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quarta-feira, 7 de agosto de 2019

Fundo Social de São Paulo lança site para mulheres em situação de vulnerabilidade

Fundo Social / Luana Oliveira

O Fundo Social de São Paulo lança a plataforma virtual SOS Mulher, que disponibiliza, a partir de hoje, informações sobre segurança, saúde e independência financeira para mulheres em situação de vulnerabilidade.

O portal na internet é uma ampliação do projeto que foi iniciado em março pelo Governo do Estado, com o lançamento do aplicativo de mesmo nome, “SOS Mulher”, que permite que as vítimas de violência doméstica peçam ajuda à polícia apertando apenas um botão do celular por cinco segundos.

Agora o site vai trazer orientações para que as mulheres saibam reconhecer, evitar e combater as principais formas de violência listadas na Lei Maria da Penha: física, psicológica, sexual, moral e patrimonial.

O Presidente Executivo do Fundo Social, Filipe Sabará, detalha os serviços oferecidos pela plataforma: “Além de tutoriais gravados por especialistas, essa plataforma unifica todos os serviços relacionados à mulher oferecidos pelo Estado.”

Para a Primeira-Dama e Presidente do Conselho do Fundo, Bia Doria, a plataforma chega para estimular a autonomia feminina: “Precisamos mudar essa cultura de violência contra as mulheres e ensinar a todos a respeitarem e entenderem que não somos sexo frágil.”

A curadoria da plataforma foi feita em parceria com a empresária Fabi Saad, autora do "Mulheres Positivas”, que através de um termo de doação disponibilizou seu trabalho gratuitamente ao projeto do Fundo Social de São Paulo.

                Para ter acesso à plataforma, basta acessar: www.sosmulher.sp.gov.br


Como funciona

                O SOS MULHER será atualizado diariamente com vídeos informativos de aproximadamente um minuto. Além de assistir, há a possibilidade de compartilhar o conteúdo via redes sociais e aplicativos de mensagens.


Especialistas

Os vídeos que estarão disponíveis na plataforma SOS Mulher foram produzidos e gravados por diversas especialistas como delegadas, promotoras, juízas, médicas, psicólogas e economistas, entre outras, que participaram do projeto de forma voluntária.


App “SOS Mulher”

Com 11.659 downloads ativos até o momento e 1.955 usuários cadastrados, o COPOM (Centro de Operações da Polícia Militar) já realizou 181 atendimentos às vítimas, desde o lançamento da ferramenta em março deste ano.

Para usar o aplicativo, é preciso baixar a ferramenta por meio das lojas virtuais Google Play e App Store. Depois, é necessário a realização de um cadastro com os dados pessoais para que as informações possam ser checadas junto ao TJSP, que fornece as informações do banco de dados das medidas protetivas. Após a confirmação positiva da ferramenta, o serviço poderá ser utilizado.


Brasil e Argentina são países da Am. Latina que mais fazem pagamentos em cartão de crédito

45% das famílias usam o método para compras de FMCG na América Latina

Ao lado da Argentina, o Brasil é o país da América Latina que mais faz uso de cartão de crédito na hora de comprar produtos de consumo massivo (FMCG). De acordo com levantamento da Kantar, multinacional de painéis de consumo, 45% das famílias latino-americanas utilizam cartão de crédito na região para compras de FMCG, já no Brasil este número sobe para 65%.

As famílias brasileiras usaram o cartão de crédito para esta finalidade 15 vezes durante o ano de 2018, o que significa uma compra paga com o dispositivo a cada 24 dias. Já na América Latina, o uso de cartão de crédito foi a cada 25 dias. Praticamente 100% das famílias da região utilizam o dinheiro como forma de pagamento, que foi eleito para quitar uma compra de FMCG, em média, a cada 6 dias no Brasil, o que dá um total de 61 vezes ao ano. Na América Latina, este número sobe para 132 vezes no ano, em média a cada 2 dias.

O estudo, que analisou os países da América Latina com exceção de Chile e Bolívia, concluiu ainda que 20% de todo o montante gasto com as categorias de rápido consumo na região é quitado em cartões de débito, crédito ou conveniados de lojas. Além disso, a escolha pelo cartão de crédito nestas situações cresceu 2% no ano passado. Mesmo período em que as notas perderam 2,1% em valor, apesar desta modalidade ainda representar 74,7% do total arrecadado.

