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terça-feira, 11 de março de 2025

Especialista apresenta sete lições de gestão no setor de restaurantes

Segundo Daniel Lucco, CEO da La Braciera, é possível transformar crises em oportunidades com planejamento estratégico 

 

Sazonalidade, aumento de custos, mudanças no comportamento do consumidor e crises econômicas. O setor gastronômico está acostumado a enfrentar desafios, mas a maneira como os gestores reagem a eles pode determinar o sucesso ou o fracasso do negócio. 

Dados do Sebrae indicam que, no comércio, categoria que engloba restaurantes, 30,2% dos estabelecimentos fecham em até cinco anos de atividade, e nem mesmo grandes redes estão imunes a crises. Madero e Outback, por exemplo, já passaram por dificuldades financeiras e tiveram que rever suas estratégias para se manterem competitivas. Em um mercado volátil, transformar obstáculos em oportunidades exige inovação, adaptação e uma equipe engajada.

Segundo Daniel Lucco, CEO da La Braciera, que acaba de entrar no Guia das Melhores Redes de Pizzarias do Mundo pelo 50 Top Pizza e também já foi premiada como a Melhor de São Paulo pelo Melhores da Gastronomia 2024, a resiliência é um dos pilares de qualquer restaurante. “A chave do sucesso é ter processos bem definidos, um produto consistente e, principalmente, entender que a gestão precisa evoluir constantemente. No nosso caso, crescemos mesmo enfrentando desafios porque soubemos nos adaptar sem perder a essência da marca”, afirma.

Lucco explica que algumas lições são fundamentais e precisam ser colocadas em prática de forma contínua. “Períodos de crise existem, mas vence quem está bem preparado. A pandemia de covid-19, por exemplo, colocou à prova a resiliência e a capacidade de gestão de muitos estabelecimentos. Muitos não conseguiram se adaptar, mas quem conseguiu agir rapidamente e investir em delivery, por exemplo, conseguiu seguir ”, exemplifica. 

Confira sete lições fundamentais de gestão para restaurantes superarem adversidades e crescerem de forma sustentável, segundo Daniel Lucco:

  1. Inovação frequente no cardápio - Adaptar o cardápio às preferências do público sem perder a identidade da marca pode ser um diferencial, especialmente considerando a sazonalidade. 
  2. Flexibilidade operacional - Mudanças no mercado exigem ajustes rápidos. Implementar delivery eficiente, criar promoções estratégicas ou adaptar horários de funcionamento pode ajudar a manter o fluxo de clientes e a rentabilidade.
  3. Comunicação transparente com a equipe - A base de um restaurante sólido é uma equipe bem alinhada. Manter os colaboradores informados sobre desafios e estratégias fortalece o engajamento e melhora o serviço prestado.
  4. Gestão financeira rigorosa - Monitorar fluxo de caixa e controlar despesas são práticas importantes. Criar reservas financeiras para períodos de baixa demanda e revisar custos operacionais garantem maior estabilidade ao negócio.
  5. Investimento em marketing digital - Estar presente online é fundamental para atrair novos clientes. “Na La Braciera utilizamos estratégias de marketing de influência para divulgar nossa experiência gastronômica, consolidando a marca no digital e ampliando o público”, conta Lucco.
  6. Qualidade consistente do produto - Clientes retornam pela qualidade. Garantir a excelência dos pratos, desde a escolha dos ingredientes até o preparo, fideliza consumidores e fortalece a reputação do restaurante.
  7. Planejamento estratégico e visão de longo prazo - Antecipar tendências e preparar-se para diferentes cenários permite uma resposta mais rápida às adversidades. “Investir em tecnologia, treinamento da equipe e expansão planejada são estratégias que precisam ser consideradas o tempo todo para que garantam um crescimento sustentável”, finaliza o CEO da La Braciera. 

 

 

 

Daniel Lucco - CEO da La Braciera, é apaixonado pelo ramo de alimentação e viu de perto sua família gerenciando uma pizzaria que atualmente tem mais de 40 anos de tradição. Daniel é formado em Administração pela PUC-SP e em 2015 foi um dos fundadores da Lucco Fit, empresa de alimentação ultracongelada que foi adquirida em 2019 pela Sapore, multinacional brasileira de restaurantes corporativos. Atuou como executivo da companhia durante 2 anos e foi co-fundador da La Braciera - Pizza Napoletana. Para mais informações, visite o Linkedin.

 

La Braciera

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Furtos de SUVs disparam na Região Metropolitana de São Paulo; demanda por peças impulsionando crimes

Levantamento da Ituran Brasil mostra que furtos representam 71,26% dos casos em 2024; mas total de ocorrências cai 3,2% no comparativo com 2023

 

A Região Metropolitana de São Paulo registrou um aumento de 31,4% na proporção de furtos de SUVs de janeiro a dezembro de 2024. Do total de ocorrências no ano, 71,26% foram furtos, um crescimento de 54,23% em relação ao mesmo período de 2023. Os dados são do levantamento da Ituran Brasil, autotech líder global em tecnologia e telemetria veicular, com base em informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP) .

 

Apesar do crescimento na proporção de furtos, o número total de ocorrências apresentou uma redução de 3,2% no comparativo com o ano anterior, passando de 8.588 registros em 2023 para 8.305 em 2024.

