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quinta-feira, 11 de dezembro de 2025

Afinal, a IA é ‘vilã’ ou aliada do aprendizado?

Divulgação
Ferramentas tecnológicas aceleram o acesso ao conhecimento, mas aprender depende da combinação certa de estímulos, métodos e experiências; Conrado Schlochauer, especialista em aprendizagem contínua e autor best-seller, explica

 

A popularização da Inteligência Artificial e o crescimento de conteúdos rápidos nas plataformas digitais têm impulsionado a circulação de antigos neuromitos sobre aprendizagem. Ideias como a existência de “estilos de aprendizagem” rígidos, o mito de que “usamos apenas 10% do cérebro” ou a crença de que “apenas força de vontade basta para aprender qualquer coisa” voltam a ganhar espaço. 

Embora atraentes, essas concepções não se sustentam em evidências científicas e, justamente por isso, representam um desafio crescente na forma como educadores compreendem o processo de aprendizagem. 

Para Conrado Schlochauer, especialista em aprendizagem contínua e autor best-seller, esse cenário não é surpreendente. “A facilidade de criar e distribuir conteúdo, somada ao fascínio por tecnologias emergentes, faz com que informações simplificadas pareçam verossímeis e se espalhem rapidamente”, avalia. 

As pesquisas contemporâneas em neurociência mostram que o aprendizado humano é um processo complexo e influenciado por fatores como contexto, motivação, prática e diversidade cognitiva. Pensando nisso, Conrado listou os cinco tópicos que destacam a relação entre IA e neuromitos:
 

1. IA, popularização do conteúdo e o retorno dos neuromitos 

A expansão da Inteligência Artificial e a abundância de conteúdos rápidos nas plataformas digitais reacenderam antigos neuromitos sobre aprendizagem. Essas ideias, embora populares, carecem de base científica e podem distorcer a compreensão do processo de aprender. 

“A facilidade de criar e distribuir conteúdo, somada ao fascínio por tecnologias emergentes, faz com que informações simplificadas pareçam verossímeis e se espalhem rapidamente”, afirma Conrado.
 

2. O que a ciência diz sobre como aprendemos 

Neurociência, psicologia cognitiva e estudos em educação mostram que o aprendizado humano é complexo, influenciado por fatores como contexto, motivação, prática e diversidade cognitiva. Não existe fórmula mágica ou atalho universal. 

“O que realmente impulsiona o aprendizado é a combinação certa de estímulos, métodos e experiências. Seu cérebro evolui quando é desafiado, quando coloca em prática o que aprende e quando recebe feedback”, destaca o especialista.
 

3. IA como aliada do aprendizado 

A IA pode fortalecer significativamente o aprendizado ao personalizar jornadas de estudo, oferecer feedback imediato, apoiar curadoria de conteúdo e democratizar o acesso ao conhecimento. Porém, isso só funciona quando seu uso é baseado em evidências e intencionalidade pedagógica. 

“A IA é capaz de personalizar o estudo sem aprisionar o aprendiz em rótulos e pode acelerar a forma como encontramos e organizamos conhecimento”, relata o autor best-seller
 

4. O perigo dos atalhos e das promessas milagrosas 

Mesmo na era tecnológica, a busca por soluções rápidas continua sedutora. Atalhos, porém, reforçam neuromitos e não substituem o esforço real necessário para aprender. 

“Mesmo em uma era de tecnologia avançada, ainda somos atraídos por soluções mágicas. Aprender exige esforço, intenção e estratégia, não existe atalho que substitua isso”, afirma Conrado.
 

5. IA como potencializadora da aprendizagem ou propagadora de desinformação 

A tecnologia não possui filtro intrínseco contra erros: ela reproduz aquilo que encontra. Assim, quando alimentada por crenças equivocadas, pode disseminar desinformação ainda mais rapidamente. Por outro lado, quando guiada por ciência e boas práticas, torna-se uma boa aliada do desenvolvimento humano. 

“A IA não corrige mitos por conta própria. Ela replica aquilo que encontra. Quando guiada pela ciência, é uma aliada; quando guiada por neuromitos, se torna parte do problema”, destaca Schlochauer. 

