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sexta-feira, 10 de novembro de 2023

71% dos consumidores pretendem antecipar suas compras de Natal e Final de ano na Black Friday deste ano, afirma estudo da SBVC

De acordo com o estudo 56% dos consumidores irão destinar metade ou mais da metade das compras da Black Friday para compras de Natal e final de ano.


Para a Black Friday 2023 o consumidor está animado, 85% dos entrevistados pretendem aproveitar alguma oferta, antes da data oficial da Black Friday. O consumidor também admite se planejar para as promoções (92%) e declara que vai pesquisar produtos e preços (97%). 67% podem gastar até R$1.000 na Black Friday. Essa é uma das descobertas do estudo “Black Friday no varejo brasileiro” – 6ª edição, desenvolvido pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) em parceria com a PiniOn, que faz uma radiografia dos principais hábitos de compra, intenção de compra e opiniões em relação a Black Friday.

 

Devido aos altos preços que o país vem enfrentando por conta da pandemia, a Black Friday é vista como oportunidade de comprar, deixando o consumidor mais otimista e animado. O consumidor irá destinar aproximadamente 71% das compras da Black Friday para compras de Natal e final de ano. A maioria das compras estão destinadas a uso próprio e a preferência é por: vestuário (48%), eletrônicos (44%) e eletrodomésticos (42%).

 

O estudo mostra que 72% concordam que a Black Friday é uma data para encontrar produtos de coleções anteriores ou que estão fora de linha, porém 63% acreditam que irão encontrar produtos de lançamento. A data está consolidada no país, e aos poucos os consumidores passam a ver vantagens de comprar (91%)

na Black Friday, e acreditam (83%) nas promoções da data.

                               

O canal online é a principal fonte de pesquisa de preços, sendo que 97% dos entrevistados irão pesquisar antes de realizar a compra na data, principalmente em sites das próprias lojas (57%), sites de busca (54%), e redes sociais (49%). Assim como a busca por informações é online, o e-Commerce (51%) se sobressai quando comparado com lojas físicas (16%) no processo da compra, sendo que 34% declaram que pretendem comprar em ambos os formatos.

 

Para Eduardo Terra, Presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), “Teremos uma Black Friday com um pouco mais de otimismo, o consumidor com uma intenção maior de compra, muita pesquisa antes de comprar e um varejo que utiliza de diversas ferramentas digitais para atrair e reter um novo público.”

 

Metodologia

O estudo entrevistou 703 consumidores em todo o país, e teve como objetivo quantificar aspectos relacionados aos hábitos de compra, intenção de compra e opiniões em relação a Black Friday, visando entender o impacto dessa data para o varejo brasileiro.

A íntegra do estudo está disponível no site da SBVC: https://sbvc.com.br/estudo-6a-edicao-black-friday-no-varejo-brasileiro-2023




Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC)
www.sbvc.com.br


PiniOn
https://pinion.business/


Confira 4 conteúdos que podem cair nas provas de Matemática e Ciências da Natureza no Enem desse domingo

Às vésperas da segunda etapa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2023, que acontecerá no próximo domingo (12), alguns alunos ainda buscam revisitar conteúdos que costumam ser contemplados nas matérias de Ciências da Natureza e de Matemática.

 

Para ajudá-los, reunimos um time de especialistas que listaram os tópicos que normalmente são cobrados nas provas de física, química, biologia e matemática do Enem. Confira abaixo!

 

1.   Matemática

As 45 questões da prova de matemática do Enem estão entre as mais aguardadas. Anderson Machado, professor de matemática da Plataforma Amplia, sistema de ensino em Educação Básica, cita alguns dos temas que costumam ser mais cobrados na prova. “O exame traz muitas questões relacionadas a matemática básica, porém outros conteúdos também são abordados com muita frequência, tais como: proporcionalidade, geometria plana, geometria espacial, funções, probabilidade e análise combinatória”, explica.

 

Além disso, o professor ainda destaca um assunto que esteve presente na maioria dos anos do Enem. “O logaritmo é um conteúdo que tinha constante recorrência na prova e não apareceu nos últimos dois anos. Por isso, acredita-se que neste ano ele poderá voltar a ser cobrado na prova.


 

2.   Física

De acordo com Renato Casemiro, coordenador de Física do Colégio Rio Branco, existem algumas temáticas que costumam ser cobradas no segundo dia de prova do Enem. Uma delas é a ondulatória. “Leia os enunciados com atenção, fique atento às unidades citadas e seus múltiplos e não esqueça da expressão: v= λ.f”, recomenda. Eletrodinâmica é outro assunto bastante cobrado. “Vale a pena lembrar que as perguntas sobre potência elétrica costumam se relacionar com a economia de aparelhos elétricos e com o efeito Joule dos equipamentos que transformam energia elétrica em calor. Lembre-se da expressão: P = τ/Δt”, completa.

 

“O conteúdo de Óptica, queridinho do Enem é, sem dúvidas, a refração da luz, seja do ponto de vista teórico, seja empregando as suas equações (como a lei de Snell-Descartes e sua aplicação para o ângulo limite)”. Casemiro lembra ainda que as três leis de Newton também são assunto recorrente no Enem. “Conhecer bem a aplicação da Lei da Inércia, a 2a lei (F = m.a) e a Lei da Ação e Reação vai render bons pontos. Mas, atenção: assim como os cálculos, as perguntas conceituais são bem importantes nesse sentido”.


