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segunda-feira, 15 de abril de 2024

Inchaço nas pernas: o que pode ser?


Em algum momento, você pode sentir que suas meias ou calças estão mais apertadas. Uma das possíveis causas para isso é o inchaço nas pernas, também conhecido como edema periférico. 

Essa condição, na maioria dos casos, é causada pela retenção de líquidos nos tecidos dos membros inferiores, explica o angiologista e cirurgião vascular Fábio Rocha.

 

O que é inchaço nas pernas?

Em estado normal, as veias possuem válvulas que ajudam o sangue a circular. Quando essas válvulas não funcionam corretamente, o sangue não circula e fica aprisionado nas pernas, provocando inchaço, explica o médico. 

“Esse tipo de acúmulo pode acontecer quando a pessoa passa por longos períodos em pé ou sentada. Também pode ser um sinal de que o corpo está acima do peso, de que não faz exercícios físicos suficientes ou até de condições médicas mais graves”, diz Fábio Rocha.

 

Sintomas e causas

Para saber a real causa do inchaço, é necessário realizar uma consulta médica. Somente após exames e uma avaliação, o especialista pode concluir os fatores que provocaram o inchaço e consequentemente determinar a melhor opção de tratamento. 

O cirurgião vascular explica que existem várias possíveis causas para o edema. Algumas merecem destaque: 

– Insuficiência cardíaca congestiva: ocorre quando o coração está fraco demais para bombear o sangue, levando ao acúmulo de líquido, principalmente nas pernas. 

– Varizes e insuficiência venosa crônica: essa condição acontece quando as veias das pernas não estão em bom funcionamento, e assim não mantêm o retorno do sangue ao coração de forma adequada. 

– Trombose venosa profunda: também conhecida pela sigla TVP, ela significa que há um coágulo de sangue em uma veia da perna. Esse coágulo pode romper e ir para o pulmão. Quando isso acontece, pode ser fatal. As pernas inchadas são um dos sintomas dessa condição. 

Outras doenças que fazem as pernas inchar são: gota; bursite de joelho; osteoartrite e artrite reumatoide. Lesões, distensões, entorses e ossos quebrados também provocam essa reação no corpo. 

O médico lembra ainda que o inchaço ainda pode estar associado a problemas renais e efeitos colaterais de medicamentos prescritos. No caso das mulheres, a partir do terceiro mês de gestação, o estado pressiona as veias das pernas, diminuindo a circulação de sangue, além de alterações hormonais e aumento do volume sanguíneo.
 

Tem como prevenir?

A resposta é sim! A prevenção do edema periférico pode ser realizada com pequenas atitudes no dia a dia, orienta o médico. Algumas delas são: 

– Evitar alimentos muitos salgados; 

– Realizar atividades físicas; 

– Evitar excesso de bebidas e comidas; 

– Controlar o peso corporal; 

– Usar roupas largas e confortáveis. 

– Se você trabalha sentado, levantar e caminhar um pouco, a cada duas horas. Se trabalhar em pé, faça pausas de 15 minutos, sentando a cada duas horas. 

– Procure ficar em ambientes arejados, pois o calor ajuda a aumentar o inchaço. 

Fábio Rocha ressalta ainda que em caso de viagens longas de avião ou ônibus, procure sentar-se na primeira fila ou de preferência em algum local que haja mais espaço para mover as pernas. Outra dica é levantar e andar pelo corredor a cada duas horas.

 

Tratamento

O tratamento para inchaço nas pernas varia de acordo com a causa, sendo que o foco mais importante é cuidar da doença-base que gerou o quadro clínico. 

Alguns métodos podem envolver o uso de medicamentos, uso de meias de compreensão e até elevar os pés acima do nível da cabeça para ajudar na drenagem do sangue. 

Mas lembre-se de que o tratamento será sempre indicado por um cirurgião vascular e angiologista, de forma individual para cada paciente.



Doutor Fábio Rocha - O angiologista e cirurgião vascular. Ele se formou em medicina, em 2002, na USP (Universidade de São Paulo, campus de Ribeirão Preto) e, posteriormente, fez a residência médica em Cirurgia Geral no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Em 2005, ingressou na especialidade que exerce até hoje: angiologia e cirurgia vascular.




17/4 – Dia Mundial da Hemofilia

Alerta para casos de hemofilia Crédito - rawpixel Freepik
Brasil é o terceiro país em número de casos de hemofilia


Em Israel, casos são investigados e acendem alerta
 

No início de março deste ano, a polícia israelense começou a investigar incidentes de complicações no parto relacionadas com óvulos fertilizados importados da Geórgia para tratamentos de fertilização in vitro no país, onde o procedimento é permitido. A investigação revelou que alguns desses óvulos eram portadores de uma doença genética grave: a hemofilia B. 

