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domingo, 2 de agosto de 2026

Assim como em humanos, envelhecimento de pets requer acompanhamento e cuidado preventivo

Segundo professora de Medicina Veterinária da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), cansaço extremo, perda de massa muscular, pelos brancos, alterações no sono ou desorientação dos animais de estimação exigem acompanhamento especializado

 

A idade chega para todo mundo e quem deseja um envelhecimento saudável busca acompanhar cada etapa desse processo de perto. Com os pets, o cuidado deveria ser igual, mas, infelizmente, nem todo tutor age com proatividade. “Muitos associam a velhice animal apenas ao fim da vida, quando, na realidade, ele representa uma nova fase que exige cuidados específicos”, alerta Thayná Neves Cardoso, médica-veterinária, professora da Universidade de Mogi das Cruzes (UMC), especialista em Fisioterapia, Reabilitação e Acupuntura Veterinária. 

“Quanto mais cedo reconhecemos que o animal está envelhecendo, maiores são as chances de prevenir doenças, controlar a dor e manter qualidade de vida por muitos anos. Com os avanços da medicina veterinária, cães e gatos vivem mais do que há algumas décadas e, assim, o desafio deixou de ser apenas aumentar a expectativa de vida, mas garantir que esses anos sejam vividos com conforto e bem-estar”, destaca Thayná. 

Para a docente da UMC, é fundamental que os tutores não normalizem algumas mudanças e limitações de seus pets e as condicionem simplesmente ao avançar da idade: “Esses comportamentos frequentemente indicam dor, principalmente causada pela osteoartrite”. 

A dor crônica é extremamente subdiagnosticada em cães e, principalmente, em gatos. Por isso, os tutores devem se atentar aos sinais mais comuns nesse processo de envelhecimento, que incluem dificuldade para levantar, relutância em subir escadas ou pular, redução das caminhadas e maior tempo dormindo, além de mudanças de comportamento e alterações cognitivas, como desorientação ou inversão do ciclo do sono. 

“É importante destacar que muitos desses sinais não são consequência natural da idade, mas, sim, de doenças tratáveis. E um acompanhamento preventivo faz toda a diferença, garantindo monitoramento da dor, controle do peso corporal e de doenças crônicas, alimentação adequada para a idade e indicação de exercícios físicos compatíveis com a condição do animal, além de orientações para adaptações na casa para evitar escorregões e quedas”, ressalta Thayná. 

Outro ponto muito importante destacado pela especialista é a fisioterapia e a reabilitação veterinária: “Assim como acontece na medicina humana, essas terapias ajudam a preservar massa muscular, melhorar equilíbrio, reduzir dores articulares e retardar a perda funcional. Mais do que isso, tutores atentos realizam check-ups com maior frequência de seus pets idosos”. 

A professora do curso de Veterinária da UMC recomenda avaliação clínica a cada seis meses, já que o envelhecimento dos cães e gatos ocorre de forma muito mais acelerada do que nos humanos. A ação é ação essencial para identificar doenças ainda em fase inicial, aumentando significativamente as chances de tratamento. 

“O fator que muda tudo nesse cuidado é compreender que envelhecer não significa sofrer. Pequenas mudanças fazem grande diferença e a procura por ajuda médica veterinária deve acontecer antes que sinais dados pelo pet se agravem. Hoje, contamos com recursos como fisioterapia, reabilitação, hidroterapia, exercícios terapêuticos, laserterapia, acupuntura e controle multimodal da dor, que podem manter cães e gatos ativos, independentes e com excelente qualidade de vida por muitos anos, garantindo que o envelhecimento aconteça com conforto, autonomia e bem-estar”, concluiu a especialista.


Julho Dourado: brasileiros tratam pets como filhos, mas prevenção ainda está longe da rotina da maioria

Campanha nacional de conscientização sobre a saúde animal chama atenção para um paradoxo: os pets ocupam cada vez mais espaço nas famílias, mas a prevenção ainda não faz parte da rotina da maioria dos tutores

 

Os brasileiros nunca estiveram tão próximos de seus animais de estimação. Uma pesquisa da Serasa, em parceria com o Instituto Opinion Box, mostra que sete em cada dez tutores tratam seus pets como membros da família, enquanto 72% afirmam considerá-los verdadeiros filhos. O vínculo afetivo cresce, o mercado pet segue em expansão e os animais ocupam um espaço cada vez maior dentro da rotina das famílias. Mas existe um hábito que ainda não acompanhou essa transformação: a prevenção.

 

Neste Julho Dourado, campanha que, em 2026, passa a integrar oficialmente o calendário nacional de conscientização sobre a saúde animal, especialistas chamam atenção para um desafio que ainda persiste no país. Embora o setor pet deva movimentar mais de R$76 bilhões neste ano, impulsionado pela busca crescente por produtos e serviços voltados ao bem-estar animal, apenas 18% dos tutores brasileiros mantêm uma rotina de check-ups veterinários preventivos. Na prática, isso significa que muitos cães e gatos ainda chegam ao consultório apenas quando já apresentam sintomas ou alterações mais evidentes.