 

3.   Química

Para a prova de química do Enem, a professora da matéria da Escola Vereda, Fabiola Barbosa, aponta alguns dos temas mais prováveis. São eles: química orgânica, combustíveis e métodos de geração de energia renováveis e não renováveis, química ambiental, polímeros, reciclagem e eletroquímica. “Estes tópicos estão intrinsecamente ligados à compreensão dos desafios contemporâneos, como o efeito estufa e o aquecimento global, que têm raízes na química dos gases de efeito estufa”, afirma ela.

 

Para se destacar nas questões do exame, é fundamental que os estudantes compreendam não apenas os conceitos químicos em si, mas também sua aplicação prática e impacto na sociedade. Segundo ela, é preciso estar ciente das interações entre a química, a física e a biologia, pois muitas questões podem exigir uma abordagem multidisciplinar. “Os candidatos devem buscar uma preparação abrangente que inclua não apenas a memorização de fórmulas e de reações químicas, mas também a capacidade de relacionar esses conceitos à realidade e aos desafios atuais, promovendo assim um entendimento mais profundo e crítico da química”, finaliza.


 

4.   Biologia

De acordo com Cristina de Souza, professora de biologia e consultora Rede Pitágoras, instituição voltada para o desenvolvimento de professores, lideranças educacionais e alunos, os temas ligados à Ecologia serão os mais cobrados. “Em geral, são mais de 20% dos itens de Biologia que abordam Ecologia e Meio Ambiente. Neste caso, os conteúdos mais frequentes são relações ecológicas; poluição ambiental; cadeias e teias alimentares; corredores ecológicos. Dentro deste cenário, alguns temas que podem ser abordados são o aquecimento global e suas implicações ambientais, como a seca na Amazônia e as inundações na região Sul. Outras temáticas que provavelmente serão contempladas são relacionadas ao desenvolvimento sustentável; perda da biodiversidade; a contaminação da água, ar e solo”, explica.

 

Além disso, a professora ainda ressalta que os temas ligados à saúde também são relevantes. “Vale lembrar, principalmente, das doenças que surgiram recentemente, como Covid-19, e as que têm retornado, como sarampo, tuberculose, rubéola, entre outras, além das maneiras de se prevenir ou controlas a disseminação delas.


Open Insurance no Brasil: tire suas dúvidas sobre o ecossistema aberto de seguros que chegará em 2024

 Solução permite personalizar ofertas de produtos relacionados a seguros, previdência e capitalização; implementação foi adiada e gera dúvidas


O Open Insurance, também conhecido como um ecossistema aberto de seguros,  chegou com o objetivo de trazer inovação, promover a concorrência e melhorar a oferta de produtos e serviços relacionados a seguros, previdência complementar aberta e capitalização no Brasil. Ele nasceu inspirado no modelo de Open Banking, oferecendo autonomia para os usuários decidirem o que fazer com seus dados. No entanto, ao contrário do compartilhamento de informações bancárias,  ainda gera várias dúvidas sobre os benefícios que oferece. 

 

Sua implementação permitirá personalizar produtos, dará mais liberdade e competitividade, além de deixar que empresas de diferentes setores possam ofertar novos serviços em parceria com seguradoras. De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), a data final da implementação do compartilhamento de dados é 29 de novembro de 2024. 

 

Mesmo assim, quase 40% dos brasileiros estão abertos a compartilhar os seus dados de transação de seguros, de acordo com o estudo “Perspectivas do Open Insurance”, realizado pela consultoria Oliver Wyman. Outros 40% considerariam compartilhar suas informações com outras empresas, caso isso resulte em melhores ofertas de serviços. Os números mostram que, apesar dos percalços, a experiência do Open Banking pode ter contribuído para que os brasileiros se disponham a se engajar também no modelo do Open Insurance.

 

Apesar do adiamento, o mercado está começando a se preparar, mas a passos lentos. “São muitos desafios encontrados para a implantação da solução, alguns atribuídos à falta de preparação das empresas. Grande parte delas ainda não concluiu os testes em suas APIs, ferramenta essencial nessa troca”, afirma Roberto Monfort, diretor da vertical de Mercado Financeiro da multinacional brasileira FCamara, ecossistema de tecnologia e inovação que potencializa o futuro de negócios.

 

Monfort destaca que têm sido realizados muitos debates sobre o tema para que a população tenha segurança na hora de compartilhar seus dados. Pensando nisso, o executivo esclareceu algumas das principais dúvidas a seguir. Confira:

 


O Open Insurance é seguro?


Sim, o sistema será fiscalizado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), que já estabeleceu diretrizes para regular e monitorar todos os serviços oferecidos. Além disso, a solução dará aos usuários mais controle e segurança sobre seus dados, porque eles serão capazes de decidir se querem ou não compartilhar suas informações, e quais delas.


 

Quais são as principais vantagens para a população? 


