Com abordagens
individualizadas e recursos de ponta, dermatologista mostra que é possível
combater o envelhecimento sem cirurgias plásticas precoces
Pixabay
O envelhecimento é um processo natural, mas os
avanços da medicina estética permitem a prevenção de forma inteligente.
Tecnologias como lasers de última geração, radiofrequência, bioestimuladores de
colágeno e injetáveis têm transformado o cuidado com a pele, promovendo
resultados duradouros e naturais, sem a necessidade de recorrer à cirurgia
plástica de forma precoce.
“Hoje em dia conseguimos atuar antes que os sinais
mais profundos apareçam. Isso nos permite preservar contornos, firmeza e
qualidade da pele de forma personalizada, evitando transformações radicais ou
efeitos artificiais. O segredo está na constância, no olhar técnico e no
respeito à individualidade”, afirma a dermatologista Mayla Carbone, membro da
Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Entre os destaques do protocolo da especialista,
estão tecnologias como o laser Fotona StarWalker, que atua em manchas, poros e
textura, e o Fotona Dynamis, eficaz no estímulo de colágeno em camadas
profundas. A radiofrequência monopolar também entra como uma aliada na firmeza
do terço inferior do rosto e do pescoço.
“São tratamentos com base científica e que
evoluíram muito nos últimos anos. A radiofrequência, por exemplo, permite
alcançar profundidades específicas da pele com segurança. Já o Morpheus combina
microagulhas com radiofrequência, promovendo concentração de colágeno e
melhorando a textura com precisão milimétrica”, reforça a médica especialista.
Além das tecnologias, o uso estratégico de toxina
botulínica para prevenção de rugas, preenchimentos com ácido hialurônico e
bioestimuladores como a hidroxiapatita de cálcio permitem resultados
progressivos e cumulativos. O objetivo não é mudar o rosto, mas sim preservar
sua estrutura e expressão com naturalidade ao longo dos anos.
“O futuro da estética é a prevenção. Cada fase da vida pede uma abordagem diferente, quando respeitamos isso, conseguimos postergar a necessidade de procedimentos invasivos com segurança. A cirurgia tem seu valor, mas hoje não precisa ser o primeiro recurso. Podemos fazer muito com planejamento e tecnologia”, finaliza Carbone.
Mayla Carbone – Dermatologista, graduada em Medicina pela Universidade Lusíadas (UNILUS – Santos) há mais de 10 anos com residência em Clínica Médica na Santa Casa em São Paulo e em Dermatologia pela Universidade de Santo Amaro (UNISA-SP). É membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e também da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD). Já participou de diversos congressos e realizou diversos cursos nacionais e internacionais voltados para especialização.
Instagram: @dramaylacarbone
https://grupomaylacarbone.com.br/
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