 

Para Beatriz França, especialista em comportamento animal e fundadora da Creche Escola BFA, no Brasil, e da PETland BFA, em Miami, a prevenção ainda é um conceito pouco explorado entre os tutores.

 

"Hoje os pets fazem parte da família, participam das viagens, das comemorações e da rotina da casa. Esse vínculo é extremamente positivo, mas a prevenção vai muito além do carinho. Ela está na observação diária, na atividade física, na alimentação, na socialização e na capacidade de perceber pequenas mudanças de comportamento antes que elas se transformem em um problema de saúde", explica.


 

O comportamento costuma dar os primeiros sinais


Ao contrário do que muitos imaginam, cães e gatos dificilmente demonstram dor ou desconforto de forma evidente. Em muitos casos, os primeiros indícios aparecem em mudanças discretas da rotina.

 

Um animal que deixa de brincar, dorme mais do que o habitual, perde o interesse pelos passeios, muda o apetite, se isola ou demonstra irritabilidade pode estar sinalizando desde estresse e ansiedade até doenças em estágio inicial.

 

Segundo Beatriz, comportamento e saúde caminham juntos, e conhecer os hábitos do pet é uma das formas mais eficientes de perceber que algo não vai bem. "Os animais se comunicam principalmente pelo comportamento. Muitas doenças começam com alterações pequenas, que acabam sendo atribuídas à idade ou a uma fase passageira. Quanto mais cedo esses sinais forem percebidos, maiores são as chances de um diagnóstico precoce e de um tratamento menos invasivo", afirma.


 

Três hábitos que ajudam a prevenir doenças antes dos primeiros sintomas


Para a especialista, a prevenção não depende de mudanças radicais na rotina, mas da criação de hábitos simples e consistentes que acompanhem toda a vida do animal.

 

1. Observe mudanças de comportamento antes de esperar sintomas físicos


Nem sempre o primeiro sinal de um problema será dor ou falta de apetite. Alterações no sono, na disposição para brincar, nos passeios ou na interação com a família podem indicar que algo merece atenção. "O tutor conhece melhor do que ninguém a rotina do seu pet. Quando esse comportamento muda de forma repentina, vale investigar. Muitas doenças começam dando sinais muito discretos", comenta. 

 

2. Mantenha uma rotina com atividade física e estímulos mentais


Passeios, brincadeiras, enriquecimento ambiental e oportunidades de socialização ajudam não apenas no controle do peso, mas também na prevenção de estresse, ansiedade e diversos problemas comportamentais. "Um pet saudável precisa gastar energia, explorar ambientes, receber desafios e interagir. Esses estímulos fazem parte da saúde física e emocional e impactam diretamente a qualidade de vida ao longo dos anos", diz a especialista.

 

3. Não espere o pet adoecer para procurar orientação veterinária


Consultas preventivas permitem acompanhar o desenvolvimento do animal, identificar alterações silenciosas e orientar ajustes na alimentação, na rotina e nos cuidados conforme cada fase da vida. "O check-up não serve apenas para descobrir doenças. Ele ajuda a acompanhar o envelhecimento, prevenir problemas e orientar o tutor para que o animal viva mais e melhor", completa.

 

Para Beatriz, o fortalecimento do Julho Dourado representa uma oportunidade para ampliar a conscientização sobre um tema que acompanha a evolução da relação entre brasileiros e seus animais de estimação.

 

"O Brasil já evoluiu muito quando falamos sobre o vínculo afetivo entre tutores e pets. Agora precisamos transformar esse cuidado emocional em uma cultura de prevenção. A melhor forma de garantir uma vida longa e saudável não é esperar a doença aparecer, mas criar uma rotina que favoreça o bem-estar físico e emocional dos animais ao longo de toda a vida", conclui.



Fato ou fake: Especialistas esclarecem os principais mitos sobre viagens de avião com gatos

Freepik


O aumento da população felina no Brasil, que já chega a 30,8 milhões de gatos, enfatiza a importância de orientar os tutores sobre as regras e os cuidados necessários para viagens de avião com esses animais

 

O Brasil registra uma expansão contínua da população felina. Dados do Instituto Pet Brasil (IPB) mostram que, em 2025, o número de gatos nos lares brasileiros cresceu 5,4%, passando de 29,2 milhões para 30,8 milhões de animais. O avanço foi superior ao observado em outras espécies de estimação e reflete mudanças no estilo de vida das famílias, que têm optado por pets mais adaptáveis às rotinas urbanas e aos espaços reduzidos.

Esse cenário tem impulsionado uma tendência já observada no setor pet: a inclusão dos gatos em viagens, sejam elas de férias, mudanças de cidade ou até mesmo deslocamentos internacionais. Apesar disso, muitos tutores ainda têm dúvidas sobre como funciona o transporte aéreo de felinos e acabam acreditando em informações incorretas que podem comprometer o bem-estar dos animais ou até impedir o embarque. 