Pelo menos uma menina nasceu com uma deformidade e uma das mulheres teve um natimorto devido a óvulos importados da Geórgia. Além disso, um médico de uma clínica de fertilização in vitro e um gestor de laboratório de um hospital no centro de Israel foram detidos devido à transferência de embriões importados. Todos os casos têm uma coisa em comum: tanto os óvulos quanto os embriões eram de portadores de hemofilia B. O acontecimento acendeu um alerta para as autoridades de saúde: por que a anomalia genética não foi detectada antes?
 

A doença 

A hemofilia é uma doença genética caracterizada por uma deficiência nos fatores de coagulação, levando a episódios hemorrágicos prolongados e por vezes espontâneos. Sua causa é um defeito no cromossomo X e afeta principalmente homens. Já as mulheres são normalmente portadoras do gene defeituoso e podem não apresentar sintomas. 

Existem dois tipos principais da doença: a hemofilia A e a hemofilia B. Ambas são caracterizadas por deficiência de fatores de coagulação específicos, sendo a hemofilia A envolvendo deficiência do fator VIII (oito) e a hemofilia B envolvendo deficiência do fator IX (9). 

A hemofilia A é mais comum que a hemofilia B, com incidência de aproximadamente um em cada 5 mil nascimentos do sexo masculino. A hemofilia B é mais rara, ocorrendo com uma frequência de cerca de um em 20 mil a 30 mil nascimentos do sexo masculino. No Brasil, terceiro país com mais casos da doença, há atualmente mais de 12 mil pacientes hemofílicos. 

Karin Weiss, diretora do Instituto de Genética do Rambam Health Care Campus, localizado em Haifa, ao norte de Israel, explica: “A doença atinge principalmente pessoas do sexo masculino pelo fato da hemofilia afetar um gene ligado ao cromossomo X. As mulheres possuem duas cópias do cromossomo X e os homens possuem os cromossomos X e Y, portanto não há cromossomo adicional para compensar. Assim, não é incomum haver uma situação em que a mulher portadora da mutação genética seja completamente saudável, não saiba que é portadora e transmita a doença ao filho”. 

Karin ressalta que, devido à falta de testes genéticos em toda a população, “é muito possível que uma doadora de óvulos não saiba que é portadora porque ela mesma parecer saudável”. 

Tanto a hemofilia A quanto a B envolvem sangramento recorrente, principalmente nas articulações, levando à destruição e incapacidade delas e, por consequência, a necessidade de cirurgias. O sangramento também pode ocorrer internamente e em vários locais, como pele e músculos. Nos bebês, mesmo procedimentos simples de rotina podem provocar sangramentos. 

“Casos graves de hemofilia também podem ocasionar sangramentos cerebrais, o que tornam o tratamento ainda mais complexo. Por isso, o diagnóstico oportuno e o tratamento abrangente são cruciais para mitigar o seu impacto, uma vez que hemorragias graves podem resultar em perda sanguínea espontânea e significativa. A intervenção precoce e os cuidados contínuos são essenciais para preservar a função articular e melhorar a qualidade de vida das pessoas com o distúrbio”, alerta a especialista do Rambam.
 

Testes são fundamentais 

De acordo com Karin, boa parte dos profissionais de saúde só realizam testes para hemofilia quando suspeitam da doença. “Não é algo que possa necessariamente ser conhecido. Quando há doador, é preciso perguntar se há doenças na família e se há histórico. Você tem que fazer testes de acordo. A hemofilia não está na lista de testes de triagem genética padrão, infelizmente”. 

A hemofilia é diagnosticada através de um exame de sangue que mede os níveis dos fatores de coagulação, principalmente os fatores VIII e IX. Um teste de tempo de tromboplastina parcial ativado prolongado (aPTT) pode indicar uma deficiência potencial nos fatores de coagulação. Outros testes são feitos para avaliar a atividade e os níveis dos fatores VIII e IX, determinando a gravidade da doença como leve, moderada ou grave. Esta avaliação abrangente ajuda no diagnóstico e classificação precisos da hemofilia, orientando decisões de tratamento e estratégias de manejo.


76% dos cânceres de cabeça e pescoço são descobertos em fase avançada, diz oncologista

Freepik
Esses tumores causam 10 mil mortes por ano no Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde


O câncer de cabeça e pescoço é o quinto tipo mais incidente no Brasil e causa cerca de 10 mil mortes por ano, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Ele se desenvolve na cavidade oral, faringe, laringe e tireoide e pode atingir os seios da face, glândulas salivares e linfonodos localizados no pescoço. 

A preocupação dos especialistas para essa doença é a falta de informação a respeito dos sintomas, que podem ser confundidos com doenças comuns e recorrentes, como por exemplo gripe ou dor de garganta. 

“Os sintomas de alerta para procurar um especialista são o surgimento de lesões na cavidade oral ou nos lábios, que apresentem sangramento ou estejam crescendo, manchas vermelhas ou esbranquiçadas na língua, gengivas e demais regiões da boca, nódulos no pescoço, rouquidão, entre outros”, afirma o Dr. Fábio Feio, oncologista do Instituto Paulista de Cancerologia (IPC) e especialista neste tipo de câncer. 

Tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas, exposição ao sol e gordura corporal excessiva são os principais fatores de risco quando se trata desse tumor. A infecção pelo vírus HPV também está relacionada com casos que afetam a orofaringe. 

O médico do IPC também afirma que 76% dos cânceres de cabeça e pescoço são descobertos em fase avançada: “Isso impacta o tratamento e a mortalidade da doença, que se diagnosticada precocemente, tem 80% de chance de cura”, comenta o Dr. Fábio.
 

Tratamento 

Os tratamentos para os tumores que envolvem as áreas de cabeça e pescoço consistem na realização de cirurgias, radioterapia combinada ou não com quimioterapia e a utilização de imunoterapia a depender do estágio da doença após avaliação médica especializada. 

O oncologista do IPC ainda salienta que muitos casos precisam também de suporte nutricional, reabilitação de fonoaudiologia e mudanças bruscas no estilo de vida, caso o paciente seja fumante, sedentário e consumidor assíduo de bebidas alcoólicas. 

“A vacinação das crianças contra o HPV, entre os 9 e os 14 anos, também é muito importante para evitar o surgimento. Se atentar para qualquer alteração nas regiões mencionadas e visitar regularmente dentistas e especialistas é essencial”, finaliza o Dr. Fábio Feio.

 

Instituto Paulista de Cancerologia (IPC)


5 DICAS PARA TRATAR A DOR NO JOELHO E EVITAR LESÕES

Você sai do treino com o joelho doendo? Sente dor no joelho para sentar, levantar ou subir uma escada? Então essas dicas são para você, seja qual for a causa das suas dores.

 

O Porquê das Dores nos Joelhos


De acordo com a Pesquisa “Os Pés Brasileiros” feita pela Pés Sem Dor com 21.423 pessoas, 34,3% dos homens e 46,9% das mulheres têm dor nos joelhos, e 87,1% dessas pessoas dizem que a dor é intermitente. Os joelhos participam de praticamente todos os movimentos que fazemos com os membros inferiores, caminhar, correr, saltar, girar, sentar, levantar, subir e descer. Quando isso é feito com repetição ou impacto em excesso os joelhos ficam sobrecarregados, podendo doer, sofrer lesões ou desenvolver patologias.


Obesidade e o desgaste nas articulações também estão entre as causas das dores nos joelhos, o peso do corpo sobrecarrega as estruturas dos joelhos podendo causar dores e até lesões, como a condromalácia e a artrose, como explica Mateus Martinez, diretor de Fisioterapia na Pés Sem Dor, no vídeo “Dores nos Pés e Joelhos: qual a relação com o peso”. E o desgaste nas articulações, embora seja mais comum entre idosos, pode acontecer mais cedo. Além, é claro, dos traumas, acidentes envolvendo os joelhos são comuns e, dependendo do grau, podem exigir até intervenção cirúrgica. 


Joelhos Valgos e Varos


As pernas de quem tem joelhos valgos formam um “X”: os joelhos são mais próximos do que os pés. Ao contrário, as pernas de quem tem joelhos Varos formam um “arco”: os joelhos se projetam para fora, distanciando-se um do outro, conta Mateus Martinez no vídeo: Saiba o que é Joelho Valgo e Varo.

Essas alterações podem fazer parte da anatomia da pessoa, ou podem ocorrer em função da forma como a pessoa pisa, se a pisada é pronada, ou seja, para dentro, a tendência é que a pessoa tenha o joelho valgo, e se a pisada é supinada, para fora, o joelho tende a ser varo. Ter joelhos varos ou valgos não significa necessariamente que a pessoa vai sofrer com dores. Porém, se os seus joelhos doem é importante verificar se o formato do joelho ou o jeito de pisar não está na causa do problema, ou não está agravando as dores. 


