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terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Implante Hormonal não pode ser banalizado e vendido como "chip da beleza"

O método é indicado para tratamento de distúrbios ginecológicos para endometriose, adenomiose, TPM intensa e outras patologias.  

 

Implante hormonal é um dispositivo implantável embaixo da pele, que libera hormônios de maneira progressiva por um período de até um ano.

O implante jamais deve ser utilizado pensando em qualquer benefício estético para a paciente.

Quando o tratamento é feito de forma correta e com um produto de qualidade, os principais benefícios são o aumento da disposição, melhora da libido, alívio de cólicas menstruais e sangramentos intensos.

Nem todas as mulheres devem e podem usar implantes hormonais, pois o uso inadequado, a falta de especialização do profissional e procedência do produto, podem causar um efeito totalmente oposto ao desejado.

O tratamento com implantes hormonais é realizado por meio da implantação subcutânea de um segmento de tubos de silicone semipermeáveis. Esses tubos medem de 4 a 5 cm e comportam cerca de 40 a 50 mg de uma substância hormonal pura, que pode ser estradiol, testosterona bioidêntica ou progestínico.

Após a implantação, o hormônio é liberado gradativamente na corrente sanguínea, de maneira segura e com dosagem personalizada, por um período de seis meses a um ano. Em suma, o método bloqueia a ovulação, fazendo com que a mulher não menstrue ou tenha TPM.

Entre os principais motivos que fazem com que os implantes hormonais sejam cada vez mais procurados estão:  eficácia, praticidade, segurança, conforto e bem-estar.

A mulher que tem interesse em utilizar o método, deve passar por uma avaliação clínica e laboratorial minuciosa.  

Saber a procedência do implante, o que contem em cada um deles e ser acompanhada constantemente pelo médico que prescreveu o método é fundamental para o sucesso e segurança do tratamento.

  

Dr. Luiz Carlos Calmon – Médico Ginecologista e obstetra. Ginecologista e Obstetra, Dr. Luiz se formou na Escola de Medicina e Saúde Pública na Bahia, e possui registro nos conselhos regionais para atendimento em 4 importantes Estados do País (Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília). Especialista em Histeroscopia pela Sociedade Brasileira de Endoscopia, realizou diversos cursos de extensão nos Estados Unidos, em Oncologia, no Roswell Park Memorial Institute – Buffalo e também Fellowship no Departamento de Prevenção de Câncer Ginecológico do Detroit Medical Center – Michigan. CRM- BA 7.111 | CRM SP 154.740 | CRM- RJ 520100594.2 | CRM- DF 18.839


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