quem convive com melasma, manchas pós-acne, cicatrizes recentes ou passou por algum procedimento estético. Mesmo nos dias nublados ou durante pequenos deslocamentos, a exposição diária aos raios UVA continua acontecendo e pode estimular a pigmentação, escurecer manchas já existentes e interferir na recuperação da pele.

Ana Penha explica que hidratação e fotoproteção desempenham funções diferentes e complementares durante o inverno. “O hidratante recupera a barreira da pele, reduz o ressecamento e melhora o conforto cutâneo. Já o protetor solar evita que a radiação continue estimulando inflamação, pigmentação e envelhecimento precoce. Não é uma escolha entre um ou outro. Quem quer manter a pele saudável precisa manter os dois cuidados”, afirma.

A especialista lembra que o inverno também concentra um aumento na procura por procedimentos estéticos justamente pela menor exposição direta ao sol. No entanto, ele alerta que isso não elimina a necessidade de fotoproteção. “Quem faz laser, peelings, tratamentos para manchas ou qualquer procedimento que deixe a pele mais sensível precisa entender que o resultado não depende apenas da técnica utilizada. Grande parte do sucesso do tratamento acontece em casa, com disciplina na rotina de cuidados. O protetor solar continua sendo um dos principais aliados para preservar o resultado e evitar manchas ou alterações na cicatrização”, conclui.


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