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sexta-feira, 17 de abril de 2026

"Knockout", de Pascale Marthine, na Pinacoteca


A primeira exposição institucional do camaronês Pascale Marthine Tayou no Brasil apresenta instalações, esculturas e pinturas do artista com mais de 25 anos de carreira. As obras reorganizam materiais e ativam trocas, refletindo sobre a existência dos objetos cotidianos e convidando o público a olhar para a vida coletiva em diálogo com importantes conferências internacionais.

O título “Knockout!” sugere confronto, mas também humor e excesso, elementos que atravessam a narrativa da exposição, estruturada a partir de sete conferências internacionais: Berlim, Yalta, São Francisco, Roma, Rio de Janeiro, Bandung e Avignon.

Na exposição que ocupa as sete salas da Pina Luz, Tayou entrelaça esses episódios com experiências estéticas, explorando cores, texturas, materiais e tensões, onde o poético e o político se encontram em atrito constante.

 

OBRAS E SALAS 

Na primeira sala, dedicada à Conferência de Berlim (1884–1885), uma escultura em forma de lápis com quatro metros de altura ocupa o centro do espaço. O objeto articula, de um lado, a energia criativa do desenho e, de outro, seu potencial bélico inscrito na própria forma, revelando como todo gesto de criação convive com a tensão entre invenção e confronto.

A segunda galeria aborda a Conferência de Yalta (1945), que reorganizou o mundo após a Segunda Guerra Mundial. Nela está a obra “L’enfer du décor” (2025), composta por quatro grandes colagens sobre tela que reúnem 89 bandeiras nacionais.

Na terceira sala, associada à Conferência de São Francisco (1945), que

resultou na criação da ONU, Tayou apresenta a instalação “Court-circuit” (2026).

Na sequência, uma grande instalação de galhos secos e sacolas plásticas coloridas denuncia a poluição ambiental causada pelo excesso de plástico. “Plastic Tree” (2014-2015) dialoga com a Rio-92, conferência voltada às questões climáticas e ecológicas.

Na sexta galeria, “Falling House” (2014), uma casa suspensa de cabeça para baixo desafia noções de estabilidade e os sistemas impostos historicamente, se relaciona à Conferência de Bandung (1955).

A exposição se encerra com a Conferência de Avignon, um evento criado pelo próprio artista como exercício de crítica e fabulação política. Nesta

sala estão algumas de suas obras mais icônicas, como “Colorful Stones” (2015–2026) e “Pascale’s Eggs” (2019).

A exposição tem curadoria de Jochen Volz e Ana Paula Lopes.

 

SERVIÇO 

Local: edifício Pina Luz
Data:  até 2 de agosto de 2026
Endereço: Praça da Luz, 2, Bom Retiro, São Paulo — SP.
Horário de funcionamento: de quarta a segunda, das 10h às 18h (entrada até 17h). Sábados e segundos domingos do mês gratuitos.

Classificação Livre.

 

"Solidão Coletiva", de Júlio Bittencourt, na Caixa Cultural

Foto: Júlio Bittencourt

CAIXA Cultural São Paulo apresenta entre até´ 12 de julho a exposição Solidão Coletiva, individual inédita de Julio Bittencourt que propõe uma reflexão visual sobre as contradições da sociedade contemporânea e os modos de existência em um mundo cada vez mais povoado, acelerado e regulado. Com curadoria de Guilherme Wisnik e expografia assinada por de Daniela Thomasa mostra reúne oito séries fotográficas realizadas entre 2016 e 2023, resultado de um extenso trabalho de observação em grandes centros urbanos como São Paulo, Nova York, Tóquio, Mumbai, Pequim e Jacarta.

O título da exposição dialoga com o pensamento da filósofa Hannah Arendt, para quem a sociedade moderna, estruturada em torno do trabalho, tende a suprimir a possibilidade de ação e a reduzir o indivíduo à condição de agente funcional. “As imagens de Bittencourt observam grupos humanos imersos em rotinas produtivas, fluxos incessantes de informação e espaços que impõem contenção física e simbólica. O confinamento surge como eixo recorrente, mesmo quando os mecanismos de controle não se apresentam de forma explícita", conta Wisnik.