 

“O aumento nos furtos está ligado à demanda crescente do mercado ilegal por peças automotivas, tornando veículos de modelos com 5 a 10 anos de fabricação sejam os mais visados, representando 42,5% das ocorrências” explica Fernando Correia, gerente de operações da Ituran Brasil.

 

A cidade de São Paulo lidera o ranking da região com mais ocorrências, com 6.157 casos, seguida por Santo André (645) e São Bernardo do Campo (308) . Entre os bairros Tatuapé, Ipiranga e Vila Formosa se destacam como os locais com maior incidência de crimes.

 

“O levantamento também aponta que terças, quartas e quintas-feiras, entre 18h e 0h, são os períodos de maior incidência. Diante desse cenário, é recomendado que os motoristas reforcem as medidas preventivas, como o uso de rastreadores e monitoramento veicular, além de optarem, sempre que possível, por estacionar em locais seguros”, alerta Correia.

 

O Jeep Renegade segue como o SUV mais visado, representando 14,60% de todas as ocorrências do segmento. O modelo é um dos principais alvos de furtos, que representam 84,34% das ocorrências. Os bairros de Tatuapé, Perdizes e Vila Matilde são os pontos mais críticos para crimes envolvendo o Renegade.

 

Veja o ranking dos SUVs mais visados: 


Ituran Brasil 

 

Prefeitura de São Paulo convoca novas Mães Guardiãs em segunda chamada para integrar as atividades na rede municipal de ensino

São mais 448 mulheres que devem apresentar documentos pessoais para confirmar as informações do cadastro on-line, estando aptas serão integradas ao Programa Operação Trabalho. Três unidades do Cate receberão as candidatas nos dias 13 e 14 de março.


A Prefeitura de São Paulo divulga nesta segunda-feira, 10 de março, a segunda lista de pré-convocadas para o Programa Operação Trabalho – POT Mães Guardiãs. São 448 mães e mulheres da comunidade escolar Cerca de 1,3 mil mulheres já fizeram a entrega de documentos e assinaram o termo de compromisso e responsabilidade, que permite a entrada no POT. No total foram disponibilizadas 1.900 vagas para mães e mulheres da comunidade escolar, que atendam critérios como estar desempregada, ser moradora da Capital e estar em vulnerabilidade social.

As mulheres que estiverem aptas serão inseridas na rede municipal de ensino em atividades de busca ativa, a fim de combater a evasão escolar na rede municipal de ensino, administrada pela Secretaria Municipal da Educação. Outra modalidade que contará com as Mães Guardiãs são as hortas pedagógicas, disponíveis também nos equipamentos do órgão.

Com a divulgação da segunda chamada no Portal Cate e site da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, as mulheres pré-selecionadas precisam conferir os dados pessoais e locais para comparecerem. As pré-selecionadas também serão contatadas por email e whatsapp, com base nas informações fornecidas no cadastro on-line.


Atendimento

Durante o atendimento, os técnicos do Cate irão fazer a conferência dos documentos e verificar critérios como ter filho matriculado na rede municipal de ensino ou a candidata pertencer à comunidade escolar como avós, cuidadoras e responsáveis legais pelos bebês, crianças e adolescentes matriculados nas escolas municipais. Também serão analisados a escolaridade a partir do ensino fundamental incompleto, comprovantes de vacinação contra Covid-19, entre outros documentos.

Com cerca de 5 mil mulheres ativas em atividade na rede municipal de ensino, o POT Mães Guardiãs atua tanto na busca ativa de alunos, contribuindo com a redução da evasão escolar, como em hortas pedagógicas. As beneficiárias que passarem na seleção irão atuar em equipamentos como EMEIs, Ciejas e CEIs distribuídos em 13 Diretorias Regionais de Educação na Capital, num raio de dois quilômetros entre a residência e o local das atividades. A nova turma vai receber capacitação on-line pelo Portal do Cate e também apoio na formação em temáticas ligadas à área pela Secretaria Municipal de Educação.

As participantes contam com bolsa auxílio no valor de R$ 1.593,90 e desempenham atividades de segunda a sexta-feira, com carga horária de 30 horas semanais, sendo seis por dia. As selecionadas poderão ficar no programa pelo período de 12 meses, com avaliação para renovar por mais seis meses.


Mulheres na liderança financeira: um chamado para a ação


No mês de março, quando é celebrado o Dia Internacional da Mulher, mais do que celebrar conquistas, devemos refletir sobre os desafios ainda existentes para a equidade de gênero no mercado financeiro, ambiente predominantemente masculino. As estatísticas mostram avanços, mas também evidenciam um longo caminho a percorrer. 

Segundo um estudo do Fesa Group, apenas 34% dos cargos C-Level em instituições financeiras no Brasil são ocupados por mulheres. Algumas áreas apresentam maior presença feminina, como Recursos Humanos (62%) e Relações Institucionais e Sustentabilidade (57%), mas setores estratégicos, como investment banking, ainda são dominados pelos homens, com apenas 17% de liderança feminina. 

