Yang Mendes, professor de oratória, destaca a
importância de se preparar para entrevistas e seleções.
Em um período de crise econômica, não é novidade o
aumento na procura por empregos. Dados do IBGE revelam que no 2º trimestre de
2019, mais de 12 milhões de pessoas estavam desempregadas e em busca de uma
oportunidade, sendo que ⅓
desse grupo está com idade entre 18 e 24 anos.
Em entrevista para o jornal Correio Braziliense, Maria Andréia Lameiras, pesquisadora do Grupo de
Conjuntura do IPEA, aponta que, embora o número esteja diminuindo, esse
movimento não é por conta da geração de empregos, mas sim porque os jovens
estão tão descrentes que têm parado de procurar.
No entanto, a temporada do final de
ano costuma aquecer a economia e ampliar as oportunidades de recolocação no
mercado. O que começa com uma vaga temporária, pode se concretizar como emprego
fixo e duradouro. Segundo levantamento realizado pela Confederação Nacional de
Dirigentes Lojistas (CNDL) em parceria com o Serviço de Proteção ao Crédito
(SPC Brasil), estima-se que mais de 103 mil vagas serão abertas até dezembro
deste ano, o que representa um aumento de 43,8 mil postos de trabalho em
relação ao previsto para 2018.
Nesse cenário de busca, Yang Mendes, diretor da
Eloquence Escola de Oratória, discorre sobre quais técnicas podem ser
utilizadas por aqueles que buscam se inserir ou reinserir no mercado de
trabalho. “Ao se preparar para uma entrevista de emprego, é preciso pesquisar
sobre a empresa, chegar mais cedo, agir com o máximo de naturalidade,
demonstrar tranquilidade e ser proativo”, indica o consultor.
Yang explica que os códigos de vestimenta dependem
da vaga, devendo estar condizente com o cargo almejado. “Sempre procurar estar
asseado. A roupa não deve chamar mais atenção que você, então para mulheres,
por exemplo, é recomendável usar acessórios mais discretos; contudo, sem perder
a autenticidade”, ressalta o criador da primeira escola de oratória da Bahia.
Sobre os piores erros cometidos na entrevista, o
profissional destaca postura arrogante ou desânimo. Também é frequente a
ignorância a respeito do cargo que assumiria ou sobre a história e ramo da
empresa. Já não olhar nos olhos do entrevistador, falar muito apressadamente ou
gaguejar são sinais de falta de confiança, que com certeza serão notados.
“A boa oratória dará a possibilidade de desenvolver
uma fala mais tranquila, mais natural e mais bem estruturada, passando uma
impressão de preparo, leveza e dinamicidade do entrevistado, o que fará toda
diferença na sua avaliação. Quem fala bem se destaca, quem fala com
tranquilidade conquista e quem fala com confiança encanta. É um dos maiores
diferenciais competitivos de qualquer aspirante à vaga de emprego”, finaliza
Yang.
Para conhecer mais técnicas sobre oratória, acesse instagram.com/eloquenceoratoria
ou www.eloquence.com.br.
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