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sexta-feira, 8 de novembro de 2024

Confira 10 museus para visitar de metrô em São Paulo

Explore a cultura e a história da cidade de forma fácil, utilizando as linhas vermelha, amarela, azul e verde do metrô
 

São Paulo é uma cidade com uma incrível rota cultural para todos os gostos e com todos os formatos de arte. Museus e centros culturais estão localizados em diversos pontos, alguns até mesmo dentro ou próximos às estações de metrô, e com atividades gratuitas para promover a democratização da cultura e facilitar o deslocamento dos visitantes. 

Confira 10 dicas para conhecer:

 

Museu da Diversidade Sexual - Estação República

Endereço: Metrô República

O Museu da Diversidade Sexual fica na estação República (linha vermelha), e é destinado à memória, à arte, à cultura, ao acolhimento e à valorização da vida comunidade LGBTQIA+. O espaço conta com exposições, cursos, clube do livro, passeios, rodas de conversa, exibição de curtas, entre outras atividades. Todas as atividades são gratuitas.

 

Museu Achados e Perdidos - Estação Sé

Endereço: Praça da Sé - Sé

Recentemente, com o objetivo de promover seu novo posto de objetos achados e perdidos, o Metrô criou um pequeno museu com itens inusitados perdidos nos trens e estações ao longo dos anos. Livros, instrumentos musicais, cadeira de rodas, prótese de perna e outros artefatos podem ser encontrados no acervo.

 

Memorial da América Latina - Estação Barra Funda

Endereço: Av. Mário de Andrade, 664 - Barra Funda

Ao lado da estação Barra Funda, o espaço conta com exposições de artistas de toda a América Latina, biblioteca com acervo histórico latinoamericano, auditório disponível para concertos, peças de teatro e exibição de filmes. O Memorial tem até mesmo um grande espaço aberto para shows e eventos grandiosos.

 

Museu da Imigração - Estação Bresser Mooca

Endereço: Rua Visc. de Parnaíba, 1316 - Mooca

O Museu está a dez minutos andando da estação Bresser-Mooca e preserva a história das pessoas que chegaram ao Brasil por meio da Hospedaria de Imigrantes do Brás, e o relacionamento construído com as diversas comunidades representativas da cidade e do estado de São Paulo. Tem um jardim onde acontecem programações culturais e outros espaços vintages, como a cafeteria.

 

Museu da Língua Portuguesa - Estação da Luz

Endereço: Praça da Luz, s/nº - Centro Histórico de São Paulo

Localizado na Praça da Luz, o museu conta com exposições interativas dedicadas à história da língua portuguesa, exibições de filmes, contação de histórias e poesias, e outras atividades como brincadeiras para crianças e encontros temáticos especiais. É gratuito aos finais de semana.

 

Pinacoteca - Estação da Luz

Endereço: Praça da Luz, 2 - Luz

Também localizada na região da Praça da Luz, a Pinacoteca tem diversas exposições de pinturas, instalações, esculturas, e outros tipos de expressões artísticas. Além disso, o museu organiza palestras, workshops e projetos visuais. Os ingressos custam a partir de R$15.

 

Museu da Arte Sacra - Estação Tiradentes

Endereço: Av. Tiradentes, 676 - Luz

Cerca de 3 minutos andando da estação Tiradentes, o Museu da Arte Sacra tem em seu acervo diversos objetos religiosos, incluindo quadros, estátuas, vestimentas, livros raros, e grandes instalações, como o presépio napolitano. Ingressos a partir de R$3.

 

Centro Cultural Liceu de Artes e Ofícios - Estação Tiradentes

Endereço: Rua da Cantareira, 1351 - Luz

Localizado na instituição de ensino Liceu de Artes e Ofícios, também próximo à estação Tiradentes, o Centro Cultural tem uma exposição permanente com uma linha do tempo com a história do Liceu, mostrando como a escola-indústria ajudou na construção de alguns ícones de São Paulo.

 

MASP - Estação Trianon Masp

Endereço: Av. Paulista, 1578 - Bela Vista

O Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand fica no coração da Avenida Paulista, trazendo grandes exposições de arte, livros, fotografias, espetáculos, eventos, instalações, cursos e muita história. Os ingressos custam a partir de R$35.

 

Casa das Rosas - Metrô Brigadeiro

Endereço: Av. Paulista, 37 - Bela Vista

Dentro de uma grande mansão, também na Avenida Paulista, a Casa das Rosas promove a democratização da poesia e da literatura, oferecendo cursos, oficinas de criação, palestras, rodas de debates, lançamentos de livros, apresentações literárias e musicais, saraus, peças de teatro, exposições, entre outras atividades.

 

Sobre o Museu da Diversidade Sexual

O Museu da Diversidade Sexual de São Paulo, é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, destinada à memória, arte, cultura, acolhimento, valorização da vida, agenciamento e desenvolvimento de pesquisas envolvendo a comunidade LGBTQIA+ - contemplando a diversidade de siglas que constroem hoje o MDS – e seu reconhecimento pela sociedade brasileira. Trata-se de um museu que nasce e vive a partir do diálogo com movimentos sociais LGBTQIA+, se propõe a discutir a diversidade sexual e de gênero e tem, em sua trajetória, a luta pela dignidade humana e promoção por direitos, atuando como um aparelho cultural para fins de transformação social.