Nesse sentido, a discussão sobre neuromitos e recursos digitais passa a ser também cultural: trata-se de construir uma relação mais madura com o conhecimento, na qual experimentação, reflexão e autonomia têm tanto peso quanto qualquer inovação. 

Assim, mais do que definir se a IA é aliada ou ameaça, é preciso pensar nas atitudes diante do aprender para que façamos escolhas que ampliem, em vez de limitar, nossas possibilidades de crescimento.


Conrado Schlochauer - especialista em aprendizagem contínua, pesquisador, consultor e fundador da nōvi – a lifewide learning company. Mestre em Criatividade pela PUC-SP e doutor em Aprendizagem de Adultos pelo Instituto de Psicologia da USP, dedica-se há três décadas a repensar os modelos tradicionais de educação corporativa, promovendo novas formas de aprender e ensinar nas organizações e fortalecendo culturas de aprendizagem mais vivas, eficientes e inovadoras. É casado e pai de três adolescentes, que também o inspiram a observar, na prática, os caminhos da aprendizagem humana. Em 2021, publicou o best-seller Lifelong Learners: o poder do aprendizado contínuo, e em 2025, seu segundo livro Aprendizado Incidental- o poder do lifewide learning.


Dependência de IA cresce e 63% dos brasileiros já pedem ajuda até para escrever mensagens pessoais, diz pesquisa

Estudo da consultoria Página 3 mostra que a tecnologia começa a substituir não só tarefas, mas processos de pensamento antes considerados intransferíveis
 

O Brasil vive um momento em que a tecnologia e a vida digital moldam comportamentos com uma velocidade inédita, mas esse avanço cobra um preço. Uma nova pesquisa da consultoria estratégica Página 3 indica que a uniformização dos hábitos, opiniões e modos de agir está corroendo a singularidade das pessoas e 48% dos brasileiros já percebem que todos estão ficando parecidos, enquanto 72% gostariam de ser mais autênticos. O número revela uma tensão crescente: a busca por originalidade em um ambiente que empurra todos para o mesmo caminho. 

O estudo “Mais do Mesmo” analisa como a combinação entre excesso de estímulos, lógica algorítmica e a delegação crescente do pensamento, agora também para ferramentas de IA, estão reorganizando a forma como indivíduos constroem suas identidades. Ao navegar em um ecossistema no qual tudo se repete com pequenas variações, os indivíduos vão perdendo contato com características humanas essenciais e importantes como a sensibilidade, o pensamento crítico, a curiosidade e a capacidade de confronto. 

“Quando tudo aquilo com que entramos em contato se torna uma espiral de repetições disfarçadas de novidade, enfraquecemos a nossa personalidade, nossos critérios e o senso de realidade”, afirma Sabrina Abud, cofundadora da consultoria e diretora do estudo. 

O uso da inteligência artificial (IA), longe de ser um ponto isolado, aparece como sintoma da mesma lógica. Cerca de 63% já pediram para uma IA escrever mensagens pessoais, e quase metade prefere recorrer aos modelos de IA do que à seres humanos antes de decisões. Essa dependência não é apenas prática, ela aproxima as pessoas de uma espécie de terceirização mental. 

O impacto não é apenas individual, pois quando o repertório se estreita e a reflexão se torna terceirizada, o debate público se empobrece. A sociedade perde capacidade de discordar, de sustentar conversas difíceis e de produzir visões originais, abrindo espaço para consensos artificiais e comportamentos de manada. Instituições (escolas, empresas e até a cultura corporativa) reforçam esse ciclo ao valorizar o alinhamento do pensamento e punir a divergência. 

“Já estamos assistindo pessoas que terceirizam partes inteiras do processo de pensar. Com a entrada dos agentes de IA em nossas vidas, esse cenário tende a piorar, já que a delegação da ação e do pensamento será muito maior”, destaca a co-fundadora Georgia Reinés. 

A pesquisa evita um tom fatalista e propõe caminhos para reconstruir o pensamento próprio: ampliar o repertório cultural, recuperar o hábito de conversas longas, exercitar escrita e fala como ferramentas de organização interna e, principalmente, resgatar o tempo humano da reflexão, um ritmo hoje atropelado pela lógica de notificações e atalhos cognitivos. “Ser você mesmo não é ser oposição ao mundo. É conseguir pensar por conta própria. O coletivo precisa de indivíduos críticos para não virar um rebanho; e o indivíduo precisa do coletivo para não perder o sentido da própria existência”, finaliza Abud.