Embora viajar de avião com gatos seja permitido, o processo exige planejamento, atenção às exigências das companhias aéreas e aos protocolos sanitários de cada destino. Para esclarecer dúvidas ainda presentes no público, a PETFriendly Turismo, empresa que organiza e planeja o transporte seguro de pets em viagens nacionais e internacionais, separou abaixo os principais fatos e fake news relacionados às viagens aéreas com felinos. 

 

Fatos

Nem todos os gatos podem viajar na cabine: a possibilidade de viajar na cabine depende das normas de cada companhia aérea. Em geral, existe um limite de peso considerando o animal e a caixa de transporte. Quando esse limite é ultrapassado, o gato poderá ser transportado no compartimento destinado aos animais, desde que a empresa ofereça esse serviço. 

Acostumar o gato à caixa de transporte antes da viagem reduz o estresse: a adaptação deve começar dias ou semanas antes do embarque. Deixar a caixa disponível em casa, com mantas, brinquedos e petiscos, ajuda o animal a associar o espaço a uma experiência positiva, reduzindo o desconforto durante a viagem. 

O planejamento da viagem começa muito antes do embarque: Além de reservar o transporte do pet com antecedência, já que muitas companhias limitam o número de animais por voo, o tutor deve conferir toda a documentação exigida pelo destino, verificar as regras da empresa aérea e realizar uma avaliação veterinária antes da viagem. Esse planejamento reduz imprevistos e garante mais segurança para o animal. 

 

Fake

Gatos não podem viajar de avião: Gatos podem viajar de avião tanto em voos nacionais quanto internacionais. Para isso, é necessário cumprir as exigências da companhia aérea e do destino, que podem incluir documentação veterinária, carteira de vacinação atualizada, microchip e certificados sanitários, especialmente em viagens ao exterior. Cada empresa possui regras específicas sobre peso, dimensões da caixa de transporte e forma de embarque. 

É recomendado sedar o gato antes do voo para que ele fique calmo: A sedação não é indicada de forma rotineira para viagens aéreas. Medicamentos sedativos podem alterar a pressão arterial, a frequência respiratória e o equilíbrio do animal, aumentando os riscos durante o voo. Caso o tutor perceba sinais intensos de ansiedade, o ideal é buscar orientação de um médico- veterinário para avaliar alternativas mais seguras. 

Gatos precisam viajar em jejum por muitas horas: O jejum prolongado não é recomendado para todos os animais. O tempo ideal deve ser orientado pelo médico-veterinário, considerando idade, condição clínica e duração da viagem. De modo geral, recomenda-se oferecer uma refeição leve algumas horas antes do embarque e manter o animal hidratado. 

‘'Quando a viagem é planejada com antecedência e todas as recomendações são seguidas, os gatos podem viajar de forma segura e confortável. O mais importante é que os tutores busquem informações confiáveis, conheçam as exigências das companhias aéreas e respeitem o tempo e as necessidades do animal’', finaliza Juliana Stephani, CEO da PETFriendly Turismo. 


Zoo de São Paulo apresenta trio de filhotes de lobo-guará

Divulgação
 Zoo São Paulo
Após dois meses em área técnica, animais foram transferidos para habitat na área aberta ao público; nascimento reforça programa de conservação da espécie, considerada vulnerável à extinção

 

Quem visitar o Zoológico de São Paulo encontrará três novos moradores. Nascidos em 26 de maio, os filhotes de lobo-guará (Chrysocyon brachyurus) deixaram a área técnica, onde permaneceram com a mãe e sob cuidados de biólogos e veterinários nas primeiras semanas de vida, e passaram a ocupar o recinto de visitação.

O trio é filho de Pitanga e Caju, casal que integra o programa de conservação da espécie desenvolvido pelo Zoológico de São Paulo. Esta é a segunda ninhada dos animais. A primeira nasceu em maio de 2025, quando o casal teve dois filhotes.

O nascimento representa mais um resultado do trabalho de reprodução sob cuidados humanos realizado pelo Zoológico de São Paulo e contribui para a preservação do lobo-guará, classificado como vulnerável à extinção pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).


Símbolo do Cerrado

Maior canídeo da América do Sul, o lobo-guará é um dos principais símbolos do Cerrado brasileiro. Apesar do nome, não é um lobo nem uma raposa. Trata-se de uma linhagem única dentro da família dos canídeos, com características genéticas próprias.

As pernas longas, o focinho alongado e a pelagem avermelhada estão entre suas características mais marcantes. O termo "guará", de origem tupi-guarani, significa "vermelho". De hábitos onívoros, alimenta-se de frutos, plantas, insetos e pequenos vertebrados. A lobeira, fruto típico do Cerrado, é um dos principais componentes de sua dieta. A perda e a fragmentação do habitat, além dos atropelamentos em rodovias, estão entre as principais ameaças à sobrevivência da espécie na natureza.

 

 

Serviço:

Confira os valores da campanha Todo Mundo Paga Meia no mês de férias:  

Zoológico de São Paulo – ingresso avulso antecipado por R$69,90. 