Como combater e prevenir as dores nos joelhos

  1. Atividade Física – Além de fortalecer e melhorar a mobilidade dos joelhos, a atividade física ajuda na perda de peso, combatendo as causas da dor. Porém, quem já sofre com dores nos joelhos precisa contar com acompanhamento profissional, um educador físico vai definir um programa de exercícios de baixo impacto: natação, pilates, caminhada e hidroginástica são mais indicados por não sobrecarregar os joelhos.
  2. Dieta – Além da perda de peso, que vai reduzir a sobrecarga eliminando a causa das dores, quem tem artrose também deve buscar a orientação de um nutricionista para consumir alimentos antiinflamatórios, que estimulem o aumento da síntese de colágeno e cartilagem, elementos que protegem os ligamentos dos joelhos. 
  3. Fisioterapia para fortalecimento – Além de exercícios específicos, a fisioterapia pode contribuir com diversos recursos fisioterapêuticos que ajudam na eliminação das dores e no fortalecimento. Quando os músculos da coxa, joelho, panturrilha e outros são fortalecidos, passam a absorver parte do impacto que o joelho sofre no dia a dia, protegendo os ligamentos e cartilagens e reduzindo o desgaste.
  4. Palmilhas sob medida para joelho valgo e para joelho varo - As palmilhas ortopédicas, feitas sob medida podem ajudar e muito a pessoa que sofre com dores nos joelhos. Primeiro, porque ela corrige a pisada oferecendo suporte para que os seus pés não pisem nem para fora, nem para dentro, alinhando a pisada e os joelhos, evitando lesões e dores. A palmilha também ajuda a absorver impacto nas atividades do dia a dia, poupando tanto os pés, quanto os tornozelos e os joelhos. Quem pratica atividade física pode contar com palmilhas específicas que vão reduzir o estresse pela repetição e proteger pés e joelhos de movimentos que possam provocar dores e lesões.
  5. Consulte um especialista – Não subestime suas dores, se o joelho está incomodando, procure a ajuda de um especialista. A Pés Sem Dor conta com quase 80 unidades de atendimento pelo Brasil onde oferece avaliação gratuita dos pés, tornozelos e joelhos. Durante a avaliação é possível conhecer o tipo de pisada, além de verificar se joelhos Valgos ou Varos estão causando estresse, sobrecarga ou lesões. A Pés Sem Dor também orienta sobre a necessidade de acompanhamento médico e exercícios, além de indicar o tratamento com palmilhas ortopédicas sob medida. Interessados podem agendar a avaliação gratuita pelo site https://www.pessemdor.com.br/agendamento/ ou pelo telefone 4003-8883. 

A Pés Sem Dor também fornece mais dicas exclusivas sobre todo tipo de dores, inclusive joelhos, em seu perfil oficial no Instagram.






Links úteis:
Pesquisa “Os Pés Brasileiros” - https://www.pessemdor.com.br/pesquisas/os-pes-brasileiros/
Vídeo - “Dores nos Pés e Joelhos: qual a relação com o peso” - https://www.youtube.com/watch?v=xWfqmMpI6iQ
Joelhos Valgos e Varos - https://www.pessemdor.com.br/palmilha-para-joelho-valgo-e-varo/
Palmilhas sob medida para joelho valgo - https://www.pessemdor.com.br/blog/palmilha-para-joelho-valgo/
Palmilhas sob medida para joelho varo - https://www.pessemdor.com.br/blog/palmilha-para-joelho-varo/
Unidades de Atendimento Pés Sem Dor - https://www.pessemdor.com.br/unidades/


Mau hálito e disgeusia mesmo lugar de efeito diferentes sintomas

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Um mau sabor na boca que não causa mau hálito


A halitose é um sintoma bastante comum e que pode ter diversas origens, a principal característica é um cheiro bucal alterado e em algumas situações é possível sentir o sabor deste mau cheiro, por isso em casos de Disgeusia as pessoas pensam ter halitose, e para explicar a diferença pedimos ajuda a Dra Cláudia Gobor especialista na área.

A disgeusia é uma alteração do paladar, onde a pessoa experimenta um gosto metálico, amargo ou estranho na boca, mesmo sem a presença de alimentos ou bebidas que justifiquem essas sensações. Os sintomas podem variar de leves a graves e são associados a condições médicas subjacentes, como infecções, distúrbios neurológicos, deficiências nutricionais ou efeitos colaterais de medicamentos. O tratamento da disgeusia depende da causa subjacente e pode envolver o tratamento, ajustes de medicação ou modificações na dieta.

Por outro lado, a halitose se refere diretamente ao mau hálito persistente, que pode resultar de várias fontes, como má higiene oral, infecções na boca, problemas dentários, tabagismo, consumo de certos alimentos ou algumas condições médicas, como doenças do trato respiratório ou problemas gastrointestinais. O tratamento da halitose geralmente inclui práticas de higiene oral rigorosas, como escovação adequada dos dentes e língua, uso de fio dental, enxaguantes bucais e visitas regulares ao dentista para resolver problemas dentários. Em alguns casos, o tratamento pode envolver abordagens médicas específicas, como o tratamento de infecções.

Em resumo, enquanto a disgeusia está relacionada à percepção alterada do paladar, a halitose está mais vinculada ao odor desagradável do hálito. Ambas as condições podem ser sintomas de problemas paralelos e, portanto, é crucial procurar aconselhamento médico para determinar a causa subjacente e iniciar o tratamento apropriado.