Os usuários que escolherem usar o Open Insurance terão mais opções para decidir o que desejam contratar de acordo com seu perfil. As empresas poderão fazer ofertas de acordo com a realidade de cada cliente, com base nas informações compartilhadas por eles mesmos. Como todos os processos  automatizados, haverá mais agilidade e menos burocracia.


 

Com quem eu vou poder compartilhar meus dados?


O compartilhamento poderá ser feito com o sandbox — painel de dados regulamentado pelo Governo Federal —, as seguradoras e organizações autorizadas pela Susep.



Quando eu não quiser mais autorizar o compartilhamento, vou poder cancelar?


Sim, o cancelamento poderá ser realizado tanto na seguradora para a qual o usuário deu o consentimento como na seguradora que transmitirá a ela esses dados. Elas irão indicar a melhor maneira para revogar o consentimento.

 

FCamara
www.fcamara.com


A importância da engenharia de avaliações nas ações de recuperação judicial

A engenharia de avaliações é uma área tão importante em ações de recuperação judicial, que pode determinar o sucesso ou insucesso da instalação de um  processo, na medida em que o laudo de avaliação de bens e ativos pode se constituir em peça  fundamental do processo de recuperação judicial, já que vai informar os credores sobre o valor da empresa e seus ativos nesse momento  difícil.

No Brasil, a  Lei 11.101/05 traz os termos da regulamentação da recuperação judicial, da recuperação extrajudicial e da falência do empresário e da sociedade empresária. Na prática, ela mostra quais são as empresas que se enquadram nestes conceitos e dá o passo a passo de como será o processo de falência e/ou de recuperação judicial.

Assim, é a  Lei 11.101/05, que fala da necessidade de o administrador judicial disponibilizar  um inventário dos bens da empresa  logo após a decretação da falência por um juiz. A lei de recuperação e falência deixa clara a necessidade de inventariar todos os ativos, sejam eles tangíveis ou intangíveis. É neste momento que o laudo de avaliação de bens e todos os seus ativos se torna fundamental.

De outro lado, a  Engenharia de Avaliações é uma profissão que faz parte da engenharia e que reúne um conjunto de conhecimentos dessa área, da arquitetura e de outras como ciências sociais, exatas e da natureza, com o propósito de determinar, de uma forma técnica, o valor de um bem, de seus direitos, frutos e custos de reprodução, subsidiando tomadas de decisões a respeito de valores envolvendo bens de qualquer natureza.

Pode ser praticada por engenheiros, arquitetos e agrônomos; cada um dentro de sua habilitação profissional conforme as leis do Conselho Federal de Engenharia e Arquitetura (CONFEA).

O primeiro anteprojeto de normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) na engenharia de avaliações data de 1957, sendo que a primeira norma brasileira para a avaliação de imóveis urbanos data de 1977, a NB-502/77 , tendo sido revista em 1989, originando a NBR 5676 registrada no INMETRO.

Em termos de recuperação judicial, existem duas abordagens diferentes para a realização da avaliação: o laudo econômico financeiro, que aponta o atual estado financeiro da empresa e a possibilidade de continuidade operacional, e o laudo de avaliação dos bens e ativos, que aponta qual é o cenário para uma possível  recuperação da empresa. É necessário um profissional qualificado para a emissão deste laudo, que entenda a legislação e tenha as habilitações necessárias na medida em que durante o processo de recuperação judicial, inclusive, é essencial avaliar com precisão o valor dos ativos da empresa. Isso inclui edifícios, máquinas e equipamentos, estoques e propriedade intelectual.

A engenharia de avaliações ajuda a estabelecer um valor justo, o que é crucial para negociações com credores e investidores, pois, com avaliações precisas, os gestores e consultores podem tomar decisões assertivas sobre como reestruturar a empresa e, com isso, o processo de recuperação judicial pode ser realizado sobre bases concretas e de acordo com a legislação vigente.

 

José Carlos Almeida - engenheiro, empresário e diretor presidente da JC Engenharia de Avaliações. josecarlos@jcengenharia.com.br


O que fazer quando a luz da injeção eletrônica acende no painel


O alerta geralmente é um sinal de algo não está funcionando corretamente no veículo

 

A luz da injeção eletrônica acesa no painel do carro é um sinal importante que não deve ser ignorado. Ela indica que algo pode não estar funcionando corretamente no sistema de injeção eletrônica do veículo, que desempenha um papel fundamental no motor e na eficiência do combustível. A maioria dos motoristas se assusta quando esse alerta se acende no painel, mas é possível corrigir sem muitos transtornos, na maioria das vezes.

 

A luz da injeção eletrônica pode ser acionada por uma variedade de razões, desde problemas simples, como um bocal de combustível solto, até problemas mais complexos, como falhas nos sensores de oxigênio, no catalisador ou em outros componentes críticos do sistema de injeção. Por isso, é importante entender que a causa subjacente pode ser diversificada.


Ignorar a luz da injeção eletrônica é um erro comum que pode levar a problemas mais sérios e custosos no futuro. Quando essa luz se acende, o sistema de diagnóstico do carro registra um código de erro específico, que pode ser lido por um profissional através de um dispositivo de diagnóstico, portanto, simplesmente ignorar o problema não o fará desaparecer, em vez disso, ele pode piorar com o tempo.