 


Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo  



Especialista explica como a neuroeducação está transformando a inclusão e o aprendizado na infância

Ciência ajuda a reconhecer que cada aluno é único e tem habilidades e formas diferentes de aprender 

 

A neuroeducação, área de estudo que une neurociência e educação, vem abrindo portas para que todas as crianças, independentemente de suas habilidades individuais, possam se desenvolver em ambientes educacionais. A abordagem oferece orientações valiosas para educadores e pais, sugerindo caminhos mais eficazes e compreensivos para educar os pequenos.

No artigo "Neuroeducation: A Critical Overview of an Emerging Field", a neuroeducação é abordada como um campo essencial para a personalização do ensino. Baseada em padrões neurais individuais, técnicas para aumentar a retenção de memória, e estratégias para desenvolver habilidades cognitivas e emocionais nas crianças, ela fornece ferramentas que ajudam a transformar as abordagens pedagógicas.

De acordo com Mara Duarte, neuropedagoga e gestora da Rhema Neuroeducação, que atua na formação de professores de educação infantil e tem como objetivo levar transformação ao mundo da educação através do conhecimento da neuroeducação, neurodiversidade e inclusão, a Neuroeducação traduz os conceitos da neurociência em estratégias práticas. “Isso inclui o uso de métodos de ensino com base em evidências, como a aprendizagem baseada em projetos, aprendizagem cooperativa e ensino multimodal”, explica. 


Cada aluno é único e precisa ter sua diversidade respeitada

Segundo Mara, a questão mais importante a ser considerada é que cada aluno é único e tem habilidades, interesses e estilos de aprendizagem diferentes. Para a especialista, a Neuroeducação ajuda a reconhecer e respeitar essa diversidade. “Considerando as diferenças individuais no processamento da informação, motivação e regulação emocional, os educadores podem pensar em ambientes de aprendizagem mais inclusivos e estimulantes para os estudantes”, diz ela.

O estudo da neuroeducação permite, segundo a especialista, que os educadores criem práticas que desenvolvam habilidades cognitivas e apoiem o bem-estar emocional das crianças. “Essa área ajuda o educador a entender o papel da motivação e da curiosidade no aprendizado cerebral”, explica Mara. 

A gestora ressalta que a educação precisa ser personalizada para atender às necessidades específicas de cada aluno. “Com isso, é possível criar estratégias que melhorem a atenção, a memória, o pensamento crítico e que, acima de tudo, promovam um ambiente de aprendizado inclusivo”, finaliza.   



Mara Duarte da Costa - neuropedagoga, psicopedagoga, diretora pedagógica da Rhema Neuroeducação. Além disso, atua como mentora, empresária, diretora geral da Fatec e diretora pedagógica e executiva do Grupo Rhema Neuroeducação. As instituições já formaram mais de 80 mil alunos de pós-graduação, capacitação on-line e graduação em todo o Brasil. Para mais informações, acesse instagram.com/maraduartedacosta.


Rhema Neuroeducação
https://rhemaneuroeducacao.com.br/


Empreendimentos comerciais avançam para o futuro com inovação e conectividade

Flexibilidade e produtividade ditam o novo padrão nos espaços construídos

 

Os empreendimentos corporativos estão passando por uma transformação para atender às novas demandas de empresas e profissionais. Os espaços de trabalho mais modernos, agora, priorizam flexibilidade, conectividade e soluções que promovem a produtividade e o bem-estar dos colaboradores.

De acordo com a Pesquisa Global de Tecnologia Imobiliária de 2023 da JLL, a inteligência artificial (IA) e a IA generativa estão entre as três principais tecnologias que devem ter o maior impacto na indústria imobiliária nos próximos três anos, segundo investidores, incorporadores e ocupantes corporativos. Isso destaca a crescente importância de integrar tecnologias avançadas nos ambientes de trabalho para melhorar a eficiência e a adaptabilidade.

Diogo Zambetta, engenheiro civil e co-fundador da Zambetta Empreendimentos, observa que a flexibilidade no design dos espaços comerciais tornou-se essencial. “Hoje, as empresas buscam ambientes que possam se adaptar ao crescimento e às mudanças internas. Espaços versáteis favorecem tanto a colaboração quanto a privacidade, conforme a necessidade do momento”, explica.


Espaços que impulsionam o encontro

A conectividade e a integração de tecnologias são fundamentais nos novos empreendimentos comerciais. Soluções como redes Wi-Fi de alta velocidade, ambientes equipados para videoconferências e sistemas de automação já são padrão. Esses elementos aumentam a produtividade e criam um ambiente propício à inovação.

Zambetta destaca que a tecnologia integrada deixou de ser um diferencial e tornou-se uma necessidade. “Quando a conectividade é pensada desde o início, o empreendimento facilita uma colaboração mais ágil e uma adaptação rápida das empresas a qualquer mudança. Afinal, estamos falando de um espaço onde as pessoas passam boa parte de seu tempo. Ele deve ser, antes de tudo, funcional e pensado para quem o ocupa”, comenta o especialista.

Além disso, a flexibilidade de layout permite que os espaços sejam adaptados para diferentes atividades. Salas de reuniões que se transformam em áreas de convivência e estações de trabalho móveis são exemplos de como o design flexível se tornou prioridade, criando ambientes dinâmicos que atendem a diversas formas de trabalho.