Outros dados trazidos pelo estudo:

• 63% dos brasileiros acham que as pessoas eram mais autênticas e diferentes entre si no passado.

• 49% também diz que já recebeu mensagens que pareciam ter sido geradas por IA.

• 76% dizem que está cada vez mais difícil conversar e se relacionar com os outros.

• Segundo os brasileiros, os melhores profissionais do futuro serão:

  1. Aqueles que souberem analisar criticamente as informações trazidas pelas IAs. (60%)
  2. Aqueles que souberem interpretar antes de agir (49%)
  3. Aqueles que conseguirem pensar e criar de forma única. ( 41%)
  4. Aqueles que conseguirem fazer os melhores prompts. (39%)


*Amostra: 600 respondentes e margem de erro de 4%.
Brasileiros digitalizados, todas classes sociais.

 

DOUTORES DA ALEGRIA LEVA CORTEJO NATALINO A DEZ HOSPITAIS DA GRANDE SÃO PAULO, ATÉ 18 DE DEZEMBRO


Dez hospitais da Grande São Paulo recebem até o dia 18 de dezembro o Natal dos Doutores da Alegria. Distribuídos em quartetos, quintetos e sextetos, 26 artistas do elenco paulistano da Associação percorrem corredores e alas pediátricas das unidades de saúde para celebrar a tradição natalina com pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde.

 

A celebração natalina pelos hospitais, com canções autorais, brincadeiras e pequenas cenas inspiradas na festividade,  é uma das tradições da organização, que há 34 anos investe e dedica-se à democratização da arte através da linguagem da palhaçaria.

 

Em São Paulo (SP), a circulação dos besteirologistas começou no Instituto da Criança (ICR) e no Hospital do GRAACC. A próxima visita será realizada nesta quinta-feira, 11 de dezembro, no Hospital Santa Marcelina.

 

Já na semana que vem serão visitados o Hospital do Mandaqui e Hospital do Campo Limpo (15/12, segunda-feira), o Hospital do Grajaú (16/12, terça-feira), Instituto de Tratamento e Apoio ao Câncer Infantil (ITACI) e Hospital do M’Boi Mirim (17/12, quarta-feira) e o Hospital de Ferraz de Vasconcelos (18/12, quinta-feira).

Sobre Doutores da Alegria

 

Organização da sociedade civil sem fins lucrativos que introduziu a arte do palhaço no universo da saúde, intervindo junto a crianças, adolescentes e outros públicos em situação de vulnerabilidade e risco social em hospitais públicos. Fundada em 1991 por Wellington Nogueira, transita pelos campos da saúde, da cultura e da assistência social e reforça a cultura como um direito de todos. Desenvolve o Programa de Palhaços em nove hospitais de São Paulo (SP), cinco no Recife (PE) e dois no Rio de Janeiro (RJ), onde também desenvolve o projeto Plateias Hospitalares, com programação artística permanente. A Escola Doutores da Alegria traz formações diversas para o público em geral e para artistas e, entre suas iniciativas, se destaca o Programa de Formação de Palhaço para Jovens.

 

O trabalho da Associação Doutores da Alegria, gratuito para os hospitais, é mantido por doações de empresas e de pessoas físicas, tanto por recursos próprios quanto por recursos advindos por meio das leis de incentivo fiscal. Os recursos das contribuições permitem a continuidade e a expansão das atividades e da estrutura do grupo, que conta com artistas profissionais remunerados, além da realização de atividades de formação, oficinas e o aprimoramento técnico do elenco.

 

Como doar para os Doutores da Alegria

 

A organização é mantida por doações de pessoas físicas e jurídicas. Atualmente, a captação de recursos junto às empresas e associações empresariais é possível por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e Imposto de Renda (até 4% do lucro presumido na declaração).