No Brasil, 30% das compras de FMCG em 2018 foram quitadas através de cartão, um crescimento de 8% em comparação a 2017. Pagamentos através de dinheiro representaram 61% do total arrecadado e, assim como na América Latina, perdeu 2% em valor.

O ticket médio gasto no cartão de crédito em compras de FMCG no País é de R$ 73. Enquanto o gasto médio por compra em dinheiro é de R$ 41. O uso dos métodos também se diferencia nas missões de compra. No Brasil, o cartão de crédito é o método mais utilizado para compras de abastecimento, em 60% dos casos as famílias optaram pelo dispositivo para quitar as despesas. Já o dinheiro é a modalidade escolhida para pagar 25% das compras de proximidade, quando são levados para casa menos produtos de uma vez.

Famílias mais jovens, de classes mais altas, sem filhos e formadas por uma ou duas pessoas são as mais adeptas ao uso do cartão de crédito na América Latina, enquanto lares latino-americanos monoparentais e com filhos optam pelo dinheiro com maior frequência.

"Somente no Brasil, as despesas com bens de consumo massivo representam 28% dos gastos das famílias e é importante observar a maneira como elas pagam por elas. Apesar de usarem o cartão menos vezes, os valores gastos a cada ida ao ponto de venda são maiores quando pagam com o dispositivo. Enquanto o dinheiro é eleito majoritariamente em compras menores e mais frequentes”, analisa Giovanna Fischer, Diretora de Marketing e Insights da Kantar.

Considerando os canais de compra, só no Atacarejo, as compras com cartões cresceram 25% e 30% das famílias utilizaram o método como pagamento de suas compras em FMCG, um incremento de 22 mil novos lares em 2018.


Kantar

STF & SENADO, UMA RELAÇÃO MUITO ESTRANHA


        Marcio Chila Freysleben, Procurador de Justiça no MP/MG, solicita-me que endosse e divulgue o pedido de impeachment do ministro Dias Toffoli (1), do qual é um dos signatários. Feito.

        O fato me fez lembrar, imediatamente, do pacote de documentos que me foi passado, há dias, por um leitor. Trata-se de uma resenha de todas as denúncias apresentadas contra ministros do STF nos anos de 2016 a 2019, num total de 37. Em sequência, uma volumosa cópia dos autos correspondentes às oito denúncias encaminhadas ao Senado Federal no ano de 2016, todas concluindo pelo não acolhimento, situação que se repetiu nos subsequentes casos sob diferentes presidências da Câmara Alta. Apenas as dez últimas, apresentadas no ano de 2019, ainda se encontrariam aguardando manifestação da assessoria técnica. O destino de todas, porém, já está sinalizado pelo curso da história.

        Dois fatos chamam a atenção. Primeiro, o grande número de representações. Segundo, o exercício de autocrático poder pelo presidente do Senado para determinar arquivamento sem ouvir ninguém mais do que sua assessoria técnica. A reiteração de tais condutas evidencia o ataque letal e fulminante que as canetas dos presidentes do Senado determinam à Lei que regula os procedimentos de impeachment e ao preceito constitucional que atribui ao Senado o poder de processar e julgar Ministros do STF. É morte provocada, piedosa, espécie de eutanásia. A Constituição e a lei morrem por “piedade” dos denunciados.

Em momento algum a Lei Nº 1.079/50 menciona consulta a assessorias, ou atribui ao Presidente do poder a prerrogativa de decidir pelo não acolhimento. Seus artigos 42 a 49 são bem claros quanto à exclusiva competência do Poder como tal e não de seu Presidente. A própria Comissão Especial (de senadores) que deveria ser constituída a cada caso tem como tarefa emitir relatório apenas opinativo para orientar a deliberação do Plenário.

        “Este assunto nunca foi levado ao STF?”, deve estar se perguntando o leitor destas linhas. Claro que sim. Aliás, a questão resultou esmiuçada na ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental) de nº 378, em que foi regulamentado o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Uma das questões levantadas se referia à possibilidade de o Senado simplesmente engavetar o processo por decisão da Mesa presidida por Renan Calheiros. O Supremo, no entanto, dispôs:

        3.3. Conclui-se, assim, que a instauração do processo pelo Senado se dá por deliberação da maioria simples de seus membros, a partir de parecer elaborado por Comissão Especial, sendo improcedentes as pretensões do autor da ADPF de (i) possibilitar à própria Mesa do Senado, por decisão irrecorrível, rejeitar sumariamente a denúncia; e (ii) aplicar o quórum de 2/3, exigível para o julgamento final pela Casa Legislativa, a esta etapa inicial do processamento. 