A sustentabilidade como pilar essencial

A sustentabilidade também ganhou destaque nos projetos comerciais atuais. Soluções como iluminação natural, sistemas de ventilação inteligente e o uso de materiais ecológicos visam não apenas à economia de energia, mas também ao conforto e à saúde dos ocupantes.

Zambetta enfatiza que a sustentabilidade deve estar presente desde a fase de planejamento. “Criar ambientes sustentáveis é um investimento com retorno a longo prazo. As empresas percebem que investir em soluções sustentáveis não é apenas uma questão de economia, mas também uma maneira de oferecer um ambiente mais saudável e motivador para os colaboradores”, pontua.

Com o cenário corporativo em constante evolução, os empreendimentos comerciais devem continuar se adaptando para atender às expectativas das empresas e seus colaboradores. A flexibilidade é um dos aspectos que lideram essa transformação, proporcionando um novo conceito de espaço de trabalho.

No futuro, segundo Zambetta, essa evolução deve continuar ampliando os horizontes dos espaços comerciais. “O que estamos vendo hoje é só o início de uma transformação profunda. Os empreendimentos do futuro vão buscar, cada vez mais, equilibrar inovação tecnológica e bem-estar, criando ambientes que sejam produtivos e acolhedores ao mesmo tempo”, finaliza o especialista. 



Diogo Zambetta - engenheiro civil com ampla experiência no desenvolvimento imobiliário. Co-fundador e Diretor Técnico da Zambetta Empreendimentos, o foco do especialista é na incorporação de empreendimentos residenciais e comerciais de alto padrão. Ao longo de sua trajetória, Diogo esteve à frente de projetos que combinam inovação tecnológica e arquitetura de excelência, destacando-se pela criação de espaços urbanos que promovem qualidade de vida e sustentabilidade.
Para mais informações, visite o Linkedin.



Zambetta Empreendimentos
Para mais informações, visite o site ou o Instagram.

 

Cinco dicas para prevenir acidentes com elevadores em hospitais

Acidentes envolvendo elevadores ganharam evidência em 2024 devido a diversos casos noticiados — alguns com resultados fatais — que destacaram a necessidade de mais atenção aos serviços de manutenção, ao estado dos aparelhos e da necessidade de peças de qualidade nos equipamentos para oferecer maior segurança aos usuários.

Uma das situações mais graves ocorreu no Rio de Janeiro, no hospital municipal Salgado Filho, no dia 30 de junho de 2024, quando um paciente perdeu a vida após ficar preso no elevador do prédio, enquanto estava sendo transferido de andar. A vítima tinha uma doença crônica e havia acabado de passar por uma reanimação cardiorrespiratória.

Ainda neste ano, um hospital em Brasília teve diversas denúncias recentes de servidores públicos e pacientes de que os elevadores estão frequentemente quebrados e em manutenção. Há seis equipamentos do tipo, mas que desde junho estariam apresentando problemas nas operações. Em julho deste ano, um profissional perdeu a vida enquanto fazia a manutenção de um elevador no Hospital da Restauração na área central do Recife. No mesmo mês, cinco pessoas ficaram feridas após o elevador do Hospital das Clínicas em Salvador despencar.

Diante desses incidentes, é essencial que os administradores de hospitais adotem medidas proativas para garantir a segurança de pacientes, profissionais e visitantes. Porém, também cabe ao usuário do dia a dia estar atento e seguir boas práticas para evitar acidentes.

Responsabilidade do usuário

Para quem utiliza elevadores frequentemente (em hospitais ou em outros locais), além de ter atenção ao estado dos aparelhos, também é válido conhecer algumas dicas valiosas que podem fazer a diferença nos momentos mais críticos.

1.   Prestar atenção: É importante verificar se o elevador está realmente parado no respectivo andar. Ficar no celular pode tirar o foco sobre o meio de transporte a frente, então vale evitar;

2.   Respeitar os limites: Todo elevador tem um limite de quantidade de pessoas e de peso. Ultrapassar o número indicado pode fazer com que o equipamento apresente falha nessa condição;

3.   Aguardar pelo técnico: É comum querer sair por conta própria ou forçar a porta quando o elevador fica travado. Entretanto, especialistas afirmam que essa não é uma boa ideia e o correto é usar o botão de emergência e esperar por ajuda;

4.   Observar o nivelamento: O correto é que o elevador fique nivelado ou no máximo a um centímetro e meio de diferença do piso, caso contrário, algo pode estar errado. Se verificar essa condição, é válido acionar imediatamente o responsável do prédio;

5.   Observar sons e movimentos: Se o equipamento está fazendo barulhos estranhos ou se há trepidações incomuns, é válido contatar a manutenção.


Importância da Manutenção Preventiva e da Modernização dos Equipamentos

Vale lembrar que a ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) recomenda que todo elevador receba manutenção preventiva mensalmente. Essa recomendação é ainda mais crucial quando consideramos que a maioria dos elevadores no Brasil é antiga, com mais de 500 mil unidades em operação, das quais cerca de 70% têm mais de 20 anos. A idade avançada desses equipamentos aumenta a necessidade de manutenção regular para garantir a segurança e o bom funcionamento.

Com tudo isso em mente, cabe às autoridades reforçar o cumprimento das regras para que os acidentes se tornem cada vez mais raros no país. É indispensável contar com produtos de qualidade que atendem às mais variadas normas técnicas, além de oferecerem o melhor em modernidade e tecnologia.

