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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Prazo para empregadores fornecerem informações para o Caged termina nesta quinta (7)



 Agora é preciso fornecer informações relacionadas ao trabalho intermitente, parcial, teletrabalho e desligamento por acordo entre empregado e empregador


Termina nesta quinta-feira (7) o prazo para que os empregadores informem ao Cadastro Geral e Empregados e Desempregados (Caged) sobre contratações e desligamentos de empregados. A partir deste mês, os dados fornecidos terão que incluir as modalidades de trabalho intermitente, parcial ou teletrabalho e se o desligamento foi por acordo entre empregado e empregador.

O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, explica que as contratações realizadas nas novas modalidades, entre os dias 11 (data da entrada em vigor da nova lei trabalhista) e 30 de novembro, que teriam de ser enviadas no mesmo dia da data de admissão, deverão ser declaradas juntamente com as demais movimentações mensais, dentro do prazo legal. Somente a partir da competência de dezembro, as admissões precisam ser informadas diariamente.

"Essas alterações fazem parte do processo de adequação à nova legislação trabalhista, que veio para ficar, e contribuirá para o combate à informalidade e a proteção ao trabalhador, além de permitir estatísticas mais completas em relação ao mercado de trabalho", explica o ministro.

Penalidade - A empresa que omitir ou atrasar a entrega das informações sobre admissão e desligamento de empregados está sujeita à multa automática, que é calculada de acordo com o tempo de atraso e a quantidade de empregados omitidos, contado a partir da data máxima permitida para entrega das informações, ou seja, o dia 7 do mês subsequente à movimentação não declarada.


Período de Atraso
Período de Atraso
Valor p/ Empregado (R$)
até 30 dias
4,47
de 31 a 60 dias
6,70
Acima de 60 dias
13,40


Ministério do Trabalho





Câmara aumenta para oito anos prisão para bêbado que dirige e mata



Lei aprovada nesta quarta-feira (6) impede que condutor culpado responda pelo homicídio em liberdade ou que troque a pena por cestas básicas. e agora segue para sanção presidencial


Após cinco anos de espera, enfim o projeto 5568/2013 foi aprovado pela Câmara dos Deputados. A análise ocorreu na sessão desta quarta-feira (6) após solicitação da deputada federal Christiane Yared (PR-PR) ao presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Com a aprovação, o condutor de veículos sob efeito de álcool, que for acusado de homicídio, permanecerá preso de 5 a 8 anos. A lei vai para a sanção do presidente Michel Temer. 

Até então, os acusados de matar no trânsito poderiam responder por homicídio culposo, com pena de detenção, de 2 a 4 anos, mesmo que fosse comprovada a embriaguez ao volante. Pelos direitos atuais, até 4 anos, a lei permite responder pelo crime em liberdade. Com a mudança para cinco anos da pena mínima, o motorista culpado terá de responder na cadeia, sem poder converter a quitação do crime para cestas básicas, por exemplo. Além do mais, isso não impedirá que o infrator vá a júri popular se for constatado o dolo eventual. Era uma brecha na lei que dependia da interpretação do delegado ou do Ministério Público no momento do oferecimento da denúncia.

"É um resgate dessa dívida histórica do parlamento com o cidadão de bem. Estamos reescrevendo a história do nosso país em relação aos crimes de trânsito ", constatou a deputada Yared, conhecida no Congresso Nacional pela bandeira em defesa do trânsito seguro. 

Mais conhecida como "Não foi acidente", a proposta original foi de autoria popular e arrecadou mais de um milhão de assinaturas, mas acabou sendo abraçado pela deputada Keiko Ota (PSB-SP) em 2013. Entre os principais pontos, o projeto endurece as penalidades em casos de comprovada irresponsabilidade no trânsito. "No homicídio culposo cometido na direção de veículo automotor, a pena é aumentada de um terço à metade, se o agente não possuir permissão para dirigir, praticá-lo em faixa de pedestres ou na calçada e deixar de prestar socorro", diz trecho do texto.

Durante os anos em que o projeto tramitava na Casa o projeto foi encarado como uma das principais reivindicações de entidades que defendem maior rigor às leis de trânsito. Para Nilton Gurman, um dos idealizadores do movimento Não Foi Acidente junto com Ava Gambel, a sociedade não aceita mais esse tipo de conduta. Segundo ele, o Movimento Não Foi Acidente apresentou esse projeto de lei há cinco anos, que sofreu alterações, mas foi retomado com a redação original. "Quatro anos de prisão é muito pouco para quem tira a vida de outra pessoa e acaba com os sonhos de um ser humano", explicou.

Além dele, Yared tem investido para que o projeto de lei que torna inafiancável o crime praticado por quem dirigir e estiver sob efeito de álcool. Além de impedir a fiança e a soltura do acusado, a parlamentar tenta aumentar ainda mais os valores para fiança no caso de lesões corporais às vítimas. "É preciso mudar. Nossa nação precisa dar uma chance à vida", finalizou Yared, que teve um filho morto após um acidente causado por um motorista alcoolizado nas ruas de Curitiba (PR). O responsável pela tragédia aguarda até hoje.