        Ou seja, para o acolhimento da denúncia é exigida maioria simples dos senadores e, para a condenação, maioria de dois terços. No entanto, sucessivas presidências do Senado Federal vêm arquivando dezenas de denúncias contra ministros do STF de modo irregular, que inutiliza o exercício de um direito constitucionalmente assegurado a todos os cidadãos. É com esperança de que isso seja revertido, contando com a mobilização da sociedade, que subscrevo e divulgo o pedido de impeachment mencionado no primeiro parágrafo deste artigo.

        É preciso acabar com o império da impunidade. O STF não julga os crimes dos senadores e o Senado não acolhe denúncias contra os ministros. Dois ou três impeachments de ministros do STF produziriam extraordinário efeito pedagógico em ambos os poderes da República.






Percival Puggina - membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A Tomada do Brasil. Integrante do grupo Pensar+.


Dicas de direção sustentável para motoristas conscientes



Os poluentes emitidos por automóveis contribuem para o aquecimento global em grande escala, principalmente pela utilização desenfreada de combustível e pela liberação de CO2, Monóxido de Carbono e Hidrocarboneto, que causam diversos efeitos negativos para a atmosfera e para meio ambiente como um todo.

É possível minimizar alguns desses malefícios ao meio ambiente e continuar dirigindo como um motorista amigo do planeta. Separamos algumas orientações para você que quer adotar hábitos mais ecológicos ao volante. Pequenas mudanças fazem toda a diferença.

A primeira dica vem de Antônio Campos, CEO da empresa CarroAluguel.com “Muitos motoristas estão abrindo mão de adquirir um automóvel próprio, preferindo alugar quando surge a necessidade. Desse modo é possível economizar, pois não há custos com documentação, manutenção e impostos.” A locação de veículos cresce cada vez mais no Brasil, só no ano de 2017 apresentou um crescimento de 12,3%, segundo a Associação Brasileira de Locadoras de Automóveis.

Acompanhe abaixo outras cinco maneiras de preservar o meio ambiente e economizar dirigindo, a chamada direção sustentável:

Compartilhe o transporte com amigos, familiares e/ou colegas de trabalho - Assim teremos menos carros na rua, e consequentemente menos poluição. Além disso, as despesas de combustível podem ser divididas entre os passageiros, proporcionando economia para todos.

Analise estrategicamente seus trajetos diários - Adote caminhos mais curtos e rápidos. Se as distâncias percorridas forem curtas prefira ir a pé ou de bicicleta. Esse ato é ecológico e também contribui para sua saúde. Exercícios físicos sempre são uma boa ideia.

Desacelere - Não precisa pisar fundo no acelerador para sair do lugar, sabia? Deixe a lei da inércia trabalhar a seu favor, na maioria das vezes, acelerar aos poucos já traz o efeito desejado. Desse jeito você evita o desgaste das peças e poupa combustível.

Atente-se aos pneus do carro - Quando os pneus estão murchos exigem mais combustível para rodar. Por isso, calibre periodicamente, a cada uma semana ou quinze dias. O planeta e o seu veículo agradecem muito.

Manutenção preventiva - Um carro com problemas mecânicos emite poluentes nocivos ao meio ambiente. Isso faz com que a manutenção preventiva seja um fator importante. Ela assegura que o carro trabalhe no melhor alinhamento possível. Não deixe para depois, leve seu automóvel para o mecânico hoje mesmo.



Declaração do Imposto sobre Propriedade Territorial Rural pode ser feita por meio de Certificado Digital


Obrigatoriedade da declaração começa dia 12 e termina em 30 de setembro, devendo alcançar 5,7 milhões de propriedades


A partir do dia 12 de agosto, os donos de propriedades rurais precisam declarar o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR). As normas e os procedimentos para o cumprimento dessa obrigação foram divulgados pela Receita Federal por meio da Instrução Normativa 1.902/2019 e o prazo final irá até o dia 30 de setembro. Há uma expectativa de que sejam entregues 5,7 milhões de declarações.
O preenchimento da Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural por meio de plataforma digital requer o uso de um certificado digital válido no padrão Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil para assinatura do documento, adverte Maurício Balassiano, diretor de Certificação Digital da Serasa Experian.
Segundo o governo, está obrigada a apresentar a declaração a pessoa física ou jurídica, proprietária, titular do domínio útil ou possuidora a qualquer título do imóvel rural. Também é obrigatória para a pessoa física ou jurídica que, entre 1º de janeiro de 2019 e a data da apresentação da declaração, perdeu a posse do imóvel rural ou o direito de propriedade por transferência ou incorporação do imóvel rural ao patrimônio do expropriante.
A declaração é entregue anualmente por todos os proprietários de imóvel rural e o imposto é baseado no tamanho da propriedade e na área produtiva. As que têm até 30 hectares são isentas. De acordo com o Serviço Florestal Brasileiro (SFB) há 5,9 milhões de propriedades rurais brasileiras incluídas no Cadastro Ambiental Rural. São 489,2 milhões de hectares cadastrados.


