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domingo, 6 de julho de 2025

Por que o inverno é a melhor estação para cuidar da pele?

 Médica dermatologista revela os tratamentos mais procurados e indicados para cuidar da pele durante a estação mais fria do ano

 

O inverno chegou e, com ele, as temperaturas mais baixas e os dias mais nublados, clima ideal para investir na saúde da pele. O menor índice de radiação solar torna esta época perfeita para realizar tratamentos que renovam, clareiam e rejuvenescem a pele, especialmente a do rosto. 

Segundo a médica dermatologista, especialista em estética, Dra. Mariana Scribel, procedimentos estéticos como lasers, peelings e tecnologias que estimulam o colágeno têm resultados mais eficazes e seguros quando feitos longe da exposição frequente ao sol.


De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), grande parte dos tratamentos estéticos exige cuidados rigorosos com a proteção solar, o que pode ser um desafio em outras épocas do ano, quando ficamos mais expostos. 

“No inverno, temos uma redução natural da radiação UV, o que diminui o risco de manchas e outros efeitos colaterais. Além disso, o clima mais fresco ajuda na recuperação da pele, favorecendo a cicatrização e potencializando os resultados”, explica a dermatologista.


Além de mais seguros, os procedimentos realizados nos meses frios ajudam a preparar a pele para a chegada do verão, trazendo um aspecto mais uniforme, renovado e saudável. 

 

Os tratamentos mais indicados no inverno


Com a evolução da dermatologia moderna, os tratamentos faciais disponíveis no mercado trazem benefícios personalizados para cada objetivo, desde o clareamento de manchas até o efeito lifting. Conheça os procedimentos mais recomendados pelos especialistas para esta estação.

 

Peelings

Os peelings químicos são tratamentos intensos que demandam proteção rigorosa contra o sol, algo facilitado pela menor incidência de radiação UV na estação mais fria. Os peelings promovem a renovação das camadas superficiais da pele, estimulando a produção de colágeno e tratando uma série de problemas, como manchas, linhas finas, poros dilatados e até cicatrizes de acne. 

Entre os mais indicados estão o peeling de ácido retinóico, o peeling de ácido salicílico, escolhidos conforme o tipo de pele e a necessidade de cada paciente. 

 

Laser ZYE

Entre os mais procurados, o Laser ZYE é indicado para tratar manchas, rugas finas e melhorar o tônus facial. Além de estimular a produção de colágeno, ele promove uma renovação poderosa da textura da pele. Por ser versátil e se adaptar a diferentes tipos de pele, é amplamente recomendado para quem busca resultados seguros e eficazes.

 

Laser Handpico

Considerado um avanço no tratamento de manchas resistentes, o Laser Handpico é ideal para quem deseja clarear o melasma ou renovar a superfície da pele com rapidez. Ele atua em picossegundos, sendo menos invasivo e acelerando a recuperação.

 

Laser Fotona

Esse procedimento combina duas tecnologias em um só tratamento, atuando contra rugas, flacidez e cicatrizes de acne. O Fotona é conhecido por oferecer um efeito lifting visível e resultados progressivos ao longo das sessões, sem a necessidade de afastamento prolongado das atividades diárias.

 

CoolFase

Para quem busca tonificação e firmeza, o CoolFase traz a combinação de crioterapia (frio controlado) com radiofrequência, promovendo um efeito tensor imediato e seguro. Esse tratamento é uma excelente opção para quem deseja um lifting não invasivo.

 

Por que o inverno é tão favorável para a pele?


Além da menor exposição ao sol, o período mais frio do ano garante que a pele esteja menos exposta a fatores que comprometem a recuperação, como suor excessivo ou tempo prolongado ao ar livre. Esses aspectos tornam o inverno uma excelente oportunidade para tratar problemas como manchas, linhas finas, flacidez e alterações de textura.


"A principal vantagem de realizar esses tratamentos no inverno é a segurança adicional proporcionada pela menor exposição aos raios UV. Isso permite uma recuperação mais tranquila, com menos chances de complicações, como manchas indesejadas no pós-procedimento”, esclarece a Dra. Mariana, CEO da Clínica Scribel.


Ela lembra ainda que, mesmo no inverno, os cuidados com filtro solar devem ser mantidos de forma rigorosa, uma vez que a radiação UV está presente mesmo em dias nublados.

 

Cuidados e recomendações 


Os cuidados após os procedimentos fazem toda a diferença nos resultados. O uso diário de filtro solar, a hidratação contínua da pele e evitar manipular ou coçar as áreas tratadas estão entre as recomendações principais, garante a especialista.

Além disso, é fundamental realizar uma consulta com um dermatologista especializado, que avaliará as necessidades específicas de cada paciente e indicará o tratamento mais adequado para o tipo de pele.

 

Cuidado com o banho quente


Outra dica importante é evitar banhos muito quentes, que, apesar de serem tentadores no frio, contribuem para o ressecamento da pele. Apostar em hidratantes especiais, recomendados por um profissional, ajuda a preservar a barreira cutânea e maximizar os benefícios dos procedimentos realizados.

 

Quem pode se beneficiar dos tratamentos de inverno?


Os tratamentos mencionados, como os Peelings Químicos, os Laser ZYE, Handpico, Fotona e o CoolFase, são altamente indicados para pessoas que desejam melhorar a textura da pele, suavizar manchas ou rejuvenescer o rosto. Contudo, eles também são indicados para quem busca prevenir os sinais de envelhecimento e preparar a pele para exposição futura, como na época de verão.