Em suas fotografias, Julio Bittencourt busca registrar não acontecimentos extraordinários, mas estados de suspensão. São, para o artista, corpos anônimos, captados em situações de espera, repetição ou adaptação a ambientes que os condicionam. De empregados isolados em escritórios a trabalhadores alojados em hotéis cápsula, a privação deixa de ser exceção para se tornar parte estrutural do cotidiano urbano. “Há, nesse gesto, uma dimensão política que não se baseia na denúncia direta, mas na insistência em tornar visível aquilo que costuma passar despercebido", diz o curador.

As séries se articulam como capítulos de uma narrativa aberta, marcada por tensão e ressonância. Transitando entre o documental e o conceitual, Julio Bittencourt explora a fotografia como linguagem crítica, livre do compromisso jornalístico com o fato imediato, mas atenta às possibilidades poéticas do olhar.

Solidão Coletiva - Júlio Bittencourt é uma exposição apresentada pela CAIXA Cultural, com realização da Phi Projetos e Cinnamon e patrocínio da CAIXA e Governo do Brasil.


Sobre Julio Bittencourt

Nascido no Brasil e criado entre São Paulo e Nova York, Julio Bittencourt desenvolve, por meio da fotografia, do vídeo e de instalações, pesquisas sobre vida urbana, identidade e as relações sociais entre indivíduos e seus ambientes.

Autor dos livros Na vitrine do Prédio Prestes Maia 911Ramos e Mar Morto, Bittencourt teve trabalhos exibidos em galerias e museus de mais de vinte países e publicados em veículos como The New YorkerThe GuardianTIMEFinancial Times e The Wall Street Journal. Atualmente radicado em Paris, é representado pela Galeria Lume, em São Paulo, e pela Galeria da Gávea, no Rio de Janeiro.


Sobre Guilherme Wisnik

Guilherme Wisnik (1972) é professor Livre-Docente na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU USP), instituição na qual é Vice-Diretor(2023-2026). É curador do MuBE (Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia), em São Paulo. É autor de livros como Lucio Costa (Cosac Naify, 2001), Estado crítico: à deriva nas cidades (Publifolha, 2009), Espaço em obra: cidade, arte, arquitetura (Edições Sesc SP, 2018), Dentro do nevoeiro: arte, arquitetura e tecnologia contemporâneas (Ubu, 2018) e Lançar mundos no mundo: Caetano Veloso e o Brasil (Fósforo, 2022). Recebeu o prêmio “Destaque 2018" da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) em 2019, e o Prêmio Jabuti em 2021, na categoria “Artes". Foi o Curador-Geral da 10a Bienal de Arquitetura de São Paulo (Instituto de Arquitetos do Brasil, 2013), do Pavilhão do Brasil na Expo 2020 em Dubai (2021), e Cocurador da exposição Infinito vão: 90 anos de arquitetura brasileira (Casa da Arquitectura de Portugal, 2018), em Matosinhos.Publicou artigos e ensaios em revistas no Brasil e no exterior, tais como Cahiers d'Art, Artforum, Architectural Design, Architectural Review, Domus, Arquitectura Viva, AV Monografías, 2G, Rassegna, Arch +, Baumeister, JA – Jornal Arquitectos, Urban China e Monolito.


Sobre Daniela Thomas

Daniela Thomas é cenógrafa, diretora de cinema e teatro. Realizou inúmeros projetos de cenografia, tendo sido agraciada com os principais prêmios nacionais e internacionais da área, incluindo o APCA pelo conjunto da obra e o Triga de Ouro da Quadrienal de Cenografia de Praga. Foi um dos diretores da Cerimônia de Abertura das Olimpíadas Rio 2016 e cenógrafa do espetáculo. Como cineasta, realizou os longas O Banquete, Vazante, que abriu a mostra Panorama do Festival de Berlim em 2017, Terra Estrangeira e Linha de Passe, estes dois últimos co-dirigidos com Walter Salles. Linha de Passe deu a Palma de Ouro de Melhor Atriz no Festival de Cannes à Sandra Corveloni. Com o arquiteto Felipe Tassara, dirige a T+T Projetos, criando o design de dezenas de exposições no Brasil e no exterior (exposições no Grand Palais e no Centre Georges Pompidou em Paris, na Morgan Gallery, em Nova Iorque, no Mamba e no Museo de Belas Artes de Buenos Aires, no Museu de Belas Artes de Santiago do Chile e nos principais museus do Brasil) e a expografia permanente de Museus como o Museu do Futebol, no estádio do Pacaembu, a Coleção Brasiliana Itau e o Museu da Imigração, premiado na Bienal Ibero-Americana de Design.