Jardim Botânico – ingresso avulso antecipado por R$19,90.

Simba Safari –  ingresso avulso antecipado por R$69,90. 

Combo com cinco atrações – Zoo SP, Jardim Botânico, Simba Safari, Mundo Dino e Acqua Zoo - de R$379,50 por R$149,90 na compra antecipada. 

Consulte outros valores no site.

 

Funcionamento dos parques:

Zoo São Paulo: aberto todos os dias das 8h30 às 17h (visitação até às 18h);

Jardim Botânico: aberto todos os dias das 9h às 17h (visitação até às 18h);

Simba Safari: aberto de segunda à sexta-feira das 9h às 17h (visitação até às 18h), e aos sábados, domingo e feriados das 8h30 às 17h (visitação até às 18h);

Compra de ingressos - Zoo SP e Simba Safari

Endereços: Zoológico de São Paulo: Av. Miguel Estéfano, 4241 – Água Funda. 

Jardim Botânico de São Paulo: Av. Miguel Estéfano, 3031 – Água Funda.


Obesidade pet vai muito além do excesso de carinho: manejo alimentar inadequado está entre as principais causas

Petiscos em excesso, porções acima da recomendação diária e oferta de alimento como demonstração de afeto podem comprometer a saúde de cães e gatos 

Quem nunca cedeu ao olhar pidão do cachorro ou ao miado insistente do gato e ofereceu um alimento como agrado? Embora pareça um gesto de carinho, transformar a recorrer ao alimento em demonstração de afeto ou recompensa frequente pode trazer sérias consequências à saúde dos animais. 

Muito além da estética, a obesidade é considerada o distúrbio nutricional mais frequente entre os animais de companhia. O excesso de gordura corporal pode comprometer gravemente a saúde dos cães e gatos, favorecendo o desenvolvimento de diversas doenças e reduzindo sua qualidade e expectativa de vida. 

A boa notícia é que é possível prevenir esse quadro. Uma alimentação completa e balanceada, aliada ao manejo alimentar adequado, é fundamental para manter o peso ideal e promover mais saúde e qualidade de vida aos pets. Isso inclui oferecer um alimento apropriado à fase da vida, ao porte e às condições específicas de cada animal, respeitando as quantidades recomendadas e evitando excessos. 

Segundo Natacha Teixeira, médica-veterinária da Adimax, fabricante de alimentos para cães e gatos, um dos erros mais comuns é interpretar qualquer manifestação do animal como fome. "Muitos cães e gatos aprendem que determinados comportamentos, como ficar próximo à cozinha, olhar fixamente para o responsável ou vocalizar, resultam no recebimento de alimento. Com o tempo, esse comportamento acaba sendo reforçado, mesmo quando o animal não está com fome”. 

Natacha lembra que os animais não têm autonomia sobre sua alimentação e dependem dos responsáveis para o fornecimento adequado de calorias e nutrientes. "Cabe ao responsável compreender seu papel na saúde e no bem-estar do pet, oferecendo a quantidade adequada de alimento, respeitando as necessidades individuais do animal e evitando excessos que, ao longo do tempo, favorecem o ganho de peso." 

Além das porções acima do recomendado, outros hábitos contribuem para o desenvolvimento da obesidade, como não controlar a quantidade de petiscos oferecida ao longo do dia, compartilhar alimentos durante as refeições da família ou ceder sempre que o animal pede comida. 

Outro fator importante é que muitos responsáveis confundem apetite com necessidade nutricional. Em alguns casos, o pet pode demonstrar interesse constante por comida simplesmente porque aprendeu que esse comportamento gera uma recompensa. Em outros, o apetite exagerado pode estar relacionado a problemas de saúde, como doenças endócrinas ou verminoses. Por isso, é importante consultar o médico-veterinário para entender o que está por trás desse comportamento. 

 

Carinho vai muito além da comida 

Demonstrar afeto não significa, necessariamente, oferecer alimento. Passeios, brincadeiras, enriquecimento ambiental, momentos de interação e atenção ao bem-estar do animal também fortalecem o vínculo entre responsável e pet, sem colocar sua saúde em risco. 

Quando o assunto é alimentação, o manejo adequado faz toda a diferença. A recomendação é respeitar a quantidade diária indicada pelo fabricante do alimento ou pelo médico-veterinário, dividir essa porção em, pelo menos, três refeições, e ajustar a oferta de petiscos. 

"A prevenção da obesidade começa com pequenas atitudes na rotina. Respeitar as quantidades recomendadas, escolher um alimento adequado às características do animal e entender que oferecer comida nem sempre é sinônimo de cuidado são medidas que contribuem diretamente para uma vida mais longa, saudável e com melhor qualidade para cães e gatos", conclui Natacha.  