 

Dra. Mariana reforça que esses procedimentos são seguros, desde que realizados em clínicas especializadas e com profissionais capacitados. “O mais importante é a conversa com um especialista que compreenda as expectativas do paciente e elabore um protocolo personalizado para garantir não apenas os melhores resultados, mas também a segurança.”

 



Dra. Mariana Scribel (CRM 33655|RQE 28440) - médica dermatologista, CEO da Clínica Scribel (Pelotas/RS) um dos maiores núcleos de tecnologias da dermatologia do Rio Grande do Sul. Especialização em Dermatologia Estética, possui especializações realizadas em diversos centros de referência no mundo, como em Israel, Nova Iorque e Zurique. Além disso, é especialista em Tricologia Médica (especialidade da dermatologia que estuda e trata os problemas dos cabelos, do couro cabeludo e dos pelos) e em Transplante Capilar. Preceptora do ambulatório de doenças capilares do serviço de residência de dermatologia da PUCRS e referência em dermatologia estética e tricologia no RS.
Instagram: @dramarianascribel
https://www.marianascribel.com.br/


Treina, treina e nada muda? 4 erros podem estar impedindo o seu progresso

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Educador físico alerta sobre práticas comuns que podem comprometer o desempenho dos treinos 

 

Começar na academia costuma ser cheio de expectativas: perder peso rápido, ganhar massa muscular em pouco tempo e notar mudanças visíveis logo nas primeiras semanas. Mas a realidade é outra: transformar o físico e melhorar a saúde vai muito além do que o espelho mostra. O verdadeiro segredo está em criar um hábito duradouro e manter o compromisso constante. E falando em costume, uma pesquisa “Saúde e Trabalho” do SESI, realizada em 2023, revela que, entre os brasileiros que se exercitam regularmente, apenas 22% praticam diariamente, 13% treinam pelo menos três vezes por semana, e 8% fazem atividades físicas duas vezes por semana.

Para o educador físico e personal trainer da Academia Gaviões, Anderson Téu, “resultados consistentes só aparecem após oito a 12 semanas de sessões contínuas, quando é possível perceber ganhos reais em fibras musculares ou redução de gordura corporal”. Mas mesmo quem já está na rotina de exercícios há um tempo pode estar cometendo erros que atrapalham o progresso. A seguir, Anderson aponta os cinco deslizes mais comuns e como evitá-los para acelerar seu rendimento:

1. Repetir sempre a mesma rotina

Fazer a mesma série de exercícios por muito tempo limita os ganhos porque o organismo se adapta rápido. “O corpo se ajusta com facilidade, é preciso variar para continuar estimulando o crescimento. Para continuar evoluindo, é fundamental mudar os movimentos, a intensidade ou até a estrutura da prática. O ideal é alterar o treino a cada três meses para garantir que o corpo continue sendo desafiado”, explica.

2. Executar os movimentos com postura incorreta

Focar apenas no peso, sem atenção à técnica, pode causar dores e prejudicar os ganhos. “Mais do que a carga, o método correto garante efeitos reais. Observar o alinhamento, contrair o abdômen e controlar a execução são ações imprescindíveis. Um movimento mal feito pode ser ineficaz e gerar dores ou sobrecarga em regiões erradas”, orienta o profissional.

3. Não respeitar o intervalo para recuperação

Descansar entre as atividades é importante para o desenvolvimento muscular e prevenção de lesões. “O tecido muscular se fortalece no repouso. Sem pausa adequada, o corpo entra em fadiga, o que impede o progresso e aumenta o risco de lesões. Não é recomendado treinar sete vezes por semana, respeitar o intervalo é importante”, reforça o especialista.

4. Focar apenas em um tipo de prática

A combinação de força, mobilidade e exercícios aeróbicos garante melhor aproveitamento e menos vulnerabilidades a longo prazo. “Treinar só força ou só cardio não basta. O ideal é um plano equilibrado que inclua mobilidade, musculação, atividades aeróbicas. Por exemplo, uma hora pode ser dividido entre 30 minutos de exercícios de resistência e 30 minutos de cardio, tudo ajustado conforme o seu objetivo. Isso resulta em um físico mais saudável, com melhor performance funcional”, afirma. 

Além disso, Téu reforça que o treinamento só traz conquistas efetivas quando aliado a uma alimentação adequada, que fornece os nutrientes necessários. “E, acima de tudo, a genética é um ponto importante, por isso não devemos nos comparar aos outros” conclui.

   

Academia Gaviões

 

Segurança e técnica reacendem debate sobre o uso responsável da toxina botulínica

Aplicação da toxina botulínica vai além da estética e reforça a importância do atendimento qualificado diante da crescente banalização do procedimento 

 

A toxina botulínica, popularmente conhecida como Botox, continua entre os procedimentos estéticos mais realizados no Brasil. No entanto, a crescente banalização do procedimento tem feito com que pacientes busquem mais do que apenas resultados estéticos, e que profissionais atualizem suas técnicas, priorizando a segurança, com protocolos rigorosos e uso de produtos de procedência certificada. 

O cirurgião plástico Dr. Vinicius Julio Camargo conta que a banalização da toxina traz consequências, coloca em risco a saúde do paciente e o próprio sentido da medicina estética. “A toxina botulínica não é vilã, o problema é quando ela vira solução mágica nas mãos erradas”, salienta. 

Além disso, diante do aumento de procedimentos realizados por profissionais não habilitados, muitas vezes em ambientes sem as mínimas condições técnicas, cresceu também o alerta para os riscos. Além de complicações, há registros de intercorrências graves, o que levou, inclusive, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a emitir novos alertas em 2025 sobre o uso indevido da toxina botulínica. 

