Alergologista do São Cristóvão Saúde comenta sobre problemas que atingem cerca de 30% dos brasileiros
Reações alérgicas são um fator bem comum na população e, certamente, dentro do
ciclo social de um indivíduo, ou ele sofre de doenças respiratórias ou conhece
alguém com essa condição. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o
problema afeta 25% da população mundial e, no Brasil, este número é ainda
maior, atingindo 30% das pessoas, conforme levantamento da Associação
Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai).
Em
estudo feito pela American College of Allergy, Asthma and Immunology, 70% das
alergias aparecem antes dos 20 anos. Alergologista do São Cristóvão Saúde, Dr.
Ricardo Queiroz afirma que os sintomas podem surgir em qualquer idade e tem
forte componente genético e exposição ambiental a alérgenos, ácaros, fungos,
animais e pólens.
A
rinite alérgica é caracterizada pela inflamação da mucosa nasal e é considerada
o tipo mais comum de doença respiratória, presente em 1⁄4 da população
brasileira. Em dias secos, a mucosa do nariz pode ficar mais irritada, o que
também provoca reações alérgicas, visto que há um aumento de micropartículas de
poeiras e substâncias tóxicas que ficam suspensas no ar, circulando pelo
ambiente.
Já
a asma, também muito recorrente no Brasil, acomete 23,2% da população, de
acordo com o Ministério da Saúde. A Sociedade Brasileira de Pneumologia e
Tisiologia ressalta que é um problema
mundial de saúde, acometendo cerca de 300 milhões pessoas de diversos países,
causando sintomas como falta de ar ou dificuldade para respirar, sensação de
aperto no peito ou peito pesado, chiado no peito e tosse.
Na presença de algum desses sintomas, é
recomendado se atentar sobre o horário em que ocorrem e se existe uma piora
durante a madrugada e ao acordar, entre outros fatores. “Qualquer quadro persistente de inflamações em vias
aéreas altas e baixas, é indicado a procura por um especialista”, finaliza Dr.
Queiroz.

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