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segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Alimentos coloridos garantem mais nutrientes no prato, orienta Secretaria de Agricultura e Abastecimento


Consumo de diferentes alimentos colabora para variedade de vitaminas e fibras ingeridas durante as refeições


Preparar um almoço de negócios ou para uma reunião em família requer criatividade para agradar os convidados. Um prato colorido e com diferentes tipos de alimentos desperta a atenção e curiosidade daqueles que estão em volta da mesa, e ainda, a imaginação e sensação de prazer. Porém, as cores dos alimentos não agradam apenas aos olhos, elas determinam também os tipos de nutrientes ingeridos pelas pessoas.

De acordo com o Manual de Sucos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (baixe gratuitamente aqui), a coloração dos alimentos é determinada pela predominância de nutrientes específicos, que são benéficos à saúde. Quanto maior a variedade de alimentos e cores no prato, mais rica e completa em nutrientes será a refeição, diz a publicação. 

Os alimentos verdes como o pimentão e o salsão, por exemplo, são fontes de antioxidantes que previnem o envelhecimento precoce e ricos em vitaminas A e C. Já os vermelhos, como morango, tomate e maçã, auxiliam na prevenção da degeneração das células e ajudam na circulação sanguínea. Cenoura, damasco e manga, alimentos de coloração alaranjada, são fontes de betacaroteno e cardioprotetores, além de beneficiarem o sistema imunológico.

Há também os alimentos brancos, que auxiliam na formação e manutenção dos ossos, caso do leite, queijos e iogurtes; os roxos, como a beterraba e as uvas, que têm atividade anti-inflamatória e os marrons, como os feijões, nozes, castanhas e cereais integrais, que são fontes de fibras e regulam o trânsito intestinal.
 

De acordo com a publicação “Alimentação Saudável: mais cor e sabor no seu prato” (disponível gratuitamente aqui), da Secretaria, nas principais refeições do dia, o ideal é montar um prato completo e equilibrado, no qual 50% da composição seja de legumes e verduras variados, 25% de carboidratos e os outros 25% de proteínas de origem animal ou vegetal. O equilíbrio de grupos alimentares na composição dos pratos é de extrema importância para o funcionamento adequado do organismo, orienta a publicação.

Dessa forma, a disposição dos alimentos não contribui apenas para a formação de pratos mais elegantes e coloridos, mas também para refeições mais ricas e saudáveis. Além disso, a combinação de cores colabora para o consumo de diferentes alimentos, que algumas vezes passam despercebidos, mas são fontes de vitaminas, fibras e outros nutrientes benéficos.
 

Os livros estão disponíveis gratuitamente nas livrarias digitais Amazon, Issuu, google books e Itunes.





Lucas Rodrigues

Mercado publicitário ignora terceira idade


Pesquisadora mostra que a publicidade brasileira não fala com público idoso e, quando fala, é de forma estereotipada. Com isso, marcas perdem grande público potencial


A pirâmide etária brasileira está se invertendo. O aumento da expectativa de vida e a redução das taxas de natalidade estão fazendo crescer o número de idosos em relação ao de jovens. Estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística é que, em 2030, o país já tenha mais pessoas acima dos 60 anos que menores de 14. Além de em maior número, a população idosa está, cada vez mais ativa, economicamente independente e consumidora, mas o mercado publicitário brasileiro parece ainda não ter percebido tal movimento.

Pesquisa de doutorado da coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda da Universidade Positivo, Christiane Machado, mostra que a publicidade brasileira não fala com o público idoso e, quando fala, é de forma estereotipada. “Além de as próprias marcas não quererem direcionar seus produtos e suas mensagens para os idosos, nas mensagens que são para um público mais amplo, os idosos também não aparecem. E, quando aparecem, são de uma forma muito de antigamente, aquele vovozinho, aquela vovozinha”, comenta a publicitária.

Na pesquisa, a professora observou as propagandas dos 10 maiores anunciantes do país, que representam mais de 200 marcas, para saber se a presença dos idosos na publicidade era condizente com sua participação na sociedade. “Os idosos aparecem em menos de 3% das propagandas. O fato de eles não estarem presentes e, principalmente, de em alguns casos eles serem mostrados de maneira muito estereotipada, demonstra certo preconceito. As marcas não querem ser associadas com consumidores mais velhos porque as pessoas ainda têm preconceito com o envelhecimento. Todo mundo acha legal esse papo de longevidade, de que a expectativa de vida está aumentando, todo mundo quer viver mais. Mas ninguém quer ficar velho”, ressalta Christiane.

Pesquisa do Instituto Locomotiva e da Bradesco Seguros aponta que R$ 1,8 trilhão são movimentados por consumidores com mais de 50 anos, por ano, no Brasil – o que representa 42% da movimentação financeira de todos os brasileiros. Apesar da pesquisa atual não abranger a recepção, ela diz já haver a percepção de que as marcas estão perdendo um grande público potencial. “Os idosos de atualmente são ativos, intelectualmente desenvolvidos, consumidores de fato. Se, há meio século, a pessoa com 60 anos não era um consumidor em potencial, hoje ela tem um nível de atividade – e até um poder aquisitivo – que se assemelha ao que era uma pessoa de 40 anos no passado”, justifica.