Esse cenário reflete não apenas questões estruturais do setor, mas também barreiras culturais que impactam diretamente a confiança de nós, mulheres, em assumir posições de destaque. A chamada Síndrome da Impostora é um exemplo. De acordo com um estudo da KPMG, essa condição nos afeta em um índice 75% maior do que os homens. Já uma pesquisa da Universidade da Geórgia revelou que 70% das empresárias entrevistadas afirmaram sentir-se uma fraude no ambiente de trabalho. 

Quando fiz minha transição de carreira do turismo para o setor financeiro, me questionei muito se conseguiria trilhar este caminho. A necessidade de provar constantemente nossa competência pode ser desafiadora. No entanto, é justamente por isso que precisamos continuar abrindo espaço e incentivando mais mulheres a ocuparem cargos estratégicos. 

No meu caso, foram 10 anos atuando na empresa, em diversos projetos e áreas, até chegar a Co-CEO. A confiança foi sendo construída a cada resultado positivo que a ACG alcançava com o meu trabalho, com os clientes satisfeitos, a equipe motivada e as inovações em nossos produtos. Cada passo foi valioso para eu entender que estava no lugar certo, construindo uma história da qual tenho orgulho. 

Não se trata apenas de diversificar lideranças, mas de garantir que talentos não sejam desperdiçados por falta de oportunidade ou incentivo. Equidade salarial, políticas de inclusão, aumento e mentorias para mulheres no setor financeiro são ações essenciais para transformar essa realidade. 

Outro ponto que considero importante é o aumento da licença paternidade, de forma a dar à mulher a oportunidade de dividir as tarefas, descansar no período pós-parto e poder, no momento oportuno, pensar em retomar sua carreira, se for do seu desejo. Como mãe, sei como é difícil até refletir sobre o que se quer após o turbilhão de mudanças que a chegada de um bebê traz à vida de uma mulher. E acredito que uma divisão mais equilibrada nos cuidados ajuda nesse quesito. 

Empatia, aliás, é um diferencial das profissionais em todas as áreas e no mercado financeiro não é diferente. Esta e a capacidade de ouvir e entender as dores dos clientes, que se sentem ouvidos, acolhidos e respeitados. É por isso que é tão importante a presença de mais mulheres nesse setor. 

Neste 8 de março, lanço um chamado para que empresas, lideranças e toda a sociedade atuem ativamente na construção de um mercado financeiro mais justo e igualitário. Que possamos, juntas, derrubar barreiras e inspirar novas gerações de mulheres a ocuparem o lugar que é delas por direito. 

O futuro das finanças precisa ser mais feminino. E essa mudança começa agora.



Liliane Josua, co-CEO da ACG
ACG Instituição de Pagamento


4 dicas para se destacar no varejo de moda físico e digital

Especialista traz dicas para empreendedores que desejam alavancar as vendas e estreitar o relacionamento com os consumidores

 

Como se destacar em meio à alta competitividade no varejo de moda? Encontrar novas e diferentes estratégias é o primeiro passo para impulsionar as companhias, de acordo com a especialista Daniela Torres, sócia e CEO da Simples Inovação, empresa com foco em modelagem de negócios para e-commerce. 

Nesse cenário, o comércio eletrônico tem mostrado seu poder para expandir as operações: para se ter uma ideia, o setor faturou R$ 204,3 bilhões em 2024, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), destacando sua relevância no mercado. 

Mas vender pela internet não basta como estratégia; é essencial estar atento às tendências e padrões de consumo, além das ferramentas tecnológicas mais usadas para alcançar os consumidores. “Entender o público-alvo e avaliar as nuances no comportamento é o que faz as empresas crescerem e, com o tempo, as exigências dos usuários ficam mais altas. É preciso acompanhar o ritmo”, explica. 

Por isso, a especialista separou algumas dicas que podem ajudar os empresários no varejo de moda. Confira:

 

Foque na experiência do consumidor

Uma pesquisa da Octadesk em parceria com a Opinion Box mostrou que 65% das pessoas já desistiram de realizar uma compra devido a uma experiência ruim. Então, vale oferecer uma jornada de qualidade e criar conexões verdadeiras com o comprador. 

“Não é de hoje que as más experiências de compra podem acabar com o relacionamento da marca com o cliente. Para os ambientes online, segurança e confiabilidade na plataforma se tornam essenciais. Já para setores do varejo físico, o atendimento e personalização são os pontos focais”, explica.
 

Invista em marketplaces

De acordo com Daniela, utilizar plataformas diversas para divulgação de produtos é outra estratégia que segue funcionando. “Com uma boa gestão de marketplace, a empresa pode atingir outros pontos de vendas, até então não imagináveis sem o uso dos ambientes virtuais. É possível maximizar as vendas com ferramentas para integração de logística e formas de pagamentos variadas, que melhor se adéquem ao negócio”, explica.

 

Pense mais em sustentabilidade

Com o aumento da conscientização em relação ao consumo, a executiva acredita que produtos sustentáveis podem ser um ponto relevante de investimento para as empresas, já que um estudo realizado pela Koin mostrou que 87% dos consumidores se interessam mais por adquirir roupas de marcas sustentáveis. 

“Traçar estratégias que minimizem as sequelas no meio ambiente é interessante para as marcas. Implementar ações, políticas ou produtos que fomentem o viés sustentável permite fazer desse fator um elemento de branding para a empresa”, complementa Daniela.