“O botox não é um modismo, é um recurso terapêutico e estético que, quando bem indicado e corretamente aplicado, traz benefícios reais para o paciente, com leveza, elegância e segurança”, reforça. 

Daniela Fornari Dal Bosco é paciente do Dr. Vinícius há mais de 10 anos e conta que seu maior receio sempre foi ficar com aspecto travado ou artificial. Em conversa com o especialista, ela entendeu que o Botox e as aplicações de preenchimento, na verdade, podem ser muito sutis e naturais. “A proposta de trabalho dele é nesse formato, deixar sempre a pessoa com a maior naturalidade possível”. Já Tatiana Santana, paciente há mais de 20 anos, conta que tinha o desejo de realizar o procedimento, mas também o receio de ficar artificial. Em conversa com o Dr. Vinícius, entendeu que “ele não ia mudar o formato do meu rosto, apenas ia realçar mais a minha beleza. E eu amei”. 

Na clínica do cirurgião plástico, o procedimento se tornou um dos principais motivos de agendamento, tanto entre pacientes fiéis quanto entre novos públicos. A busca é por uma abordagem que vai além da aplicação isolada e se conecta a uma experiência completa de cuidado, como no Botox Day, que oferece atendimento exclusivo, avaliação detalhada e um ambiente estruturado, com foco em segurança e acolhimento. 

Outro importante diferencial que o Dr. Vinicius possui é transformar a aplicação da toxina botulínica em algo além de um procedimento, fazendo com que ela se torne parte de um protocolo que prioriza qualidade, segurança e resultados alinhados ao conceito do NECS Face, que prioriza a Naturalidade, com resultados que respeitam a expressão e a individualidade facial; a Elegância, traduzida em intervenções sutis, que promovem rejuvenescimento sem artificialidade; a Confiança, construída a partir de uma relação transparente, com planejamento personalizado e acompanhamento rigoroso; e a Segurança, garantida por produtos de procedência certificada, técnicas atualizadas e ambiente médico preparado, com respaldo científico e infraestrutura adequada. 

“A proposta é entregar mais do que estética. É oferecer bem-estar, saúde e a segurança de procedimentos que, quando realizados corretamente, se tornam verdadeiros aliados no cuidado com a imagem e com o envelhecimento saudável”, conclui Dr. Vinicius. 

 

Dr. Vinicius Julio Camargo - médico cirurgião plástico, empreendedor e escritor. Atua como Diretor Técnico do Alda Instituto de Saúde. É sócio-fundador da Oxyneo® (primeira clínica de medicina hiperbárica do sudoeste do Paraná) e idealizador da plataforma Átrio, voltada à gestão de rotinas de atendimento e administrativas para clínicas multidisciplinares. É autor de dois livros e defensor da integração entre ética, gestão e excelência médica.


Adeus, furinhos: 4 procedimentos que a ciência e a estética recomendam para suavizar os sinais

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Médica explica como abordagens eficazes podem melhorar a aparência da pele 

 

Sabe aqueles furinhos que insistem em aparecer nas coxas e no bumbum, mesmo quando a rotina de treinos está em dia? Pois é, a celulite segue como uma das principais queixas estéticas entre as mulheres. Ela incomoda na hora de vestir um short, um vestido ou biquíni, e o mais curioso: é quase universal. Um estudo publicado na revista científica Surgical & Cosmetic Dermatology revela que cerca de 95% das mulheres apresentarão algum grau do quadro ao longo da vida. Apesar de não ser considerada uma doença, a condição pode comprometer a autoestima e, nos estágios mais avançados, causar desconforto.

Segundo a Dra. Mirelle José Ruivo, médica e CEO da rede Mulherez especializada em saúde e estética feminina, o surgimento das depressões dérmicas está relacionado a diferentes fatores. “Acontece devido ao acúmulo de gordura, predisposição genética, excesso de peso, sedentarismo e consumo abusivo de álcool. Esses elementos prejudicam a circulação e favorecem o surgimento das alterações na superfície da pele”, esclarece. Pensando nisso, a especialista listou quatro abordagens eficazes para melhorar a aparência e reduzir os sinais da celulite:

1. Subincisão: alternativa eficaz para graus mais avançados

Indicada para casos em que a irregularidade cutânea é mais acentuada, essa técnica minimamente invasiva rompe traves de fibrose, estruturas internas que puxam a pele para dentro e formam as depressões. “Com anestesia local e sem cortes, conseguimos liberar essas ligações internas. Isso permite que a superfície cutânea se nivele novamente, reduzindo os sulcos visíveis de forma segura e eficiente”, explica a médica.

2. Radiofrequência: estímulo ao colágeno e melhora da firmeza

Por meio do aquecimento das camadas profundas com ondas eletromagnéticas, essa intervenção ativa a produção de colágeno e melhora o fluxo sanguíneo local. “Fortalece as fibras da pele e suaviza as ondulações, contribuindo para uma textura mais uniforme e firme. É um recurso seguro, com ótimo custo-benefício”, afirma.

3. Drenagem linfática: aliada no combate ao inchaço 

Essa técnica de massagem suave estimula o sistema linfático, promovendo a eliminação de toxinas e líquidos acumulados. “Além de diminuir a retenção, melhora a nutrição da pele, o que influencia diretamente no visual mais liso e saudável”, destaca. A prática regular também ajuda a evitar a reincidência do quadro.

4. Nutrição equilibrada: pilar base para resultados duradouros

Adotar um plano alimentar nutritivo, com alimentos ricos em fibras e antioxidantes, faz toda a diferença. “Uma alimentação adequada reduz inflamações, favorece o funcionamento do intestino e ajuda no controle da gordura corporal. Isso potencializa os efeitos dos procedimentos estéticos e garante resultados mais consistentes”, orienta.

