A alimentação é vital e necessária ao nosso
dia-a-dia. Já a emoção é tudo aquilo que sentimos em resposta ao que vivemos.
Mas, por exemplo, você conhece alguém que come mais do que deveria por
“descontar” os sentimentos no momento da refeição? Isso é sinal de que a
inteligência emocional está diretamente ligada à alimentação, ou seja: elas
caminham juntas e não é para o bom sentido.
De acordo com a ciência, há uma tríade que baseia
todas as atitudes e sentimentos que formam a inteligência emocional na vida do
ser humano: o psicológico, o social e o biológico. De acordo com Patrícia
Torassi, nutricionista do Grupo Risotolândia - especializado em refeições
coletivas - “as pessoas recebem um prazer momentâneo descontando suas emoções na
comida. Isso é fornecido pela dopamina e pela serotonina”.
Para quem não sabe, esses dois neurotransmissores
liberam a sensação de prazer quando, por exemplo, nos exercitamos, abraçamos
alguém ou comemos algo que gostamos. Segundo a nutricionista, “a diferença
é que quando comemos alimentos ricos em gordura, o pico de insulina depois da
boa sensação vai ter consequências ruins, como o acúmulo de gordura, estresse
com a rotina ou letargia após a ingestão. Isso, além de afetar as simples
atividades do cotidiano, vai afetar a inteligência emocional.”
Ela ainda explica que isso acontece porque “depois da
euforia com o alimento ingerido o organismo voltará à letargia, afetando a
inteligência emocional e querendo o prazer novamente, afinal de contas a
sensação mudou em poucos segundos. É assim que esse ciclo vicioso e nada
saudável funciona”, comenta a nutricionista da empresa, com sede em Araucária
(PR).
E, para reverter esse quadro de dependência da “felicidade”
nos alimentos, a nutricionista deixa a dica de que a alimentação precisa ser
nutritiva. “No dia-a-dia temos que ingerir gorduras boas, carboidratos complexos,
vitaminas D e B12 e ainda ter um sono de qualidade”.
Esses fatores vão prover uma vida mais saudável,
principalmente porque a digestão desses alimentos é mais lenta e gradual,
fornecendo assim energia ao cérebro por mais tempo. Pensando por outro lado
também, com alimentação leve e o cérebro saudável, a rotina e o dia-a-dia por
si só, acabam tornando-se prazerosos.
“É esse conceito que trabalhamos nas empresas que
atendemos com a Risotolândia Restaurantes Corporativos. Queremos que os
colaboradores, por meio de uma alimentação saudável e balanceada, sintam-se
mais felizes, mais engajados e, consequentemente, sejam mais produtivos em seu
ambiente de trabalho”, finaliza a nutricionista.
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