 

Dra. Cláudia C. Gobor - Cirurgiã Dentista especialista pelo MEC no tratamento da Halitose. Ex-Presidente e atual Diretora Executiva da Associação Brasileira de Halitose
https://www.bomhalitocuritiba.com.br/
Instagram: @bomhalitocuritiba
Facebook: @bomhalitocuritiba

 

Menos quedas e mais vida social: veja os benefícios da musculação para os idosos

Frequentar a academia na 3ª idade só traz benefícios
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Prática regular de musculação na 3ª idade traz impactos positivos para a qualidade de vida


Com o envelhecimento, surgem inúmeros desafios para a saúde e o bem-estar, mas a prática regular de musculação pode ser uma ferramenta poderosa para promover a vitalidade e a qualidade de vida na 3ª idade. Segundo Anderson Dornelas, professor de educação física e gestor da Bodytech de Brasília, estudos apontam que o ganho de massa muscular e óssea são estratégias essenciais para um envelhecimento saudável, pois combatem a perda de massa magra e ajudam a manter a nossa independência física e cognitiva. 

“O treinamento resistido, inclusive, já tem se mostrado uma importante ferramenta para postergar problemas no cérebro, como demência ou Alzheimer. Estudos indicam, por exemplo, que quanto maior o índice de força em membros inferiores, menor é a incidência de déficits cognitivos”, explica. E sabe aquela sua programação financeira, visando ter mais conforto, poder viajar e curtir a aposentadoria? Para a massa muscular, o pensamento é o mesmo! 

Dornelas destaca que podemos dividir o ciclo da vida em três etapas: construção, manutenção e declínio. “O ideal é cultivar a massa muscular e óssea nas duas primeiras fases, pois isso nos dá uma longevidade maior, com a possibilidade de aproveitar a expectativa de vida - que está aumentando - de forma ativa, e não apenas sobrevivendo no final da vida”, diz.

 

TEM MAIS VANTAGENS

Além de toda essa melhora da funcionalidade e da capacidade de realizar atividades da vida diária, outro grande benefício de frequentar uma academia na 3ª idade é o aumento da rede de convívio para os idosos que, por vezes, desenvolvem depressão, justamente por verem seus ciclos sociais diminuindo a cada dia. “Muitos alunos acabam criando laços de amizade com outros frequentadores da academia e levando esses amigos para a vida deles, tendo outros encontros e passeios juntos”, ressalta o gestor da Bodytech de Brasília.

E as vantagens não param por aí, pois a musculação ainda tem o importante papel de minimizar o risco de quedas e fraturas, o que já é relacionado na literatura como um importante fator para a longevidade. “Algumas lesões ortopédicas, como fratura na cabeça do fêmur, por exemplo, aceleram o processo de perda de massa muscular, por diminuírem momentaneamente, ou de forma permanente, os movimentos que esses idosos conseguem realizar”, alerta o professor da Bodytech Brasília. “A consequência é a diminuição das atividades diárias, como locomoção e até o ato de sentar e levantar de uma cadeira ou do vaso sanitário, levando-os a uma vida mais sedentária.”

 

NUNCA MALHEI, E AGORA?

A boa notícia é que não é tarde para começar! Contudo, o mais indicado é seguir um programa de treinamento individualizado e personalizado, especialmente na 3ª idade, o que traz segurança e resultados consistentes ao idoso.

“Isso inclui consultar um médico e ser atendido por uma equipe multidisciplinar da saúde, formada também por profissionais de educação física, fisioterapia, nutrição e geriatria”, alerta Dornelas, antes de completar: “Já na academia, é importante procurar um instrutor de musculação qualificado, se possível especialista em treinamentos para o público da melhor idade.” 

Inicialmente, ele indica pesquisar academias em sua região que ofereçam programas voltados para idosos, como a Bodytech, ou que tenham profissionais qualificados em treinamento para essa faixa etária. Outra orientação importante é pedir recomendações a amigos, familiares ou profissionais de saúde que possam conhecer e sugerir locais de confiança.

Após essa pesquisa inicial, agende uma visita pessoalmente ao local para conhecer as instalações, verificar a acessibilidade, equipamentos e ambiente. “Também é interessante escolher uma academia que seja conveniente para você nos quesitos melhor localização, horário de funcionamento e facilidade de acesso. Isso aumentará suas chances de manter uma rotina consistente de exercícios”, finaliza o gestor da academia Bodytech em Brasília (DF).
  

A IMPORTÂNCIA DO EXAME DE TOQUE E SUA RELAÇÃO COM A VIDA SEXUAL

O sexólogo Renan de Paula fala sobre o tema

 

O exame de toque, muitas vezes considerado desconfortável ou constrangedor, é um procedimento crucial na prevenção e diagnóstico precoce de diversas condições de saúde, especialmente relacionadas à próstata. No entanto, poucas pessoas reconhecem a profunda conexão entre esse exame e a saúde sexual.

 

O sexólogo Renan de Paula, co-fundador da Dona Coelha e especialista em saúde sexual, ressalta a importância de abordar essa questão. "Muitos homens evitam o exame de toque devido a preocupações relacionadas à masculinidade ou desconforto físico. No entanto, é fundamental entender que esse exame não apenas auxilia na detecção precoce de condições como o câncer de próstata, mas também pode fornecer informações valiosas sobre a saúde sexual", afirma Renan.