Para os usuários, uma vigilância constante ao lado de uma cobrança recorrente são pontos valiosos para garantir maior velocidade no atendimento de chamadas e melhor desempenho na manutenção por parte de quem fornece o serviço. No fim das contas, todos estão juntos neste desafio.

 

Sergio Cardoso - consultor técnico da Schmersal, empresa fornecedora de sistemas de segurança para elevadores.


3 habilidades mais procuradas na hora de contratar líderes em 2025

Pesquisa da Robert Half revela características e habilidades que serão necessárias para ser contratado ou se manter no emprego no Brasil


Com a proximidade do final do ano e o mercado de trabalho passando por rápidas transformações, as empresas estão reavaliando o que realmente importa na hora de escolher seus líderes. A mais recente pesquisa da Robert Half revela que, em 2025, as companhias estarão focadas em contratar profissionais de liderança que apresentem um conjunto específico de habilidades. Essas competências serão decisivas não só para conquistar uma vaga, mas também para garantir longevidade nas posições de chefia em áreas como tecnologia, finanças, marketing e recursos humanos.

Segundo a neurocientista especialista em desenvolvimento humano, Alessandra Gasparini, 2025 será um ano ainda mais desafiador, porque as empresas buscam não apenas por habilidades técnicas, mas sim por líderes que saibam lidar com os desafios de forma humana: "Quem conseguir combinar inteligência emocional, comunicação eficaz e adaptabilidade terá mais chances de prosperar. Essas habilidades são essenciais para liderar equipes em um mercado que exige flexibilidade e visão estratégica”, afirma a especialista em desenvolvimento humano.


Confira as três habilidades que serão essenciais para os líderes do futuro segundo a última pesquisa da Robert Half:


1. Inteligência emocional

Com 78% dos líderes brasileiros afirmando que a saúde mental das equipes será uma prioridade em 2025, segundo a pesquisa da Robert Half, a inteligência emocional (IE) se destaca como a habilidade mais valorizada. Os profissionais de liderança precisam ser capazes de identificar e gerenciar suas próprias emoções, além de entender e influenciar as emoções dos outros. A capacidade de empatia e controle emocional permitirá aos líderes criar ambientes de trabalho mais saudáveis e produtivos, promovendo a colaboração e a motivação.

“As empresas estão percebendo que líderes emocionalmente inteligentes têm equipes mais engajadas e resilientes, o que leva a resultados mais consistentes no longo prazo”, afirma Alessandra Gasparini, especialista em desenvolvimento de líderes. “A capacidade de gerenciar crises emocionais e manter a calma em momentos de pressão será um dos fatores mais buscados pelas organizações.” Cuidar e manter a saúde emocional das equipes será uma premissa para uma boa liderança.


2. Comunicação clara e assertiva

A habilidade de comunicação é outro item que aparece no topo da lista. Em um ambiente cada vez mais híbrido e digital, onde reuniões online e equipes remotas são a norma, os líderes precisam se comunicar de forma precisa, sucinta, porém clara e eficaz. Isso não se trata apenas de transmitir informações, mas de conseguir gerar conexão emocional, inspirar, engajar e garantir que todos os membros da equipe estejam alinhados com os objetivos da organização.

A pesquisa da Robert Half indica que 67% das empresas estão priorizando a contratação de líderes que dominem a comunicação assertiva, especialmente necessárias em momentos de mudanças e incertezas. “A capacidade de um líder em comunicar-se bem impacta diretamente a performance da equipe. Quando há clareza e transparência, o time se sente mais seguro e consegue manter a boa capacidade de tomar decisões e inovar”, explica Alessandra.


3. Adaptabilidade e mentalidade ágil

Com o avanço das tecnologias e a constante mudança no mercado de trabalho, a adaptabilidade será uma habilidade crucial para os líderes de 2025. As empresas estão buscando profissionais que consigam ajustar suas estratégias rapidamente, sem perder de vista os objetivos de longo prazo. A mentalidade ágil, que envolve a capacidade de aprender coisas novas e implementá-las em prol das mudanças, promovendo a inovação contínua, será um diferencial. Considera-se aqui também a adaptabilidade em liderar diversas gerações, cada uma com suas motivações e desafios. 

“A adaptabilidade é o que diferencia um líder reativo de um líder proativo”, comenta Alessandra Gasparini. “Os profissionais que estiverem abertos ao aprendizado constante e que conseguirem navegar por cenários complexos com agilidade serão aqueles que se destacarão nas posições de liderança.”


Prefeitura de SP reabre parcelamento em débitos de IPTU, ISS e multas

Freepik

Será possível regularizar os débitos com descontos de até 95% de juros e multas e até 75% de honorários advocatícios. Veja os detalhes

 

A Prefeitura de São Paulo reabriu nesta semana as inscrições para o Programa de Parcelamento Incentivado de 2024 (PPI 2024). Conforme a gestão municipal, a iniciativa permite a regularização de débitos com descontos de até 95% de juros e multas e até 75% de honorários advocatícios.

As adesões poderão ser feitas até 31 de janeiro de 2025 pelo portal Fique em Dia. Clique aqui para participar. "Podem ser incluídos débitos atrasados de Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), Imposto Sobre Serviços (ISS) e multas, dentre outros, inclusive os inscritos em Dívida Ativa", afirma a prefeitura.