Serasa Experian

Acúmulo de lixo dos estabelecimentos comerciais é grande causador de doenças em SP, diz pesquisa



Segundo estudo da Abrager, 80% dos paulistanos acreditam que os resíduos privados provocam proliferação de animais, entupimento de bueiros e enchentes

O acúmulo de lixo produzido pelos estabelecimentos comerciais, industriais e de serviços de São Paulo é apontado por cerca de 80% da população como um dos principais problemas de saúde pública e um grande causador de focos de doenças. O dado é fruto de uma pesquisa encomendada em julho pela Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Resíduos (Abrager) à Opinion Box, companhia especializada em pesquisas de mercado, e direcionada para os moradores de todas as regiões da cidade de São Paulo.
Na visão dos paulistanos, o lixo gerado pelas empresas exposto nas calçadas sem armazenamento adequado e sem tratamento, pode escorrer para bueiros ou ser manipulado e contaminado antes da coleta, além de contribuir para a proliferação de roedores e baratas, considerada pelos especialistas como um dos piores cenários de saúde pública urbana.

Segundo o estudo, que contou com o apoio da Prefeitura Municipal de São Paulo e da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), a proliferação de doenças e animais foi apontada por 36% dos entrevistados sobre os possíveis problemas causados pelo acúmulo do lixo nas ruas. E 21% dos paulistanos disseram que a ausência de tratamento dos resíduos privados provoca entupimento de bueiros e enchentes. Apenas 1,33% indicou que o descarte irregular deixa a cidade suja e feia.

“As empresas precisam armazenar todo o resíduo gerado em equipamentos adequados dentro do próprio estabelecimento e contratar um serviço privado que faça a gestão correta do material”, comenta o diretor-executivo da Abrager, Julio Mirage. “Conforme estabelece a legislação municipal, todos as companhias e estabelecimentos comerciais, que produzam mais de 200 litros de lixo por dia, devem obrigatoriamente contratar uma empresa responsável para a execução dos serviços de coleta, transporte, tratamento e destinação final”, lembra.


Cadastro obrigatório para empresas que geram lixo

Uma das soluções apresentadas pelas Prefeitura de São Paulo para equacionar essa questão é o cadastro eletrônico de geradores de resíduos. Trata-se de uma plataforma de monitoramento e controle da gestão do lixo produzido pelas empresas instaladas na capital paulista.

Até a data de 9 de setembro, todos os proprietários de estabelecimentos comerciais, como restaurantes, padarias, indústria e condomínios não residenciais, incluindo shopping centeres, entre outros, e que tenham CNPJs inscritos no município de São Paulo, devem se cadastrar no site https://www.ctre.com.br/login, para que sejam enquadrados ou não como grandes geradores de lixo.

É o que determina  a Resolução 134/2019 da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), publicada no Diário Oficial no último dia 11 de julho. Por ser feito de maneira online, o cadastro permite o acompanhamento quase que em tempo real de todas as etapas da cadeia de resíduos sólidos no município, incluindo a geração, o armazenamento, o transporte e o tratamento e disposição final.

O cadastro é feito dentro de um sistema autodeclaratório e integra as iniciativas do poder público de facilitar o controle e o cumprimento da Lei 13.478, de 2002, regulamentada pelo Decreto nº 58.701, de 2019, que trata do lixo gerado nos estabelecimentos comerciais.

O cadastro é obrigatório para todas as empresas de São Paulo, independente do volume diário de lixo gerado. O próprio sistema faz o enquadramento automático nas categorias de geradores de resíduos, conforme informações prestadas no momento do cadastro.

“A coleta domiciliar comum atende 100% do município. Somente em 2018, foram recolhidos aproximadamente 3,7 milhões de toneladas de resíduos. À medida que o cadastro de estabelecimentos comerciais vai crescendo, conseguimos aperfeiçoar ainda mais esse trabalho”, comenta Edson Tomaz de Lima Filho, presidente da Amlurb.