 

Quando a luz da injeção eletrônica se acende no painel do carro, é importante tomar algumas medidas para lidar com a situação:

 

  • Não entre em pânico: Embora a luz da injeção eletrônica seja uma preocupação, é importante não entrar em pânico. Muitas vezes, a causa subjacente não é um problema grave, mas deve ser diagnosticada e corrigida de maneira correta. Vale reforçar que existem 3 cores de luz de advertência em todos os veículos, verde (tudo normal), amarelo (Atenção) e vermelho (Pare), ou seja, somente a vermelha indica algo crítico e que você deve parar o veículo imediatamente.

 

  • Continue dirigindo com cautela: A menos que o carro esteja apresentando sérios sintomas de mau funcionamento, como perda de potência, barulhos estranhos ou vibrações, é geralmente seguro continuar dirigindo de forma moderada até chegar a um local seguro ou a uma oficina mecânica.

 

  • Verifique o combustível e a tampa do tanque: Às vezes, a luz da injeção eletrônica pode se acender devido a problemas simples, como a tampa do tanque de combustível mal rosqueada ou mal fechada. Verifique se a tampa do tanque de combustível está bem fechada e se o tipo de combustível correto está sendo utilizado.

 

  • Desligue e ligue o motor: Às vezes, a luz da injeção eletrônica pode acender devido a leituras momentâneas dos sensores. Experimente desligar o motor e ligá-lo novamente para ver se a luz se apaga. Se ela continuar acesa, é importante verificar corretamente..

 

  • Consulte o manual do proprietário: Consulte o manual do proprietário do veículo, pois ele pode conter informações específicas sobre o significado da luz da injeção eletrônica e medidas de solução de problemas básicos.

 

  • Evite autodiagnóstico e reparos momentâneos: Evite tentar resolver o problema por conta própria, a menos que você seja um mecânico qualificado com experiência em sistemas de injeção eletrônica. Tentativas de autodiagnóstico e reparos inadequados podem piorar a situação ou ainda mais causar danos ao veículo.

 

  • Agende uma consulta com um mecânico: A melhor saída é procurar um mecânico de confiança ou uma oficina especializada. Será utilizado um scanner de diagnóstico para ler os códigos de erro registrados no sistema do carro e determinar a causa subjacente da luz acesa.

 

Para o Coordenador Treinamento da DPaschoal, Danilo Ribeiro, a maioria das pessoas não sabe como proceder quando acende a luz da injeção eletrônica no painel do veículo, mas ela serve como um sinal de que algo não está funcionando corretamente e que o sistema deve ser verificado. “A luz da injeção eletrônica é um indicador importante que os motoristas devem levar a sério, pois pode indicar uma variedade de problemas no sistema de injeção do veículo. Quando o carro é levado a uma oficina ou a um profissional capacitado, é necessário conectar um scanner de diagnóstico ao carro, que permite ler os códigos de erro registrados pelo sistema e identificar a causa subjacente do problema. Às vezes, os códigos são simples e o reparo é relativamente fácil, como uma substituição de sensor ou uma limpeza de bicos injetores. Em outros casos, o diagnóstico pode ser mais complexo, envolvendo uma série de componentes do sistema de injeção. A principal recomendação é que os motoristas não ignorem a luz da injeção eletrônica e busquem assistência profissional o mais rápido possível. Cuidar do sistema de injeção é essencial para garantir a confiabilidade e o desempenho do veículo", indica Danilo Ribeiro.

 

A DPaschoal, que possui 124 lojas instaladas em mais de 100 cidades, de oito estados do Território Nacional, ampliou seu serviço de Revisão de Segurança Gratuito, oferecendo a seus clientes a inspeção de mais de 30 de itens específicos de acordo com o Manual do Proprietário do Veículo e agora passa a disponibilizar os serviços de scanner de diagnóstico, troca de correia dentada, além da inspeção e troca do líquido de arrefecimento. A Revisão de Segurança identifica potenciais problemas mecânicos, elétricos ou de desgaste em determinadas peças dos veículos, verificando itens como freios, pneus, sistema de sinalização, óleo do motor, fluidos, correias e filtros, cobrando dos clientes apenas pelos itens que realmente necessitarem de troca, mediante a prévia autorização do proprietário para a realização do serviço. 

 

Além de oferecer uma linha completa de pneus, a DPaschoal tem o Compromisso de Trocar Somente o Necessário, que está no DNA das lojas da rede, graças a ferramentas exclusivas que avaliam a real necessidade de ter que trocar peças, pneus e a realização de serviços. A Companhia oferece também, em seus Truck Centers, a experiência otimizada com tecnologia e sustentabilidade, para que ela seja completa e ajude a economizar ainda mais tempo e recursos para o bolso e para o planeta. Líder desse segmento no Brasil, a DPaschoal oferece alto padrão de qualidade, inovação e confiabilidade para o pneu recapado, com produtos, serviços e garantias.

  


DPaschoal
https://www.dpaschoal.com.br


Importantes novidades contra Assédio Moral: como empresas devem se ajustar

 O aumento da conscientização sobre os impactos do assédio moral e sexual nas empresas tem impulsionado uma série de mudanças positivas no ambiente de trabalho. Exemplo é a promulgação da Lei 14.457/22, que altera as atribuições da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA), nos termos da NR 5. 