Segundo o município, o PPI 2024 permite a regularização de débitos decorrentes de créditos tributários e não tributários, constituídos ou não, inclusive os inscritos em dívida ativa, ajuizados ou a ajuizar, em razão de fatos geradores ocorridos até 31 de dezembro de 2023.

"Não poderão ser incluídos no programa os débitos referentes a obrigações de natureza contratual, infrações à legislação ambiental, ISS do Simples Nacional, multas de trânsito, débitos incluídos em transação celebrada com a Procuradoria Geral do Município e débitos incluídos em PPI anteriores ainda não rompidos", reforça o município.

Os contribuintes poderão aderir ao PPI 2024 em três faixas de descontos diferentes, de acordo com o número de parcelas mensais selecionadas: - Parcela única; de 2 a 60 parcelas; e de 61 a 120 parcelas.

No caso dos contribuintes que optarem pelo pagamento parcelado, eles deverão arcar com o pagamento de parcelas mensais, iguais e sucessivas, sendo que o valor de cada parcela, por ocasião do pagamento, será acrescido de juros equivalentes à taxa Selic.

Os valores mínimos estabelecidos para cada parcela são de R$ 50 para pessoas físicas e R$ 300 para pessoas jurídicas. "A formalização do pedido de ingresso no PPI 2024 implica o reconhecimento dos débitos nele incluídos", afirma a Prefeitura.

Em relação aos débitos tributários, o PPI 2024 oferece:

- Redução de 95% do valor dos juros de mora, de 95% da multa e, quando o débito não estiver ajuizado, de 75% dos honorários advocatícios, na hipótese de pagamento em parcela única;

- Redução de 65% do valor dos juros de mora, de 55% da multa e, quando o débito não estiver ajuizado, de 50% dos honorários advocatícios, na hipótese de pagamento em até 60 parcelas;

- Redução de 45% do valor dos juros de mora, de 35% da multa e, quando o débito não estiver ajuizado, de 35% dos honorários advocatícios, na hipótese de pagamento em 61 a 120 parcelas.

Em relação aos débitos não tributários, o PPI 2024 oferece: - Redução de 95% do valor dos encargos moratórios incidentes sobre o débito principal e, quando o débito não estiver ajuizado, de 75% dos honorários advocatícios, na hipótese de pagamento em parcela única;

- Redução de 65% do valor atualizado dos encargos moratórios incidentes sobre o débito principal e, quando o débito não estiver ajuizado, de 50% dos honorários advocatícios, na hipótese de pagamento em até 60 parcelas;

- Redução de 45% do valor dos encargos moratórios incidentes sobre o débito principal e, quando o débito não estiver ajuizado, de 35% dos honorários advocatícios, na hipótese de pagamento de 61 a 120 parcelas.

 



Estadão Conteúdo

Fonte: https://dcomercio.com.br/publicacao/s/prefeitura-de-sp-reabre-parcelamento-em-debitos-de-iptu-iss-e-multas



Alta na Selic prolonga oportunidades de investimentos em renda fixa, diz BB Previdência

Entidades Fechadas de Previdência Complementar têm aproveitado o ciclo para aumentar a liquidez com ativos indexados ao CDI, diz Ricardo Serone, Diretor da instituição

 

O aumento da taxa Selic, para 11,25% ao ano, reflete a preocupação com a inflação corrente e as expectativas inflacionárias, afirma Ricardo Serone, Diretor Financeiro e de Investimentos da BB Previdência. “Essa elevação está diretamente ligada à deterioração da situação fiscal do governo federal, influenciada por uma arrecadação abaixo do esperado e por incertezas sobre o cumprimento do arcabouço fiscal estabelecido”, explica o executivo.

 

Na avaliação de Serone, é esperado que o Banco Central do Brasil sustente uma elevação da taxa de juros suficientemente grande para reforçar o compromisso com a meta de inflação. Por isso, a BB Previdência estima que a Selic seja elevada novamente em mais 0,50 ponto percentual na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), em dezembro, acompanhando, assim, o Boletim Focus, que projeta a taxa em 11,75% ao final de 2024.

 

“Para 2025, o cenário é mais incerto. Contudo, se o horizonte não mudar, é provável que a taxa atinja o intervalo de 12,25% a 12,50% até o meio do ano que vem. O ritmo de desaceleração de preços vai determinar, juntamente com as expectativas de inflação, o efetivo progresso da Selic. A BB Previdência também acompanha a visão do mercado, com um intervalo de confiança para a máxima de 2025 mais largo, de 12% a 13,25%”, observa Serone.

 

O Boletim Focus tem projetado seguidas altas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que poderá atingir 4,59% ao final de 2024, acima do teto da meta, de 4,5%, e bastante distante do centro, de 3%. A inflação tem sido bastante impactada por eventos climáticos, como a seca, e seus efeitos nos preços dos alimentos e da energia elétrica.

 

O Focus também elevou as expectativas para o PIB, de 3,08% para 3,10% em 2024, mais próximo da previsão do Banco Central e do Ministério da Fazenda, de 3,20%; e para o dólar, que avançou de R$ 5,45 para R$ 5,50, em 2024, influenciado especialmente, segundo os analistas, por questões fiscais. Essas projeções, se vingarem, pressionam os índices inflacionários, diz o executivo.