O efeito irmão gêmeo nas relações de trabalho



O futuro nas companhias não será de líderes escolhidos somente por um grande número de diplomas, mas principalmente, pela capacidade em lidar com situações e pessoas.” Os profissionais serão avaliados para o trabalho através de seus comportamentos e relacionamentos”, afirma o professor da FGV Management e da Esic Internacional, Luciano Salamacha. O professor explica que para alguém chegar nessa referência de conduta, deve domar um costume praticado pela maioria das pessoas, a mania de querer que o outro pense e aja como a si próprio. Salamacha conceitualiza: é o efeito IRMÃO GÊMEO. Querer como parceiro de trabalho alguém, exatamente igual a nós mesmos. “Nesse momento da humanidade em que a palavra diversidade toma força, ela deve ser pensada em todos os sentidos para uma relação profissional. Ter companheiros de projetos diferentes é somar qualidades e consequentemente, resultados mais criativos”, afirma o professor que também é especialista em gestão de empresas e carreira.

Para Salamacha, quando projetamos no outro uma expectativa do próprio comportamento é em primeiro lugar, se frustrar porque não somos iguais. O professor recorre ao latim e explica que a palavra frustração vem de frustrari e significa que a recompensa não é compatível com aquilo que se desejava. Então, além de ter que lidar com um sentimento negativo que é a frustração, a pessoa terá que lidar com a situação que saiu de uma forma inesperada e até mesmo fora de controle. Afinal, quando esperamos que o outro faça como faríamos temos a tranquilidade de lidar com aquilo que já conhecemos. Mas, quando o outro faz exatamente o inesperado, temos também que criar estratégia para a situação inusitada. São várias demandas, simplesmente porque projetamos no colega o que somos.

Segundo, querer que alguém pense como eu, pode ser uma questão de amizade ou de muita intimidade o que faz com muitas pessoas acreditem que podem mandar no pensar da outra. Que, por amizade, se tem domínio sobre a outra. No ambiente corporativo a amizade deve ser um sentimento controlado e nunca acima das relações profissionais que vêm em primeiro plano.

Terceiro, a falta de entendimento sobre o pensamento diferenciado do outro e, pior, a não aceitação de ideias opostas às nossas. O especialista explica “ o que se debate aqui não são os princípios de ética, honestidade e solidariedade, estes sim, devem estar sempre alinhados dentro de uma equipe.”

Como lidar com o efeito Irmão Gêmeo no mundo corporativo?

Já sabemos que os irmãos gêmeos, embora as vezes idênticos, criados numa mesma casa e num mesmo tempo, desenvolverão características diferentes. Ainda assim, há pessoas que preferem o irmão gêmeo dentro da empresa para não sair do conforto de ouvir um posicionamento diferente do seu. E se a sua verdade não for a única verdade? Essa é a máxima que se deve lutar diariamente para romper a barreira em querer no grupo apenas pessoas que pensem como eu.

Salamacha explica que temos que baixar a expectativa, não esperar do outro e ter a mente e principalmente saber ouvir. Exercícios difíceis, mas hábitos possíveis.

Ter a mente aberta a novas verdades podem colocar abaixo falsas crenças, velhas ideias ou ainda inovar certos conceitos.

A minha reflexão sobre a outra parte pode também ajudar no crescimento de uma terceira pessoa que nem esteja envolvida no processo. “A democracia de ideia é contaminante”, afirma Luciano Salamacha.

E ainda, para o especialista em carreiras, o maior crescimento de uma pessoa dentro de uma empresa é aceitar o direito que cada um pensar como quiser, isso tem a ver com boa liderança.

Num momento de tanto radicalismo, o pensar sobre o pensar do outro pode nos abrir portas e janelas para o crescimento na carreira e pessoal. “ Não espere do outro, pense mais leve e seja um integrador de equipes “, aconselha Salamacha.

 


Luciano Salamacha - doutor em Administração e mestre em Engenharia de Produção. Preside e integra conselhos de administração de empresas brasileiras e multinacionais, Atua como consultor e palestrante internacional. É professor da Fundação Getúlio Vargas em programas de pós-graduação. Recebeu da FGV o prêmio de melhor professor em Estratégia de Empresas nos MBA’s, por sete anos seguidos. É um dos raros professores que fazem parte do “Quadro de Honra de Docentes”, da FGV Management. Também é professor de mestrado e doutorado no Brasil, na Argentina e nos EUA. Salamacha é coordenador de MBA de neurociências na ESIC Internacional, uma das mais importantes escolas de negócios da Europa. Luciano Salamacha é autor de livros e artigos científicos publicados no Brasil e no exterior. Foi pioneiro na América Latina em pesquisas sobre neuroestratégia e neurociência aplicada ao mundo empresarial.


Sintomas da Menopausa podem ser tratados com Aromaterapia


 Divulgação

 Óleos essenciais podem ser ferramentas práticas e naturais


De acordo com o livro “Aromaterapia Clínica” de Jane Buckle, doutora em Medicina Complementar pela Universidade de Exeter e Mestre em Aromaterapia Clínica pela Universidade de Middlesex, a menopausa é a cessação natural da fertilidade de uma mulher e faz os níveis de estrógeno caírem entre 40% a 60% e os de progesterona caírem para quase zero, em relação ao período pré-menopausa. Os sintomas mais comuns, causados por essa queda de produção de hormônios, são ondas de calor, suores noturnos, perturbações de sono, depressão, perda de energia e perda de concentração.

Por isso, muitas mulheres buscam a terapia de reposição hormonal, principalmente por conta dos suores noturnos e ondas de calor, entretanto estudos mostram que quase dois terços delas interrompem o tratamento durante os primeiros 2 anos devido ao ganho de peso e aos efeitos colaterais não desejados como, por exemplo, o inchaço.

