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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Até a cesta básica chega à mesa do consumidor recheada de tributos



 Segundo levantamento do IBPT os produtos podem atingir quase 38% de encargos


Milhares de brasileiros alimentam suas famílias durante o mês com os produtos contidos em uma cesta básica, esses itens são considerados essenciais para a nutrição humana, e por esse princípio, em regra, deveriam ser tributados com alíquotas menos onerosas ou Base de Cálculo (BC) reduzida, podendo ainda ser isentos da tributação do ICMS.

Mas, segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação- IBPT, isso não acontece, pois desde a produção dos produtos até a chegada à mesa do consumidor final, os itens que compõem a cesta básica são bombardeados de uma infinidade de tributos incidentes direta e indiretamente.

Por exemplo, os alimentos básicos que estão na mesa dos brasileiros diariamente como: arroz e feijão possuem 17,24% de encargos. Já a famosa “mistura”, produtos estes que muitos cidadãos não têm acesso todos os dias atingem uma tributação ainda maior, a carne bovina, com 29,00% de tributos é a campeã entre as opções; do frango, 26,80% do seu valor são tributos e, no caso dos ovos, 20,59%, do preço final vão diretamente para os cofres públicos.

Nem a água escapa, o fisco tem sede de tributos e acredite, o produto é o item mais tributado entre as mercadorias pesquisadas, ao consumir uma garrafinha de água mineral, 37,44%, vão para a boca do leão. Seguido pela margarina, com 35,98% e o açúcar refinado, com 30,60% de encargos.

Segundo o presidente do IBPT, João Eloi Olenike, levando-se em conta o princípio da Seletividade, quanto mais essencial for a mercadoria ou serviço para o consumidor sob o ponto de vista econômico-social, menor deveria ser sua carga tributária. Entretanto grande parte dos recursos das famílias de baixa renda é alocada para o consumo de alimentos, o que faz com que essas famílias contribuam proporcionalmente mais com a tributação, evidenciando a regressividade existente em nosso sistema tributário, em relação à tributação incidente no consumo.

“Segundo a Lei Maior do Estado brasileiro (Constituição Federal), todo trabalhador tem direito a um salário mínimo capaz de atender a suas necessidades básicas, entre elas a alimentação. No entanto, o atual salário nacional nem de longe corresponde aos anseios da sociedade que sonha com uma vida digna” afirma Olenike. 


Produtos
Tributos
Açúcar Refinado
30,60%
Arroz
17,24%
Café
16,52%
Leite em pó
28,17%
Feijão
17,24%
Farinha de trigo
17,34%
Fubá
25,28%
Macarrão
16,30%
Óleo
22,79%
Ovos
20,59%
Sal
15,05%
Frango
26,80%
Carne
29,00%
Margarina
35,98%
Pão
16,86%
Água
37,44%
Fonte: Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação- IBPT





terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Planejamento tributário pode potencializar faturamento das empresas em 2018



Renato Tardioli apresenta um breve roteiro das ações que devem fazer parte do planejamento tributário, além de fazer um alerta: “Deve ser feito com muito critério, a fim de evitar que as mudanças adotadas sejam classificadas como evasão fiscal, popularmente conhecida como sonegação”


Os empresários brasileiros vêm passando por um cenário bastante desafiador nos últimos anos: uma crise política e econômica sem precedentes impactou de forma intensa vários setores da economia. Somado a isso, acaba de entrar em vigor a reforma trabalhista, que tem a intenção primária de modernizar as relações trabalhistas. E está no centro das discussões nacionais a reforma da Previdência. Todo esse contexto serve para fazer um alerta: as empresas precisam se preparar para 2018 – e um dos caminhos, para manter ou aumentar o faturamento, é o planejamento tributário. 

Quem explica é Renato Tardioli, sócio do escritório Tardioli Lima Advogados. “O planejamento tributário tem como objetivo minimizar custos fiscais sempre respeitando a lei. Quando o empresário consegue otimizar a incidência tributária, pagando menos impostos legalmente, ganha fôlego para fazer novos investimentos, gerar empregos e, claro, prosperar – uma vez que aumenta seu resultado líquido”. 

A seguir, Tardioli apresenta um breve roteiro das ações que devem fazer parte do planejamento tributário: 

1-     Verifique o regime tributário da empresa – lucro real, presumido ou simples nacional – e veja se ele está realmente adequado à operação exercida. Uma escolha inadequada reflete diretamente no volume da carga tributária devida.

2   Ainda no que tange aos impostos, é importante checar se há créditos tributários disponíveis. O valor recuperado pode ser revertido para pagar tributos futuros. 