 

Como a Selic pode impactar os planos de previdência

Conforme Serone, o novo ciclo de aumento na Selic prolongou oportunidades importantes de investimentos em Renda Fixa. “As Entidades Fechadas de Previdência Complementar em geral têm aproveitado o ciclo para aumentar a liquidez com ativos indexados ao CDI. O momento também oferece ótimas oportunidades para aplicações de longo prazo em títulos do governo que oferecem proteção contra a inflação e têm taxas historicamente elevadas, porém com volatilidade de curto prazo igualmente alta.”

 

Já o momento preciso para a alocação de recursos em ativos de risco, analisa Serone, segue incerto e condicionado a quedas consistentes na taxa de juros de curto prazo (Selic) e, mais importante, de longo prazo do título do governo.

 



BB Previdência
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Dia Nacional da Alfabetização: um importante momento de reflexão sobre o progresso do país

Para a psicopedagoga e escritora Paula Furtado, o Brasil enfrenta diversos desafios que dificultam o acesso igualitário de ensino de qualidade


Anualmente, a data de 14 de novembro, Dia Nacional da Alfabetização, é comemorada no Brasil sendo um ponto de reflexão para a educação brasileira, e lembra a sociedade que a alfabetização é a mais importante etapa para a real inclusão dos cidadãos, permitindo a disponibilidade a direitos básicos e melhores oportunidades. Além disso, abre possibilidades para o desenvolvimento pessoal, social e econômico, proporcionando um sentimento de pertencimento e autonomia. “A alfabetização vai além de decodificação de símbolos, da simples habilidade de ensinar a ler e a escrever, é o ponto de partida para a construção de habilidades essenciais ao crescimento pessoal e profissional. Permite também uma melhor comunicação e compreensão do mundo ao seu redor e, consequentemente, uma participação mais ativa na comunidade, com a finalidade de assegurar que as pessoas possam alcançar maior segurança financeira e, assim, contribuir para a redução das desigualdades sociais”, assegura a psicopedagoga e escritora Paula Furtado.

Um dos principais avanços da aprendizagem a ser lembrado pela data é a de que nos últimos anos, o Brasil avançou em alguns aspectos. Como por exemplo: houve um aumento na matrícula de crianças no ensino básico impulsionado por programas como o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) que ajudam a manter os alunos nas escolas e iniciativas como o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (PNAIC) que visaram garantir a alfabetização de crianças até os oito anos e capacitar professores.


Sistema Educacional Brasileiro desigual

De acordo com a psicopedagoga, o País se depara com diversos desafios relacionados a fatores sociais, econômicos e estruturais que dificultam a obtenção de um ensino de qualidade. As desigualdades regionais é um exemplo. Enquanto os estados do Sul e Sudeste apresentam melhores índices de desempenho escolar, as regiões Norte e Nordeste enfrentam maiores taxas de evasão escolar. A elevada taxa de analfabetismo no Nordeste destaca a crise de alfabetização, exacerbada pelas desigualdades socioeconômicas que limitam o acesso à educação de qualidade e a valorização do corpo docente e a necessidade de as crianças contribuírem financeiramente para ajudar suas famílias agrava o abandono das aulas. “A insuficiência de financiamento limita também o uso de bons materiais pedagógicos e tecnologia, criando um abismo de oportunidades entre instituições públicas e privadas, e entre regiões mais e menos favorecidas. Sem políticas públicas eficazes e um maior apoio social, esses desafios continuam a dificultar o progresso na alfabetização e perpetuar o ciclo de pobreza e exclusão social”, explica Paula Furtado.

O processo de alfabetização de adultos e crianças tem uma grande aliada: a tecnologia. Segundo Paula, o uso de ferramentas digitais e aplicativos educacionais passou a apoiar o processo de alfabetizar, especialmente durante a pandemia da Covid-19. Softwares e aplicativos oferecem aprendizado personalizado, ajustando a dificuldade conforme o progresso do indivíduo. Jogos e atividades interativas são envolventes e motivadoras. “Essas ferramentas desenvolvem a consciência fonológica e facilitam a prática da escrita, além de incluir recursos de acessibilidade para alunos com deficiências. A tecnologia inclusive, promove atividades colaborativas e reforça a coordenação motora por meio de práticas digitais”, analisa a psicopedagoga Paula.

A parceria entre família e escola, inclusive, deve ser lembrada no Dia Nacional da Alfabetização, pois esse elo é essencial para garantir um futuro mais promissor para as crianças. “Muitos pais não possuem tempo, recursos ou condições pedagógicas adequadas para apoiar o conhecimento dos filhos. No entanto, quando possível, os responsáveis podem colaborar ativamente, atuando como modelos de leitores, acompanhando as tarefas escolares, registrando os avanços e oferecendo atividades lúdicas que promovam o desenvolvimento das habilidades de linguagem”, aconselha Paula. 



