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| Fundo Social / Luana Oliveira |
O Fundo Social de São Paulo lança a plataforma virtual SOS Mulher, que
disponibiliza, a partir de hoje, informações sobre segurança, saúde e
independência financeira para mulheres em situação de vulnerabilidade.
O portal na internet é uma ampliação do projeto que foi iniciado em
março pelo Governo do Estado, com o lançamento do aplicativo de mesmo nome,
“SOS Mulher”, que permite que as vítimas de violência doméstica peçam ajuda à
polícia apertando apenas um botão do celular por cinco segundos.
Agora o site vai trazer orientações para que as mulheres saibam
reconhecer, evitar e combater as principais formas de violência listadas na Lei
Maria da Penha: física, psicológica, sexual, moral e patrimonial.
O Presidente Executivo do Fundo Social, Filipe Sabará, detalha os
serviços oferecidos pela plataforma: “Além de tutoriais gravados por
especialistas, essa plataforma unifica todos os serviços relacionados à mulher
oferecidos pelo Estado.”
Para a Primeira-Dama e Presidente do Conselho do Fundo, Bia Doria, a
plataforma chega para estimular a autonomia feminina: “Precisamos mudar essa
cultura de violência contra as mulheres e ensinar a todos a respeitarem e
entenderem que não somos sexo frágil.”
A curadoria da plataforma foi feita em parceria com a empresária Fabi
Saad, autora do "Mulheres Positivas”, que através de um termo de doação
disponibilizou seu trabalho gratuitamente ao projeto do Fundo Social de São
Paulo.
Para ter acesso à plataforma, basta acessar: www.sosmulher.sp.gov.br
Como funciona
O SOS MULHER será atualizado diariamente com vídeos informativos de
aproximadamente um minuto. Além de assistir, há a possibilidade de compartilhar
o conteúdo via redes sociais e aplicativos de mensagens.
Especialistas
Os vídeos que estarão disponíveis na plataforma SOS Mulher foram
produzidos e gravados por diversas especialistas como delegadas, promotoras,
juízas, médicas, psicólogas e economistas, entre outras, que participaram do projeto
de forma voluntária.
App “SOS Mulher”
Com 11.659 downloads ativos até o momento e 1.955 usuários cadastrados,
o COPOM (Centro de Operações da Polícia Militar) já realizou 181 atendimentos
às vítimas, desde o lançamento da ferramenta em março deste ano.
Para usar o aplicativo, é preciso baixar a ferramenta por meio das lojas
virtuais Google Play e App Store. Depois, é necessário a realização de um
cadastro com os dados pessoais para que as informações possam ser checadas
junto ao TJSP, que fornece as informações do banco de dados das medidas
protetivas. Após a confirmação positiva da ferramenta, o serviço poderá ser
utilizado.