Com isso, as empresas estão sendo incentivadas a adotar medidas concretas para prevenir e combater o assédio e outras formas de violência. A importância dessas medidas vai além das questões legais, afetando diretamente a saúde mental dos colaboradores, a produtividade e a reputação das companhias. 

“O ambiente de trabalho, muitas vezes associado à produtividade e crescimento, tem sido marcado por situações de assédio moral e sexual que afetam a qualidade de vida dos colaboradores e a integridade das organizações. Essas práticas prejudiciais, que muitas vezes ocorrem de forma velada, vêm se mostrando mais comuns do que se imaginava, revelando a necessidade de ações preventivas e efetivas”, explica Tatiana Gonçalves, CEO da Moema Medicina do Trabalho e especialista no tema. 

Ela explica que o assédio moral é uma forma de violência psíquica praticada no local de trabalho e pode se manifestar em várias instâncias. O primeiro tipo é o assédio vertical descendente, onde superiores hierárquicos abusam de seu poder de mando para submeter seus subordinados a tratamentos humilhantes e vexatórios. Esse tipo de assédio é especialmente prejudicial, uma vez que é realizado por aqueles que detêm cargos de liderança. 

Por outro lado, há o assédio vertical ascendente, no qual subordinados adotam comportamentos autoritários e arrogantes em relação a seus superiores. Nesse caso, a hierarquia é invertida, mas os resultados negativos são semelhantes. O assédio horizontal é perpetrado entre colegas de mesmo nível hierárquico e frequentemente se manifesta em brincadeiras maldosas, piadas depreciativas e gestos ofensivos. 

Além do assédio moral, o assédio sexual é um risco ainda maior para as empresas. Ele vai além de processos trabalhistas, alcançando a esfera criminal. A responsabilidade criminal é pessoal, mas a empresa não deve ser conivente nem indiferente ao assédio, pois isso prejudica a imagem corporativa. A denúncia e a apuração devem sempre respeitar os limites legais e de dignidade humana. 

Diante dessas sérias situações se observa mudanças relevantes. “A notícia positiva é que a Lei 14.457/22 trouxe alterações significativas nas atribuições da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio). Essa mudança destaca a importância de abordar o assédio moral, sexual e outras formas de violência no âmbito do trabalho”, conta Tatiana Gonçalves.
 

A especialista detalha que a nova legislação estabelece três medidas fundamentais para as empresas:

  1. Inclusão de regras de conduta: As empresas precisam definir regras claras sobre o assédio sexual e outras formas de violência em suas normas internas, garantindo sua ampla divulgação entre os colaboradores.
  2. Criação de um canal de denúncias e definição de punições: Procedimentos para receber, acompanhar e apurar denúncias de assédio, garantindo o anonimato do denunciante, devem ser estabelecidos. Além disso, devem ser aplicadas sanções administrativas aos responsáveis pelos atos de assédio.
  3. Realização de treinamentos: Ações de capacitação, orientação e sensibilização devem ser realizadas pelo menos a cada 12 meses, abordando temas como violência, assédio, igualdade e diversidade no ambiente de trabalho.
     

O assédio moral ou sexual tem efeitos devastadores nos colaboradores e nas empresas como um todo. A motivação é minada, a saúde mental e emocional é prejudicada e a produtividade é comprometida. Além disso, a reputação das empresas pode ser abalada, e as implicações legais se tornaram mais rígidas, graças às mudanças na legislação. Importante que essas ações não apenas protegem os colaboradores, mas também contribuem para a construção de um ambiente mais saudável e produtivo. 

“A prevenção do assédio nas empresas é uma responsabilidade compartilhada por todos os níveis hierárquicos. Com políticas claras, canais de denúncia eficazes e campanhas de conscientização, é possível criar uma cultura de respeito que não apenas atende às obrigações legais”, a CEO da Moema Medicina do Trabalho. 

Ela complementa que a nova legislação traz clareza à definição e classificação das práticas abusivas, tornando-as infrações ético-disciplinares passíveis de punição. Isso coloca uma pressão sobre as empresas para adotarem medidas de prevenção e combate a essas práticas, estabelecendo um ambiente seguro e respeitoso para seus colaboradores.

 

Podemos nos sentir seguros com a Inteligência Artificial?

A Inteligência Artificial (IA) tem se tornado uma parte integral de nossas vidas, com aplicações que vão desde assistentes virtuais em nossos smartphones até sistemas de reconhecimento facial e veículos autônomos. À medida que a IA avança e se torna mais onipresente, a questão da segurança e, em particular, da privacidade, surge como uma preocupação para muitas pessoas.

A tendência é que as Inteligências Artificiais estejam cada vez mais presentes em nosso cotidiano. Para se ter uma ideia, uma pesquisa feita pela PWC este ano, aponta que o mercado de IAs deve contribuir em cerca de 15.7 trilhões de dólares para a economia global em 2030. Com essa presença constante, é natural que surjam preocupações relacionadas à regulamentação e controle dessa tecnologia.


