Segundo a
ANM, existem atualmente 61 barragens desse tipo no país, sendo que 41 delas
estão em Minas Gerais
A Agência Nacional de Mineração (ANM) publicou no
Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (12) novas normas para
barragens de mineração no Brasil. Entre as principais mudanças, estão as
prorrogações dos prazos para o fim de barragens a montante até setembro de
2027. O método é o mais utilizado por mineradoras e causou mortes nas tragédias
de Brumadinho e Mariana.
Segundo a ANM, existem atualmente 61 barragens a
montante no país, sendo que 41 delas estão em Minas Gerais. As demais se
encontram no Amapá, Bahia, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Rio Grande do
Sul, Santa Catarina e São Paulo.
A Resolução 13/2019 também prevê a inclusão de mais
barragens que precisam ter obrigatoriamente monitoramento automático em tempo
real e integral. Com isso, todas as barragens com Dano Potencial Associado
(DPA) alto precisam do monitoramento. Até então, além do Dano Potencial
Associado alto, era preciso que a barragem também atingisse pessoas e que
tivesse método construtivo a montante.
Segundo a resolução publicada, continua proibida a
utilização do método de construção ou alteamento de barragens de mineração
denominado "a montante" em todo o território nacional. Além disso, as
barragens com necessidade de ter Plano de Ação de Emergência (PAEBM) devem
contar com sistemas automatizados de acionamento de sirenes instaladas, além
dos manuais já existentes.
Fonte: https://www.agenciadoradio.com.br/

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