Cada caso é único
A profissional reforça que não existe uma fórmula padrão. “Cada mulher tem um histórico corporal, grau de irregularidade e resposta diferente aos estímulos. Avaliar individualmente é importante para criar uma estratégia eficiente e recuperar a confiança na própria aparência”, conclui.
  



Dra. Mirelle José Ruivo - ginecologista e obstetra, iniciou sua carreira na estética em 2016, com um pequeno consultório, após enfrentar dificuldades pessoais e profissionais ao mudar-se para Cianorte, PR. Em 2024, a clínica evoluiu para a rede Mulherez, a primeira rede no franchising em cirurgia e rejuvenescimento íntimo, além de transplante de sobrancelhas. Atualmente, a clínica possui 11 unidades e planeja fechar o ano de 2025 com 50 clínicas vendidas.


Além da ceratopigmentação: você conhece outros procedimentos que mudam a cor do corpo?

Aos 35 anos, Janaína Prazeres apostou na melanotattoo para realçar a região íntima. Assim como ela, outras influenciadoras recorrem a técnicas para mudar o tom natural de partes do corpo, dos olhos à pele.

 

Reprodução: @janaina3, @aandressaurach e @mayamassafera
CO Assessoria


Mudar a cor dos olhos, dos lábios, das sobrancelhas e até das partes íntimas já é possível com técnicas estéticas que vêm ganhando destaque entre influenciadoras e clientes em busca de transformações personalizadas. Um dos procedimentos mais comentados é a ceratopigmentação, cirurgia que aplica pigmentos na córnea para alterar permanentemente a cor dos olhos. Maya Massafera, de 43 anos, e Andressa Urach, de 36, passaram por essa técnica fora do Brasil e compartilharam o resultado nas redes sociais, exibindo olhos claros no lugar dos castanhos. 

Apesar do impacto visual, trata-se de um procedimento invasivo, com riscos como inflamações, perda de visão e complicações irreversíveis. A cirurgia não é permitida no Brasil com finalidade puramente estética, mas segue despertando curiosidade entre o público nas redes sociais. 

Além dos olhos, outras partes do corpo também têm sido alvo de pigmentações estéticas. A influenciadora Janaína Prazeres, de 35 anos, conhecida por seu visual considerado simétrico e “perfeito”, revelou que realizou uma melanotattoo, técnica de micropigmentação íntima que uniformiza ou realça a cor dos lábios vaginais. Segundo ela, o procedimento trouxe mais autoestima e conforto com a própria imagem. 

Técnicas semelhantes também são aplicadas em outras regiões, como a micropigmentação labial, que corrige o tom dos lábios, a de sobrancelhas, que preenche falhas e redefine o desenho, e a micropigmentação capilar, usada para simular fios de cabelo. Também é possível camuflar estrias e cicatrizes com pigmentos próximos ao tom da pele. Todas essas técnicas seguem o mesmo princípio: microagulhas inserem pigmentos na camada superficial da pele, gerando resultados que duram entre um e três anos. Ao contrário das tatuagens convencionais, os pigmentos são gradualmente absorvidos, permitindo ajustes ao longo do tempo. 

No fim das contas, mudar a cor do corpo virou uma espécie de novo acessório de beleza: tem quem pinte os olhos, quem retoque os lábios, quem redefine sobrancelhas ou até quem harmonize o tom da região íntima. A investigação mostra que as possibilidades são muitas, mas os riscos também. Enquanto algumas técnicas são seguras e reversíveis, como a micropigmentação estética, outras, como a ceratopigmentação, podem causar danos sérios e permanentes. Entre modas passageiras e transformações mais ousadas, o mais importante é lembrar que beleza também combina com bom senso e informação. Afinal, não é porque algo está bombando no feed que precisa entrar na sua rotina sem pensar duas vezes.


sábado, 5 de julho de 2025

Aprenda dicas para mudar a relação do seu filho com a alimentação

Com estratégias eficazes, é possível criar um ambiente favorável à alimentação saudável desde a infância. Jasmine Alimentos explica os caminhos!

 

Durante a infância, um dos grandes desafios dos pais é ensinar sobre educação nutricional aos filhos. Muitas vezes, os pequenos se recusam a experimentar alimentos naturais, como legumes e verduras. Contudo, com algumas estratégias, é possível mudar essa realidade e criar uma rotina mais equilibrada.

Sabendo do alto índice de obesidade infantil no Brasil (a Organização Mundial da Saúde estima que, somente em 2025, o número de crianças obesas no planeta chegue a 75 milhões) e das condições atuais em que predominam a grande oferta por ultraprocessados, uso excessivo de telas e sedentarismo, Jasmine, marca referência em alimentação saudável, preparou um conteúdo especial para inspirar bons hábitos saudáveis em casa. Confira as dicas da nutricionista da marca, Karla Maciel.

Um dos principais fatores que facilita a aceitação de alimentos saudáveis é a exposição repetida. Pesquisas indicam que uma criança pode precisar experimentar um alimento novo entre 8 e 15 vezes para aceitá-lo. Isso significa que a recusa inicial não deve ser interpretada como um "gosto definitivo", mas como uma fase natural da familiarização.

Outra atitude eficiente é ser o exemplo para o seu filho (a). Crianças aprendem observando e imitando o comportamento dos adultos a sua volta. Quando os pais consomem regularmente legumes e verduras com prazer, sem fazer disso um sacrifício ou obrigação, a tendência é que as crianças se sintam mais inclinadas a experimentar e aceitar esses alimentos.