Adimax

População de gatos chega a 33,3 milhões e cresce quase duas vezes mais que a de cães no Brasil

Mudanças nas moradias, novos arranjos familiares e uma transformação cultural na relação com os felinos impulsionam o crescimento e ampliam a demanda por atendimento veterinário e produtos especializados


Os gatos estão conquistando cada vez mais espaço nos lares brasileiros. Dados recentes da Associação Brasileira das Empresas do Setor de Animais de Estimação (Abempet) apontam que o país já reúne 33,3 milhões de felinos, número superior aos 32,2 milhões registrados anteriormente. A população de cães, por sua vez, é estimada em 62,5 milhões. Ao todo, o Brasil soma 166,8 milhões de animais de estimação e ocupa a terceira posição no ranking mundial do setor, atrás apenas dos Estados Unidos e da China. 

 

Mais do que indicar uma preferência crescente pelos felinos, esse movimento reflete transformações no modo de vida da população. A verticalização das cidades, a redução da metragem dos imóveis e o aumento do número de domicílios ocupados por uma única pessoa estão entre os fatores que ajudam a explicar a presença cada vez maior dos gatos nas famílias brasileiras.

 

Para Juliana Aguiar, médica-veterinária e gerente de marketing da linha PET da Ourofino Saúde Animal, uma das mudanças mais relevantes está na maneira como a sociedade passou a enxergar os felinos.

 

“Durante muito tempo, o gato foi percebido como um animal frio, distante e pouco afetivo. Essa imagem vem sendo desmistificada. Hoje, ele é reconhecido como uma companhia próxima, capaz de estabelecer vínculos muito fortes com as pessoas responsáveis por seus cuidados. Essa mudança cultural tem um peso importante no crescimento da população felina”, afirma.

 

A adaptação dos gatos a diferentes configurações de moradia também contribui para esse avanço. Por apresentarem uma dinâmica de convivência mais independente, os felinos podem se adequar a rotinas nas quais as pessoas permanecem períodos maiores fora de casa. Isso não elimina, entretanto, a necessidade de cuidados específicos, estímulos ambientais, acompanhamento veterinário e prevenção periódica.

 

Outro fator destacado pela especialista é o fortalecimento dos programas de conscientização, resgate e adoção. Uma parcela relevante dos gatos chega às famílias por meio dessas iniciativas, contribuindo para ampliar não apenas a presença dos felinos nos domicílios, mas também o debate sobre guarda responsável, prevenção e bem-estar animal.


 

Mercado acompanha as particularidades dos gatos

 

O aumento da população felina já provoca mudanças em diferentes áreas do mercado PET. Clínicas veterinárias têm criado salas de espera e espaços de atendimento separados para reduzir o estresse dos gatos, enquanto cresce o número de profissionais especializados em medicina e comportamento felino.

 

Congressos dedicados exclusivamente à espécie, ambientes de enriquecimento, novas opções de areia sanitária, alimentos específicos e produtos voltados às diferentes fases da vida também vêm ganhando espaço.

 

“Os responsáveis por gatos estão mais informados e atentos às necessidades específicas da espécie. Isso exige uma evolução de toda a cadeia, desde a estrutura das clínicas e a capacitação dos profissionais até o desenvolvimento de produtos e de uma comunicação mais segmentada”, explica Juliana.

 

Segundo a médica-veterinária, o gato não deve ser tratado como uma versão menor do cão, e essa percepção, felizmente, vem sendo superada. Os felinos apresentam características fisiológicas, comportamentais e ambientais próprias, e essas diferenças devem ser consideradas tanto nas consultas veterinárias quanto na rotina de cuidados em casa.

 

A transformação desse olhar também estimula o desenvolvimento de soluções específicas. No portfólio da Ourofino está, por exemplo, o Banni 3, endectocida tópico de aplicação spot-on desenvolvido para gatos. O produto associa praziquantel, moxidectina e fipronil e é indicado para o controle de pulgas, piolhos, ácaros causadores da sarna otodécica, nematódeos gastrointestinais e cestódeos. O uso deve seguir as recomendações da bula e a orientação do médico-veterinário.

 

Para Juliana, a tendência é que a expansão da população felina continue acompanhada de uma especialização cada vez maior do mercado.

 

“Não estamos falando apenas de mais gatos nos lares, mas de uma nova forma de se relacionar com eles. Quanto mais conhecemos o comportamento e as necessidades da espécie, maior é a procura por prevenção, atendimento especializado, ambientes adequados e soluções que contribuam efetivamente para sua saúde e qualidade de vida”, conclui.


 Ourofino Saúde Animal


Julho Dourado: Cuidar da saúde dos pets previne zoonoses que representam 60% das doenças infecciosas humanas

No mês de conscientização sobre zoonoses, Elanco reforça que a prevenção em animais de estimação é peça-chave para a Saúde Única, uma vez que mais de 60% das doenças infecciosas humanas têm origem animal.

 

O Julho Dourado, campanha nacional dedicada à conscientização sobre a saúde animal e a prevenção de zoonoses, chama atenção para um tema que vai muito além do bem-estar dos pets. A prevenção contra parasitas, a vacinação e o acompanhamento veterinário regular são medidas que também contribuem para proteger a saúde das pessoas e do meio ambiente, conceito conhecido como Saúde Única (One Health).