Sobre a pesquisa

Os dados da pesquisa foram levantados por meio de um questionário online com 11 perguntas de resposta única, coletados entre 3 e 9 julho de 2019. Ao todo, foram recebidas 300 respostas, de moradores de todas as regiões da cidade de São Paulo. O objetivo da análise foi medir a percepção do paulistano em relação à gestão dos resíduos gerados por estabelecimentos comerciais, industriais e de serviços na cidade de São Paulo.




Sobre a Abrager

Fundada em 2017, a Associação Brasileira de Empresas de Gerenciamento de Resíduos (Abrager) é uma pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, que congrega empresas de toda a cadeia de gestão de resíduos sólidos do setor privados, incluindo transporte, reciclagem, logística reversa, gerenciamento e tecnologia de tratamento de resíduos sólidos. Com atuação em todo o território nacional, a entidade coordena, representa e defende os interesses de seus associados quanto ao desenvolvimento do setor e do mercado de gestão de resíduos sólidos privados, promovendo e divulgando as boas práticas e o correto manejo de resíduos no Brasil.


Sobre a campanha “Lixo é da sua conta”

A campanha “Lixo é da sua conta” é uma plataforma multimídia de conteúdos educativos com o objetivo de orientar os estabelecimentos comerciais e transportadores instalados na cidade de São Paulo sobre como fazer a gestão correta dos resíduos, dentro dos requisitos da lei. Para mais informações, acesse http://www.lixodasuaconta.com.br/

"Revolução" no país, Lei Maria da Penha completa 13 anos nesta quarta-feira (7)



Instituída em 2006, legislação fez com que a violência doméstica passasse a ser tipificada como forma de violação aos direitos humanos


A Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06), que tornou mais rigorosa a punição para agressões contra a mulher em ambiente doméstico e familiar, completa 13 anos nesta quarta-feira (7). O principal trecho da legislação permite que a Justiça prenda em flagrante ou abre a possibilidade de prisão preventiva para os agressores quando a vítima está em situação de vulnerabilidade ou risco de morte.
Segundo a secretária nacional de Políticas para Mulheres, Cristiane Britto, a lei de 2006 tornou mais rígida a atuação das autoridades, ampliando, por exemplo, o tempo máximo de detenção de um para três anos.

“A Lei Maria da Penha revolucionou a forma como o Brasil atuava nos casos de violência doméstica. A legislação, uma das três melhores do mundo, trouxe instrumentos para o poder Judiciário atuar na punição dos agressores e recomendações importantes para o Executivo promover políticas públicas mais direcionadas ao problema. Podemos observar também uma evolução com a instalação do Juizado de violência doméstica, o crescimento das DEAMs, que são as Delegacias de Atendimento às Mulheres; serviços de apoio às mulheres em situação de violência; a possibilidade de prisão em flagrante e a prisão preventiva do agressor, a depender dos riscos que a mulher corre”, conta.

Siliane Garcia, de 33 anos, por pouco não foi vítima de feminicídio e engrossou a estatística de 13 mulheres mortas por dia no país, segundo o Atlas da Violência 2019. Ela teve um relacionamento de três anos com o companheiro, época em que moravam juntos no Paraná. Ao perceber algumas atitudes agressivas do companheiro, Siliane chegou a fazer um boletim de ocorrência. 
Em seguida, se mudou para Santa Catarina. O problema é que o parceiro não aceitou o fim do namoro e foi até outro estado para agredí-la.

“Quando eu falei que ia chamar a polícia, ele já começou a mudar o comportamento, ser muito agressivo, com palavras e xingamentos. Aí quando eu fui entrar para vir no meu quarto pegar o celular, foi quando ele me deferiu vários socos no rosto, na mama, nas costas, nos braços. Ele só não me matou porque a minha amiga chegou. Ela viu toda a cena, viu tudo o que aconteceu. Ela até chegou com o namorado nesta hora e foi quando tiraram ele de cima de mim, porque ele ia me matar. Ele gritava em alto e bom tom: 'eu vou te matar'”, disse.

Além do trauma físico, se recuperar psicologicamente é um desafio a mais para mulheres que sofreram agressão como Siliane.

“Eu quero viver livre! Eu quero ter a minha vida. Eu quero poder me relacionar com alguém sem ter medo. Eu quero poder sair na rua e não ter medo de ser morta. É tão difícil, é só realmente quem passa. Eu entendo hoje o que as mulheres passam, porque muitas se calam pelo medo. A minha família está toda em desespero, meus pais querem que eu vá embora daqui. Aí eu penso: 'até quando que eu vou ter que mudar de estado, mudar de cidade, por causa de um ser humano?'", indagou.

