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sábado, 30 de maio de 2026

Flacidez após emagrecimento: quando a cirurgia pode ser indicada

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kaboompic

A perda significativa de peso, seja por meio de cirurgia bariátrica ou mudanças no estilo de vida, costuma representar uma conquista importante para a saúde e a autoestima. No entanto, após o emagrecimento, muitos pacientes passam a lidar com um efeito comum desse processo: a flacidez da pele. 

O problema ocorre porque a pele possui um limite natural de elasticidade. Durante o ganho de peso, as fibras de colágeno e elastina se expandem para acomodar o aumento do volume corporal. 

“Quando esse estiramento acontece por longos períodos ou de forma intensa, a capacidade de retração do tecido pode ser comprometida. Como resultado, mesmo após a redução do peso, o excesso de pele permanece, especialmente em regiões como abdômen, braços, coxas e mamas”, explica o cirurgião plástico Dr. Rafael De Fina, da Clínica De Fina.
 

Tratamentos clínicos e indicação cirúrgica

O Dr. Rafael De Fina explica que, em casos leves e moderados, tratamentos clínicos podem auxiliar na melhora da flacidez. Protocolos com radiofrequência, bioestimuladores de colágeno, drenagem linfática e exercícios de fortalecimento muscular estão entre os recursos que podem auxiliar na sustentação da pele e favorecer a melhora do contorno corporal, conforme avaliação individual de cada caso. 

“Quando a flacidez atinge níveis mais acentuados, os tratamentos não invasivos podem não ser suficientes. Nesses casos, a cirurgia passa a ser considerada uma alternativa para remover o excesso de pele e adequar o tecido ao novo volume corporal”, ressalta o médico. 

Ainda segundo o especialista, a decisão entre tratamentos clínicos e intervenção cirúrgica deve ser baseada em uma avaliação individualizada, levando em consideração fatores como qualidade da pele, histórico de emagrecimento, condições funcionais e expectativas do paciente.
 

Clínica De Fina

 

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