Paula Furtado - pedagoga, formada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com especialização em Psicopedagogia, Neuropsicopedagogia, Educação Especial, Arte de Contar Histórias e Arteterapia pelo Instituto Sedes Sapientiae e Leitura e Escrita, também pela PUC-SP. A profissional já trabalhou como professora de Educação Infantil e Ensino Fundamental na rede particular de ensino, e já atuou como assessora pedagógica em escolas públicas e particulares.Paula Furtado atende crianças e adolescentes com dificuldades de aprendizado. Nesta área da educação, a pedagoga ministra cursos para formação de educadores nas instituições de ensino pública e particular e realiza palestras para pais sobre a importância de contar histórias. Como autora, Paula completa seu trabalho escrevendo diversos livros infantojuvenis (100 obras até o momento) e, dentro de suas atuações de jornada literária, também foi coordenadora e supervisora psicopedagógica em diversas publicações infantis (Contos de fadas, Lendas e Folclore) com Girassol Brasil e Mauricio de Sousa. A autora conclui suas atividades escrevendo para diferentes revistas de educação sobre temas pedagógicos, além de trabalhar na criação e patente de Jogos Pedagógicos como: Desafio, Detetive de Palavras, De Olho na Ortografia, dentre outros.
@paulafurtadopf


Avanços e desafios da agricultura regenerativa tropical


O mundo desafia a agricultura a dar segurança alimentar para uma demografia ainda em crescimento, contribuir com emissões negativas para as mudanças climáticas e ainda contribuir com produção com densidade nutricional e qualidade. A agricultura brasileira pode contribuir com essa agenda de forma relevante. Atualmente, o Brasil está entre os 5 maiores produtores de alimentos e é o primeiro colocado na exportação de vários produtos agrícolas. É considerado o mais importante produtor de grãos nos trópicos. Estima-se que a produção agropecuária no Brasil já alimenta mais de 1 bilhão de pessoas no mundo e que as projeções da OCDE-FAO indicam uma ampliação considerável da importância do Brasil no comércio agroalimentar global até 2032. Vários são os motivos que levam a essas importantes conquistas. Podemos citar a contribuição da agricultura industrial através da “revolução verde”, por exemplo. No entanto, muitas vezes a produção de alimentos vegetais e animais, fibras e energia também estão ancoradas em custos ocultos ao meio ambiente: a biodiversidade do sistema, a qualidade do solo agrícola, a saúde das pessoas nas cidades, a saúde dos consumidores finais, o bem-estar animal e das pessoas que trabalham diretamente no campo. Além disso, é conhecido que esse sistema de produção convencional necessita de condições ambientais estáveis para garantir boas produtividades. Ou seja, o sistema convencional é extremamente suscetível às adversidades climáticas, as quais estão se tornando cada vez mais frequentes em diferentes regiões do Brasil. As externalidades negativas do sistema convencional de produção, somadas às suas limitações adaptativas aos extremos climáticos, requerem uma transição regenerativa e novos fundamentos de produção.

Dentro deste contexto de conscientização da sociedade por alimentos com ausência de resíduo químico, com características organolépticas superiores e com maior densidade nutricional, das necessidades de mitigar os efeitos de mudança climática, de garantir a manutenção dos recursos para as gerações futuras, de atender as demandas presentes e de preservar a biodiversidade do sistema produtivo, alguns produtores têm implementado práticas agrícolas bem conhecidas pela Ciência. A novidade é que essas soluções estão sendo adotadas em escala. Essas práticas e técnicas de manejo regenerativo (Fig. 1) são capazes de reduzir significativamente a dependência de insumos importados, a poluição do ambiente, enquanto são capazes de aumentar a eficiência e a resiliência dos sistemas produtivos, permitindo a manutenção de boas produtividades mesmo em períodos prolongados (superior a 60 dias, no caso de grãos) sem chuvas. A evolução das práticas regenerativas permite a melhoria no ambiente de produção com uma melhoria da qualidade do solo como principal capital do agricultor. Estes também começam a prestar serviços ambientais para toda a sociedade, principalmente para as cidades, fornecendo água e alimento de qualidade, bem como mitigando os efeitos climáticos através do abatimento do carbono utilizando insumos de baixa emissão, com os manejos que privilegiam o aumento de carbono orgânico no solo, e ainda permitem o sequestro de carbono de forma permanente através do intemperismo aprimorado de minerais silicáticos, que são utilizados como condicionadores de solo, bioativação do sistema, melhoria da qualidade do solo e fontes de nutrientes. Ao promover e valorizar a biodiversidade através da integração das áreas produtivas com as áreas naturais remanescentes, estes produtores garantem o refúgio de inimigos naturais das pragas e obtêm importantes serviços ecossistêmicos. Além de tudo, por utilizarem insumos e serviços dos seus contextos locais e regionais, compartilham a prosperidade com a sociedade, criando riqueza e oportunidades para a comunidade ao seu redor, atendendo assim aos requisitos ESG (Sustentabilidade Ambiental, Social e de Governança Corporativa - Environmental, Social and Governance, em inglês) em plenitude.

A Agricultura Regenerativa Tropical é um novo modelo de produção agrícola e pecuária que busca a melhoria contínua da saúde do ecossistema produtivo e do uso eficiente de recursos finitos. Baseia-se em uma agricultura de processos, onde diferentes manejos, técnicas e práticas são integradas para obter uma gestão holística do ecossistema.