É nesse momento que o uso da Aromaterapia no tratamento dos sintomas pode ser uma ótima opção natural. “Existem muitos estudos científicos publicados sobre a Aromaterapia e o tratamento dos sintomas da menopausa com óleos essenciais aplicados topicamente, usualmente na forma de massagem, com resultados excelentes descritos no livro de Jane Buckle”, afirma Maria Aparecida das Neves, referência em Aromaterapia no Brasil e CEO do Grupo Essence.

Segundo a especialista, óleos essenciais como lavanda, rosa, gerânio, jasmim, cipreste, sálvia-esclareia, hortelã-pimenta, ylang-ylang, camomila-romana, entre outros, foram utilizados nos estudos, que comprovaram uma redução na severidade dos sintomas. “Na maioria deles, foi usada uma mistura de óleos essenciais de lavanda, rosa, gerânio e jasmim na forma de massagem nas costas, pernas, peito e pescoço, porém há registros de resultados positivos também na utilização dos óleos como spray de hidrossol no rosto, pescoço e ombros durante uma onda de calor, além de compressas ou banho diário”, afirma Neves.

A principal dica é a de alternar a mistura de óleos essenciais para prevenir que o corpo se acostume com a bioquímica de cada um, já que há inúmeras combinações de cerca de 20 óleos que podem ser muito terapêuticas para os sintomas da menopausa. “Também é importante ter precauções com o uso dos óleos, que apesar de naturais, se utilizados de forma incorreta, podem causar irritações ou reações adversas. Por isso é muito importante buscar a ajuda de um profissional capacitado em Aromaterapia”, alerta Neves.

Para esclarecer ainda mais como a Aromaterapia pode ser uma ótima aliada durante a menopausa, a escritora, fitoterapeuta e aromaterapeuta do Novo México, Cathy Skipper, vem ao Brasil com exclusividade para dividir com as mulheres brasileiras todas as informações e estudos sobre a “Alquimia da Menopausa” em palestra ministrada no III Simpósio de Aromaterapia e Bem-Estar. O evento acontece de 16 a 18 de agosto no Auditório do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo.




III Simpósio de Aromaterapia e Bem-Estar
Dias:
16, 17 e 18 de agosto
Local: Auditório do Centro Universitário Belas Artes
Informações: www.grupoessence.com.br ou pelo telefone (11) 3081-5217.


Você já se perguntou porque não está conseguindo emagrecer?

visasaude.com

Linha Fina


Às vezes parece que você faz todo esforço do mundo e a balança não acompanha, não é verdade? Saiba que talvez você esteja boicotando seu próprio emagrecimento!

Com hábitos inadequados, a ingestão calórica pode ser maior do que você imagina.

Para você descobrir o que está atrapalhando sua perda de peso, seguem 10 perguntas


1. Você consegue ter déficit calórico?

Isto é fundamental na perda de peso. Você precisa queimar mais calorias que consome. Isso vai obrigar seu corpo a utilizar a gordura armazenada, gerando assim o emagrecimento saudável.


2. Você dorme o suficiente?

A má qualidade do sono ou tempo inadequado de sono, podem contribuir para o aumento de peso. Dormir menos pode fazer com que sinta mais fome e tenha tendência a consumir mais calorias do que precisa. Portanto, dormir pelo menos 8h por dia é crucial.


3. A sua dieta no fim de semana anda relaxada demais?

Mesmo depois de 5 dias de dieta, apenas 2 dias de alimentação rica em açúcar e carboidratos podem te engordar. Para perder 1kg por semana, você precisa cortar 1000 calorias por 7 dias. Se você cuida da alimentação por apenas 5 dias, então come muito além do limite no fim de semana, você acaba dando dois passos para frente e um para trás na sua perda de peso.


4. Sua alimentação é saudável?

 Comer demais, mesmo que sejam opções mais saudáveis, também vai fazer com que acumule gordura. Controle as porções que você consome. Considere um suplemente como cromofina. Só porque algo é saudável, não quer dizer que possa consumir uma quantidade enorme sem consequências negativas.


5. Você ainda come alimentos com muito açúcar ou carboidrato?

Às vezes acontece de um alimento ser mais rico em açúcar e carboidrato do que se imagina. Molhos e ketchup, por exemplo, são uma prova disso. Com muito açúcar e carbo, é um inimigo do emagrecimento que às vezes é subestimado.


6. Você tem um trabalho que te faz ficar sentado o dia todo?

Se você trabalha na frente do computador o dia todo, esse pode ser um motivo para sua perda de peso ser mais lenta. Sentar em um único lugar por horas desacelera seu metabolismo e pode fazer com que a comida seja armazenada como gordura.Tente se levantar pelo menos a cada 1 hora, nem que seja sem sair do escritório. Já será de grande ajuda.


7. Você consome muito álcool?

Se você gosta de uma cervejinha de final de semana, já consome mais carboidrato e açúcar do que deveria. E se ingere álcool com regularidade, vai acabar consumindo mais calorias do que imagina.Tome cuidado especialmente com drinques que contam com açúcar adicionado. Já a cerveja precisa de muita moderação, já que é comum quem tome mais de uma latinha sem nem se dar conta. O vinho de boa qualidade, por sua vez, possui propriedades saudáveis, no entanto, deve ser encarado com cuidado, para não boicotar a perda de peso.


8. Você está muito estressado?

Estresse e aumento de peso  andam de mãos dadas. Muito estresse aumenta a produção de cortisol. Essa substância não apenas aumenta o apetite como pode aumentar o armazenamento de gordura na região do abdômen. Quando você está sob muito estresse, sente mais vontade de comidas que são ricas em açúcar e gordura.