A participação da criança no preparo das refeições também é uma ferramenta poderosa. Convidar os pequenos para ajudar na escolha, manuseio e preparo dos alimentos gera curiosidade, vínculo e senso de pertencimento. Essa abordagem torna a alimentação mais lúdica e menos impositiva.

Além disso, a apresentação visual e sensorial dos alimentos influencia bastante na aceitação. Pratos coloridos, criativos, organizados de forma divertida (em formatos de rostos ou personagens) despertam o interesse infantil. Essa técnica é chamada de "food art". Embora simples, tem efeitos comprovados na maior ingestão de hortaliças em pré-escolares, por exemplo.

Por fim, o ambiente também influencia a relação da criança com a alimentação. Evite distrações como televisão e telas durante o momento da comida, respeite o apetite da criança e não use alimentos como recompensa ou punição.


Mudando a rota: os primeiros passos para ressignificar a relação com a comida

Quando os pais já aplicam o conhecimento nutricional em casa, a criança sente os reflexos. Contudo, em muitas famílias, por uma questão cultural, socioeconômica ou de desinformação, a alimentação saudável ainda não é uma realidade. Assim, é mais comum a busca por alimentos práticos com excessos de ingredientes artificiais, considerados prejudiciais à saúde.

A boa notícia é que é possível mudar a rota e promover mudanças na relação com a comida, mesmo quando esses comportamentos foram construídos ao longo de muitos anos, isso porque a infância e a adolescência são períodos de grande plasticidade comportamental, ou seja, fases em que o cérebro e os padrões de comportamento ainda estão em formação, tornando-se mais receptivos a mudanças.

“Para isso, em vez de proibir ou moralizar os alimentos (‘isso pode’ ou ‘isso não pode’), é mais eficaz ensinar sobre os benefícios dos alimentos naturais, incentivando escolhas conscientes e equilibradas. Quando a criança entende o impacto positivo da alimentação no seu corpo e bem-estar e associa isso a experiências prazerosas, a transformação acontece com mais naturalidade”, orienta a nutri.


Aprender brincando: uma estratégia que dá certo!

Uma dica de ouro da nutri é investir em atividades lúdicas como forma de incentivar o aprendizado nutricional. “O brincar estimula o envolvimento afetivo, facilita a memorização de conceitos e cria experiências positivas com os alimentos, o que favorece escolhas saudáveis ao longo da vida”, destaca.

Que tal aproveitar o período de férias para promover brincadeiras educativas em casa? Jasmine traz três dicas para te ajudar nessa missão.

  1. Comece com brincadeiras sensoriais com alimentos: permita que a criança toque, cheire, observe e explore os alimentos com as mãos, olhos e nariz, sem precisar necessariamente comê-los. Esta é uma forma de reduzir o medo de experimentar novas opções;
  2. Invista em contação de histórias com alimentos como personagens: crie um enredo divertido incluindo os alimentos do dia a dia. Essa narrativa emocional facilita o aprendizado;
  3. Convide a criança para ajudar no preparo de receitas simples: oficinas culinárias infantis são excelentes formas de se divertir e aprender. Com a atividade, é possível conhecer sobre a origem dos alimentos e modo de preparo. Além disso, a conexão envolve o sentimento de orgulho e pertencimento, o que aumenta a disposição da criança para experimentar novos sabores.

Agora que você já sabe como aprimorar o relacionamento familiar com a alimentação, é hora de escolher seus itens favoritos. Jasmine apresenta um portfólio completo sem lupa de alto teor, ou seja, opções seguras e saudáveis de verdade. Acesse o portal www.loja.jasminealimentos.com e saiba mais!


Chocolate: vilão ou mocinho? Nutricionista desvenda 10 mitos e verdades sobre o doce mais amado do mundo

No Dia Mundial do Chocolate, pesquisa mostra que o consumo do doce está em alta no Brasil e especialista explica o que é fato e o que é lenda sobre essa paixão nacional

 

Comemorado em 7 de julho, o Dia Mundial do Chocolate celebra um dos alimentos mais queridos do planeta. A data marca a chegada do chocolate à Europa no século XV, quando o produto, antes restrito a povos como maias e astecas, passou a ser conhecido no Velho Continente como “ouro negro”, símbolo de status e riqueza. No Brasil, o cacau só começou a ser cultivado a partir de 1746, e hoje o país é um dos principais produtores e consumidores do produto.

 

O chocolate está mais presente do que nunca na rotina dos brasileiros. Segundo dados da Kantar WorldPanel, divulgados pela Mondelez, a presença do produto nos lares do país passou de 85,5% em 2020 para 92,9% em 2024. Isso significa que, a cada dez casas, cerca de nove possuem alguma variação do doce na despensa — entre barras, bombons, wafers e outras versões.

 

A frequência de consumo também aumentou: de 56% para 65%, o que indica que o brasileiro consome chocolate com regularidade semanal. Cada pessoa ingere, em média, 3,9 kg por ano, o maior volume dos últimos cinco anos, segundo a Abicab (Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas).

 

No entanto, muitos mitos ainda cercam o consumo do produto. Para esclarecer as principais dúvidas e ajudar a população a celebrar o Dia Mundial do Chocolate de forma mais consciente, a nutricionista Letícia Bravo, que atende no espaço Living Saúde, em Santos/SP, reuniu dez mitos e verdades sobre o tema:

 

1. Chocolate causa espinhas – Mito

Estudos recentes não identificam uma relação direta entre o consumo de chocolate e o surgimento de acne. Contudo, indivíduos com predisposição ao problema podem apresentar piora do quadro ao consumir alimentos ricos em gordura ou açúcar, como o chocolate.