  

Phi

https://www.instagram.com/_phiprojetos/

 

Cinnamon

www.cinnamon.com.br

 

SERVIÇO


Solidão Coletiva, individual de Julio Bittencourt

Curadoria: Guilherme Wisnik
Visitação: 3 de março a 12 de julho de 2026

Horário de Visitação: de terça a domingo, das 9h às 18h

Abertura e Visita guiada com o artista e o curador: 3 de março (terça), às 17h

Local: CAIXA Cultural São Paulo
Endereço: Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo – SP
Entrada: Franca

Realização: Phi Projetos e Cinnamon
Patrocínio: CAIXA e Governo do Brasil

 

Comédia jovem A.M.I.G.A.S. retorna a São Paulo a partir de 1º de maio no Teatro SABESP Frei Caneca

Fotos de Paulo Aragon


Ernesto Piccolo dirige texto de Duda Ribeiro adaptado por Julia Iorio, Luiza Lewicki e Isabel Castello Branco, numa montagem que transpõe afetos da vida real para o palco. A produção é de Joana Motta

 

Sucesso de público a comédia A.M.I.G.A.S., criada para para o público jovem e adulto a partir no livro homônimo de Cláudia Mello, retorna a São Paulo para uma temporada de  1º a 31 de maio no Teatro Sabesp Frei Caneca, com apresentações às sextas e sábados às 20h e domingos às 19h (uma sessão acontece no dia 28 de maio às 20h), O patrocínio é da Bradesco Seguros.

A história gira em torno das amigas Aline, Dil e Dadá, com seus encontros e desencontros amorosos, suas expectativas nas relações, suas frustrações e seus desejos. Julia Iorio, Leticia Braga e Isabel Castello Branco interpretam essas personagens que criam a Associação das Mulheres Interessadas em Gargalhadas, Amor e Sexo. 

Para contracenar com o elenco feminino, o ator Bernardo Coimbra dá vida a vinte personagens diferentes no decorrer das cenas. Na montagem anterior, quem se desdobrava em diversos papéis era Ernesto Piccolo, diretor da montagem atual.

A primeira montagem desse texto aconteceu há 26 anos com grande sucesso de público. A ideia de remontá-lo surgiu em 2025, motivada pelo encontro do diretor com Julia Iorio, filha do autor Duda Ribeiro, que faleceu em 2016. Essa reunião foi o impulso que faltava para viabilizar o sonho que ela tinha desde os 10 anos, quando assistia à fita da peça na casa do pai. 

Assim, Iório convidou suas amigas Isabel Castello Branco, filha de Maneco Quinderé (que também esteve na primeira versão da peça), e Luiza Lewicki para adaptar o texto para os nossos dias. Também foi convidada ao projeto a produtora Joana Motta, que, assim como o diretor, era muito amiga do autor.

“O teatro é feito de equipe, então é muito legal, 26 anos depois, trabalhar com os filhos dos parceiros da primeira equipe. Julia, Luiza e Isabel são três meninas cheias de gás, de energia, muito criativas, que adaptaram o texto brilhantemente para os tempos modernos, mais o Bernardo arrebentando com suas várias personagens. Ando me divertindo muito. Tá sendo feito com amor”, diz o encenador.

Além da direção e da produção ficarem a cargo de profissionais experientes, o design de luz assinado por Quinderé e Ronald Teixeira, que também integrou a equipe anterior. Já os figurinos são assinados por Antonio Rocha; a programação visual e cenografia, por Antonia Motta; e a direção de movimento, por Julia Varga e Marcela Pires.

O sucesso total de público na nova montagem de A.M.I.G.A.S. garantiu outras temporadas no ano passado , e tanto Julia Iorio quanto Bernardo Coimbra foram indicados ao Prêmio FITA 2025 (Festa Internacional de Teatro de Angra), na categoria Ator Revelação. Bernardo foi o vencedor do prêmio.

A.M.I.G.A.S. é uma peça leve que promete divertir o público e que ressalta sobretudo, a amizade, com todas as dores, delícias, confusões e intensidades presentes nessa relação afetiva que desafia o tempo.