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 60% das doenças infecciosas que afetam humanos têm origem animal. Entre as zoonoses mais conhecidas associadas a cães e gatos estão a raiva, leptospirose, toxoplasmose, esporotricose, leishmaniose e diversas verminoses, enfermidades que podem ser prevenidas ou ter seus riscos significativamente reduzidos por meio de cuidados veterinários regulares.

"Quando um tutor investe na prevenção, ele está protegendo muito mais do que o próprio animal. A saúde dos pets, das pessoas e do ambiente está diretamente conectada. Essa é a essência da Saúde Única e a principal mensagem do Julho Dourado", explica Camila Camalionte, médica-veterinária, zootecnista e gerente técnica da divisão de Pet Health da Elanco.

Números que reforçam a importância da prevenção

  • A OMS estima que existam mais de 200 zoonoses conhecidas no mundo, responsáveis por mais de 60% das doenças infecciosas humanas;
  • Entre 2007 e 2023, o Brasil registrou 472.790 casos de zoonoses, segundo dados do Ministério da Saúde;
  • Em São Paulo, 96,4% dos casos confirmados de esporotricose entre 2011 e 2025 ocorreram em áreas urbanas, segundo boletim da Secretaria Estadual de Saúde.


A prevenção começa com os cuidados básicos

A prevenção das zoonoses depende de uma rotina consistente de cuidados com a saúde dos animais. Além da vacinação e das consultas veterinárias periódicas, manter o controle contínuo de pulgas, carrapatos e vermes é fundamental para reduzir a circulação de agentes transmissores de doenças e proteger toda a família.

Pulgas e carrapatos podem atuar como vetores de diferentes enfermidades, além de estarem entre as principais causas de problemas dermatológicos em cães e gatos, como a dermatite alérgica à picada de pulga (DAPP), condição que provoca intenso desconforto, coceira e pode comprometer significativamente a qualidade de vida dos animais. Nos gatos, o controle de pulgas também merece atenção especial, já que esses parasitas podem favorecer tanto doenças de pele quanto a transmissão de agentes infecciosos.

Outro cuidado indispensável é a vermifugação periódica. Vermes intestinais podem contaminar o ambiente e representar riscos principalmente para crianças, idosos e pessoas imunossuprimidas, tornando o controle desses parasitas uma importante medida de saúde pública.

Além da prevenção contra parasitas, animais que apresentam doenças dermatológicas também devem receber acompanhamento veterinário adequado. O diagnóstico precoce e o tratamento correto ajudam a controlar o prurido, reduzir infecções secundárias e restabelecer a qualidade de vida dos pets.

Para apoiar os tutores nessa jornada preventiva, Camila destaca que hoje existem soluções capazes de proteger cães e gatos contra diferentes parasitas ao longo de todo o ano, contribuindo para reduzir riscos tanto para a saúde animal quanto para a saúde pública. Entre elas estão Seresto™, que protege cães contra pulgas e carrapatos e gatos contra pulgas; e a família Credeli™, composta por soluções para cães contra pulgas e carrapatos, para gatos contra pulgas e pela versão voltada a cães que combina proteção contra pulgas, carrapatos e vermes intestinais. A vermifugação também desempenha papel fundamental nesse cuidado, com Drontal™, referência para cães e gatos, e Advocate™, que auxilia na proteção contra diferentes parasitas internos e externos, sempre conforme orientação do médico-veterinário.

Além da prevenção contra parasitas, algumas condições dermatológicas também exigem atenção especial. Animais que apresentam coceira intensa, inflamações de pele ou dermatites devem ser avaliados por um médico-veterinário para receber o tratamento mais adequado. Nesses casos, Zenrelia™ representa uma alternativa terapêutica inovadora para o controle do prurido associado à dermatite alérgica em cães. Utilizadas de forma integrada e sob orientação profissional, essas soluções contribuem para uma estratégia preventiva alinhada aos princípios da Saúde Única.


Saúde Única na prática

O conceito de Saúde Única reconhece que a saúde animal, humana e ambiental são indissociáveis. Por isso, pequenas atitudes adotadas pelos tutores fazem grande diferença para reduzir o risco de zoonoses e promover mais qualidade de vida para toda a família.

A Elanco recomenda algumas medidas simples:

  • Realizar consultas veterinárias periódicas, mesmo quando o pet aparenta estar saudável;
  • Buscar orientação profissional diante de qualquer alteração de comportamento ou condição clínica do animal;
  • Manter a vacinação em dia, conforme recomendação do médico-veterinário;
  • Realizar a vermifugação periódica para reduzir o risco de transmissão de parasitas presentes no ambiente;
  • Controlar pulgas e carrapatos continuamente durante todo o ano;
  • Adotar medidas de prevenção contra doenças transmitidas por mosquitos, especialmente em regiões endêmicas para leishmaniose;
  • Higienizar adequadamente caixas de areia, camas, comedouros e demais ambientes frequentados pelos animais.