Navegando na complexidade da IA: privacidade na relação organizacional, humana e artificial

A IA tem transformado profundamente a maneira como coletamos, processamos e compartilhamos informações. Com a capacidade de analisar grandes volumes de dados, ela é usada para personalizar experiências de usuário, melhorar a eficiência de processos e tomar decisões mais precisas. No entanto, essa coleta e análise de dados também geram preocupações significativas sobre a privacidade.

Algoritmos de IA podem rastrear nossos comportamentos online, preferências de consumo e até mesmo prever nossas próximas ações com base em dados coletados. Essa capacidade de previsão levanta questões sobre até que ponto a IA pode invadir nossa esfera privada e moldar nossas escolhas de maneira sutil.

Portanto, o equilíbrio entre a conveniência oferecida pela IA e a necessidade de proteger a privacidade do indivíduo é um dos desafios mais prementes quando se trata do impacto da IA na privacidade.



A Relação Organizacional

No ambiente empresarial, a IA desempenha um papel cada vez mais importante na coleta e análise de dados. Organizações podem utilizar sistemas de IA para otimizar processos, personalizar a experiência do cliente e tomar decisões informadas. Isso pode incluir a análise de dados de clientes que, muitas vezes, contêm informações pessoais sensíveis.

Como resultado, surgem preocupações sobre como as empresas coletam e usam esses dados. A falta de transparência e medidas de segurança inadequadas podem levar a violações de privacidade, como vazamento de dados e uso indevido.

Para construir uma relação organizacional segura e baseada na confiança, as empresas devem adotar políticas claras de privacidade, obter o consentimento informado dos clientes e investir em medidas de segurança robustas para proteger os dados dos usuários.



A Relação Humana

Além do impacto nas organizações, a Inteligência Artificial também afeta as relações interpessoais e a privacidade. A proliferação de dispositivos equipados com IA em nossas casas, locais de trabalho e vidas cotidianas levanta preocupações sobre a segurança de nossas conversas e atividades pessoais.

Assistentes virtuais, como a Alexa ou o Google Assistant, muitas vezes estão sempre ouvindo em busca de comandos ou solicitações, o que gera receios sobre a privacidade de nossas conversas.

Além disso, sistemas de vigilância com reconhecimento facial podem ser usados para monitorar nossas atividades públicas, levantando preocupações sobre o potencial para vigilância em massa. Garantir a privacidade na relação humana no contexto da IA envolve equilibrar a conveniência dos dispositivos com a proteção dos direitos individuais, exigindo regulamentações e práticas de segurança claras.



O Equilíbrio Entre Benefícios e Riscos

Embora a IA apresente desafios à privacidade, também oferece oportunidades para protegê-la. Tecnologias de IA, como algoritmos de criptografia e aprendizado federado, podem ajudar a manter os dados privados, mesmo quando estão sendo processados por sistemas de IA. Regulamentações de privacidade, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), estabelecem regras para o uso responsável dos dados pessoais.

É importante lembrar que a IA, por si só, não é boa nem má. Sua segurança e privacidade dependem de como é projetada, implantada e regulamentada. À medida que exploramos as complexidades da IA e sua relação com a segurança e a privacidade, é crucial que avancemos com responsabilidade, tomando medidas para equilibrar os benefícios da IA com a necessidade de proteger nossos direitos individuais.

Podemos nos sentir seguros com a Inteligência Artificial, desde que estejamos cientes dos riscos e tomemos medidas adequadas para mitigá-los.

A privacidade na relação organizacional, humana e artificial é um desafio em constante evolução, mas com a conscientização e ação adequada, podemos colher os benefícios da IA sem comprometer nossos valores e direitos fundamentais.

A segurança na era da IA é um compromisso que devemos continuar a perseguir.


Lucas Galvão - CEO da Trust Governance, especialista em Cibersegurança, Governança Corporativa e Desenvolvimento de Lideranças.

 

7 dicas essenciais para abrir uma assistência técnica de celulares

Michelle Menhem, especialista em tecnologia, cita os principais requisitos para ter sucesso no ramo

 

No cenário tecnológico atual, onde smartphones e dispositivos móveis desempenham um papel central na vida das pessoas, a indústria de assistência técnica em celulares se apresenta como uma oportunidade de negócio promissora. De acordo com Michelle Menhem, especialista em tecnologia, entrar nesse mercado requer preparação, visão e atenção a alguns fatores essenciais.

 

1 - Requisitos para ingressar no mercado

 

Para aqueles que desejam ingressar na indústria de assistência técnica em celulares, Michelle ressalta que a determinação e a vontade são os principais pré-requisitos, imprescindíveis para qualquer área de empreendimento. Para isso, é necessário manter a busca por conhecimento de qualidade sempre em dia. A prática constante e o acompanhamento das últimas novidades tecnológicas são diferenciais importantes para quem busca o sucesso nesse setor.

 

2 - Tendências 

 

Manter-se atualizado sobre as tendências do mercado é essencial. Com a constante evolução de modelos e tecnologias, a especialista explica que é importante estar atento aos lançamentos e inovações em dispositivos móveis. Além disso, focar em aspectos como atendimento ao cliente, transparência, segurança e proteção de dados é fundamental para construir uma boa reputação.