O Brasil foi o 18º país da América Latina a adotar uma legislação para punir agressores de mulheres. Com a Lei Maria da Penha, a violência doméstica passou a ser tipificada como uma das formas de violação aos direitos humanos e os crimes a ela relacionados passaram a ser julgados em Varas Criminais, até que sejam instituídos os juizados de violência doméstica e familiar contra a mulher nos estados.

O Ligue 180 é uma política pública essencial para o enfrentamento à violência contra a mulher em âmbito nacional e internacional. Ele funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana, no Brasil e em outros dezesseis países. Além de registrar denúncias de violações contra mulheres, encaminhá-las aos órgãos competentes e realizar seu monitoramento, a plataforma também dissemina informações sobre direitos da mulher, amparo legal e a rede de atendimento e acolhimento. A ligação é gratuita!

Em Brasília, as cúpulas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal ficarão iluminadas na cor lilás até o dia 15 de agosto em homenagem aos 13 anos da Lei Maria da Penha.




41% dos consumidores não pretendem gastar mais que 100 reais em presentes no Dia dos Pais



De acordo com levantamento sobre comportamento, intenção de compra e preferências para o Dia dos Pais feito pela AondeConvem - representante brasileira das operações da Shopfully International Group, fonte primária de informação para quem busca descobrir produtos, ofertas e novidades sobre estabelecimentos comerciais de forma geolocalizada - de 2.911 pessoas entrevistadas em todo o país, 41% não pretendem gastar mais que 100 reais em presentes. A pesquisa foi realizada entre os dias 15 e 17 de julho e prevê prática de consumo que não cause grande impacto no orçamento dos brasileiros. 

Outro indício da possível baixa no giro econômico é que, entre os participantes, em sua maioria mulheres, representando mais de 54% da amostragem, 60% afirma que fará compras na data, enquanto 20% ainda não decidiram e equivalentes 20% não possuem nenhuma intenção de consumo. No dia das mães, a mesma pesquisa mostrou que menos de 15% dos entrevistados não presentearia seus entes queridos, uma diferença significativa de 5,32% de um grupo para outro.

O questionário desenvolvido pela plataforma continha 11 perguntas de múltipla escolha e 1 aberta, e apresentou em seus resultados que a prioridade dos consumidores na data é economizar, uma vez que 46% dos entrevistados considera preço o principal fator na hora da escolha, seguido de 42% que coloca qualidade dos produtos como maior determinante. A data deverá ser marcada, portanto, pelos famosos itens “bons e baratos”.

“Que o Brasil vive uma recessão não é novidade: inúmeras são as provas de que, diante do cenário atual, economizar é palavra de ordem. Não à toa, muita cautela envolverá as compras da data mais importante de agosto para o varejo”, afirma Clineu Fernandes Júnior, Vice-Presidente da Shopfully International Group.


Pesquisar online garante economia nas compras em lojas físicas

Segundo pesquisa divulgada pelo órgão de defesa do consumidor (Procon), o preço de um mesmo produto comercializado nas lojas físicas pode variar até 112% na data. Para tentar evitar que o consumidor adquira um produto por um preço mais alto, o órgão orienta a pesquisar antes da compra, a fim de obter mais economia e evitar gastos excessivos ou desnecessários, reforçando-se o comportamento prático do processo de compras O2O (Online to Offline), no qual o consumidor inicia sua jornada em pesquisas on-line, por meio de plataformas como a AondeConvem ou outros mecanismos de busca e finaliza a compra em lojas físicas.

Para este Dia dos Pais, 69% dos entrevistados declarou fazer pesquisas online prévias em redes sociais (30%), sites de busca (24%), comparadores de preço (12%) e e-commerces (3%), sendo que, destes, 79% tem intenção de finalizar as compras em lojas físicas.

Os dados ainda revelam que mais de 61% dos consumidores começa a pesquisa sobre o que comprar aproximadamente pelo menos 15 dias antes, com o intuito de verificar promoções, comparar preços e encontrar as melhores ofertas em uma época de alta demanda. Pouco menos de 20% da amostragem afirmou começar a verificação 7 dias antes, enquanto 13% adquirem presentes na véspera e apenas 7% que compram os presentes no dia.