 

2. Chocolate vicia – Mito

Embora o chocolate ao leite contenha uma combinação de açúcar e gordura que ativa o sistema de recompensa do cérebro, levando ao desejo aumentado por esse tipo de alimento, não se trata de um vício químico como o causado por substâncias psicoativas. Trata-se, na verdade, de um comportamento alimentar com forte componente emocional.

 

3. Chocolate amargo é mais saudável que o ao leite – Verdade

Por conter maior concentração de cacau, o chocolate amargo apresenta níveis mais altos de compostos bioativos, como os flavonoides, que têm ação antioxidante e anti-inflamatória. Esses componentes estão associados a benefícios cardiovasculares e ao controle da pressão arterial.

 

4. Chocolate branco não é chocolate de verdade – Verdade

A versão branca é composta basicamente por manteiga de cacau, açúcar e leite, sem a presença da massa de cacau — onde se concentram os antioxidantes e os principais benefícios nutricionais. Por isso, nutricionalmente, é considerada inferior às demais versões com massa de cacau.

 

5. Comer chocolate todos os dias faz mal – Depende

O consumo diário de pequenas porções, como 20 gramas por dia, não apresenta riscos à saúde da maioria das pessoas. Os malefícios estão, principalmente, no consumo em excesso.

 

6. Chocolate melhora o humor porque libera serotonina – Mito

Apesar de conter precursores da serotonina, como o triptofano, e outros compostos que estimulam a liberação de endorfina e dopamina, o chocolate não eleva de maneira significativa os níveis de serotonina. A sensação de prazer está mais ligada ao estímulo sensorial e emocional proporcionado durante o consumo.

 

7. Pessoas com diabetes não podem comer chocolate – Mito

Pessoas com diabetes podem, sim, consumir chocolate, desde que com moderação. O ideal é optar por versões com maior teor de cacau e menor quantidade de açúcar, como os chocolates Diet. A porção e o momento do dia também devem ser controlados para evitar impactos no controle glicêmico.

 

8. Chocolate Diet é sempre mais saudável – Mito

Apesar de ser isento de açúcar, o chocolate Diet geralmente apresenta maior quantidade de gordura para manter sabor e textura, o que pode resultar em um produto mais calórico do que o chocolate tradicional.

 

9. Chocolate ajuda na saúde do coração – Verdade

Os flavonoides presentes no cacau contribuem para a saúde cardiovascular, por melhorarem a função endotelial, reduzirem a pressão arterial e oferecerem efeito antioxidante.

 

10. Crianças devem evitar chocolate completamente – Mito

Embora a alimentação infantil deva priorizar alimentos naturais e pouco processados, o consumo moderado e ocasional de chocolate não representa problema para a maioria das crianças. O importante é que o doce não se torne frequente nem substitua alimentos mais nutritivos.

 

Portanto, neste 7 de julho, nada mais justo do que comemorar a data com um pouco mais de informação — e um pedacinho de chocolate, com moderação. Afinal, quando bem escolhido e consumido com consciência, o chocolate pode ser um aliado tanto do paladar quanto da saúde. 

 

Letícia Mariano Bravo - Nutricionista formada pela Universidade Católica de Santos (Unisantos) em 2020, Letícia Mariano Bravo é pós-graduada em Emagrecimento, Metabolismo e Esportes. Com experiência sólida na área clínica, atuou por dois anos em uma clínica especializada no tratamento de obesidade e compulsão alimentar, onde aprofundou seus conhecimentos no acompanhamento de pacientes com foco em saúde e qualidade de vida. Atualmente, Letícia une sua vivência clínica e esportiva para oferecer um atendimento personalizado, com ênfase na construção de uma rotina alimentar saudável, equilibrada e sustentável. Seu trabalho é pautado na escuta atenta, na ciência da nutrição e no respeito à individualidade de cada paciente.


Alimentação inteligente: os benefícios do brócolis e do alho para o corpo ativo

Na correria do dia a dia, Bio Ritmo e Grano mostram como escolher ingredientes funcionais pode melhorar a saúde e otimizar resultado

 

Frequentes nas refeições do dia a dia, o brócolis e o alho se destacam por seu valor nutricional e pelas propriedades funcionais que oferecem. Ambos são fontes de fibras e minerais importantes para o organismo, com efeitos que contribuem para o funcionamento do sistema imunológico, digestivo e cardiovascular, além de auxiliarem em processos metabólicos essenciais.

Além disso, para quem preza pela praticidade sem deixar de lado uma alimentação saudável, uma ótima opção é consumir vegetais congelados. O brócolis e o alho, por exemplo, são congelados logo após a colheita, preservando seus nutrientes e se tornando aliados perfeitos para quem leva uma rotina agitada, especialmente praticantes de atividades físicas. 

O brócolis, por exemplo, é rico em vitaminas A, C, K e do complexo B, além de conter cálcio, ferro e potássio. Esses nutrientes atuam diretamente no fortalecimento do sistema imunológico, na manutenção da saúde óssea e na melhora da disposição e energia ao longo do dia, aspectos fundamentais para quem busca mais performance em treinos e rotinas ativas. 

De acordo com Fúlvia Hazarabedian, nutricionista chefe do programa de nutrição da Bio Ritmo – rede de academias premium –, o brócolis pode ser um bom aliado para quem mantém uma rotina ativa de treinos. “Por ter tantos nutrientes positivos, pode ser consumido tanto antes como depois da atividade física. Só é preciso cautela no caso de pessoas com hipotireoidismo, pois esse vegetal pode interferir na absorção de iodo. Outro ponto de atenção é que, por conter fibras insolúveis, pode causar flatulência”, explica a especialista. 