Ficha Técnica

Baseado no livro de Cláudia Mello 

Elenco: Isabel Castello Branco, Julia Iorio, Leticia Braga e Bernardo Coimbra 

Texto: Duda Ribeiro 

Adaptação: Julia Iorio, Luiza Lewicki e Isabel Castello Branco 

Direção: Ernesto Piccolo 

Desenho de Luz: Maneco Quinderé 

Cenografia: Antonia Motta 

Figurino 1ª temporada: Helena Araujo 

Figurino: Antonio Rocha 

Trilha musical: Rodrigo Penna 

Stand in meninas: Carolina Matos 

Assistência de direção: João Maia P 

Assistência de cenografia: Felipe Loureiro 

Supervisão e Consultoria técnica de cenografia: Ronald Teixeira 

Direção de movimento: Julia Varga e Marcela Pires

 Programação visual: Antonia Motta 

Assessoria de imprensa: Pombo Correio

Social Media: Agência Nuah 

Assistente administrativo: Marilene Teixeira 

Controller - Físico Financeiro: Mariana Teixeira 

Jurídico: Joaquim Motta 

Fotos: Paulo Aragon 

Produção Geral: Joana Motta 

Assistência de produção: Bels Ferrari

Sinopse

A amizade de três jovens, sua cumplicidade e parceria costuram as situações apresentadas e são o ponto de partida para a criação da Associação das Mulheres Interessadas em Gargalhadas, Amor e Sexo (A.M.I.G.A.S.) em que elas registram suas experiências vividas.


Serviço

A.M.I.G.A.S.

Temporada: de 1/5 até 31/5 - sextas e sábados às 20h e domingos às 19h, com uma sessão extra na quinta dia 28/5 às 20h.

Teatro SABESP Frei Caneca - Rua Frei Caneca, 569 - Consolação, São Paulo (dentro do Shopping Frei Caneca, 7º andar).

Ingressos: plateia baixa - R$150 (inteira), R$75 (meia-entrada); plateia - R$140 (inteira), R$70 (meia-entrada).

Venda online: https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/amigas-15904

Bilheteria: de terça a sexta-feira, das 12h às 15h e das 16h às 19h; aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 20h. Em dias de evento, a bilheteria permanece aberta até 30 minutos após o início do espetáculo.

Duração: 80 min

Gênero: Comédia

Classificação indicativa: 16 anos

Capacidade: 600 lugares

Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida


Flashdance - O Musical ganha versão brasileira no Shopping Vila Olímpia, com direção de Ricardo Marques



Com direção musical de Paulo Nogueira e coreografias de Tutu Morasi, adaptação desse clássico dos anos 1980 é estrelada por 24 artistas e conta as músicas do filme, além da icônica cena da água

 

Fenômeno da cultura pop e do cinema dos anos 80, o clássico Flashdance chega ao Brasil sob a forma de um musical inédito com direção de Ricardo Marques, direção associada de Igor Pushinov, direção musical de Paulo Nogueira e coreografias de Tutu Morasi. O espetáculo tem sua temporada de estreia no Teatro Claro Mais SP, dentro do Shopping Vila Olímpia, de 9 de abril a 31 de maio, com apresentações às quintas e sextas, às 20h; aos sábados, às 16h30 e às 20h30; e aos domingos, às 15h30 e às 19h30.

 

Vencedor do Oscar de Melhor Canção Original com “Flashdance… What a Feeling”, o filme de 1983 dirigido pelo estadunidense Adrian Lyne e estrelado por Jennifer Beals, conta a história da bela jovem operária Alex Owens, que trabalha durante o dia como soldadora em uma usina de aço e, à noite, como dançarina em um bar. 

 

Quando seu chefe Nick Hurley se mostra interessado em apoiar a carreira dela, Alex decide direcionar totalmente seu foco para passar em um teste para um prestigiado conservatório de balé. Com medo de fracassar nas audições, ela também recebe ajuda da ex-bailarina Hanna Long, que torna-se sua mentora.

 

Segundo o diretor Ricardo Marques, a versão brasileira não é uma réplica, mas está bastante calcada no filme e com referência a outras montagens da história. “Toda a parte de criação é nossa. Estamos pensando em toda a parte de cenografia, figurino, visagismo, direção e coreografia. Mas, claro que preservamos as músicas mais icônicas em inglês e traduzimos aquelas que nos ajudam a contar a história para o português, com versões de Silvano Vieira. E, obviamente, você pode esperar a cena memorável quando Alex faz a coreografia com a cadeira e toma um banho de água”, revela.