Em relação às categorias mais desejadas para o período, moda fica na liderança, com 36% das intenções de consumo, 15% apostarão em eletrônicos, e, empatados com 11%, ficam cosméticos e acessórios.

Na pesquisa, também foi perguntado sobre quem são as pessoas que os consumidores pretendem presentear. Como já era de se esperar, os pais lideram na intenção do público, com 58%, seguidos pelos maridos (44%), sogros (10%) e avôs (2%).

Brasil está entre os dez países com mais usuários no Twitter


Confira o perfil dos usuários da rede tanto no Brasil quanto em outros países


Memes e retweets são a definição perfeita do Twitter, tornando a rede social uma das mais conhecidas mundialmente e sendo muito utilizada por artistas e políticos. Sabendo do potencial da plataforma digital, o Cuponation, plataforma de descontos online e integrante da alemã Global Savings Group, compilou dados sobre o alcance brasileiro e mundial da mídia. 

O Statista, plataforma de estatísticas, realizou uma pesquisa recentemente para saber quais eram os dez países líderes em usuários ativos no Twitter em julho de 2019, e constatou que o Brasil está no ranking, ocupando o 6º lugar com 8,28 milhões de pessoas usando a rede. 

Em primeiro e segundo lugar ficaram os Estados Unidos (com 48,65 milhões de usuários) e o Japão (com 36,7 milhões), respectivamente. O último país da lista é a Rússia, com 6,63 milhões de pessoas ativas durante o mês.

O Statista chegou a realizar uma segunda pesquisa este ano para saber quais são as dez contas de famosos mais seguidas no Twitter durante o mesmo período da pesquisa anterior, registrando que a cantora Katy Perry garantiu 107,47 milhões de seguidores ativos a partir de julho.
Na pesquisa, o ex presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ficou em segundo lugar com maior número de seguidores, sendo 106,42 milhões, e o cantor Justin Bieber ficou em terceiro lugar, com 105,7 milhões. Veja os rankings completos de ambas as pesquisas no infográfico interativo
O Twitter  hoje em dia é a terceira rede social mais acessada no mundo todo, ficando atrás somente do Facebook e do WhatsApp, de acordo com a empresa Rock Content. 

Segundo um relatório financeiro do último trimestre de 2018 divulgado pelo Twitter, cerca de 126 milhões de pessoas acessam a plataforma regularmente, o que representa um aumento de 9% de visitas em comparação ao ano anterior. 

A rede social também lucrou 791 milhões de dólares em publicidade apenas nos primeiros três meses deste ano, enquanto em 2018 o lucro foi de mais de 2,6 bilhões de dólares - cerca de meio bilhão a mais que em 2017.



Dilemas bilaterais decorrentes da usina de Itaipu Binacional


Considerada uma das maiores usinas hidrelétricas do mundo na época, a Usina Binacional de Itaipu, localizada no oeste do Paraná, foi construída dentro de um ambicioso projeto entre o Brasil e o Paraguai, no período de 1975 até 1982. Era a época da ditadura militar na América Latina e, principalmente de intensa rivalidade política entre os países sul-americanos.

A Usina Hidrelétrica de Itaipu está localizada no Rio Paraná, fronteira entre os dois países, e a sua criação foi organizada por meio de um Tratado (fonte de direito internacional público). Assim, juridicamente, cada Estado mantém a sua própria estrutura de funcionamento e de operação da Usina (Itaipu Brasil e Itaipu Paraguai), sendo que as negociações sobre compra e venda do excedente de energia devem ser previamente precedidas de tratativas entre os chefes de Estado e de seus chanceleres (ministros das Relações Exteriores).

Contratualmente, na época da construção da Usina, cada País era detentor da metade da energia produzida, e o Brasil comprometeu-se a adquirir a energia excedente não utilizada pelo Paraguai. Na época do Tratado de Itaipu, no ano de 1973, o valor desse excedente deveria ser vendido por preço de custo. Na época da construção da Usina, importante esclarecer que a obra foi financiada pelos cofres brasileiros e, assim, a compra do excedente, por parte do Brasil, seria uma forma de saldar a dívida paraguaia.

No ano de 2009, Fernando Lugo e Luiz Inácio Lula da Silva renegociaram os termos de compra do excedente da energia produzida pela hidrelétrica e o Brasil concordou em pagar o triplo dos valores anteriormente pagos ao Paraguai pela compra do excedente.