Já o alho é tradicionalmente reconhecido por suas propriedades bioativas. Contém compostos sulfurados como a alicina, que apresentam efeito anti-inflamatório e antimicrobiano. O alimento também é associado à regulação da pressão arterial e à redução do colesterol, além de ser estudado por seu potencial preventivo em relação a doenças cardiovasculares. 

No entanto, manter uma alimentação equilibrada e rica em nutrientes pode ser um desafio diante da correria do dia a dia. Cozinhar do zero exige tempo, planejamento e ingredientes sempre frescos, o que nem sempre é possível. É nesse cenário que os vegetais congelados ganham destaque como uma solução prática, sem abrir mão da qualidade nutricional. 

Um ponto importante, muitas vezes subestimado, é que os vegetais congelados podem conservar mais nutrientes do que os frescos disponíveis no varejo. Diversos estudos, como o realizado pela Frozen Food Foundation, em parceria com a Universidade da Geórgia, revelam que o valor nutritivo de legumes congelados pode ser superior ao dos frescos armazenados. “Há uma preservação muito maior de vitaminas e minerais, e os antioxidantes naturais. Isso acontece porque os alimentos são colhidos no auge do frescor e imediatamente congelados, impedindo a perda de nutrientes que normalmente ocorre durante o transporte e o armazenamento prolongado dos produtos ‘in natura’", explica Michele Funari, diretor de vendas e marketing da Grano Alimentos. 

Além disso, o congelamento adequado inibe a ação de enzimas que degradam os nutrientes, garantindo que o consumidor tenha acesso a um alimento saboroso, com textura preservada e, muitas vezes, com mais vitaminas do que sua versão "in natura". Essa é uma solução prática para quem busca uma alimentação balanceada, rica em nutrientes e compatível com um estilo de vida dinâmico, voltado ao desempenho e bem-estar. 

Ambos os alimentos podem ser facilmente incorporados ao cardápio cotidiano por meio de receitas práticas e saborosas. O brócolis, por exemplo, é frequentemente utilizado em pratos como lasanha de legumes, massas integrais ao molho pesto, risotos e omeletes. Já o alho é ingrediente central em refogados, caldos, molhos e marinadas, além de compor preparos como arroz com alho, legumes assados e até patês caseiros. 

A combinação dos dois ingredientes também é bastante comum na culinária mediterrânea, que preza por preparos simples e nutritivos. A versatilidade de brócolis e alho permite explorar sabores diversos e manter uma alimentação equilibrada sem abrir mão do prazer à mesa. A orientação de um profissional de nutrição é sempre recomendada para avaliar as quantidades e formas de preparo mais adequadas a cada perfil.
 

Grano Alimentos

Bio Ritmo


Comer massa faz bem para o humor, aponta nova pesquisa realizada na Itália

Estudo revela impacto emocional positivo da massa, especialmente em momentos de convívio social 

 

 Pesquisas recentes conduzidas na Itália pela Università Cattolica del Sacro Cuore, com apoio do Grupo Barilla, exploraram os efeitos psicológicos e emocionais do consumo de macarrão. A equipe de pesquisa, liderada pelo professor Francesco Pagnini, psicólogo clínico com passagens anteriores pela Universidade de Harvard, investigou a relação entre o consumo de macarrão e o bem-estar emocional. Os resultados, publicados na revista Food Science & Nutrition, sugerem que o consumo de macarrão está associado ao aumento da felicidade, redução do estresse e melhora na qualidade de vida em geral.

O estudo, intitulado "Pasta, what a feeling! A multi-method study on the relationship between pasta consumption and happiness" ("Macarrão, que sentimento! Um estudo multimétodo sobre a relação entre o consumo de macarrão e a felicidade"), utilizou um desenho observacional para examinar os efeitos emocionais e psicológicos únicos do macarrão. Diferente de outros alimentos, o estudo — com foco no mercado italiano — revelou que o macarrão parece aumentar a felicidade e reduzir o estresse, especialmente quando consumido em ambientes sociais, como jantares em família ou encontros com amigos.

A primeira parte da pesquisa envolveu uma amostra de 1.532 participantes italianos. Os dados foram coletados por meio de questionários e revelaram que:

  • 41% dos entrevistados associam o macarrão à família,
  • 21% a emoções positivas,
  • 10% ao prazer de comer macarrão,
  • e 7% ao conforto e relaxamento.

“Nossa pesquisa indica que o simples ato de compartilhar uma refeição com macarrão pode criar conexões emocionais duradouras e proporcionar conforto como nenhum outro alimento”, afirmou o professor Pagnini.

“Outros alimentos — sejam refeições à base de carboidratos como arroz, pão e pizza, ou outras opções nutricionais, como carne e fast food — não foram associados a um aumento semelhante da felicidade quando consumidos na presença de outras pessoas. Os dados sugerem que a combinação de macarrão e interação social é um impulsionador significativo da felicidade”, completou o professor.

“Este estudo reafirma como o sabor delicioso e as qualidades nutritivas do macarrão podem trazer uma sensação de felicidade à vida cotidiana”, diz Valeria Rapetti, Diretora Global de Nutrição e Bem-Estar do Grupo Barilla. “O estudo capta lindamente como o macarrão une as pessoas, criando momentos de alegria.”


Principais descobertas:

  • O macarrão é uma escolha regular para 44% dos participantes, que o consomem de 2 a 3 vezes por semana; quase 23,9% o consomem diariamente.
  • O macarrão está ligado a sensações de saciedade (34%), satisfação (29%) e felicidade (10%).
  • As associações emocionais incluem família (41%), emoções positivas (21%) e conforto (7%).
  • O consumo de macarrão está associado à redução de emoções negativas, menor estresse e aumento da atenção plena (mindfulness).
  • Comer macarrão em um contexto social aumenta significativamente a felicidade.