 

3 - Técnicas para o sucesso

 

As técnicas necessárias para se destacar no ramo incluem conhecimentos sólidos em microeletrônica, habilidades de soldagem e desmontagem de dispositivos, manutenção de software, eletrônica e empreendedorismo. A combinação dessas habilidades é a base para fornecer serviços de qualidade.

 

4 - Escolha do local

 

Para saber qual é o melhor local para abrir sua assistência técnica, Michelle indica que é necessário realizar uma pesquisa de mercado minuciosa, considerando densidade demográfica, concorrência, público-alvo e acesso a fornecedores de qualidade. Leve em conta aspectos como tráfego, segurança e regulamentações locais.

 

5 - Equipamentos essenciais

 

Garanta que sua loja esteja bem equipada com ferramentas como kits de chaves, pinças, ventosas, pincéis, multímetro, ferro de solda de precisão, fonte de alimentação e outros equipamentos necessários para realizar reparos eficazes.

 

6 - Estratégias de publicidade

 

Promover sua nova loja requer uma abordagem abrangente. Utilize estratégias de marketing local, como anúncios em jornais, rádios e presença online. Ofereça promoções iniciais para atrair os primeiros clientes e estabeleça um programa de fidelidade. Parcerias locais, marketing online e a solicitação de avaliações e testemunhos de clientes satisfeitos são estratégias adicionais para construir uma base de clientes sólida.

 

7 - Principais desafios do setor

 

Enfrentar a concorrência, manter a qualidade do serviço, gerenciar custos iniciais e a gestão de estoque são desafios comuns, segundo Michelle. No entanto, destacar-se com excelência, investir na formação da equipe e planejar o orçamento adequadamente ajudarão a superar esses obstáculos. Além disso, a criatividade nas estratégias de marketing e a adaptação às necessidades do mercado local são fundamentais para o sucesso a longo prazo.

 


Fonte:
Michelle Menhem l @michellemenhemm
Especialista em tecnologias
CEO Grupo Skytech @solutionsskytech @skymachinesolucoes @techchannelcapacitacao


Calor extremo – como empresas devem proteger seus trabalhadores

O Brasil está enfrentando uma onda extrema de calor que promete se intensificar nos próximos dias, e essa situação climática extrema está gerando preocupações significativas para a saúde e bem-estar dos trabalhadores.

Nesse contexto, especialistas em segurança do trabalho alertam que é imperativo que as empresas adotem medidas rigorosas de proteção para seus funcionários, a fim de prevenir acidentes e problemas de saúde decorrentes do calor escaldante.

A especialista em segurança do trabalho e CEO da Moema Medicina e Segurança no Trabalho, Tatiana Gonçalves, destaca que a exposição a temperaturas extremas representa riscos substanciais para os trabalhadores. Segundo ela, "essa onda de calor extremo pode trazer sérios riscos à saúde das pessoas, mas principalmente aos trabalhadores. A exposição a temperaturas extremas pode ocasionar problemas como aumento de acidentes, desmaios e até problemas mais sérios. É fundamental que as empresas tenham ações de prevenção em relação ao tema."

Um dos principais desafios é garantir que os trabalhadores continuem a usar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) mesmo em condições de calor intenso. Tatiana Gonçalves enfatiza que "um risco é que muitas vezes as pessoas, devido ao calor, podem achar que podem deixar de utilizar os EPIs. Isso não pode nunca acontecer, e a empresa tem que explicar para os trabalhadores, podendo ter o risco de ver aumentar os números de acidentes."

Entre os EPIs mais comuns usados nas empresas estão óculos de proteção, luvas, capacetes, protetores auriculares, máscaras, abafadores de som, cintos de segurança e equipamentos de segurança para alturas.

Idealmente, os ambientes de trabalho deveriam ser climatizados, mas como isso nem sempre é viável, especialmente em atividades externas, alternativas precisam ser consideradas. Uma das recomendações é ajustar os horários de trabalho sempre que possível, priorizando as horas mais amenas do dia. Além disso, é essencial que os trabalhadores se mantenham hidratados e tenham pausas frequentes.

Em relação à legislação trabalhista, a NR 09 - Programa de Prevenção de Riscos Ambientais estabelece medidas de controle para eliminar, minimizar ou controlar os riscos ambientais, incluindo o calor extremo. Essas medidas podem ser divididas em três categorias:


Medidas Coletivas:

  • - Redução da taxa de metabolismo, buscando minimizar o esforço físico dos trabalhadores.
  • - Movimentação do ar no ambiente, incluindo o uso de aparelhos de ar-condicionado e ventiladores.
  • - Utilização de barreiras que protejam contra o calor radiante, como materiais reflexivos.


Medidas de Caráter Administrativo ou de Organização do Trabalho:

  • - Aclimatização dos trabalhadores, permitindo que seus corpos se adaptem gradualmente ao ambiente quente.
  • - Limitação do tempo de exposição ao calor.
  • - Promoção da hidratação adequada dos funcionários.


Uso de EPI - Equipamento de Proteção Individual:

  • - O uso de EPIs é a última linha de defesa, a ser adotada somente quando as medidas coletivas não são viáveis.
  • - Óculos de segurança com lentes especiais são necessários quando há fontes de calor radiante.
  • - Outros EPIs, como luvas, mangotes, aventais e capuzes, devem ser feitos de materiais adequados e o mais folgado possível para garantir o conforto térmico.