Isso se dá por meio de ação judicial ou processos administrativos.

     Empresas que contraíram obrigações comerciais e financeiras além de sua capacidade devem rever as condições contratuais estabelecidas. Com a ajuda de um advogado, podem renegociar condições e valores de forma amigável, sem recorrer à Justiça.

4-    Muitas empresas não dão a devida atenção à regularidade dos seus documentos societários e os mantém em situação irregular, o que pode gerar problemas com a Receita Federal e a Junta Comercial. A falta de atualização quanto ao quadro societário e à participação de cada um no negócio, assim como o correto objeto social que reflita as atividades exercidas pela empresa, podem gerar problemas variados como passivos trabalhistas e pagamento de tributos em excesso. 


5-   Deve fazer parte do planejamento tributário uma revisão de como estão as relações de trabalho com os colaboradores, terceirizados e demais profissionais ligados à empresa. É preciso adequar essas relações às novas determinações impostas pela reforma trabalhista. Quem não fizer esta revisão corre riscos de passivos trabalhistas e, mais uma vez, de arcar com tributos e demais despesas desnecessárias.

Por fim, Renato Tardioli adverte que o planejamento tributário deve ser feito com muito critério, a fim de evitar que as mudanças adotadas sejam classificadas como evasão fiscal, popularmente conhecida como sonegação. “A sonegação é um ato ilícito que, além de gerar multas, pode ser enquadrada como crime, com consequências bastante sérias a quem o praticou”.





5 dicas para alavancar as vendas neste Natal



O final de ano chegou, momento tão esperado para a maioria das empresas, e são várias as boas notícias. O mercado aposta no aquecimento das vendas e o comércio prevê que será o melhor Natal em quatro anos.

A Confederação Nacional do Comércio (CNC) projeta um crescimento de 4,3% nas vendas para o Natal de 2017 e aposta na geração de 73,1 mil vagas temporárias.

Vários motivos sustentam esse otimismo: a inflação em queda, os juros caíram, o crédito vem ficando mais fácil e barato com o passar dos meses e o PIB já dá sinais de crescimento. A retomada já começou!

O décimo terceiro, segundo o Dieese, deve injetar R$ 200,5 bilhões na economia brasileira nesse final de ano e 83,3 milhões de brasileiros receberão o benefício. E 49% das pessoas vão gastar o 13o salário para comprar presentes.

O mês de dezembro ainda contará com mais uma injeção de R$ 15,9 bilhões na economia, relativo aos saques das contas do PIS/PASEP, medida do governo que favorece cerca de 8 milhões de pessoas.

Portanto, não é mais hora de ficar falando em crise, mas, sim, em se preparar para identificar e aproveitar as oportunidades. Aqui vai 5 dicas para você surfar nas ondas do otimismo e vender mais nesse final de ano:


1- Qualificação: Não adianta apenas querer vender, a preparação deve ser prioridade, afinal, quem tem uma equipe bem treinada e motivada já sai na frente e estabelece uma vantagem competitiva.


2- Adicional: Quer vender mais e conquistar novos? Comece a se interessar verdadeiramente pela causa do seu cliente, ou seja, ao invés de querer ficar empurrando produtos, lembre-se, é preciso entender para depois atender. Fale menos, escute mais, assim, vendará de forma mais assertiva. 


3- Atendimento: Atendimento é tratamento. Lembre-se que, antes de vender, é preciso atender com excelência. Então não se esqueça do tripé básico ao perceber a presença do cliente: olho no olho, sorriso no rosto, saudação animada.


4- Visual: Segundo Rodger Bailey, 53% das pessoas são visuais. Desta forma, se você quer vender mais neste fim de ano, capriche na vitrine e na exposição dos produtos. Uma imagem pode valer mais do que mil palavras.


5- Surpreenda: Surpreender é fazer mais do que o cliente espera. Quando superamos as expectativas, propiciamos uma experiência diferenciada e o cliente costuma responder com o famoso “UAU!”.


Aproveite o Natal para tornar seus clientes verdadeiros vendedores da sua empresa. Como fazer isso? Aposte no fator “UAU!”.

Pense nisso, mãos à obra, ótimas vendas e feliz Natal!






Erik Penna - palestrante de vendas e motivação, especialista em vendas com qualificação internacional, consultor e autor dos livros “A Divertida Arte de Vender”, “Motivação Nota 10”, “21 soluções para potencializar seu negócio”, “Atendimento Mágico - Como Encantar e Surpreender Clientes” e “O Dom de Motivar na Arte de Educar”. Saiba mais sobre motivação e vendas em: www.erikpenna.com.br 





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