Em maio de 2019, Brasil e Paraguai celebraram um acordo, pelo qual o lado paraguaio da Usina de Itaipu comprometeu-se a aumentar o potencial contratado até o ano de 2022. Ocorre que tal negociação gerou transtornos políticos ao presidente paraguaio (Mario Abdo Benítez) e quase culminaram em seu impeachment. Dentro do acordo energético, faz-se a diferenciação entre a energia produzida pela Usina e o seu excedente (que se trata, em realidade, da energia produzida acima da capacidade média de Itaipu e que ocorre, por exemplo, quando os reservatórios estão cheios e no caso de chuvas).

Em decorrência das alegações do Brasil, no sentido de que o Paraguai declararia um consumo menor de energia consumida, seria possível um acesso maior de compra da energia excedente. Ocorre que em 2007, Luiz Inácio Lula da Silva, em negociações com o então presidente paraguaio Mario Abdo, celebrou acordo em que a energia excedente passaria a ser adquirida pelo Paraguai a um custo menor.

Assim, o acordo entabulado em maio deste ano entre os Estados segue em stand-by e à espera de uma definição. Na análise do complexo caso em questão, cada Estado busca a defesa de seus interesses soberanos acima representados e que, sem sobra de dúvidas, deverá ser resolvido pela diplomacia e de forma a se buscar o equilíbrio contratual entre as partes, dando, assim, a continuidade da estratégica parceria.




Eduardo Biacchi Gomes - doutor em Direito Internacional e professor do Centro Universitário Internacional Uninter.


terça-feira, 6 de agosto de 2019

Calvície Feminina

 Imagem retirada da internet

 Dr. Thiago Bianco fala sobre as 5 complicações no organismo feminino relacionadas a queda dos cabelos

                    
Dados da academia americana de dermatologia (DDA) apontam que alopecia, caracterizada pela redução total ou parcial de cabelos em determinada região da cabeça, atinge mais de 2 bilhões de pessoas no mundo, sendo que mais de 100 milhões são mulheres.
 Segundo Sociedade Brasileira do Cabelo, 50% das mulheres têm alguma queixa relacionada à queda de cabelo.  E a calvície   que é a diminuição aguda dos fios, acomete 5% da população feminina. Só em houve 2018 um aumento de 40% do número de mulheres que procuraram por tratamentos falando deste tema.

Ao contrário do que pensamos, o transplante capilar não é restrito aos homens e tem atraído a cada dia mais mulheres. O expert no tema, Dr. Thiago Bianco, explica que não só em casos de pós-menopausa, como também as jovens estão a procura desse tipo de restauração. A calvície ou falha capilar em mulheres é um tema ainda mais preocupante, pois além da questão estética e pressão social, pode afetar a saúde psicológica.

Bianco pontua que diferente da calvície masculina que é localizada em regiões específicas no couro cabeludo, a feminina é difusa (espalhada). “Toda a área afetada sofre da diminuição da massa capilar, tornando o procedimento mais delicado, porém tão efetivo quanto o transplante em homens, o que irá depender da habilidade do cirurgião”, diz o doutor.

Geralmente o cuidado com a calvície feminina é limitado, “porém, a condição pode ser abreviada com o uso de algumas medidas, como por exemplo, uso de minoxidil, suplementos vitamínicos com compostos como biotina e silício orgânico”, explica Bianco.

O médico ainda reforça sobre algumas complicações no organismo feminino relacionadas a queda dos cabelos. Como:

1.   Diminuição da ferritina (proteína localizada na região do fígado)

2.   Patologias hormonais como doenças da tireoide

3.   Dietas muito restritivas

4.   Queda capilar pós-gestacional

5.   O eflúvio telogeno é uma condição que pode levar à calvície.
“Uma vez que houve a perda da massa capilar estabilizamos o quadro de calvície e somente depois aplica-se a restauração cirúrgica nas regiões afetadas”, conclui o especialista.



Dr. Thiago Bianco, médico expert em transplantes capilares - considerado um dos pioneiros a realizar a técnica de implante microfolicular guiado por vídeo. Dr. Thiago Bianco foi graduado em Medicina em 2006, e especializou-se em cirurgia geral e trauma, além de direcionar sua carreira para a área de implante capilar. Membro titular da ISHRS (International Society of Hair Restoration Surgery), atualmente realiza um trabalho pioneiro com as técnicas de FUT (Follicular Unit Transplant) e FUE (Follicular Unit Extraction) para o transplante capilar de barba e de sobrancelha. Site: https://www.thiagobianco.com.br
Instagram: @thiagobiancoleal

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