 

Ações para além do tradicional

Para ir além de anúncios e promoções na internet, há outras tendências que podem ser aplicadas pelas empresas. Uma delas é o social commerce, que acompanha o ‘boom’ das redes sociais; nesse caso, as lojas podem oferecer o recurso de compra diretamente em postagens e transmissões ao vivo, lançar coleções exclusivas em lives ou fechar parcerias com influenciadores para promover produtos, criando novas oportunidades de vendas. 

Outra aposta que pode ser repensada pelas marcas é investir em ações de live marketing — experiências “ao vivo” para aproximar consumidores e empresas —, que movimentaram R$ 100 bilhões em investimento no ano passado, de acordo com o Anuário Brasileiro de Live Marketing 2024-2025, da Promoview. 

“Criar proximidade com os consumidores através da confiabilidade e de experiências inovadoras pode ser a solução para alavancar as vendas de maneira estratégica. Saber identificar onde está seu consumidor em potencial e buscar alcançá-lo com uma ação que faça real sentido para ele”, finaliza.
 

Simples Inovação


Matemática é dificuldade para mais de 70% dos estudantes no Brasil

No campo matemático, Brasil está cerca de três anos atrás da média internacional


Mais de 70% das crianças e adolescentes no Brasil têm dificuldades básicas em Matemática, segundo o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Apenas 27% dos alunos brasileiros atingiram o nível 2 de proficiência nessa área. Em comparação, a média global, conforme dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), é de 69%, indicando que o Brasil está aproximadamente três anos atrás da média internacional. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisa Educacional Anísio Teixeira (Inep) revela, ainda, que em uma a cada cinco cidades brasileiras, alunos do 5º ano têm desempenhos muito baixos em Matemática.

Doutora em Ensino de Ciências e Matemática e professora na Escola Lourenço Castanho, Débora de Oliveira ressalta a necessidade de os professores estarem atentos e constantemente revisando suas práticas. “É preciso repensar, assim como é importante que eles se envolvam em grupos de discussões e reflexões com seus pares para que sempre tenham novas maneiras de garantir a aprendizagem da Matemática dos seus alunos”, ressalta.

A avaliação do Inep mostra, ainda, que dificuldades em Matemática aparecem em tarefas simples, como somar moedas e converter horas em minutos, por exemplo. Contudo, o tema é muito mais amplo, e essa visão precisa ser transmitida aos estudantes. “Trata-se de uma Ciência Humana. Desenvolver essa percepção nos alunos garante seu engajamento, pois é uma ciência que envolve tanto aspectos práticos quanto o desenvolvimento de um cidadão crítico e ciente de suas responsabilidades sociais”, completa Débora.

A professora enfatiza que não é suficiente que os alunos apenas se envolvam com a Matemática prática do dia a dia, mas que é crucial o desenvolvimento da capacidade de pensar criticamente sobre as relações presentes no mundo e de realizar análises para fazer inferência a partir dos dados coletados.


Tecnologia e carreiras

Débora destaca que a tecnologia, desde o desenvolvimento da escrita, tem causado impactos no ensino. Segundo uma pesquisa do Instituto Semesp, três em cada quatro professores veem o uso de recursos tecnológicos e Inteligência Artificial como ferramentas valiosas para a educação. “Nos dias de hoje, as contribuições envolvem a materialidade de modelos matemáticos, de regularidades, usando tanto materiais manipulativos quanto simuladores de situações, para que o aluno sempre possa se envolver em novas maneiras de pensar e fazer Matemática, e não apenas relacionada a técnicas operatórias sem um contexto”, pontua.

Ela também ressalta a importância das carreiras ligadas à Matemática e enfatiza a necessidade de novos modelos para enfrentar os desafios emergentes, como aquecimento global, falta de moradia e organização espacial. “A tendência do futuro no campo da Matemática é pensar novos modelos para resolver esses problemas”, afirma. “Além disso, temos as novas profissões que estão diretamente relacionadas à Matemática e à era digital, como o criptógrafo digital, que desenvolve códigos matemáticos para proteger dados. Trata-se de um profissional muito usado em bancos, por exemplo”, conclui.  

 

Débora de Oliveira - doutora em Ensino de Ciências e Matemática, mestre em Educação, licenciada em Matemática e coautora de material didático da Educação Infantil. Na Escola Lourenço Castanho, além de professora de Matemática, é coordenadora da Educação Infantil ao 9º ano.


Marketplace de nicho: cinco dicas para ter sucesso em uma plataforma focada em produtos para mulheres

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Rodrigo Garcia, especialista da Petina Soluções Digitais, lista estratégias certeiras para varejistas online se destacarem no mercado e conquistarem o público feminino

 

Os marketplaces de nicho vêm ganhando força no mercado, oferecendo uma alternativa especializada para públicos específicos. No segmento feminino, plataformas voltadas exclusivamente para produtos e serviços pensados para mulheres já se mostram um modelo de negócio promissor. Mas o que faz a diferença entre o sucesso e o fracasso nesse tipo de empreendimento? 

Rodrigo Garcia, especialista da Petina Soluções Digitais, explica: "Os marketplaces de nicho oferecem uma experiência de compra mais personalizada e segmentada, o que pode resultar em maior fidelização de clientes e um ticket médio mais alto. No entanto, para que essa estratégia funcione, é essencial que a plataforma seja bem estruturada e que os vendedores sigam boas práticas", resume. 