9. Você usa a comida como recompensa para a atividade física?

Você treina super bem e depois chega em casa e sente que merece comer um pedaço de bolo de chocolate? Pois bem, esse hábito pode boicotar seu esforço. O exercício juda a queimar calorias e aumentar a massa muscular.


10. Você come entre as refeições?

É importante se alimentar a cada 3 horas, sem se deixar levar pela vontade de comer entre essas refeições. Especialmente porque o impulso geralmente é por algo mais calóricos do que sua dieta exige.


Você sentiu que alguma das perguntas tem a ver com sua rotina? Veja esta outras dicas interessantes no Visa Saúde (visasaude.com).

Ingestão de açúcar e gordura de forma descontrolada agrava saúde do coração de quem tem diabetes¹


Além da inclusão de atividade física regular no cotidiano e dos medicamentos, caso sejam necessários, paciente deve adotar com seriedade hábitos mais saudáveis à mesa¹


Após o diagnóstico do diabetes tipo 2, muitos pacientes ficam na dúvida sobre o que comer e restringem exclusivamente o açúcar, ingrediente preocupante para essa condição, mas que não é o único vilão à mesa¹. Assim como é recomendável reduzir a quantidade de carboidratos do cardápio, é necessário incorporar novos hábitos alimentares¹, tomando cuidado com outros compostos presentes na comida.

O açúcar é o que mais afeta a glicemia, pois quase 100% é convertido em glicose, num período que pode variar de 15 minutos a 2 horas após o consumo². "Como no diabetes tipo 2, o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz ou não possui quantidade suficiente do hormônio para controlar as taxas de glicemia, fica mais fácil entender porque o carboidrato deve ser limitado²", esclarece a médica endocrinologista Dhiãnah Santini de Oliveira.

Existem os carboidratos simples, os quais são rapidamente absorvidos pelo organismo e contraindicados para pacientes diabéticos. Há ainda os complexos (cereais e derivados, farinhas integrais, tubérculos, além das leguminosas, como feijões, ervilha, lentilha e soja) que são os mais indicados para os pacientes com diabetes por terem uma absorção mais lenta².

Além do açúcar, as gorduras também devem ser controladas no cardápio, principalmente as saturadas (carnes vermelhas e laticínios, por exemplo) e as gorduras trans (como margarina, biscoitos recheados, sorvete e salgadinhos industrializados)². Segundo a Dra. Dhiãnah, "as gorduras, além de atrasar o tempo de digestão, dificultando o trabalho da insulina, o que também leva a um aumento da glicose no sangue horas após as refeições, estão relacionadas com o acúmulo de gordura abdominal, com o aumento do colesterol e com o excesso de peso²".

Conclui-se, portanto, que o paciente deve ter cuidado na hora de se alimentar por uma série de motivos¹. Um dos órgãos mais prejudicados pela doença é o coração: o risco de um infarto ou AVC (Acidente Vascular Cerebral) para quem tem diabetes tipo 2 é de 2 a 4 vezes maior do que uma pessoa sem a condição³, fazendo assim com que a doença cardiovascular seja a principal causa de morte no paciente com diabetes, matando mais que o vírus HIV, a tuberculose e o câncer de mama juntos¹.

Como a gordura leva ao aumento do colesterol ruim (LDL), o coração fica ainda mais suscetível4. Isso ocorre, de acordo com a endocrinologista, porque as chances de formação de ateromas (acúmulo de gordura nas paredes dos vasos sanguíneos) aumentam, agravando a saúde vascular4, já comprometida devido ao quadro de inflamação crônica causado pelo diabetes¹.

Mas o que fazer em relação às proteínas? Elas também devem ser consumidas com moderação, já que cerca de 30% a 60% se transformam em glicose no organismo². Presente nas carnes, ovos, leite e seus derivados, além de algumas leguminosas, as recomendadas são as carnes de origem animal consideradas magras, ou seja, que possuem quantidade reduzida de gordura². "Substituir os derivados do leite por versões mais light, além de trocar a carne vermelha pela branca, como frango ou peixes, são medidas bem-vindas²", explica a Dra. Dhiãnah. Porém, o paciente deve conversar com seu médico que o acompanha e também com um nutricionista para elaborar e validar um cardápio individualizado.

Como o carboidrato está presente em grande parte dos alimentos que consumimos, como as frutas e vegetais, as farinhas, as massas e os pães, é provável que o paciente com diabetes seja orientado por um profissional de saúde a adotar a dieta de contagem de carboidratos, estratégia nutricional que traz maior flexibilidade na alimentação². "Para saber quantas calorias pode consumir diariamente, incluindo a quantidade exata de carboidratos, é necessário o acompanhamento nutricional, já que se trata de um método bem individualizado, que depende também do estilo de vida de cada pessoa", esclarece a especialista.

Por fim, quem tem diabetes ainda deve incluir mais fibras na dieta². Presentes nos vegetais e principalmente nas cascas desses alimentos, elas atuam no metabolismo dos carboidratos, pois formam um gel no intestino que torna mais lento o processo pelo qual a glicose entra na corrente sanguínea². As fibras também atuam como vassouras que carregam os resíduos alimentares e a gordura excedente na alimentação pelo intestino, baixando o nível de colesterol absorvido².


