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quinta-feira, 9 de março de 2017

Capital paulista ganha sua primeira padaria drive-thru



Localizada na Vila Mariana, primeira unidade da Pão to Go em São Paulo está em funcionamento desde o último dia 10


Não ter que enfrentar filas, procurar vagas para estacionar, pagar guardadores ou mesmo descer do carro para comprar pão e outros produtos. Levar ao pé da letra o slogan Pão Nosso, Tempo Seu é o objetivo da Pão to Go, primeira rede de padarias drive-thru do Brasil, e que, desde o último dia 10, está de portas abertas na cidade de São Paulo para oferecer aos clientes produtos de qualidade – itens diversos encontrados em panificadoras convencionais –, além de agilidade, segurança e comodidade. Com a nova loja, primeira instalada na capital paulista, a marca contabiliza mais de 20 franquias abertas em diversas regiões do país, além do exterior, com lojas nos EUA e em Portugal.

Principal centro financeiro e corporativo da América do Sul, São Paulo é a cidade mais populosa de todo o hemisfério sul e considerada uma das dez cidades com maior PIB do mundo, representando cerca de 10,5% do índice nacional. Por essas características, proporciona às redes enxergarem a oportunidade perfeita para obterem crescimento e sucesso, como é o caso da Pão to Go, que quer crescer inovando num mercado tradicionalíssimo e com grande número de estabelecimentos no município.

Entre os aspectos mais marcantes da capital paulista estão a falta de tempo das pessoas, o tráfego de veículos quase sempre carregado e a vocação para os negócios de sucesso. O diferencial da rede está fielmente relacionado à agilidade e economia de tempo, já que o consumidor não necessita estacionar o veículo para comprar pãozinho. A chegada da Pão to Go em São Paulo tem como objetivo atender as necessidades de um público que busca cada vez mais por agilidade e comodidade, aspectos primordiais que estão intensamente presentes no DNA da empresa.

De acordo com Adriana Goiabeira, franqueada responsável pela unidade paulistana, a necessidade da população por um empreendimento inovador e que preze por agilidade e comodidade a levaram optar por investir em um modelo de negócio cuja proposta é mais atrativa. “É uma responsabilidade enorme trazer esse conceito para o paulistano, que tem tradição de frequentar padarias convencionais. Entretanto, esse público tem cada vez menos tempo e gosta de valorizar quaisquer minutinhos a mais no dia a dia. O que oferecemos é exatamente essa praticidade, além dos produtos de altíssima qualidade”, destaca.

A nova unidade da Pão to Go está localizada na Avenida Ricardo Jafet, 1105 – Vila Mariana – e funciona todos os dias, das 6h30 às 21h.


Ideia que deu certo
Criada pelo empresário paulista Tom Ricetti em 2013, a rede está colhendo os frutos de uma ideia simples e inovadora: uma padaria modelo drive-thru, que comercializa dezenas de produtos encontrados em padarias convencionais, como os mais diversos tipos de pães, frios, leite, manteiga, refrigerantes, sucos, água, bolos, lanches naturais, entre outras opções, com o diferencial de não haver a necessidade de sair do carro para a aquisição dos itens.

"Vendemos algo que não tem preço, a comodidade. Em poucos minutos o cliente recebe o seu pedido, sem descer do carro, sem procurar vagas para estacionar, carregar sacolas, fugir da chuva ou pagar guardadores”, comenta Ricetti.

Além dos modelos padaria drive-thru e padaria de conveniência em postos, a rede oferece os formatos de quiosque, express e conveniência em postos de combustível.



Sobre a Pão to Go
Pão to Go, fundada em 2013, é a primeira rede de padarias drive-thru do Brasil. A empresa foi fundada na cidade de São Carlos, interior paulista, e conta com uma extensa gama produtos comercializados e parceiros de peso em todo o território nacional. Atualmente, a marca também oferece outros modelos de negócio, como loja de conveniência em postos de combustíveis, quiosque e express. Para mais informações, acesse www.paotogo.com.






Quem são seus sabotadores?



Quem nunca teve problemas na infância? Quem nunca sofreu na adolescência? O nosso cérebro está preparado para prestar atenção em cada detalhe onde estamos inseridos, nos nossos primeiros anos de vida, e se ajustar ao meio que nos cerca a fim de suportarmos o peso emocional que encontramos até chegar à idade adulta.