"Hoje existem soluções que permitem ao tutor manter uma rotina preventiva simples e eficaz durante todo o ano. Cuidar da saúde dos pets é também cuidar da saúde das pessoas e fortalecer os princípios da Saúde Única. Essa prevenção contínua é uma das formas mais eficazes de reduzir os riscos de zoonoses dentro dos lares", conclui Roberta Paiva, gerente de Marketing de Pet Health da Elanco.

  

Sobre o Julho Dourado

Criado por iniciativa do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) e oficialmente instituído em janeiro de 2026, o Julho Dourado é uma campanha nacional dedicada à promoção da saúde dos animais domésticos e de rua e à prevenção das zoonoses — doenças que podem ser transmitidas entre animais e seres humanos. A cor dourada simboliza a nobreza e o valor da vida animal.

Para saber mais sobre a Elanco, visite o site https://meupet.elanco.com/br e acompanhe as redes sociais da marca no Instagram (@elancopetsbr) e LinkedIn (@elancobrasil).

 

Elanco Animal


Temperaturas baixas aumentam riscos à saúde de pets durante o inverno


Assim como os humanos, os animais também sofrem com o frio no inverno e podem apresentar problemas de saúde que vão desde desconforto térmico até o agravamento de doenças crônicas. Filhotes, idosos, animais de pequeno porte e aqueles com pouca pelagem estão entre os mais vulneráveis. 

Segundo a médica-veterinária e docente do curso de Medicina Veterinária da Estácio, Fabiana Quartiero, as baixas temperaturas representam desafios importantes para o organismo dos pets. “Os principais riscos clínicos incluem hipotermia, agravamento de doenças crônicas e imunossupressão secundária, que favorece o surgimento de infecções oportunistas”, explica. 

A especialista destaca que nem todos os animais sentem frio da mesma forma. Fatores como idade, porte, tipo de pelagem e condição corporal influenciam diretamente na capacidade de manter a temperatura corporal. Filhotes e idosos, por exemplo, perdem calor com mais facilidade, enquanto raças de pêlo curto ou sem subpêlo possuem menor proteção natural contra o frio. 

Os tutores devem ficar atentos a sinais que indicam desconforto térmico. Tremores, postura encolhida, busca constante por locais aquecidos, apatia e extremidades frias ao toque são alguns dos indícios mais comuns. Além disso, tosse, espirros, secreções, dificuldade para se movimentar e mancar podem indicar problemas de saúde agravados pelas baixas temperaturas. 

Para aumentar o conforto dos animais, roupas e mantas podem ser aliadas importantes, especialmente para cães de pelo curto, filhotes e idosos. Já no caso dos gatos, o uso de roupas exige cautela. “Em gatos, o uso de roupas costuma ser contraindicado, pois compromete o comportamento de autolimpeza e pode gerar estresse significativo”, alerta Fabiana. A exceção fica para gatos sem pelo, como os da raça Sphynx, que podem se beneficiar da proteção térmica. 

Outro cuidado fundamental é garantir um local adequado para descanso. A cama deve ficar protegida do vento e da umidade, sem contato direto com o piso frio. Para animais que permanecem em áreas externas, casinhas com mantas secas e isoladas do chão ajudam a conservar o calor corporal. 

A rotina também merece adaptações durante o inverno. Os banhos devem ser menos frequentes e realizados com água morna, em ambiente fechado e sem correntes de ar. A secagem completa é indispensável antes que o animal tenha contato com áreas externas. Os passeios continuam importantes para a saúde física e mental, mas devem ser realizados nos horários mais quentes do dia. 

O inverno também favorece o aparecimento de doenças respiratórias em cães e gatos, além do agravamento de problemas articulares, como a osteoartrite. Por isso, manter a vacinação em dia e realizar acompanhamento veterinário preventivo são medidas essenciais. “A vacinação atualizada continua sendo uma das principais formas de prevenção contra as doenças respiratórias mais comuns da estação”, ressalta a docente. 

Além disso, os tutores devem estimular a hidratação, já que muitos animais tendem a beber menos água nos dias frios. O uso de fontes e a oferta de alimentos úmidos podem ajudar a manter o consumo adequado de líquidos. 

Entre os erros mais frequentes estão deixar as roupinhas por vários dias sem troca, aumentar a quantidade de alimento sem orientação profissional e utilizar bolsas de água quente ou aquecedores sem proteção. “As fontes de calor devem sempre ter uma barreira física para evitar queimaduras e permitir que o animal se afaste caso sinta desconforto”, orienta Fabiana.



Estácio
Saiba mais em estacio.br


Pets no inverno: conheça quatro cuidados para ter com cães e gatos durante as baixas temperaturas

 

 Shutterstock

Garantir a hidratação, reduzir o tempo de passeio e manter a vacinação em dia estão entre os pontos de atenção no período

 

Com a queda da temperatura, a rotina de cães e gatos precisa de alguns ajustes para evitar desconfortos e problemas de saúde. Assim como acontece com as pessoas, os pets também podem sentir os efeitos do frio, especialmente filhotes, idosos, os que possuem pelo curto e aqueles que já têm alguma condição respiratória ou de saúde. Tremores intensos, apatia, perda de apetite, tosse, espirros, secreção nasal e respiração mais lenta estão entre os sinais que merecem atenção dos tutores.