Para quem deseja investir ou vender em um marketplace voltado para o público feminino, Garcia compartilha 5 dicas essenciais:
 

1. Conheça profundamente o seu público e suas necessidades 

Diferente de marketplaces generalistas, os de nicho precisam ter uma identidade clara e oferecer uma curadoria de produtos alinhada com os interesses da audiência. Antes de lançar uma plataforma ou cadastrar seus produtos, é essencial entender o comportamento de compra das consumidoras. 

"É preciso ir além do básico e realmente conhecer o que o público feminino espera dessa experiência de compra. Analisar preferências, tendências e até hábitos de consumo pode ajudar a criar um marketplace que realmente faça sentido para elas." explica Garcia.
 

2. Ofereça um mix de produtos relevante e diferenciado 

O sucesso de um marketplace de nicho depende diretamente da variedade e da qualidade dos produtos oferecidos. Para atrair e reter clientes, é fundamental disponibilizar itens exclusivos, inovadores ou difíceis de encontrar em grandes marketplaces. 

"A proposta de valor de um marketplace feminino precisa ser clara. Se for apenas uma cópia de grandes plataformas com um filtro de gênero, dificilmente se destacará. O ideal é trabalhar com marcas que tenham propósito e produtos que gerem identificação com as consumidoras”, recomenda.
 

3. Crie uma experiência de compra diferenciada

O público feminino costuma valorizar toda a jornada de compra, desde a escolha dos produtos até o atendimento pós-venda. Para se destacar, é essencial oferecer benefícios como descrições detalhadas, avaliações confiáveis e um suporte eficiente. 

"As consumidoras buscam mais do que apenas produtos, elas querem recomendações relevantes e um atendimento atencioso. Disponibilizar informações detalhadas sobre os produtos e investir em conteúdos como dicas de uso e storytelling das marcas pode aumentar o engajamento e a conversão", aponta Garcia.
 

4. Invista em estratégias de divulgação dentro do marketplace

Para que um marketplace de nicho tenha visibilidade e alcance o público certo, é essencial explorar as ferramentas de divulgação da própria plataforma. Estratégias como destaque de produtos, boas descrições, imagens atrativas e participação em campanhas promocionais podem aumentar a conversão. 

"Investir tempo na otimização da apresentação dos produtos dentro do marketplace é fundamental. Boas descrições, imagens de qualidade e participação em campanhas internas são fatores que aumentam a visibilidade e melhoram a conversão de vendas", afirma Garcia.

 

5. Priorize um atendimento humanizado e uma logística eficiente 

O atendimento ao cliente é um dos pilares para a fidelização em marketplaces de nicho. No caso das plataformas voltadas para o público feminino, a personalização do suporte pode ser um diferencial competitivo. 

"O atendimento precisa ser ágil e próximo. Se a consumidora sente que está sendo ouvida e valorizada, há uma grande chance de recompra. Além disso, garantir prazos de entrega realistas e oferecer opções de logística flexíveis são pontos essenciais para a satisfação do cliente”, avalia Garcia.
 

Marketplace de nicho: uma tendência em expansão 

Os marketplaces segmentados são uma tendência no e-commerce e oferecem oportunidades valiosas para empreendedores e marcas que querem se conectar de forma mais direta com um público específico. No caso dos marketplaces voltados para o público feminino, seguir essas boas práticas pode ser a chave para alcançar relevância e crescimento no mercado digital. 

"Se bem estruturados, os marketplaces de nicho podem se tornar referência para suas comunidades e construir uma base fiel de consumidoras. O segredo está em oferecer mais do que produtos: é preciso criar um ambiente onde as clientes sintam que a plataforma realmente entende suas necessidades e desejos", finaliza.

Lei do Bem na indústria: qual sua importância para alavancar a inovação no setor?

Inovar não é mais um diferencial do mercado, mas algo essencial para garantir a sobrevivência e prosperidade no segmento atuado – o que torna os incentivos fiscais para a inovação no país aliados estratégicos para um maior fomento nesse sentido. No setor industrial, o qual representa um grande peso para a economia brasileira, investir nesses recursos será de extrema importância para alavancar seu desempenho, principalmente, no caso da Lei do Bem.

Diante de um mercado cada vez mais automatizado e conectado, já está mais do que comprovado a relevância da inovação para assegurar a continuidade das operações, contribuindo também para seu destaque competitivo frente dos empreendimentos internacionais. E, para impulsioná-la internamente, existe uma extensa gama de tecnologias robustas que vêm sendo fortemente investidas pelos negócios, tais como a inteligência artificial, Big Data, blockchain, BI e Internet das Coisas (IoT).

No caso específico do setor industrial, investir nessas tecnologias e acompanhar demais tendências que despontam no mercado é, certamente, algo importante para que tenham em mãos recursos robustos que permitam a otimização, automação e maior produtividade de suas operações, favorecendo a redução de custos e maior retorno sobre o investimento (ROI). Em conjunto a isso, os mecanismos de fomento à inovação também vêm ganhando maior destaque e conhecimento como ferramentas economicamente valiosas a fim de viabilizar investimentos constantes nesse sentido.