 

Já pessoas físicas podem contribuir via site (http://doar.doutoresdaalegria.org.br) e pix (e-mail socios@doutoresdalegria.org.br), pelo programa Nota Fiscal Paulista, programas de milhagem e também pelo IR (até 6% do valor da declaração). Mais informações podem ser obtidas no site doutoresdaalegria.org.br

 

Próximas visitas do Cortejo de Natal aos hospitais:

 

11/12, 10h

Hosp. Santa Marcelina

Rua Santa Marcelina, 177 – Itaquera

15/12, 10h

Hospital do Mandaqui

Rua Voluntários da Pátria 4301 – Santana

15/12, 10h

Hosp. do Campo Limpo

Estrada de Itapecerica, 1661 – Vila Maracanã

16/12,10h

Hosp. Do Grajaú - Rua Francisco Octávio Pacca, 180, Grajaú

17/12, 10h

ITACI - Rua Galeno de Almeida, 148 – Pinheiros

17/12, 10h

Hospital do M’Boi Mirim

Estrada do M’Boi Mirim, 5203 – Jardim Ângela

18/12, 9h

Hospital F. de Vasconcelos

Rua Princesa Isabel, nº 270, Vila Correa, Ferraz de Vasconcelos

 

Rituais simples para aproveitar o Portal 12/12


A espiritualista reforça que não são necessários rituais complexos, apenas presença e intenção. Para quem deseja aproveitar o portal de forma consciente, ela recomenda três práticas:


Escrever o que está sendo encerrado - Listar padrões, medos, vínculos, crenças e hábitos que ficam em 2025.

Declarar o que será ancorado - Responder: quem você escolhe se tornar em 2026? Qual versão desperta agora?

Meditar por 12 minutos - Conectar-se ao coração e visualizar uma espiral de luz dourada reorganizando o campo energético, liberando tudo que não pertence mais.


Como o Portal 12/12 mexe com as pessoas

Por marcar o fechamento do último portal do ano, essa fase costuma intensificar emoções e percepções internas. Segundo Kelida, muitas pessoas podem notar:

  • Padrões que se repetem ficando mais evidentes
  • Intuição mais forte
  • Sensação de clareza sobre propósito
  • Dons espirituais mais ativos
  • Vontade repentina de encerrar ciclos

Também é comum ter sonhos simbólicos, perceber sinais repetitivos ou sentir um cansaço maior, algo que a espiritualista chama de “reset energético”. O desejo de ficar mais quieto e introspectivo também aumenta. Ela resume essa energia em uma frase que muita gente sente nessa época: “Não vou carregar isso para 2026.”

 

Kelida Marques - Detentora de um dos principais canais do YouTube sobre Espiritualidade, conta com mais de 1,27M de seguidores em suas redes. Também é psicanalista, hipnóloga e terapeuta holística reikiana realiza atendimentos online, promove rituais de cura, benzimentos e vigília, de maneira constante e gratuita. Faz previsões, rituais, responde perguntas através do baralho cigano e fala com propriedade sobre conexões entre almas, cartas psicografadas, numerologia e terapias alternativas. Com toda essa bagagem espiritual (bruxa naturalista na linhagem de São Cipriano por tradição familiar) e profissional (formada em psicologia), a mística espiritualista atua unindo corpo, mente e espírito sempre com um pouco de magia. Também é uma das comentaristas da terceira temporada de Inexplicáveis do History Channel e lançou recentemente o livro psicografado que conta a verdadeira história de Maria Padilha | kelidaoficial



quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Destinação do Imposto de Renda para Hospitais Filantrópicos encerra dia 30 de dezembro

Confira a lista das entidades no site da Femipa. São dezenas de Hospitais que precisam da contribuição de doações para importantes projetos sociais em saúde

 

Inúmeros Hospitais filantrópicos do Paraná dependem de doações para dar continuidade ao atendimento de projetos sociais em saúde gratuitos para a população. No próximo dia 30 de dezembro encerra o prazo para a declaração do Imposto de Renda e a Federação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Beneficentes do Estado do Paraná (Femipa) está promovendo uma campanha para auxiliar os hospitais filantrópicos na arrecadação. 

A data limite para que o contribuinte faça doações para entidades de saúde que promovem projetos de cuidado graves, podendo abater o valor do Imposto de Renda de 2026. 