Mesmo se você não teve uma infância difícil, a vida ainda assim apresentou desafios pelos quais os seus sabotadores foram inicialmente desenvolvidos. Por exemplo, teve pais amorosos, mas tinha medo da sua mãe ficar doente e não saber se ela iria voltar do hospital. Ou teve um irmão que parecia ser o preferido dos seus pais. Podem ter havido momentos que fracassou publicamente, foi rejeitada ou traída.

“Com esses acontecimentos prometeu a si mesma - talvez até de maneira inconsciente - que se protegeria melhor para que essas coisas não acontecessem novamente. Seus sabotadores eram então amigos que te ajudavam a manter a sua promessa interior. Os sabotadores são um fenômeno universal. O fato de não estar ciente deles não significa que eles não existam. Se acha que não tem nenhum sabotador está correndo um risco muito maior, pois os seus sabotadores estão se escondendo bem”, explica a coach Cintia Souza.


Formação do sabotador

A formação do sabotador é um processo normal e é o primeiro estágio em nosso desenvolvimento mental quando formulamos estratégias de sobrevivência. Nem os melhores pais e nem a melhor criação pode nos salvar desse drama mental. Segundo a coach, a formação dos sabotadores basicamente começa a fazer sentido depois que a pessoa entende e percebe o objetivo principal dos primeiros 20 anos de vida: sobreviver emocionalmente nas transições entre infância, adolescência e o período adulto.

Os sabotadores aparecem na infância. O problema é chegar na adolescência com os mesmos problemas anteriores. Caso tenha desenvolvido um perfil controlador e essa característica ajudava a ser uma criança que sempre guiava as brincadeiras e na adolescência determinava como seriam os trabalhos de grupo no colégio, na fase adulta esse agente sabotador vai permanecer. E isso vai ser traduzido da seguinte forma: uma pessoa controladora. Tal fato, gera um ser humano impaciente, estressado ou até mesmo uma pessoa solitária, por ninguém aguentar o modo autoritário.


Como enfraquecer os sabotadores?

O ponto principal é não lutar contra os sabotadores. A estratégia mais eficaz para enfraquecê-los é ter clareza e consciência que existem, e para conhecê-los é necessário um processo interno de autoconhecimento com profissional especializado – terapeuta, psicólogo, coach e practitioner PNL. “Se estiver em uma reunião de negócios e perceber que seu sabotador controlador irá entrar em ação, tome consciência, observe e pense. A Dona Sargenta está insistindo em afirmar que só vai dar certo se fizer do jeito dela. Fazendo isso mentalmente quase não vai gastar tempo e esforço”, revela a coach.

Outra estratégia é fortalecer o seu lado sábio, também com profissional especializado – psicólogo, coach e practitioner PNL - em processo de autoconhecimento. Explorar esse lado envolve aceitar o fato ao invés de negar, rejeitar ou se ressentir. O lado sábio aceita todos os resultados e circunstâncias como oportunidades.

“Imagine se colocasse um gesso no seu braço quebrado aos quatro anos para protegê-lo de outros ferimentos e depois nunca mais tirasse? Por mais estranho e bizarro que isso possa parecer não é muito distante do que realmente acontece a nós mental e emocionalmente com os sabotadores. Os sabotadores eram os gessos iniciais que nos protegiam, mas se não removê-los na idade adulta limita nossa liberdade mental e emocional”, salienta Cintia Souza.

Ao chegarmos à fase adulta, deveríamos abandonar as estratégias dos sabotadores da infância em favor de outros mais maduros que fossem mais adequados e menos vulneráveis. No caso de seguir com o sabotador crítico, ao cometer um erro no trabalho o seu crítico cai em cima e você fica com um sentimento de culpa, raiva ou remorso. Terá pago alto preço emocional e mais: o sofrimento intenso aumenta a probabilidade de cometer outros erros enquanto se concentra em não repetir a falha anterior. 





'Funcionários-polvo’: como os líderes podem lidar com colaboradores sobrecarregados pelo desemprego




Apenas no último trimestre de 2016, três milhões de brasileiros foram demitidos segundo o IBGE. Hoje, o desemprego no País já afeta 12 milhões de pessoas e, consequentemente, aflige também os funcionários que permanecem nas empresas, pois as demissões em massa não reduzem a quantidade de demandas das companhias e sobrecarregam os colaboradores remanescentes que se tornam ‘funcionários-polvo’ por acumularem as tarefas dos ex-colegas.