O macarrão se destaca como mais do que um alimento básico: é um importante contribuinte para o bem-estar emocional. O estudo ressalta a importância de considerar as dimensões psicológicas e sociais do consumo alimentar.

 


Barilla - Para mais informações, visite o site. Twitter: @barillagroup; LinkedIn: Barilla Group; Instagram: @barillapeople.



Da farinha à fatia, como fazer a melhor pizza

Chef Claudia Genaro ensina o 'pulo do gato' 

 

Crocância na borda, molho equilibrado, cobertura bem distribuída e massa no ponto ideal. Fazer a pizza perfeita pode parecer uma missão difícil, mas com algumas técnicas certeiras, o resultado pode surpreender mesmo fora de uma pizzaria profissional. Para celebrar o Dia da Pizza, comemorado em 10 de julho, a chef Claudia Genaro, do Instituto Gourmet Brasil, compartilha dicas valiosas para transformar a cozinha de casa em uma verdadeira pizzaria artesanal.


A massa é a base de tudo

Segundo a especialista, o pulo do gato começa na escolha dos ingredientes: “Uma boa farinha, de preferência tipo 00, garante leveza e elasticidade. O ideal é deixar a massa fermentar lentamente, por pelo menos 24 horas, para desenvolver sabor”. A água deve ser gelada e o fermento, usado em pequena quantidade, apenas o suficiente para iniciar o processo de fermentação.


Molho caseiro é o segredo

Nada de molhos prontos. A chef recomenda fazer o próprio molho usando tomates pelados ou frescos, apenas triturados com um toque de sal, azeite e manjericão. Para ‘despelar’ os tomates, basta colocá-los em água fervente até que a pele comece a rachar. Com isso, a pele sairá facilmente em água corrente.


Recheio na medida certa

Para garantir um resultado harmônico, Genaro recomenda não exagerar nas quantidades, pois menos é mais, já diz o ditado. Uma boa muçarela de qualidade, um toque de parmesão e ingredientes frescos fazem toda a diferença. Evite misturar muitos sabores e texturas na mesma pizza.


E o forno?

Outro ponto crucial para a pizza perfeita é a temperatura do forno. Segundo a chef, o ideal seria um forno a lenha, mas no forno doméstico dá para chegar num bom resultado com uma pedra refratária ou uma assadeira pré-aquecida. O importante é que o forno esteja ao máximo de sua para garantir crocância e evitar que a massa fique borrachuda.


Últimos detalhes

Após assada, a pizza pode ganhar toques finais que fazem toda a diferença, como folhas frescas de manjericão, azeite trufado ou um fio de mel picante em pizzas salgadas são ótimos para surpreender.

Claudia Genaro também destaca que fazer pizza pode ser uma experiência divertida e afetiva, especialmente em família. “É uma ótima oportunidade de reunir as pessoas, criar sabores personalizados e descobrir a alegria de preparar algo com as próprias mãos”, conclui.

Neste Dia da Pizza, o convite está feito: coloque a mão na massa e descubra o prazer de criar a pizza perfeita.

  


Instituto Gourmet Brasil

Sopa é janta? Especialista explica benefícios do prato e como incluir nas refeições de forma saudável


No inverno, sopas e caldos ganham espaço à mesa, mas é preciso atenção aos ingredientes para que a refeição seja realmente nutritiva

 

Com a queda das temperaturas, muitas pessoas recorrem às sopas e caldos para aquecer o corpo e saciar a fome no jantar. Mas será que a sopa pode substituir uma refeição completa? Segundo o Dr. Daniel Magnoni, nutrólogo da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, a resposta é sim. “A sopa pode ser considerada uma boa opção para o jantar. Ela contém líquidos, proteínas, carboidratos e minerais importantes, dependendo de como for preparada. É janta, sim”, afirma o Dr. Daniel. 

Para garantir que o consumo de sopas seja um hábito saudável, a escolha dos ingredientes faz diferença. O mais importante é evitar o excesso de sal, que costuma aparecer em caldos e sopas prontos ou em temperos ultraprocessados. Além disso, é fundamental consumir em um volume adequado, evitando exageros, e preferir preparações caseiras com alimentos naturais. 

A sopa pode ser nutritiva ao incluir cortes magros de proteínas e uma variedade de legumes e verduras no preparo. “Todos os legumes e vegetais podem ser utilizados. É importante preparar o caldo com o cozimento de uma proteína como peixe, frango ou carne com pouca gordura, como por exemplo patinho, maminha e coxão duro, para extrair nutrientes de todos os alimentos”, orienta Magnoni. Entre os melhores ingredientes para enriquecer a sopa, o médico recomenda vegetais de folhas, cenoura, abóbora, chuchu e batata, sempre em equilíbrio para manter um prato leve.

Por outro lado, alguns cuidados são necessários na hora de servir. “Evite colocar pão, torradas ou croutons, que acrescentam calorias e carboidratos em excesso à refeição. Também não é indicado o uso de pimentas em grande quantidade, pois podem irritar o trato gastrointestinal. Prefira ervas aromáticas e utilize gorduras boas, como azeite de oliva, canola ou óleo de soja, mas em pouca quantidade”, completa o nutrólogo.

Combinando alimentos frescos e preparos caseiros, as sopas e caldos se tornam opções práticas e completas para o jantar, especialmente nos dias frios. Além de contribuírem para a hidratação do corpo, podem fornecer energia e nutrientes necessários para a rotina, sem abrir mão de sabor e leveza na hora de dormir.

  

Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo



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