Um sério problema no mundo

Grave problema de saúde pública, o diabetes tipo 2 representa 90% dos casos da patologia, acometendo 422 milhões de pessoas no mundo³, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), sendo cerca de 14 milhões apenas no Brasil². "O diabetes do tipo 2 ocorre em razão da obesidade e do sedentarismo. Por ser uma doença muitas vezes assintomática, o paciente não percebe que algo está errado. Segundo o IDF (International Diabetes Foundation), para piorar o cenário, metade dos pacientes não foram diagnosticados ainda no mundo5", informa.

Em alguns casos, porém, é possível que o paciente perceba algumas mudanças, como fome e sede excessivas, ganho ou perda de peso, vontade de urinar com frequência, fadiga, entre outros sintomas¹. Sem cura, mas tratável, o diabetes não deve ser negligenciado "Para ter uma ideia, além de comprometer o coração, o diabetes tipo 2 afeta os rins, leva à cegueira e à amputação dos membros inferiores, caso não seja tratado²", alerta a médica.

O tratamento do diabetes tipo 2 envolve mudanças nos hábitos de vida, incluindo uma alimentação mais saudável e a inclusão regular de atividade física, e, em determinados casos, o uso de insulina ou de medicação². Um dos destaques quando falamos em medicamento para o diabetes tipo 2 é a empagliflozina que possui ação exclusiva e diferenciada, pois não só auxilia no controle das taxas de glicemia, como possui cardioproteção comprovada. O resultado do estudo EMPA-REG OUTCOMEâ com 7.020 pacientes, publicado em 2015 no The New England Journal of Medicine, mostrou que a empagliflozina reduziu o risco de mortes cardiovasculares em até 38% em pacientes com diabetes tipo 2 e alto risco cardiovascular quando comparado com o placebo6,7,8.



Aliança Boehringer Ingelheim e Eli Lilly
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Boehringer Ingelheim
www.boehringer-ingelheim.com.br e www.facebook.com/BoehringerIngelheimBrasil

Eli Lilly and Company
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Referências
1. American Diabetes Association. Disponível em: http://www.diabetes.org/?loc=bb-dorg. Acesso em maio de 2018.
2. Sociedade Brasileira de Diabetes. Disponível em: http://www.diabetes.org.br/publico/. Acesso em maio de 2018.

3. World Health Organization. Disponível em: http://www.who.int/en/. Acesso em maio de 2018.
4. American Heart Association. Disponível em: http://onlineaha.org/. Acesso em maio de 2018.
5. International Diabetes Foundation. Disponível em: http://www.diabetesatlas.org/. Acesso em maio de 2018.
6. Zinman B., et al. Empagliflozin, Cardiovascular Outcomes, and Mortality in Type 2 Diabetes. N Engl J Med; 2015 10.1056.
7. European Summary of Product Characteristics Jardiance®, approved January 19, 2017. Disponível em: http://ec.europa.eu/health/documents/community-register/html/h930.htm. Acesso em março de 2018.
8. Heise T, Seewaldt-Becker E, Macha S, Hantel S, Pinnetti S, Seman L, Woerle H-J. Safety, Tolerability, pharmacokinetics and pharmacodynamics following 4 weeks' treatment with empagliflozin once daily in patients with type 2 diabetes. Diabetes Obes Metab. 2013;15:613-621.

Tabagismo é associado a 90% dos casos de câncer de pulmão


Fumantes têm risco 20 vezes maior de desenvolver tumores malignos do pulmão. Fumantes passivos também apresentam risco do câncer pulmonar, que deve ultrapassar 28 mil casos novos no país este ano


O tabagismo está diretamente relacionado a 90% de todos os casos de câncer de pulmão no mundo, aumentando em cerca de 20 vezes o risco de surgimento da doença. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o Brasil soma mais de 28 mil novos casos de tumores pulmonares ao ano. Além disso, o mau hábito aumenta a incidência de ao menos outros 13 tipos de câncer: de boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, intestino, rim, bexiga, colo de útero, ovário e alguns tipos de leucemia.

O Brasil tem cerca de 21 milhões de fumantes, o que representa 12% da população, segundo o Ministério da Saúde. Os fumantes passivos, que involuntariamente inalam a fumaça, também estão sujeitos a enfrentar os danos do tabagismo, aumentando a população de vítimas.

Pesquisas apontam que a fumaça que sai do cigarro sem ser tragada apresenta maior concentração de substâncias cancerígenas, nicotina e monóxido de carbono, pois não sofre nenhum processo de filtração. "As pessoas próximas aos fumantes estão expostas a substâncias nocivas a vias aéreas e digestivas, causando risco de diversos tipos de câncer conforme o tempo de exposição", explica o médico oncologista Saulo Brito, do InORP/Grupo Oncoclínicas.


Sintomas

A maioria dos pacientes com câncer de pulmão apresenta sintomas relacionados ao próprio aparelho respiratório, tais como tosse, falta de ar e dor no peito. Em poucos casos, cerca de 15%, o tumor é diagnosticado por acaso, quando o paciente realiza exames por outros motivos. Por isso, a atenção aos primeiros sintomas é essencial para que seja realizado o diagnóstico precoce da doença.

Segundo o médico, existem dois principais grupos de câncer de pulmão: carcinoma de pequenas células e não pequenas células. "O carcinoma não pequenas células é dividido entre escamosos e não escamosos, sendo responsáveis pela grande maioria dos casos diagnosticados. Apresentam comportamento menos agressivo quando comparado ao grupo dos de pequenas células".


Tratamento

O tratamento do câncer de pulmão é multidisciplinar e envolve cirurgia, tratamento sistêmico (quimioterapia, terapia alvo e imunoterapia) e radioterapia. Atualmente, os procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos são cada vez mais realizados, proporcionando menor tempo de internação e retorno mais rápido para as atividades habituais. A indicação da cirurgia depende principalmente do estadiamento, da localização do tumor, e do estado geral do paciente.