 O fenômeno influencia todo o organograma das empresas, inclusive os líderes, que precisam encontrar o tom adequado para lidarem com os subordinados em momentos de crise. De acordo com Paulo Aziz Nader, consultor em desenvolvimento organizacional da Leverage Coaching (www.leveragecoaching.com.br), os executivos devem ter a Inteligência Emocional desenvolvida para gerenciar corretamente o seu comportamento e o das equipes durante a alta demanda, o que reduz os riscos de decisões equivocadas e erros que podem prejudicar as organizações.

“Lidar com várias atividades ao mesmo tempo pode ser muito desgastante e esse desgaste pode não ser identificado, o que leva os funcionários a errarem sem notar”, detalha. Além disso, segundo o especialista a Inteligência Emocional possibilita também que o líder dose as demandas de acordo com a capacidade de cada colaborador, gerenciando as expectativas da equipe, criando assim, um ambiente de trabalho motivador mesmo durante a crise.

“Quanto mais desenvolvida for a Inteligência Emocional de um líder, maiores serão as suas chances de tomar decisões acertadas que contribuirão positivamente para os resultados da empresa. Afinal, a função primária dos gestores de qualquer organização é tomar decisões”, aponta o consultor. Diante de cenários desafiadores, essa função ganha ainda mais importância e pode fazer toda a diferença a longo e a médio prazo.


 Priorizar demandas impulsiona produtividade e as relações durante a crise

 Para Nader, é preciso ficar atento às tarefas desnecessárias ou o aumento indevido de atividades. Nesses momentos, os gestores também devem auxiliar as equipes a priorizar corretamente suas ações. “Para isso, é muito importante saber identificar suas próprias emoções, intenções e comportamentos. Além disso, é importante perceber e gerenciar as emoções coletivas que emergem na equipe, ajudando assim a manter um relacionamento eficiente e produtivo entre seus membros”, aconselha.

 Mas, será que a relação amistosa entre colaboradores e líderes pode ser mantida diante desse cenário? O consultor afirma que tudo depende de uma comunicação ainda mais eficiente entre ambos os lados. “É essencial que todos saibam ouvir, inclusive o que não está sendo falado, pois isso é essencial para que as relações permaneçam sólidas. A empatia eleva a confiança e o comprometimento do time e uma comunicação assertiva e segura colabora para uma boa relação intra-organizacional”, explica.

 Ele afirma ainda que a produtividade não deve ser deixada de lado durante o debate sobre os funcionários-polvo. “Aumentá-la não significa simplesmente executar mais tarefas - o mais importante é refletir como o processo pode ser otimizado. Trabalhar com mais assertividade é essencial para que a produtividade seja mantida, evitando tarefas desnecessárias. Porém, os momentos de descontração não devem ser esquecidos: são eles que recarregam as nossas baterias para mantermos a produtividade em alta”, finaliza.





Paulo Aziz Nader  - atua como consultor no setor de desenvolvimento organizacional com a Leverage Coaching criando programas de desenvolvimento executivo, de liderança e de gestão de talentos para empresas de diversos portes e segmentos. É também Coach profissional, certificado pelo Integral Coaching Canada™, pelo Behavioral Coaching Institute (BCI) e pela International Coach Federation (ICF) da qual é membro afiliado. Bacharel em Administração de Empresas e gestão internacional de negócios pela ESPM e mestrando em desenvolvimento organizacional pelo INSEAD (Fontainebleau), tem em seu currículo passagens por empresas de grande porte como Microsoft e Facebook. Possui extensões em Leadership & Management pela Harvard University e em Change Management pelo MIT Sloan; é membro afiliado do Institute Of Professional Coaching (IOC), órgão afiliado à Harvard Medical School; e membro convidado da International Society for the Psychoanalytic Study of Organizations (ISPSO). Pode contribuir em pautas sobre liderança, governança, cultura organizacional, gestão de pessoas, inteligência emocional, desenvolvimento de liderança, gestão de mudança organizacional e planejamento de negócios familiares. www.leveragecoaching.com.br.




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