Até o final do mês, pessoas físicas podem destinar até 6% do imposto devido - por meio dos Fundos da Criança e do Adolescente e da Pessoa Idosa - para direcionar parte do imposto devido a iniciativas que atendem crianças, adolescentes, idosos e pacientes em situação de vulnerabilidade. Já empresas tributadas pelo lucro real podem destinar até 6% do IRPJ, sendo 1% para cada Fundo e até 4% via Lei Federal de Incentivo à Cultura. 

“Hospitais filantrópicos e instituições de saúde de todo o país reforçam, neste fim de ano, a importância da destinação de parte do Imposto de Renda (IR) para projetos sociais voltados à saúde", explica o presidente da Femipa, Dr Charles London. 

A destinação não representa custo adicional ao contribuinte: trata-se de uma parcela do imposto que já seria recolhido aos cofres públicos, mas que pode ser direcionada diretamente a projetos aprovados em fundos municipais, estaduais ou nacionais. Esses recursos ajudam a manter iniciativas essenciais desenvolvidas em diversos hospitais brasileiros, incluindo programas de humanização, reabilitação, prevenção e acolhimento de famílias.

 

Importância da ação 

Para os hospitais filantrópicos — responsáveis por mais de 70% dos atendimentos do SUS e grande parte dos procedimentos de alta complexidade — a destinação do IR é uma ferramenta indispensável de fortalecimento das ações sociais. Os hospitais utilizam esses recursos para fortalecer projetos sociais que incluem atendimento integral e humanizado a crianças e adolescentes em tratamento, programas de acolhimento a idosos e pacientes crônicos, ações de inclusão social e educação em saúde, aquisição de equipamentos e insumos, além de iniciativas voltadas ao amparo de famílias em situação de vulnerabilidade. Esses projetos ampliam o acesso à saúde, elevam a qualidade do atendimento e garantem impacto real na vida de milhares de pessoas todos os anos. 

“Em um cenário de aumento dos custos assistenciais e crescimento da demanda, a participação da sociedade se torna essencial para assegurar a manutenção de serviços que transformam vidas diariamente", reforça London. 

Com a proximidade do prazo final, as instituições filantrópicas intensificam a mobilização para conscientizar contribuintes sobre a facilidade e a importância da destinação do IR. A mensagem central é clara: ao destinar parte do imposto devido, qualquer cidadão ou empresa se torna parceiro direto de projetos sociais essenciais, contribuindo para o fortalecimento da rede hospitalar e para a melhoria contínua da saúde pública no Brasil.

 

Confira os hospitais que precisam de doações no Paraná

 

No Paraná, existem dezenas de hospitais filantrópicos e Santas Casas que contam com esta contribuição. São milhares de atendimentos realizados anualmente sem custo para as famílias, garantindo qualidade de vida, autonomia possível e inclusão social. A campanha segue até o encerramento oficial do prazo. Informações detalhadas podem ser acessadas no site das instituições ou pelo site da Femipa. 

Entre as instituições paranaenses que já divulgaram a possibilidade de receber doações via IR estão:

  • A princípio entre as instituições paranaenses que já divulgaram a possibilidade de receber doações via IR estão:
  • Hospital Erasto Gaertner
  • Hospital Pequeno Príncipe
  • Hospital Angelina Caron
  • Santa Casa de Curitiba
  • Santa Casa de Ponta Grossa
  • Hospital Universitário Cajuru
  • Hospital Filantrópico Policlínica (Pato Branco
  • Associação Amigos do HC
  • Complexo de Saúde Pequeno Cotolengo
  • Hospital São Vicente - Guarapuava
  • Hospital do Câncer de Londrina- Londrina
  • Hospital da Cruz Vermelha PR.
  • Santa Casa Prudentopolis
  • Hospital Universitário Evangélico Mackenzie (Instituto Presbiteriano Mackenzie)
  • A B Casa de Misericórdia de Cambará (Santa Casa de Cambará)
  • Santa Casa de Irati
  • Hospital Itamed (Fundação de Saúde Itaiguapy- Foz do Iguaçu)
  • ⁠⁠ISSAL Indtituto de Saúde São Lucas - Pato Branco
  • Hospital Bom Pastor ( Nova Santa Rosa )
  • Hospital Vida de Londrina
  • Hospital Beneficente Moacir Micheletto
  • ⁠⁠Hospital da Providência e Hospital da Providência Materno-Infantil (Apucarana)
  • ⁠⁠Hospital e Maternidade Luísa de Marillac (Curitiba)
  • ⁠⁠Hospital Uopeccan Cascavel e Umuarama
  • Hospital Santa Clara - Colorado
  • ⁠⁠Idf - Instituto Doutor Feitosa
  • Santa Casa de Paranavai
  • Irmandade da Santa Casa de Londrina
  • Associação Beneficente São Francisco de Assis-Umuarama
  • INSA - Instituto Nossa Senhora Aparecida – Umuarama
  • Hospital São Rafael - Rolândia
  • Hospital de Caridade Dona Darcy Vargas( Rebouças)