Apenas em 2024, como prova dessa relevância e maior procura, o financiamento para a inovação na indústria atingiu seu recorde histórico de R$ 34 bilhões, total equivalente aos recursos aprovados pelo BNDES, FINEP e Embrapii no contexto da Nova Indústria Brasil (NIB). Quanto maior for este apoio, maior será a aderência a outros mecanismos também benéficos para financiar as atividades deste setor, como pode ser permitido através da Lei do Bem – a qual, que, desde 2005, vem oferecendo incentivos fiscais a empresas que investem em pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica (PD&I).

Com essa Lei, as empresas conseguem restituir impostos do ano anterior através da comprovação do respectivo investimento, caso atendam alguns requisitos para gerar inovações. Na prática, ao restituir parte dessas quantias direcionadas ao processo, as companhias conseguem maximizar seus investimentos neste projeto e nas ações futuras de inovação no negócio, tendo verbas para buscar estratégias cada vez melhores para seu desempenho e destaque.

Portanto, a adoção de inovações por parte das empresas, além de melhorar sua eficiência e eficácia, também ajuda na gestão financeira, uma vez que passam a ter a oportunidade de restituir valores significativos por causa da inovação, cujo budget adicional pode ser utilizado para gerar mais inovação, fazendo com que, a cada ano, melhorem seus resultados e se tornem cada vez mais competitivas no mercado nacional e internacional.

Àquelas que desejarem recorrer a este incentivo, poderão buscar por agências e entidades de fomento que ofereçam subsídios, bolsas de pesquisa e financiamentos para projetos de pesquisa e desenvolvimento que se enquadrem nos critérios da Lei do Bem. Considerar, também, investidores-anjo, venture capitalists e fundos de private equity é algo vantajoso, uma vez que são fontes importantes de capital para startups e empresas inovadoras – além desses investidores, frequentemente, oferecerem mentoria e rede de contatos.

Muitos estados e municípios também oferecem programas específicos para estimular a inovação, junto a agências de desenvolvimento regional e secretarias de ciência e tecnologia que costumam lançar editais e linhas de crédito específicas para esse sentido. Todos esses caminhos podem contribuir para que as empresas do setor consigam usufruir dos benefícios da Lei do Bem e adquirir uma melhor gestão financeira para reinvestir em ações estratégicas para seu crescimento.

E, para garantir a máxima assertividade nisso, é de extrema importância também considerar a orientação de uma consultoria de inovação, com um time capacitado que se mantenha atualizado às tendências da área e direcione a empresa no melhor caminho para transformar ideias inovadoras em geração de valor. A soma desses cuidados, certamente, transformará a indústria em uma referência inovadora, obtendo incentivos fiscais estratégicos para fomentar, constantemente, suas operações perante um desempenho e produtividade cada vez maiores e melhores.  



Alexandre Pierro - mestre em gestão e engenharia da inovação, bacharel em engenharia mecânica, física nuclear e especialista de gestão da PALAS, consultoria pioneira na ISO de inovação na América Latina.


ISO de inovação
www.isodeinovacao.com.br


O que esperar de 2025?

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‘O ano será de muitos desafios econômicos: crescimento menor, juros maiores, inflação persistente. Essa é a lista do que dá para se prever de agora’

 

 

Já sabemos que, no Brasil, o ano só começa mesmo depois do Carnaval. Podemos dizer, agora, que teremos um 2025 de dez meses pela frente. Para a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), com uma enorme preocupação diante da situação política e econômica. Basta uma simples lembrança para verificar a gravidade da situação: nosso país não tem aprovado, ainda, o orçamento anual de 2025. Por questões eleitorais, disputas internas de espaço no parlamento, e falta de articulação do governo, o Congresso encerrou 2024 sem a lei orçamentária definida, o que traz enormes prejuízos à gestão do Estado. Que nível de organização é esse que estamos vivendo, se não temos sequer a definição de como serão usadas as verbas públicas?

Enquanto isso, as manchetes dos jornais trazem notícias que pioram o ambiente de incertezas. Um ano que antecede eleições presidenciais deveria servir para “arrumar a casa”, implementar medidas que realmente fortaleçam o Estado, e não intempéries e aventuras políticas que tragam ainda mais insegurança. Os empreendedores aguardam, por exemplo, a regulamentação da Reforma Tributária. Esperam, ainda, por falas das autoridades e da equipe econômica que sinalizem austeridade. Era o momento de se discutir avanços estruturais.

Nesse cenário, é de impressionar também que ninguém defenda uma ampla reforma administrativa. O Estado brasileiro precisa custar menos, para dar espaço aos investimentos. O empresariado sente desalento, desânimo e falta de perspectiva. Os médios, pequenos e microempreendedores, que geram empregos em uma velocidade muito rápida, não se veem representados. Não têm voz. E são quase 7 milhões de desempregados, pelo levantamento mais recente do IBGE. Chefes de família - pais, mães, avôs e avós - que não têm renda mensal. Brasileiros que precisam de estímulo e incentivo para conquistarem espaço no mercado.