Nos últimos anos, o uso das drogas alvo e da imunoterapia tem proporcionado ganhos importantes no combate ao câncer de pulmão. O sistema imunológico das pessoas reconhece e combate tumores desde a sua origem, porém em algum momento as células do câncer podem adquirir capacidade de disfarce (evasão), não sendo mais combatidas.

"Retirando este bloqueio que o tumor causa ao sistema imune, as medicações imunoterápicas estimulam a atuação dos linfócitos no combate das células cancerígenas. Isto tem proporcionado controle mais eficaz e até cura em certos casos, com melhor tolerância ao tratamento quando comparado ás quimioterapias tradicionalmente utilizadas, que tem efeitos colaterais diferentes", explica o doutor Saulo Brito.

Como aliviar os desconfortos provocados pela gestação?



Carregar uma vida dentro do próprio ventre é uma experiência divina. Muitas mulheres sonham com esse momento. No entanto, junto com a magia de ser mãe, chegam também muitos desconfortos. A maioria se queixa praticamente das mesmas coisas, como inchaço, tensão muscular e dificuldade para dormir devido ao tamanho da barriga.

Por esse motivo, uma técnica que vem sendo muito procurada pelas gestantes é a flutuação. A prática foi desenvolvida nos anos 50, nos Estados Unidos, pelo neurocientista e psicanalista John C. Lilly. Foram anos e anos de pesquisa para se chegar nos modelos atuais de tanques de flutuação. Com o passar do tempo a flutuação vem sendo praticada por cada vez mais pessoas.

No caso das gestantes, a prática é recomendada a partir do segundo ou terceiro trimestre. Logicamente, cada gestação é diferente da outra, mesmo quando se trata da mesma mulher. Por esse motivo, é sempre importante alinhar essa questão com o médico. Normalmente, os benefícios são percebidos logo na primeira sessão.

A flutuação é muito simples e não requer conhecimento prévio. A gestante entra num tanque - que lembra muito uma banheira grande, mas com tampa - composto por água com sal Epsom, ou sal amargo, como é mais conhecido no Brasil. Essa alta concentração do sal possibilita a flutuação pela densidade elevada da água, dando a sensação de falta de gravidade.

A água fica a 35,5 graus, a mesma temperatura média da pele de nosso corpo, tornando a experiência muito agradável. A gestante pode ficar na escuridão total ou, se preferir, sob as luzes de cromoterapia, o que também impacta no seu relaxamento e bem estar. O silêncio é total.

A técnica atua fortemente no controle do cortisol, o hormônio regulador do estresse e ansiedade. O magnésio reduz a pressão das juntas e articulações, o que por si só já é um alívio. Essa redução da pressão pode ajudar a reduzir edemas ou prevenir inchaços. Alguns médicos até recomendam a ingestão de suplementos de magnésio para essa finalidade.

A pressão sanguínea também está diretamente ligada aos níveis de estresse. Então, faz sentido pensar que o relaxamento profundo do tanque de flutuação pode ajudar a baixá-la. Além disso, quando o corpo está aliviado do peso da gravidade, os vasos sanguíneos podem se dilatar, reduzindo assim a pressão e melhorando o fluxo sanguíneo.

Outra questão importante está relacionada ao estresse. Muitas gestantes ficam ansiosas com a chegada do bebê e com os preparativos que envolvem a chegada de um novo membro à família. A sala de flutuação é um refúgio, um ambiente só seu e onde nada, nem ninguém pode atrapalhar.

Quando entra no tanque, a gestante emerge dentro de um ambiente acolhedor, seguro e de uma tranquilidade ímpar. É possível esquecer todas as dores e incômodos. A mente se tranquiliza e o corpo relaxa. A respiração e o batimento cardíaco se acalmam. A noção de tempo e espaço se diluem. Muitas mulheres acabam entrando em estados meditativos profundos, mesmo sem esforço algum para isso.

A tensão muscular praticamente desaparece. O esforço para carregar o peso extra que habita em seu ventre faz com que as mães fiquem em constante alerta. A tensão para corrigir o peso na coluna, ombros e pernas é constante. Mesmo deitadas, muitas não conseguem relaxar. No tanque, a gravidade zero e a absorção do magnésio tiram essa tensão. É possível até ficar de bruços, algo impossível de ser feito fora da água, nas últimas semanas de gestação.

Outro benefício surpreendente está na conexão entre mãe e filho. Muitos flutuadores relatam uma experiência intrauterina. No caso de uma gestante, ambos estão dentro de um ventre ainda maior. O som é reduzido à sua própria respiração e batimento cardíaco. Algumas gestantes conseguem escutar até o batimento cardíaco da pequena vida em seu ventre.

A percepção das funções fisiológicas da mãe fica aguçada e os laços com seu bebê só aumentam. Esse ambiente único permite à mãe imaginar com muito mais clareza como deve ser a experiência do seu bebê em seu útero. Assim, conectados, ambos ficam muito mais prontos e preparados para a nova vida que terão juntos.





Tobias Nold - empresário e idealizador da Flutuar Float Center, primeiro centro de flutuação em São Paulo.