Chatbot, em breve num WhatsApp perto de voc



 Hoje minha primeira reação ao acordar, ainda na cama, foi olhar o WhatsApp para checar se tinha alguma mensagem. Depois de tomar café da manhã, confirmei no grupo da empresa o horário e local do evento que iria participar. Durante as apresentações, foram diversas conversas com o time da Take (via ‘Whats’), além, é claro, das trocas de mensagens com a família, amigos e vários outros contatos profissionais ao longo do dia.

Isso não é nenhuma novidade. Afinal, o WhatsApp já faz parte da rotina de muita gente. Não à toa, a empresa anunciou recentemente ter atingido a impressionante marca de 1 bilhão de usuários por dia. Os números gigantescos do aplicativo não param por aí: 55 bilhões de mensagens enviadas por dia; 4,5 bilhões de fotos compartilhadas por dia; e 1 bilhão de vídeos compartilhados por dia.

Bem, com suas próximas atualizações, pode apostar: o WhatsApp deve aumentar ainda mais seu número de usuários e também a frequência da jornada de uso. Sabe o porquê?


Porque o futuro do WhatsApp é o contato inteligente.

Alguns dos principais exemplos de boas funcionalidades de contato inteligente (ou chatbot) estão presentes no WeChat, da China, que contabiliza inacreditáveis 938 milhões de usuários e se tornou um aplicativo (é aí que está o pulo do gato) com múltiplas funções: além de enviar textos, áudios e vídeos, os usuários podem pagar contas, fazer doações, ler notícias, reservar táxis, comprar passagens aéreas e muitas outras facilidades.

Uma das ações de maior impacto do WeChat junto aos usuários foi lançada durante o Ano-Novo chinês de 2016. O país preserva um costume milenar de presentear amigos com dinheiro nesse período e, para digitalizar a tradição, o app criou uma versão especial para celebrar o feriado. O resultado? Nada menos que 46 bilhões de transações.

Aqui no Ocidente, sobre o WhatsApp ainda não me arrisco a chutar uma data para liberação destas funcionalidades, mas alguns indícios mostram que veremos o primeiro chatbot no aplicativo surgir em breve. As novidades recentes indicam este caminho.

Uma delas foi o lançamento do WhatsApp for Business, uma versão beta do aplicativo para negócios. O WhatsApp para Empresas permitirá que organizações ofereçam alguns serviços a seus clientes, como o envio de atualizações e notificações. No momento, somente algumas empresas parceiras estão testando a nova versão.

Uma segunda novidade também já em teste é o das Contas Verificadas, o ícone verde ao lado do nome da marca. Como já existe no Facebook, Instagram e Twitter, as contas de empresas verificadas no WhatsApp irão confirmar a autenticidade da marca, garantindo aos consumidores total segurança ao entrar em contato com as empresas pelo aplicativo. E o melhor: não será necessário anotar nenhum protocolo, pois a interação será sincronizada no aplicativo e a conversa passará a ser direta, permitindo responder no momento que preferir.

Outra novidade que está em teste é o WhatsApp Ads. Assim como no Facebook Ads, que permite criar anúncios com call-to-actions direcionando os usuários para o Messenger, no WhatsApp também será possível criar ações com links publicados em campanhas on-line que levam diretamente ao aplicativo. 


Mais cedo ou mais tarde, você será impactado.

Dados do Gartner Institute apontam que, até 2020, 85% das interações dos consumidores serão conduzidas por um mecanismo automático. Os chatbots serão o futuro (para alguns já é o presente) da interação entre as marcas e seus clientes. E, o que é mais importante, todos serão beneficiados.

Pode parecer clichê, mas vamos conversar com as marcas como se estivéssemos falando com nossos amigos e familiares. Por isso, as empresas precisam urgentemente pensar em como construir uma experiência relevante e consistente para os clientes nestas plataformas, como será logo o caso do WhatsApp — inclusive, no início deste ano, cheguei a mencionar em minha palestra no Bots Experience Day que eu não me surpreenderia caso o WhatsApp utilize os números existentes como identificadores dos chatbots das empresas, aproveitando os próprios telefones fixos como ID principal.

O fato é que a onipresença do mobile e a inteligência artificial trouxeram uma velocidade exponencial às mudanças, que, na prática não estão se refletindo na medida necessária nas marcas, que já tem uma cultura digital, mas ainda estão presas ao atendimento por canais tradicionais, como o call center.

Precisamos levar em conta que estamos vivendo uma digitalização e uma reorganização na forma de comunicação entre marcas e usuários. E você, já está preparado para oferecer uma melhor experiência de relacionamento com seu cliente? Praticidade e atendimento automatizado é um mundo sem volta. Pense nisso desde já e saia na frente da concorrência.





Roberto Oliveira é co-fundador e atual CEO da Take, empresa pioneira no mercado mobile e criadora do BLiP, plataforma de desenvolvimento de chatbots.




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