Para a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), o principal meio para geração de emprego é incentivar os empreendedores. É preciso aumentar o teto de faturamento dos MEIs de R$ 81 mil para R$ 144 mil por ano. E, ainda, passar de 1 para 2 o número de funcionários que possam ser contratados pelos MEIs. As perspectivas para 2025 não são animadoras. O ano será de muitos desafios econômicos: crescimento menor, juros maiores, inflação persistente. Essa é a lista do que dá para se prever de agora. Ainda há os riscos dos fatores não calculados e absolutamente fora de controle, como a situação de outros países, do clima e dos conflitos internacionais.

Diante desse cenário, é preciso enfrentar a desigualdade com criação de emprego. Na contramão desse raciocínio, o governo abre espaço para discussões sobre a redução da jornada de trabalho. Isso sim vai gerar demissões em massa. O governo deveria proteger as relações trabalhistas entre empregado e empregador, e não defender temas que são “populares”, mas que não se refletem em benefícios na vida real. A possibilidade de gerar emprego está nas mãos dos comerciantes, empresários e empreendedores que trabalham, diariamente, para criar renda, pagar imposto e fazer a economia girar e crescer. Não podemos permitir a redução da atividade econômica. Não podemos permitir que avancem debates sobre a redução da jornada de trabalho.

 



Alfredo Cotait Neto - presidente da CACB e Facesp

Fonte:https://www.dcomercio.com.br/publicacao/s/o-que-esperar-de-2025

**As opiniões expressas em artigos são de exclusiva responsabilidade dos autores e não coincidem, necessariamente, com as do Diário do Comércio


No mês da mulher, novo estudo do Instituto Esfera aponta deficiência de políticas públicas para equidade de gênero no Brasil

 

Levantamento mostra que país ainda não inclui estratégias de igualdade de gêneros nos orçamentos e traz recomendações baseadas na OCDE 

 

No mês dedicado à mulher, o Instituto Esfera de Estudos e Inovação lança um levantamento sobre a atuação do Estado para a equidade de gêneros. O texto apresenta indicadores internacionais para mostrar que o Brasil ainda precisa avançar no assunto e traz recomendações baseadas em lições da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O estudo mostra a posição desfavorável que o Brasil ocupa, conforme o Índice Global de Paridade de Gênero, de 2024, feito pelo Fórum Econômico Mundial. Em um universo de 148 países, o Brasil ocupa a 70ª posição. O país com mais igualdade de gênero é a Islândia, enquanto a maior desigualdade está no Sudão. Serão necessários 134 anos para acabar com o hiato de gênero global em educação, saúde, participação econômica e empoderamento político, segundo o relatório global. 

“O que mais incomoda no caso brasileiro é o fato de termos caído 13 posições em relação ao ano de 2023, denotando que, comparativamente, não estamos evoluindo tanto quanto à comunidade internacional em termos de promoção de igualdade de gênero. Para que haja mudanças, é necessário vontade política, que precisa estar presente nos governos federal, estaduais e municipais e ter uma continuidade”, afirma o diretor acadêmico do Instituto Esfera, Fernando Meneguin. 

De acordo com o estudo do Instituto Esfera, um caminho para concretizar a igualdade de gênero é o Estado atuar por meio de suas políticas públicas, principalmente desenvolvendo ações transversais e alocando recursos suficientes na Lei Orçamentária. Um ponto defendido é o orçamento com perspectiva de gênero, chamado de gender budgeting - uma estratégia utilizada na União Europeia, que envolve realizar uma avaliação dos orçamentos com base no gênero, incorporando essa perspectiva nas etapas do processo orçamentário e reestruturando as receitas e despesas para promover mais igualdade. Embora o Brasil apresente iniciativas como a Agenda Transversal Mulheres incluída no Plano Plurianual, do governo federal, e o Ministério das Mulheres, a agenda de gênero no Brasil ainda é limitada a políticas específicas. Segundo o estudo, é necessário um enfoque mais abrangente, que atravesse todos os ministérios, para que seja possível construir indicadores de gênero efetivos e promover mudanças significativas e transversais. 

Para Camila Funaro Camargo Dantas, CEO da Esfera Brasil, a complexidade das variáveis que cercam a desigualdade de gênero, em diferentes setores sociais, exige uma articulação contínua entre políticas públicas, empresas e sociedade. “É necessário que os recursos direcionados a essas iniciativas sejam empregados de modo eficiente e atendam aos problemas públicos que permeiam a desigualdade. E o setor privado deve receber os corretos incentivos para também atuar, principalmente em agendas relacionadas à desigualdade remuneratória e à inserção de mulheres em cargos estratégicos e de liderança”, afirma Camila.

Como um caminho para o Brasil atuar, o estudo do Instituto Esfera traz algumas iniciativas recomendadas pela OCDE para que o Orçamento seja mais eficaz na promoção da igualdade de gênero. São elas:

  1. Integração da Perspectiva de Gênero: Incorporar a análise de gênero em todas as fases do ciclo orçamentário;
  2. Coleta de Dados Desagregados por Gênero: Coletar e analisar dados por sexo para identificar desigualdades;
  3. Metas e Indicadores de Gênero: Estabelecer metas e indicadores claros para monitorar o progresso da igualdade de gênero;
  4. Participação das Mulheres: Incluir mulheres no processo orçamentário para refletir suas necessidades;
  5. Capacitação e Sensibilização: Treinar servidores públicos sobre questões de gênero;
  6. Alocação de Recursos para Igualdade de Gênero: Destinar recursos específicos para promover a igualdade de gênero;
  7. Monitoramento e Avaliação: Criar sistemas para verificar o impacto das políticas de gênero e fazer ajustes quando necessário.