 

O exame de toque permite avaliar a saúde da próstata, um órgão vital para a função sexual masculina. Atualmente um homem morre a cada 38 minutos de câncer de próstata como foi apurado pelo Inca*. Alterações na próstata também podem afetar diretamente a função erétil e a qualidade da vida sexual. Além disso, o exame oferece a oportunidade de discutir questões relacionadas à saúde sexual com um profissional de saúde, o que pode levar a intervenções precoces e melhorias significativas na qualidade de vida.

 

Renan de Paula destaca a importância de normalizar a conversa em torno do exame de toque e encorajar os homens a priorizarem sua saúde sexual. "É essencial que os homens compreendam que cuidar da saúde sexual não é apenas sobre desempenho na cama, mas também sobre bem-estar geral e prevenção de condições que podem impactar significativamente suas vidas", enfatiza Renan.

 

Portanto, ao considerar a importância do exame de toque, é crucial reconhecer seu papel não apenas na detecção precoce de condições de saúde, mas também na promoção de uma vida sexual saudável e satisfatória.

 

https://bvsms.saude.gov.br/novembro-azul-mes-mundial-de-combate-ao-cancer-de-prostata/


Sinal de alerta para prevenção: gripe mata 500 mil pessoas por ano no mundo



Além de febre, calafrios, dores de cabeça e corpo,
perda de apetite e tosse seca, gripe tem pneumonia
 entre complicações mais preocupantes

Créditos: Envato

Vacina é a maneira mais eficaz de prevenir a doença; antigripais ajudam a aliviar sintomas, mas médico deve ser procurado quando quadro é agravado


A gripe ou influenza está entre as viroses mais frequentes do mundo. A estimativa é de que até 5 milhões de casos graves da doença sejam registrados todos os anos e 500 mil pessoas morrem em decorrência de seu agravamento. Caracterizada pelo seu início súbito, com sintomas que incluem febre, calafrios, tremores, dores de cabeça e no corpo, perda de apetite e tosse seca, a gripe tem entre suas complicações mais preocupantes a pneumonia. 

A prevenção inclui a vacina disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) e no sistema privado de saúde, além de manter ambientes arejados e a higiene constante das mãos. Para quem está com sintomas, o uso de máscaras é importante para evitar a transmissão. 

Segundo a farmacêutica da Prati-Donaduzzi, Alyne Blasio de Carvalho, por ser viral, a gripe costuma passar em alguns dias e, de maneira geral, os antigripais disponíveis nas farmácias aliviam os sintomas e ajudam o corpo no combate da infecção. “Antes de escolher um medicamento, é importante conversar com o farmacêutico para que ele ajude a entender o quadro clínico e possa oferecer algo mais efetivo para cada caso”, explica Alyne. A assistência farmacêutica é importante para auxiliar e contribuir para uma farmacoterapia efetiva e eficaz. Além dos medicamentos que contribuem no tratamento, é importante manter as vias aéreas superiores hidratadas, auxiliar na remoção mecânica da secreção nasal, tornar fácil o fluxo de ar nas vias respiratórias e diminuir a exposição aos alérgenos inaláveis. “É importante que nós como farmacêuticos estimulemos o paciente a reconhecer o que está agravando seu quadro clínico, evitando a exposição e obtendo uma melhora dos sintomas”, complementa Alyne.


Hora de procurar um médico

Para a médica clínica dos hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, Larissa Hermann, o quadro de gripe costuma ser autolimitado e o corpo dá conta de resolver o quadro com a imunidade. “A hora de procurar atendimento médico é quando percebemos piora nos sintomas, com falta de ar, cansaço excessivo e sonolência. Mas a atenção deve ser redobrada em pessoas com comorbidades, crianças pequenas e idosos”, frisa Larissa. 



Prati-Donaduzzi
Sobre o Hospital São Marcelino Champagnat
Hospital Universitário Cajuru

 

Conhecimento faz toda a diferença no acompanhamento do Transtorno do Espectro Autista

Abril é o mês de Conscientização do Autismo

 

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma pauta de crescente relevância, tanto pela conscientização pública quanto pelo constante avanço dos profissionais de saúde nessa área. Segundo o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais DSM-5 (referência mundial de critérios para diagnósticos), pessoas dentro do espectro podem apresentar déficit na comunicação social ou interação social (como nas linguagens verbal ou não verbal e na reciprocidade socioemocional) e padrões restritos e repetitivos de comportamento, como movimentos contínuos, interesses fixos e hipo ou hipersensibilidade a estímulos sensoriais.