Em resumo, as empresas precisam se preparar adequadamente para proteger seus trabalhadores em meio à onda de calor extremo. A adoção de medidas coletivas, a gestão adequada do trabalho e a promoção de práticas seguras são fundamentais para garantir a saúde e a segurança dos funcionários enquanto enfrentam as condições climáticas adversas. O uso correto dos EPIs é uma última linha de defesa essencial para proteger os trabalhadores contra os riscos associados ao calor extremo.


A real lógica do Agronegócio Brasileiro


Ao contrário do furdunço ideológico que contamina grande parte dos bancos escolares nacionais, o agronegócio brasileiro é exemplo para o mundo de sustentabilidade ambiental, inclusão social e eficiência econômica, devendo ser motivo de orgulho para toda a gente brasileira. O agronegócio brasileiro tem se destacado como um modelo de sucesso que transcende as fronteiras do país.

Apesar desse setor ser frequentemente contaminado por debates ideológicos e conflitos, o campo brasileiro representa uma história de sustentabilidade ambiental, inclusão social e eficiência econômica que merece ser reconhecida e celebrada. 

O Brasil rural é o Brasil que dá certo! Seja pelo feixe de valores que ostenta, seja pelas vantagens competitivas naturais ou construídas, a atividade econômica rural representa o que há de melhor nas terras brasileiras, podendo, e devendo, espraiar-se por todas as demais iniciativas econômicas e sociais daqui.

Uma das características mais marcantes do agronegócio brasileiro é a sua base sólida em valores essenciais, como o estudo, o trabalho e a disciplina. Esses valores não são apenas palavras vazias, mas princípios que orientam a ação de muitos agricultores e empresários rurais. A busca constante por conhecimento, a dedicação ao trabalho árduo e a disciplina na gestão dos recursos são pilares que sustentam o sucesso do agronegócio. 

Além disso, a atividade agropecuária brasileira desenvolveu, ao longo do tempo, tecnologias inovadoras para o cultivo e para o manejo. A agricultura e a pecuária em terras nacionais, devido a essas técnicas, conseguem regenerar o meio ambiente enquanto produzem altas taxas de lucratividade e de proveito social.

Ao lado dos valores fundamentais que permeiam o agronegócio, é importante destacar as vantagens competitivas naturais que o Brasil possui. Com uma extensa área de terras férteis, um clima propício para o cultivo e uma biodiversidade invejável, o país tem condições excepcionais para a produção agrícola e pecuária. Mas, para além disso, é fundamental ressaltar que muitos avanços foram conquistados por meio de esforços e investimentos em pesquisa e tecnologia. A incorporação de práticas sustentáveis e inovações no campo brasileiro tem sido um fator-chave para o seu sucesso. 

Um aspecto que merece destaque especial é a inclusão social proporcionada pelo agronegócio. O setor emprega milhões de brasileiros, tanto no campo quanto na indústria que o suporta. Além disso, promove o desenvolvimento de comunidades rurais, contribuindo para a fixação de famílias no interior e melhorando a qualidade de vida de muitos brasileiros. A diversidade de atividades do agronegócio oferece oportunidades para pessoas de diferentes formações e habilidades, demonstrando um compromisso genuíno com a inclusão social. 

No que diz respeito à sustentabilidade ambiental, o agronegócio brasileiro tem avançado na implementação de práticas que visam a preservação dos recursos naturais. A conscientização sobre a importância da conservação do solo, da água e da biodiversidade tem se refletido em ações concretas, como a adoção de sistemas de produção mais sustentáveis e o investimento em tecnologias de baixo impacto ambiental. 

O Brasil rural, com suas vastas extensões de terra, representa uma oportunidade para o país. O sucesso do agronegócio brasileiro não deve ser limitado ao campo, mas deve inspirar e servir como exemplo para outras iniciativas econômicas e sociais. Os princípios de estudo, trabalho e disciplina, aliados às vantagens naturais do país, podem ser aplicados em diversas áreas, promovendo o crescimento e o desenvolvimento sustentável. 

É crucial destacar que aqueles que criticam o agronegócio nacional muitas vezes não consideram a realidade e complexidade desse setor. Essas críticas, muitas vezes, ecoam argumentos estrangeiros que visam manter seus mercados agrícolas protegidos, uma vez que enfrentam dificuldades em competir com a notável eficiência econômica e social do agronegócio brasileiro. É fundamental lembrar que o agronegócio no Brasil, em contraste com a média dos países da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), recebe pouquíssimos subsídios, evidenciando sua capacidade de se manter competitivo sem a dependência de apoio financeiro significativo. 

Em resumo, o agronegócio brasileiro é um motivo de orgulho para todos os brasileiros. Sua história de sucesso, baseada em valores sólidos, vantagens competitivas naturais e compromisso com a inclusão social e a sustentabilidade ambiental, serve como inspiração para o país. O campo é, de fato, o Brasil que dá certo, e seu exemplo deve ser valorizado e compartilhado em busca de um futuro melhor para toda a nação.

 

André Naves - Defensor Público Federal, especialista em Direitos Humanos e Inclusão Social; Mestre em Economia Política; Escritor, Professor e Palestrante.

 

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