 

Instituto Esfera de Estudos e Inovação
site da Esfera Brasil


ONG MRSC PERCORRE A ORLA, CENTRO E BAIRROS DE ITANHAÉM, PARA AÇÃO SOLIDÁR

 

ONG Moradores de Rua e Seus Cães sairá pela orla de Suarão, até Belas Artes, no dia 16 de março, em busca de pets em situação de vulnerabilidade para oferecer ração e vacinas.

 

No dia 16 de março, domingo, a ONG Moradores de Rua e Seus Cães (MRSC) promoverá mais uma ação solidária em Itanhaém. A iniciativa terá início às 7h, com a saída da Igreja Nossa Senhora de Sion. A ONG percorrerá a orla desde o Suarão, passando pelo centro, Boca da Barra, e finalizando dessa vez, no Centro Pop, onde pessoas em situação de rua e seus pets, vão receber os cuidados da ONG e um almoço oferecido pelo equipamento da Prefeitura de Itanhaém. Com o objetivo de levar ração e vacinas para pets em situação de rua, além de oferecer suporte às pessoas que enfrentam as mesmas condições. 

Esta será a sexta iniciativa da ONG no município, integrando-se ao calendário mensal da organização, que visa fornecer alimentos para pessoas e animais necessitados, beneficiando aproximadamente 90 famílias cadastradas.

A bordo de uma PickUp colorida, serão disponibilizados serviços veterinários essenciais, incluindo vacinação da V8, Raiva, vermifugação, tratamento anti-pulgas e caminhas para cães e gatos. Mas não são apenas os animais que serão beneficiados. Para os tutores, também será oferecido café quente e lanches. 

Edu Leporo, idealizador do projeto MRSC, dedica 90% do tempo de trabalho ao projeto e sonha em ajudar muito mais pessoas e pets. "Estar realizando a sexta ação na cidade que nos acolheu é uma maneira de retribuir os valores de solidariedade e cuidado que aprendemos aqui, e levar nosso lema para todos: “Nem só de ração vive o cão, e nem o gato”, conclui. 

Edu Leporo, conhecido por seu trabalho em pet books e publicidade, fundou a MRSC a partir de sua experiência com moradores de rua e seus animais. A ONG, que surgiu após o lançamento do livro Moradores de Rua e Seus Cães, expandiu-se para mais de sete estados brasileiros, beneficiando mais de 100 mil pessoas e animais desde 2015. 



ONG MRSC (Moradores de Ruas e Seus Cães
Para saber mais, acesse: Link

 

Perdeu ou teve documentos furtados no Carnaval? Saiba o que fazer

Especialista em Segurança Pública orienta como as pessoas podem evitar golpes e fraudes


Durante o Carnaval, o aumento da circulação de pessoas nas ruas também eleva o número de casos de perda e furto de documentos. Além do transtorno imediato, essa situação pode representar um risco maior: o uso indevido das informações pessoais para fraudes e golpes financeiros. Por isso, é importante agir rapidamente para minimizar danos e garantir a segurança.

A primeira medida recomendada é registrar o extravio o quanto antes. “A vítima deve realizar o Registro de Extravio de Documento, também denominado de RED, por meio do serviço on-line da Polícia Civil. É bem prático, mas requer atenção para o preenchimento dos dados corretos”, explica a Especialista em Segurança Pública e professora do curso de Direito da UNINASSAU Rio de Janeiro, Marcelle Lopes.

Além do boletim de ocorrência, é fundamental notificar bancos e instituições financeiras caso cartões de crédito ou débito tenham sido extraviados. “O aviso imediato permite que o banco providencie o bloqueio, resguardando as finanças da vítima”, alerta a advogada.

Outra medida essencial para evitar prejuízos é cadastrar um alerta de perda de documentos em órgãos de proteção ao crédito. “Isso ajuda a prevenir fraudes, pois, se alguém tentar solicitar crédito ou qualquer produto financeiro com aqueles dados, o alerta será acionado”, explica Marcelle.

Mesmo após registrar o extravio, a vítima deve monitorar regularmente o CPF em aplicativos de proteção ao crédito para identificar movimentações suspeitas. Caso perceba alguma tentativa de fraude, é importante procurar a polícia e, se necessário, acionar um profissional para medidas legais. “Se houver qualquer indício de que os documentos foram utilizados indevidamente, como a abertura de contas em bancos ou compras feitas no nome da vítima, é fundamental agir rapidamente para evitar maiores prejuízos”, orienta a docente.

Determinados grupos são mais vulneráveis ao impacto desse acontecimento, especialmente idosos, os quais costumam ter mais dificuldades para resolver a situação rapidamente, e pessoas que utilizam os documentos para atividades profissionais, como motoristas de aplicativo. Além disso, em casos de fraudes, as vítimas podem buscar orientação jurídica para contestar eventuais cobranças indevidas e não ter seu nome negativado injustamente. Assim, seguindo essas orientações e agindo rapidamente, é possível reduzir riscos e garantir mais segurança financeira diante de imprevistos.


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