Estilo de vida e hábitos alimentares podem evitar o câncer


Especialista do Centro Paulista de Oncologia (CPO) – Grupo Oncoclínicas aponta 10 medidas que contribuem para a diminuição dos riscos de desenvolver a doença

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% dos casos de câncer no mundo estão relacionados ao nosso modo de vida. A ingestão de alimentos pouco saudáveis e a falta da pratica de exercícios físicos estão entre os principais fatores para este cenário. Por isso, a recomendação da entidade é que pessoas de 18 a 64 anos pratiquem pelo menos 20 minutos de exercícios em nível moderado diariamente.

"Sedentarismo, sobrepeso/obesidade e consumo excessivo de gorduras podem ser classificados como 'vilões' que respondem, em especial, pela elevação no risco de desenvolvimento de tumores que afetam intestino, endométrio, próstata, pâncreas e mama", explica o Dr. Daniel Gimenes, oncologista do Centro Paulista de Oncologia (CPO) – Grupo Oncoclínicas.

Pequenos ajustes na rotina, introduzindo caminhadas em pequenas distâncias, optar por utilizar a bicicleta como meio de transporte e até mesmo subir ou descer escadas ao invés de utilizar o elevador no dia a dia, podem colaborar e reduzir os fatores de risco que levam ao surgimento da doença.

Ainda de acordo como especialista, estes fatores se tornam ainda mais preocupantes quando levamos em conta sua relação direta com o aumento constante nos registros de casos de câncer entre jovens. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) apontam que a condição já é a segunda maior causa de morte de pessoas entre 15 a 29 anos no país, perdendo apenas para óbitos decorrentes de acidentes e violência. Entre 2009 e 2013, a entidade estima que 17.500 jovens morreram em decorrência de tumores malignos.

O incentivo à prática constante de exercícios físicos e ingestão de alimentos saudáveis surgem não apenas como iniciativas essenciais para frear os índices aumentados da doença como também forma de potencializar o processo de tratamento para pessoas com câncer. "Uma série de estudos científicos sugerem que indivíduos que praticam atividade física e seguem uma dieta equilibrada têm melhores respostas às terapêuticas e, portanto, apresentam taxa de sobrevivência maior ao câncer cinco anos após o diagnóstico", afirma o oncologista do CPO.

Confira 10 passos indicados pelo Dr. Daniel Gimenes que contribuem para a redução global dos riscos de incidência do câncer:

1. Alimentação saudável é um hábito que ajuda na prevenção ao câncer. A dieta do mediterrâneo, que inclui frutas, peixes, grãos e azeite, é um excelente exemplo;

2. Existem vacinas que podem contribuir para a prevenção do câncer. Um exemplo é a vacina contra o HPV, vírus responsável por 90% dos casos de câncer de colo de útero;

3. Após os 40 anos, realize mamografia anualmente. A detecção precoce aumenta em até 95% as chances de recuperação em casos de câncer de mama. (Fonte: SBM – Sociedade Brasileira de Mastologia – DF)

4. Na maioria dos casos, o câncer de pulmão está associado ao consumo de cigarro ou derivados. Parando agora, sua saúde melhora radicalmente. Em 1 ano, o risco de doenças ligadas a males do coração, como infarto, cai pela metade. (Dados da SBCT – Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica)

5. A prática regular de atividades físicas ajudar a prevenir o câncer. O sobrepeso e a obesidade estão relacionados aos seguintes tipos de câncer: intestino, endométrio, próstata, pâncreas e mama.

6. O apoio familiar é fundamental na vida do paciente oncológico. Centrados no cuidado integral, os tratamentos atuais ajudam o paciente na parte médica com terapias complementares como yoga, massoterapia, assistência nutricional e psicológica, além dos cuidados com a boca

7. A imunoterapia é hoje um grande avanço no tratamento do melanoma, câncer de pulmão, câncer de rim e outras doenças. Essa nova terapia potencializa o sistema imunológico para combater as células malignas.

8. A detecção precoce do câncer pode salvar vidas. Consulte sempre um médico especialista e faça exames periodicamente.

9. Existem testes genéticos que possibilitam a personalização do tratamento dos pacientes e, mais do que isso, a identificação de risco e o diagnóstico precoce de doenças hereditárias, incluindo o câncer. (Fonte: Idengene)

10. O câncer de pele é o tipo mais comum em todo o mundo, e pode ser prevenido. Evite e exposição ao sol entre as 10h às 15h. Use protetor solar diariamente com Fator de Proteção Solar (FPS) mínimo de 30 (Fonte: Consenso Brasileiro de Fotoproteção– Sociedade Brasileira de Dermatologia)




Grupo Oncoclínicas
www.grupooncoclinicas.com

Como se alimentar de forma saudável durante a amamentação


Consultora da NUK esclarece as principais dúvidas das mamães


Bem como durante a gravidez, a dieta da mãe após o parto continua fundamental para o desenvolvimento do bebê. De acordo com Lavínia Springmann, Consultora da Amamentação da NUK, a princípio não existem alimentos proibidos para a lactante. Somente em casos de suspeita de alergia alimentar na criança, em aleitamento materno exclusivo, cujo diagnóstico é bem difícil, pode-se pensar em uma dieta hipoalérgica para a mãe.

O correto é manter uma alimentação sadia e consumir muita água, leite e sucos de fruta de preferência sem açúcar, para estimular a produção de leite. Em caso de suspeita de reação do bebê a um determinado tipo de alimento que a mãe consome como temperos mais fortes, é importante manter a criança em observação e notar se ela apresenta algum tipo de agitação incomum ou alergia. 

Nesse caso, é imprescindível identificar qual foi o alimento ingerido que ocasionou a reação no bebê e evitar o seu consumo.