Segundo Daniela Bochi, médica-veterinária e Gerente de Marketing do Grupo Petz Cobasi, o inverno pede cuidados simples, mas importantes para preservar a saúde dos pets. “O frio não deve ser tratado apenas como uma questão de conforto. O tutor deve observar constantemente o comportamento do animal, mantê-lo protegido e procurar orientação veterinária se perceber sintomas persistentes”, afirma.

Assim, para ajudar tutores a adaptarem a rotina de cães e gatos durante o período de baixas temperaturas, a especialista lista quatro cuidados fundamentais que contribuem para a saúde e bem-estar dos animais.


1 – Manter os pets em locais protegidos e fornecer itens para aquecimento

Durante os dias frios, cães e gatos devem ficar em locais protegidos de vento, chuva e umidade. Caminhas, mantas e cobertores limpos e secos ajudam a manter o conforto térmico. As roupinhas também podem ser aliadas, principalmente para animais de pelo curto, idosos ou mais sensíveis ao frio, desde que não limitem os movimentos nem causem superaquecimento.


2 – Reduzir o tempo de passeio ao ar livre ou manter os animais dentro de casa

Nos dias mais frios, os passeios com cães devem ser mais curtos e, sempre que possível, realizados em horários de temperatura mais amena. No caso dos gatos, a recomendação é evitar o acesso à rua, especialmente em períodos de frio intenso, chuva ou vento, para que permaneçam em um ambiente seguro, seco e aquecido.

“É importante destacar que sempre que os pets retornarem de passeios, tutores devem garantir que as patas fiquem limpas e secas. Além disso, é aconselhável que responsáveis pelos animais estimulem brincadeiras e atividades dentro de casa ao reduzirem passeios para a rua, garantindo o gasto de energia e evitando o sedentarismo”, explica Bochi.


3 - Manter a hidratação

No frio, muitos pets tendem a beber menos água, seja pela menor sensação de sede, ou pela redução das atividades físicas. Ainda assim, a hidratação continua essencial para o funcionamento do organismo, incluindo a regulação da temperatura corporal, a digestão, a circulação e a saúde urinária. Quando a ingestão de água diminui de forma significativa, cães e gatos podem ficar mais suscetíveis a problemas, especialmente no sistema urinário.

Uma dica é oferecer água limpa e fresca com frequência, espalhando diversos potes pela casa. Também é indicado inserir alimentos mais úmidos na alimentação de cães e gatos. Casos de recusa total de água e sintomas como vômito e diarreia devem ser levados ao veterinário.


4 - Assegurar que a vacinação esteja em dia

Estar com o calendário vacinal atualizado é essencial durante todo o ano, mas ganha ainda mais importância durante o inverno. As temperaturas mais baixas podem favorecer a circulação de vírus e bactérias, além de deixar cães e gatos mais suscetíveis a doenças respiratórias e outras infecções. Por isso, manter a vacinação em dia é uma das principais formas de prevenção.

“As vacinas ajudam a proteger os animais contra doenças que podem ser graves, contagiosas e, em alguns casos, fatais. No período de frio, quando os pets costumam ficar mais tempo em ambientes fechados, essa proteção se torna ainda mais importante”, informa a médica-veterinária e Gerente de Marketing do Grupo Petz Cobasi.


Campanha do Agasalho Pet

Além dos cuidados com os pets dentro de casa, o inverno também acende um alerta para cães e gatos que vivem em abrigos ou estão sob os cuidados de ONGs e protetores independentes. Nessa época, a queda nas temperaturas aumenta a necessidade de itens como cobertores, caminhas, roupinhas e casinhas, que ajudam a manter os animais protegidos do frio, da umidade e do vento.

Ainda de acordo com Bochi, olhar para esses animais também faz parte dos cuidados essenciais no período. Muitas organizações mantêm um grande número de cães e gatos resgatados e dependem de doações para garantir alimentação, abrigo e bem-estar, especialmente nos meses mais frios.

“Doar roupinhas, cobertores, caminhas e casinhas em bom estado para ONGs de animais resgatados é uma forma concreta de ajudar cães e gatos a atravessarem o inverno com mais segurança. Muitas instituições acolhem filhotes, idosos e animais em recuperação, que precisam de abrigo seco e aquecido para se manterem saudáveis”, diz.

Até o dia 30 de agosto acontece a 9ª edição da Campanha do Agasalho Pet da Cobasi, em que clientes e tutores podem doar itens de inverno em qualquer unidade da marca nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A iniciativa beneficiará mais de 100 ONGs e integra o pilar de doações do Cobasi Cuida, programa social pioneiro no varejo pet.


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