Crise gerada pela pandemia ressalta importância do capitalismo consciente e investimento social
O conceito de empresa humanizada surgiu há alguns anos no mercado, mas ainda hoje diversas companhias não conseguem aplicá-lo na prática. Muitas ainda o veem com o objetivo de gerar negócios e vendas, sem compreender que este é uma consequência do seu impacto positivo dentro da estrutura organizacional da companhia. A crise causada pela Covid-19, que assombra o mundo desde o ano passado, mostrou a necessidade de conciliar educação e capacitação, investimento social e práticas de negócios mais sustentáveis.
“Hoje mais do que nunca é preciso ter investimento em capital humano dentro das empresas. E não se trata apenas de um treinamento, mas sim de trazer para os colaboradores a conotação sobre os benefícios que cada indivíduo carrega para a sociedade, é fazer crescer a admiração pelo seu trabalho e a importância da sua função. Tudo isso atrelado ao empreendedorismo”, afirma Pedro Nascimento, sócio e COO do Grupo Anga&Din4mo, holding de serviços de implementação de cultura humanizada, capitalismo consciente e inclusão social. O Grupo é responsável por levantar essa bandeira e colocá-la em prática dentro das empresas, do investimento até a entrega, do capital até a reformulação organizacional.
Um bom exemplo dos impactos positivos dessa gestão é a Tribo Global, uma consultoria em propósito e cultura que desenvolve líderes conscientes e engaja equipes para potencializar resultados, que nasceu dentro do Grupo Anga. Ainda antes da pandemia, a empresa realizou o projeto Decola com a Sicoob (Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil), envolvendo mais de 90 cooperativas e 900 pessoas em mais de nove cidades pelo país. O desafio era despertar o propósito dos produtos de uma seguradora junto aos seus vendedores, de forma a entregar valor humano aos clientes e alavancar resultados.
"Foi um trabalho de conexão com o dia a dia, criando a consciência de que o que é oferecido pela cooperativa é de importância na sociedade e para os próprios vendedores e vendedoras. Salvam-se vidas com seguros. O que antes poderia ser visto apenas como um produto, foi reconhecido como o que protege aquilo que mais importa para as pessoas. Consequentemente, a experiência se multiplicou dentro da empresa e o número de vidas seguradas aumentou", conta Stephanie Crispino, CEO da Tribo Global. As vendas também cresceram, de R$ 90 mil reais para R$ 650 mil. A companhia é apenas uma das startups de impacto, como são chamadas as empresas com soluções que têm propósito social, do Grupo.
A
Anga&Din4mo dá vida à uma Plataforma de Inovação de Impacto, atuando no
modelo de venture builder, com as suas organizações distribuídas em
quatro facilities (função organizacional que integra pessoas,
estrutura e processos para um propósito comum) integradas e sinérgicas, cujo
objetivo é destravar e mobilizar os capitais essenciais para o desenvolvimento
de negócios e soluções inovadoras orientadas aos ODS 3 - Saúde e Bem Estar, 4 -
Educação de Qualidade, 10 - Redução das Desigualdades e 11- Cidades e
Comunidades Sustentáveis. A holding prevê investir R$ 120 milhões em startups
de impacto e estruturar um portfólio com até 32 empresas no prazo de cinco
anos.
Anga&Din4mo
Tribo Global
Nenhum comentário:
Postar um comentário