Prudência prevaleceu na última reunião do Copom do ano, diz FecomercioSP


Inflação dos Serviços e política fiscal do governo impediam Banco Central começar ciclo de cortes na taxa básica de juros do País


O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central (BC), manteve a prudência ao manter a taxa básica de juros do País, a Selic, em 15% ao ano (a.a.), apesar de expectativas de redução dadas pelo mercado. Na leitura da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), o comitê preferiu usar a tática de recuperação segura da economia em vez de arriscar.

Na verdade, os dados apontam para sinais econômicos divergentes. Enquanto os juros altos já parecem estar produzindo o efeito desejado de esfriar a demanda, deixando o consumo das famílias praticamente estagnado, por outro lado, o Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre cresceu só 0,1% em comparação com o período anterior. Além disso, as projeções de inflação para este ano foram revisadas para 4,43% — dentro do limite máximo da meta (4,5%). 

 


No entanto, há indicadores ainda acendendo alertas. 

Ao analisá-los, o Copom parece ter entendido que baixar a Selic pode ser um movimento arriscado, como o aspecto fiscal: a política de gastos do governo se mostra cada vez mais expansionista, com a ampliação da isenção do Imposto de Renda (IR) aprovada e os descontos que devem injetar quase R$30 bilhões na economia. A Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026 também prevê aumento de despesas, reforçando a percepção de que a política fiscal segue na direção oposta à monetária. 

Outro tópico sensível é a inflação dos Serviços, que permanece pressionada. Mesmo com sinais de alívio nos preços de bens industrializados, o setor segue caro por causa do mercado de trabalho aquecido.



Para a FecomercioSP, há um impasse que se intensifica: ainda que surjam sinais de desaceleração econômica, um corte apressado poderia obrigar o comitê a elevar os juros novamente no futuro próximo, prejudicando a credibilidade da entidade. Por outro lado, manter a Selic elevada implicaria, de fato, em custos ao crescimento e ao emprego.

Diante do cenário complexo, o mais indicado era que a prudência prevalecesse. O BC precisa do compromisso mais claro do governo no campo fiscal e quanto ao setor de Serviços. Sendo assim, esperar mais um pouco era a garantia de que, quando os cortes vierem, serão sustentados sem recuos desnecessários. 

 

FecomercioSP


Instituto ABIHPEC promove atividades presenciais e online para fortalecer autoestima e bem-estar durante o tratamento.


 

Dezembro, mês de conscientização sobre a prevenção do câncer de pele — o tipo mais frequente no Brasil — segue com uma programação especial voltada ao acolhimento, bem-estar e autoestima de pacientes oncológicos.

O programa De Bem Com Você – A Beleza Contra o Câncer, do Instituto ABIHPEC, realiza até o fim do mês oficinas presenciais, online e em vídeo, criadas para oferecer momentos de cuidado, leveza e conexão a homens e mulheres em tratamento. 

As oficinas são conduzidas por maquiadoras voluntárias treinadas e incluem orientações práticas de autocuidado. Pacientes que participam pela primeira vez e atendem aos critérios do programa recebem um kit exclusivo de maquiagem ou autocuidado.
 

Critérios de entrega:
• Recebimento do kit após a primeira participação (em até 90 dias).

• Recebimento novamente após 1 ano (máximo de 1 kit por ano).

 

OFICINAS ONLINE – DEZEMBRO 2025

Novas turmas são disponibilizadas semanalmente, com aulas ao vivo conduzidas pelas voluntárias do programa.