Todos os pacientes com autismo partilham estas dificuldades, mas cada um deles será afetado em intensidades diferentes, resultando em situações bem particulares. Apesar de ainda ser chamado de autismo infantil, pelo diagnóstico ser comum em crianças e até bebês, os transtornos são condições permanentes que acompanham a pessoa por todas as etapas da vida.

“Novas descobertas e abordagens terapêuticas surgem regularmente, destacando a importância da atualização médica, dada a constante evolução dos campos da neurociência e da psiquiatria. É fundamental ressaltar a necessidade do acompanhamento multidisciplinar no manejo do TEA. Equipes compostas por médicos, psicólogos, terapeutas ocupacionais e fonoaudiólogos desempenham um papel fundamental ao fornecer uma abordagem abrangente e personalizada às necessidades individuais das pessoas com TEA”, afirma o presidente da AMRIGS, Gerson Junqueira Jr.

O estudo “Retratos do Autismo no Brasil em 2023”, realizado em setembro deste ano por duas startups — Genial Care, a maior healthtech da América Latina especializada no cuidado e desenvolvimento de crianças com TEA; em parceria com a Tismoo.me, especializada na saúde 360º da pessoa autista —, teve como principal objetivo colher dados inéditos e relevantes sobre as pessoas autistas e suas famílias, considerando uma estimativa mais atual de 6 milhões de pessoas com TEA no Brasil (feita com base em dados do CDC que dizem que 1 em cada 36 pessoas está no espectro do autismo nos Estados Unidos).

 

AMRIGS - Associação Médica do Rio Grande do Sul

 

Ferramenta mapeia surto de sarampo no Brasil, evidencia relação com cobertura vacinal e pode embasar combate à doença


Uma ferramenta desenvolvida por cientistas brasileiros para compreender a disseminação do sarampo pode ajudar gestores e profissionais de saúde a manejar situações de surto e definir as melhores medidas de controle. 

A solução utiliza dados de notificação do Ministério da Saúde e cruza as informações com as coordenadas geográficas dos endereços dos pacientes. Também considera parâmetros como mobilidade dos indivíduos, taxa de assintomáticos e não expostos. 

Após essas análises, os resultados são apresentados de forma espacial, em um mapa de calor que facilita a visualização dos dados no território. A ferramenta também traça relações entre os pacientes, permitindo o acompanhamento temporal da transmissão da doença.


Mapa de calor indica locais com maior concentração de casos positivos da doença


“Ao visualizar em tempo real onde os casos estão acontecendo e fazer análises de agrupamentos de casos, as equipes podem direcionar os esforços na vacinação de certos bairros ou reforços nas unidades de atendimento da região afetada”, diz Helder Nakaya, pesquisador do Einstein e coautor do estudo que detalha o desenvolvimento e o uso da ferramenta na análise da última epidemia de sarampo.

Intitulado “Temporal and spatial analysis of over 7,000 measles cases outbreak from 2018 to 2019 in the Brazilian Amazon” (Análise temporal e espacial de mais de 7.000 casos de sarampo de 2018 a 2019 na Amazônia brasileira), o artigo é fruto do trabalho de cientistas do Einstein, da Universidade do Estado do Amazonas, Fundação de Medicina Tropical Dr. Heitor Vieira Dourado, Universidade de São Paulo, Instituto de Tecnologia da Geórgia, Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas e Instituto Todos pela Saúde (ITpS). 

“Um dos diferenciais do nosso artigo é focar no surto de sarampo, uma doença que se espalha muito rápido e tem um perfil epidemiológico diferenciado, afetando principalmente crianças não imunizadas”, destaca Vanderson Sampaio, diretor de operações do ITpS. 

No estudo, os cientistas relatam que 95% das cerca de 7 mil pessoas que testaram positivo para a doença não haviam sido vacinadas e reforçam que uma alta cobertura vacinal é a principal forma de evitar a propagação do sarampo. 

“Modelos como o que utilizamos são sensíveis a questões locais. Nossos achados são muito úteis para o Brasil e eventualmente para os países do Sul global, mas dificilmente para Europa e América do Norte, por isso decidimos submeter o estudo a uma revista brasileira”, conta Sampaio. 

Com a ferramenta, os cientistas conseguem estimar como a rapidez na adoção de medidas de controle, incluindo isolamento e ações de vacinação, pode impactar a disseminação da doença e indicar conexões entre os principais sintomas associados ao sarampo, contribuindo para a melhor compreensão da sintomatologia da doença. 

“Geralmente, as análises tratam cada sintoma como uma variável independente. Poucas olham para a coocorrência de sintomas ou para a detecção de casos mais graves com mais sintomas”, afirma Nakaya. 

A pesquisa que relata a construção da ferramenta e sua aplicação ao surto em Manaus foi publicada na revista científica einstein, mantida pelo Einstein e gratuita tanto para pesquisadores que querem publicar seus resultados quanto para quem acessa a publicação, uma iniciativa a favor da Ciência Aberta, movimento mundial em prol de uma ciência mais colaborativa. 

