Inspirada no Dia Nacional do Abraço, iniciativa social incentiva consumidores a apoiarem cães e gatos que vivem em abrigos e lares temporários
A
Cobasi, empresa pioneira no Brasil no conceito de
megaloja com produtos para pets, casa e jardim, realiza, de 18 a 24
de maio, a 4ª edição da campanha Semana do
Abraço MyHug, iniciativa que tem como
protagonista a marca exclusiva da companhia: MyHug. Inspirada no Dia
Nacional do Abraço, celebrado em 22 de
maio, a ação reforça o compromisso da empresa com a causa animal
ao transformar cada venda do Tapete Higiênico MyHug em uma
refeição para cães e cada compra de Areia Higiênica MyHug em uma
refeição destinada a gatos.
Os
animais beneficiados vivem em abrigos e lares temporários de ONGs parceiras da Cobasi Cuida, iniciativa social da
companhia que tem, entre as frentes de atuação, o apoio por meio de doações.
Somente em 2025, mais de 21 mil refeições foram
destinadas a esses animais. Para este ano, a expectativa é ampliar esse
impacto, e a campanha acontece tanto nas lojas físicas quanto no site e no
aplicativo da Cobasi.
“A
MyHug, nossa marca exclusiva, significa ‘Meu Abraço’ e é justamente esse gesto
de cuidado que queremos traduzir com a campanha. A iniciativa conecta o
significado da marca ao Dia Nacional do Abraço para apoiar animais em situação
de vulnerabilidade, levando afeto e bem-estar a cães e gatos. Com a ação,
também convidamos nossos consumidores a ampliar esse gesto para pets que ainda
esperam por um lar, contribuindo com uma necessidade básica e urgente: a alimentação”,
afirma Caio Bernardo, Diretor Comercial e de Marketing da Cobasi.
Segundo
dados divulgados pela USP, com base no Instituto Pet Brasil, 4,8
milhões de cães e gatos vivem em situação de vulnerabilidade no
País, enquanto mais de 201 mil estão sob os
cuidados de ONGs, evidenciando o desafio permanente das organizações de
acolhimento, que recebem diariamente novos animais e dependem de parcerias e
doações.
“Na
prática, a campanha também reforça como marcas podem assumir um papel relevante
na mobilização de clientes em torno de causas de interesse público,
especialmente em um cenário em que abrigos e lares temporários operam com
recursos limitados e demanda crescente”, conclui o executivo.

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