Pesquisa realizada no Hospital
Universitário Samuel Libânio, em MG, revela que mulheres com hipertrofia
mamária sofrem mais com dores e limitações funcionais; especialista destaca
benefícios do procedimento cirúrgico
Um
estudo científico, realizado no centro de Ortopedia e Cirurgia Plástica do
Hospital Universitário Samuel Libânio, em Pouso Alegre (MG), demonstrou que a
mamoplastia redutora pode resultar em melhorias significativas na capacidade
funcional e redução da dor. A pesquisa revelou que pacientes com hipertrofia
mamária (aumento excessivo das mamas) apresentaram maior intensidade de dor nas
costas e limitações em suas atividades habituais, em comparação com mulheres
com mamas de tamanho considerado saudável.
A
mamoplastia redutora é um procedimento cirúrgico que visa reduzir o volume das
mamas, com o objetivo de proporcionar alívio para sintomas físicos e melhora da
autoestima das pacientes.
A pesquisa analisou 100 mulheres, com cerca de 30 anos, sendo 50 com hipertrofia mamária (grupo estudo) e 50 com mamas de tamanho considerado normal (grupo controle). O tamanho das mamas foi classificado com base nos critérios de Sacchin, enquanto a intensidade das dores na coluna e suas limitações foram avaliadas por meio da Escala Numérica Analógica (NRS) e do questionário de Roland-Morris, ambos utilizados para medir dor e impacto funcional.
O
Índice de Massa Corporal (IMC) foi maior entre as mulheres com hipertrofia
mamária e os resultados obtidos em relação ao impacto funcional foram
significativamente mais altos no grupo de mulheres com mamas volumosas. A
análise estatística confirmou que essas pacientes sofrem com dores mais
intensas e possuem maiores restrições para realizar atividades cotidianas, como
se vestir, caminhar e carregar objetos.
“Mulheres
com hipertrofia mamária frequentemente enfrentam dores nas costas, pescoço e
ombros, além de limitações nas atividades diárias. A mamoplastia redutora não
apenas proporciona benefícios estéticos, mas também contribui para a saúde
física e emocional das pacientes”, afirma o médico cirurgião plástico, de
Sorocaba (SP), Dr. Carlos Alberto Borges, Membro Titular da Sociedade
Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).
Ele destaca que, ao reduzir o volume e o peso das mamas, o procedimento alivia tensões musculares e melhora a postura, resultando em uma qualidade de vida aprimorada. “Para mulheres que sofrem com os efeitos da hipertrofia mamária, a mamoplastia redutora pode ser uma solução eficaz, oferecendo alívio para sintomas físicos e promovendo uma aparência mais harmônica e proporcional ao corpo”, ressalta o Dr. Borges.
O
médico explica que o pós-operatório da mamoplastia redutora é essencial para
garantir a recuperação completa e a manutenção dos resultados. Durante as
primeiras semanas, é comum que as pacientes precisem usar um sutiã cirúrgico
para fornecer suporte adequado às mamas, além de evitar atividades físicas
intensas e o levantamento de pesos. “Embora a recuperação inicial possa
envolver algum desconforto e inchaço, a maioria das pacientes relata uma
melhora significativa *dentro de poucas semanas*, com retorno gradual às
atividades normais”, comentou.
Para
mais informações sobre cirurgias plásticas, acesse: @dr.borgescirurgiaoplastico
nas mídias sociais ou ligue: (15) 3224-4442 (agendamento de consultas). A
Clínica de Cirurgia Plástica onde atua o Dr. Carlos Alberto Borges fica
localizada na Av. Antônio Carlos Comitre, 659, no Parque Campolim, em
Sorocaba/SP.
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