Desta forma, entende-se como Agricultura Regenerativa Tropical (ART) um conjunto de ações e boas práticas que atuam na recuperação do ecossistema produtivo de forma a deixar um saldo de impactos positivo nas características físicas e químicas do solo, na micro e na macrodiversidade do solo, na resiliência da produção, na redução de resíduos nos produtos, no sequestro de carbono e na melhoria da sociedade local e regional. Esses produtores de alimentos, fibras e energia atuam conscientemente na adoção de manejos e suas práticas que visam promover positivamente o ambiente de produção utilizando recursos e tecnologias acessíveis da forma mais eficiente possível dentro de uma agricultura de processos, em que desafios bióticos e abióticos são equacionados através de manejos realizados em caráter preventivo. Por todas essas características, a ART tem uma forte conexão com o consumidor final, o qual prioriza a regeneração e cura dos agroecossistemas, visando impactos positivos ao ambiente, à cadeia e à sociedade. Com essa missão, os produtores visam criar novas formas de relacionamento com as cadeias de fornecedores de insumos, serviços e equipamentos, bem como de fidelidade com as cadeias de valor e com os consumidores, diferenciando sua produção, seja pela forma de produzir como pela qualidade intrínseca do produto final.

Entre as práticas utilizadas na ATR podemos destacar:

  • Manejo integrado da fertilidade do solo através do uso de remineralizadores, fertilizantes minerais naturais, corretivos e circularidade da matéria orgânica com o processamento adequado de insumos orgânicos, visando a eliminação de patógenos e germinação de plantas daninhas;
  • Rotação de culturas e sistema de plantio direto sobre a palha, visando aumentar a diversificação de plantas no sistema enquanto mantém, sempre que possível, o solo coberto e revolvido o mínimo possível;
  • Uso de comunidades microbianas funcionais e de microrganismos específicos que atendam às necessidades da cultura;
  • Redução e, quando possível, a eliminação de insumos que agridem a vida no solo, nas plantas e das pessoas;
  • Recuperação de pastagens degradadas;
  • Integração lavoura-pecuária-floresta;
  • Gestão integrada da paisagem.


A implementação destas práticas depende de o agricultor sair da zona de conforto e experimentar novos processos visando a redução de custos, com uso de soluções locais e regionais. Cabe ao agricultor, pecuarista, e/ou consultor identificar a lista de prioridades a serem equacionadas e determinar a melhor forma de atuar nos processos para implementar a transição. Por exemplo, muitas doenças e a presença de pragas podem ser equacionadas com uma nutrição adequada e balanceada. Como não existe uma tabela de determinação do requerimento e balanço nutricional da cultura para cada tipo de solo, o mais adequado é construir a fertilidade do solo de forma estruturante e deixar que a planta determine qual nutriente está sendo necessário em determinada fase fisiológica. Essa fertilidade do solo pode ser construída ao longo dos anos com o manejo integrado da fertilidade do solo, o qual visa aumentar a eficiência do uso de fertilizantes solúveis através do uso de remineralizadores, fertilizantes minerais naturais e compostos orgânicos. No início da implementação deste manejo, correções pontuais através da adubação foliar podem ser necessárias ao longo do ciclo da cultura. O monitoramento semanal da lavoura se faz necessário para atender as demandas nutricionais e de correção para a supressão de pragas e doenças.

Com bom senso e políticas públicas, a adoção das práticas regenerativas devem continuar crescendo rumo à sustentabilidade da nossa agricultura. Na perspectiva de país, a ampliação da regeneração agrícola tem muitas justificativas para se transformar numa iniciativa estratégica, implementada de forma permanente e legitimada na Política Nacional Agrícola. Pois, podemosreduzir de forma significativa nossa dependência internacional de insumos fundamentais; podemos aumentar a renda dos agricultores e ativar as economias locais com a circulação de recursos da aquisição de insumos e serviços; podemos promover uma redução significativa nas contaminações e no oferecimento de produtos de melhor qualidade; podemos desempenhar uma agricultura de carbono negativo e, finalmente, podemos atender às demandas e compromissos das cadeias de valor por produtos regenerativos. 



Pablo Hardoim e Eduardo de Souza Martins

Grupo Associado de Agricultura Sustentável – GAAS. E-mail: contato@gaasbrasil.com.br


BOLETIM DAS RODOVIAS

Manhã com tráfego carregado nas rodovias concedidas 

 

A ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo informa as condições de tráfego nas principais rodovias que dão acesso ao litoral paulista e ao interior do Estado de São Paulo na manhã desta sexta-feira (8). 

 

Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI)

Tráfego normal, sem congestionamento.

 

Sistema Anhanguera-Bandeirantes

A Rodovia Anhanguera (SP-330), sentido capital, registra congestionamento do km 14 ao km 11+360, do km 110 ao km 104, do km 63 ao km 60 e entre o km 102 ao km 98, sentido interior o tráfego normal. Na Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), sentido capital, há congestionamento do km 17 ao km 13+360 e entre o km 58 ao km 50, no sentido interior o tráfego é normal.

 

Sistema Castello Branco-Raposo Tavares

A Rodovia Raposo Tavares (SP-270), sentido capita, apresenta tráfego intenso entre o km 93 ao km 92 e lentidão do km 102 ao km 101, no sentido interior a lentidão segue do km 98 ao km 100. Já a Rodovia Castello Branco (SP-280), sentido capital, registra congestionamento do km 33 ao 24 e do km 18 ao km 13+700 nas pistas expressa e marginal. No sentido interior o congestionamento segue do km 22 ao km 24 nas pistas expressa e marginal.

 

Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto

O corredor apresenta lentidão do km 24 ao km 14 no sentido capital, no sentido interior o tráfego é normal.

 

Rodovia dos Tamoios

Tráfego normal, sem congestionamento.


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