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A perda significativa de peso, seja por meio de cirurgia bariátrica ou mudanças no estilo de vida, costuma representar uma conquista importante para a saúde e a autoestima. No entanto, após o emagrecimento, muitos pacientes passam a lidar com um efeito comum desse processo: a flacidez da pele.
O problema ocorre porque a pele possui um limite natural de elasticidade. Durante o ganho de peso, as fibras de colágeno e elastina se expandem para acomodar o aumento do volume corporal.
“Quando
esse estiramento acontece por longos períodos ou de forma intensa, a capacidade
de retração do tecido pode ser comprometida. Como resultado, mesmo após a
redução do peso, o excesso de pele permanece, especialmente em regiões como
abdômen, braços, coxas e mamas”, explica o cirurgião plástico Dr.
Rafael De Fina, da Clínica De
Fina.
Tratamentos
clínicos e indicação cirúrgica
O Dr.
Rafael De Fina
explica que, em casos leves e moderados, tratamentos clínicos podem auxiliar na
melhora da flacidez. Protocolos com radiofrequência, bioestimuladores de
colágeno, drenagem linfática e exercícios de fortalecimento muscular estão
entre os recursos que podem auxiliar na sustentação da pele e favorecer a
melhora do contorno corporal, conforme avaliação individual de cada caso.
“Quando
a flacidez atinge níveis mais acentuados, os tratamentos não invasivos podem
não ser suficientes. Nesses casos, a cirurgia passa a ser considerada uma
alternativa para remover o excesso de pele e adequar o tecido ao novo volume
corporal”, ressalta o médico.
Ainda
segundo o especialista, a decisão entre tratamentos clínicos e intervenção
cirúrgica deve ser baseada em uma avaliação individualizada, levando em consideração
fatores como qualidade da pele, histórico de emagrecimento, condições
funcionais e expectativas do paciente.

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