É bom lembrar que durante a amamentação não há razão para iniciar uma dieta de emagrecimento, pois ela pode comprometer a produção e a quantidade de leite e, consequentemente, prejudicar a nutrição do bebê. Para produzir uma boa quantidade de leite, a mãe necessita de uma alimentação balanceada, com aproximadamente 2500 calorias por dia, e muitos copos de água ou qualquer outro líquido, além de relaxar bastante.

As mães vegetarianas devem redobrar os cuidados com a alimentação e se certificar se estão ingerindo vitaminas e minerais suficientes para a sua nutrição e a do bebê. Consultar um nutricionista é a melhor opção para elaborar um cardápio adequado, com refeições e lanches saudáveis.

Remédios, bebidas e fumo não combinam com amamentação. A mãe que amamenta deve lembrar sempre que essas substâncias perigosas podem ser transferidas para o leite materno.


O que comer durante a lactação?

Conserve os hábitos saudáveis de alimentação que teve durante a gravidez.
Mantenha uma dieta rica em grãos e cereais integrais, frutas e verduras, e alimentos que sejam boas fontes de proteínas, cálcio e ferro. É claro que uma guloseima de vez em quando não faz mal a ninguém. 

O consumo de gorduras saudáveis é benéfico para o bebê: abacate, azeite, castanhas, sementes e peixes gordurosos como o salmão são alguns bons exemplos, mas evite as gorduras saturadas encontradas nas frituras, manteiga e gordura vegetal.

Muitas mulheres sentem mais fome na fase da amamentação, o que faz todo o sentido, pois o corpo trabalha 24 horas por dia para produzir o leite do bebê. Por esse motivo, tenha o hábito de fazer um pequeno lanche nutritivo - como uma vitamina de iogurte batido com frutas, uma barrinha de cereais ou uma torrada com queijo -- entre as mamadas. Isso ajuda a manter a fome sob controle e maior nível de energia.


Ingestão de água

Apesar de ter que manter-se bem hidratada, a mãe não precisa ficar contando quantos copos d'água toma durante o dia, pois o seu corpo vai se encarregar de avisar quando é necessária a ingestão de água: os hormônios envolvidos na amamentação provocam a sensação de sede. Neste caso, o indicado é levar um copo ou uma garrafinha de água quando for amamentar.

A urina na cor clara é um sinal de que a lactante está ingerindo uma quantidade adequada de líquidos.


Consumo de café e bebidas alcoólicas

Substâncias como cafeína e álcool podem passar da corrente sanguínea para o leite, por isso evite excessos. A nicotina dos cigarros também vai parar no leite.
Um cafezinho por dia não fará mal ao bebê. No caso das bebidas alcoolicas, o melhor é evitá-las. 

Caso a lactante tenha que tomar alguma medicação, verifique com o médico se é adequada para mães que amamentam.


Alimentos x Cólicas nos bebês

Muitas mães observam que ao ingerirem determinados alimentos, o bebê fica mais agitado e com sintomas de cólica. Neste caso, é aconselhavel seguir o instinto, verificando o que comeu nas últimas horas e eliminando esse alimento da dieta por alguns dias e averiguar a melhora da criança.

Vale notar que entre os suspeitos mais comuns de causar cólica estão alimentos como brócolis, feijão, repolho, cebola e leite de vaca.



NUK

Controle dos níveis de colesterol ajuda a evitar infarto e acidente vascular encefálico


Hábitos saudáveis e acompanhamento médico colaboram para manutenção dos níveis de gordura no organismo

De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia, 40% da população no Brasil apresentam níveis de colesterol elevado e 70% dos brasileiros fazem exames preventivos somente depois dos 45 anos de idade.
Entretanto, mudanças de hábito simples, mas significativas, podem contribuir para a manutenção das taxas aceitáveis de colesterol no organismo.

"A prevenção é o melhor caminho para evitar problemas cardiovasculares. Ter, portanto, uma dieta balanceada, com bastante ingestão de legumes, verduras e frutas e pouco consumo de alimentos industrializados e frituras, além de praticar regularmente atividades físicas e não fumar ajudam a manter os níveis aceitáveis de colesterol", explica Marcelo Sampaio, cardiologista e coordenador do Pronto Atendimento do BP Mirante, hospital premium da BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo.

A avaliação médica preventiva periódica também é muito importante para a promoção da saúde. "O acompanhamento médico ajuda a identificar os fatores de risco e a auxiliar no controle dos níveis de colesterol, contribuindo para a prevenção de infarto e acidente vascular encefálico, o popular derrame", esclarece o cardiologista.


Fator genético

Segundo uma pesquisa realizada em 2018 pela BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo com 600 pessoas das 5 regiões do País, a má alimentação e ingestão excessiva de gorduras foram consideradas por 63% dos entrevistados como os grandes vilões para alteração dos níveis de colesterol. Apenas 20% atribuíram o problema ao sedentarismo, 9% assumiram não saber e outros 8% consideraram outras causas, como tabagismo, estresse, obesidade e doenças do coração.

O que muitos não sabem é que algumas pessoas, mesmo com o peso ideal e tendo um estilo de vida saudável, podem apresentar altos níveis de gordura no sangue (colesterol alto). "Uma falha genética, conhecida como hipercolesterolemia familiar, impede que os receptores de células no fígado façam a limpeza do colesterol e, por esse motivo, há formação e acúmulo de placas de gorduras que podem entupir as artérias", conclui Marcelo Sampaio. Pessoas com essa condição hereditária podem ser tratadas com uma injeção de anticorpos para controlar a doença e eliminar as moléculas de gordura.

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