A solução criada pelos cientistas está disponível online, e o grupo espera que ela seja adaptada e aplicada também para outras doenças.


Melhora o intestino, previne o câncer e combate a gastrite: os benefícios da couve à saúde

A nutricionista Gisela Savioli explica o valor nutricional do alimento e melhores formas de consumo


Popular por ser o protagonista dos famosos sucos detox, a couve é uma hortaliça de cor verde escura que promove vários benefícios para a saúde do organismo. A seguir, a nutricionista clínica e funcional e fitoterapeuta, explica seis motivos pelos quais deveríamos consumir mais a couve, além de um acompanhamento de feijoada e em sucos.

A couve é integrante do grupo das brássicas, que também fazem parte outros vegetais como brócolis, couve-flor, nabo e repolho. Segundo a nutricionista, ela é considerada uma farmácia-viva por ser riquíssima em compostos bioativos, nutrientes e antioxidantes. Seus principais benefícios são:


  1. Analgésico natural

A couve é rica em magnésio, mineral essencial para a circulação do sangue, contração e relaxamento dos músculos e por isso um dos mais potentes anti-inflamatórios e analgésicos naturais que existe.

“Se você vive com dores pelo corpo, sente muita tensão muscular e dificuldade para relaxar, a palavra de ordem é: aumente o consumo de couve. Inclua ela em seu cardápio diariamente”, diz Gisela.


  1. Ajuda no funcionamento do intestino

A couve possui alto teor de fibras, tanto solúveis quanto insolúveis. Por isso, ela é excelente regulador do trânsito intestinal, ajudando o órgão a funcionar como um relógio.


  1. Anti-inflamatório natural

Quando se fala de inflamação, a couve é campeã. “Os carotenoides, os glicosinolatos e polifenóis presentes na couve formam um combo incrível para reduzir a inflamação, considerada hoje a origem das doenças crônicas que mais matam e incapacitam no planeta”, pontua. 


  1. Anti-refluxo e gastrite

A couve possui efeitos gastroprotetor, que ajuda a estimular a produção de muco e melhorar o pH do estômago. Dessa forma, os sintomas de refluxo e queimação são aliviados ao consumir este alimento.


  1. Anti-câncer

O consumo da couve e de outros alimentos da família das brássicas rendem ao corpo uma substância chamada Indol-3-Carbinol (I3C), produzida a partir da mastigação desses alimentos.

“O indol 3-carbinol age como um agente quimioprotetor, evitando a proliferação de células cancerígenas”, explica a nutricionista.


  1. Estimuladora do detox

Por fim, não é atoa que a couve é a queridinha dos sucos detox. Ela contém fitoquímicos e nutrientes que estimulam a detoxificação dos químicos tóxicos do corpo.


Qual a melhor forma de consumir a couve?

De acordo com Savioli, o ideal é darmos preferência para seu consumo cru, seja em sucos ou salada, pois alguns de seus compostos são sensíveis ao calor. “Consuma a folha inteira, não descarte os talinhos! Eles são ricos em nutrientes”, pontua.

A profissional orienta comprar, sempre que possível, a couve orgânica, para evitar a exposição do organismo aos agrotóxicos. Ela diz que a hortaliça pode ser facilmente cultivada em casa, em vasos, pois não possui raízes muito profundas.

Por fim, a nutricionista faz um alerta ao desperdício. “Quando a couve ficar amarelada não significa que está imprópria ao consumo. Ao contrário. O verde da folha é por conta da riqueza em clorofila, mas o processo de ficar amarelo se dá por conta da couve também ser riquíssima em carotenoides, como a luteína e β-caroteno, que são precursores de vitamina A”.

Essas substâncias são as responsáveis por proporcionar coloração amarelada nos vegetais e neste caso, elas agregam mais antioxidantes e até proteção extra para a saúde cardiovascular, circulação e também saúde oftalmológica.

 

Dra. Gisela Savioli - nutricionista clínica funcional, fitoterapeuta, além de especialista em Saúde da Mulher no Climatério pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSPUSP) e graduanda pelo Instituto de Medicina Funcional dos EUA. Autora de 10 livros, o último publicado em 2021 - Intestino é onde tudo começa e não onde tudo termina - publicação que figura entre as mais vendidos na área de Nutrição, Saúde e Família da Amazon Brasil. É apresentadora da TV Canção Nova e foi a nutricionista responsável pela visita do Papa Bento XVI em sua estadia no Brasil em 2007. Com mais de dois milhões de seguidores nas redes sociais Instagram e Youtube (@giselasavioli), foi escolhida como health advocate - defensora das mídias sociais -- nas conferências internacionais de 2014, 2015 e 2016, promovidas pela Janssen Pharmaceuticals . Já atendeu mais de 2.500 pacientes e ensinou mais de 10 mil alunos a fazerem dos seus alimentos os melhores medicamentos. @giselasavioli

 

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