Inscrições: institutoabihpec.org.br

 

OFICINAS PRESENCIAIS – A PARTIR DE 10/12
 

Oficinas para Mulheres
 
11/12 – Casa Rosa Maceió – Maceió (AL)
11/12 – IMIP – Recife (PE) – 10h
16/12 – Instituto Mário Penna – Belo Horizonte (MG) – 14h
16/12 – NOB OC Lauro de Freitas – Salvador (BA) – 14h
17/12 – ICC Fortaleza – Fortaleza (CE) – 9h
 

Oficinas para Homens


11/12 – IMIP – Recife (PE) – Presencial + Leito

 

VÍDEO-AULAS – DEZEMBRO 2025

17/12 – ICC Fortaleza – Fortaleza (CE)

 

INSCRIÇÕES PARA OFICINAS PRESENCIAIS

Pacientes devem procurar a assistente social do hospital onde a atividade será realizada.

 

Sobre o Instituto ABIHPEC e o programa De Bem Com Você

O De Bem Com Você – A Beleza Contra o Câncer realiza oficinas de automaquiagem e autocuidado em todo o país, fortalecendo autoestima, promovendo acolhimento e contribuindo para o bem-estar emocional de pacientes em tratamento oncológico.


Hospital de Curitiba lança campanha para combater fake news em saúde

A mensagem central da iniciativa reforça que informações que
salvam vidas são aquelas baseadas em orientações médicas reais
 divulgação
Iniciativa busca orientar a população a identificar informações falsas e adotar apenas conteúdos médicos confiáveis

  

O Brasil é o país que mais consome e confia em notícias divulgadas nas redes sociais na América Latina, somando mais de 6 bilhões de interações em conteúdos desse tipo, segundo levantamento da Comscore. Diante desse cenário, o Hospital Universitário Cajuru lança a campanha “Notícias que Salvam”, que alerta para os riscos das fake news em saúde, especialmente em um momento em que a inteligência artificial (IA) torna ainda mais simples produzir conteúdos falsos que parecem reais.

Com a proposta de combater a desinformação e incentivar o acesso a conteúdos verdadeiros e verificados, a campanha se apoia em quatro pilares: alertar sobre os danos provocados por notícias falsas; educar o público com dicas práticas para reconhecer informações confiáveis; cuidar, oferecendo orientações corretas para situações de emergência; e impactar positivamente, compartilhando histórias reais de pessoas que tiveram a vida salva por seguirem recomendações médicas adequadas.

De acordo com a coordenadora médica do Hospital Universitário Cajuru, Beatriz Cordeiro, o projeto surgiu para levar o acesso à informação de qualidade para a população aprender, da forma correta, a cuidar de si e dos outros. “Com o avanço do ambiente digital, o acesso a informações sobre saúde se tornou imediato. Hoje, qualquer pessoa encontra centenas de conteúdos sobre doenças, medicamentos e exames em segundos. O desafio, porém, é saber se tudo isso é realmente confiável”, alerta.

Entre as peças já divulgadas está um vídeo que utiliza IA para criar um “médico” digital, reforçando a mensagem de que nem tudo que parece legítimo nas redes deve ser considerado verdadeiro. A campanha também desmente boatos comuns, como o uso de pasta de dente em queimaduras ou a prática de inclinar a cabeça para trás durante um sangramento nasal — ambos métodos incorretos e potencialmente perigosos.

A mensagem central da iniciativa reforça que informações que salvam vidas são aquelas baseadas em orientações médicas reais. O hospital destaca a importância de desconfiar de conteúdos milagrosos ou alarmistas, evitar interromper tratamentos sem orientação profissional e sempre verificar a origem das informações relacionadas à saúde. “O Notícias que Salvam é uma forma rápida, didática, descontraída e confiável de esclarecer alguns mitos relacionados a questões de saúde comuns e que acometem a maior parte da população”, completa Victor Pessini, coordenador do Pronto-Socorro do Hospital Universitário Cajuru.

As recomendações oficiais da campanha “Notícias que Salvam”, assim como vídeos, materiais educativos e conteúdos verificados, estão disponíveis nos canais do hospital. O público pode acompanhar as orientações pelo site da instituição e pelas redes sociais oficiais, que reúnem informações atualizadas, checadas por profissionais de saúde e alinhadas às diretrizes médicas.

  

Hospital Universitário Cajuru


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