 

A montagem brasileira é estrelada por Marisol Marcondes, no papel da protagonista, e Rhener Freitas, como Nick. Eles encabeçam um elenco formado por 24 artistas, selecionados em um longo processo de audições que contou com mais de 600 candidaturas e 200 convocações. A banda conta com seis músicos.

 

No elenco, ainda estão Yelon Daniel, Nalin Junior, Raphael Mota, Marião, Giovana Brandão, Carla Leilane, Brenda Nadler, Adriana Fonseca, Danilo Santana, Júlio Oliveira, Vicky Maila, Mary Nascimento, Thaissa Santos, Raquel Gattermeier, Akim, Criss Willam, Gabriella Medeiros, Pedro Cantelli, Ferd Souza, Nayara Teixeira, Julia Pronio e Diego Feccini.

 

Nos palcos, Flashdance – O Musical já foi encenado com sucesso em países como Reino Unido e Estados Unidos, reafirmando a força da obra também no teatro musical. A produção brasileira é realizada pela 4ACT Entretenimento e patrocinada pela EMS.

 

Este projeto é realizado com recursos do Fomento Cult SP com apoio do ProAC ICMS, programa do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas. Considerando o recebimento do recurso público mencionado e o interesse na ampliação do acesso aos produtos culturais, foram adotadas medidas de democratização.

 

Ficha Técnica

 

Direção Geral: Ricardo Marques

Direção Associada: Igor Pushinov

Direção Musical: Paulo Nogueira

Coreografias: Tutu Morasi

Versão Brasileira: Silvano Vieira

Cenário: Rogério Falcão

Figurinos: Uga Agu

Design de Luz: Tulio Pezzoni

Design de Som: Marcelo Claret

Visagismo: Antonio Vanfil

Assistente de direção e Direção Residente: Victor Barreto

Assistente de direção musical: Di Angelo Mathias

Assistente de coreografias e Dance Captain: Danilo Santana

Produção Executiva: Clayton Epfani

Assistente de produção: Karina Crossi

Production Stage Manager: Pedro Rivera

Stage Manager: Viviane Rodrigues

 

Elenco

 

Marisol Marcondes é Alex

Rhener Freitas é Nick

Yelon Daniel é Jimmy

Nalin Junior é Harry

Adriana Fonseca é Hannah

Raphael Mota é A.J.

Marião é Tess

Giovana Brandão é Glória

Carla Leilane é Kiki

Brenda Nadler é Sra. Wilde / Ensemble

Danilo Santana é Joe / Ensemble

Júlio Oliveira é Andy / Ensemble

Vicky Maila é Louise / Ensemble

Mary Nascimento é Ensemble

Thaissa Santos é Ensemble

Raquel Gattermeier é Ensemble

Akim é Ensemble

Criss Willam é Ensemble

Gabriella Medeiros é Ensemble

Pedro Cantelli é Ensemble

Ferd Souza é Ensemble

Nayara Teixeira é Swing

Julia Pronio é Swing

Diego Feccini é Swing

 

Sinopse

 

Clássico absoluto do cinema dos anos 1980, Flashdance ganhou o mundo a partir do filme lançado em 1983, que se tornou um fenômeno da cultura pop. O sucesso nas telas deu origem à adaptação para os palcos, que desde então vem conquistando plateias em diferentes países e agora chega ao Brasil em uma nova montagem. A história acompanha a jovem operária Alex Owens, que sonha em se tornar bailarina profissional. O musical preserva a energia, o romantismo e as músicas que marcaram gerações. 

  

Serviço: Flashdance, o Musical

 

Temporada: 9 de abril a 31 de maio de 2026

Às quintas e sextas-feiras, às 20h; aos sábados, às 16h30 e às 20h30; e aos domingos, às 15h30 e às 19h30.

Local: Teatro Claro Mais SP

Endereço - Shopping Vila Olímpia - Rua Olimpíadas, 360, 5º Piso - Vila Olímpia, São Paulo - SP, 04551-000

Ingressos: de R$25 a R$250

Vendas online em: https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/flashdance-15824

Bilheteria: De segunda a sábado, das 10h às 22h; e aos domingos e feriados, das 12h às 20h

*Clientes Claro Clube têm 50% de desconto em até quatro ingressos

Classificação: 18 anos

Duração: 120 minutos

Capacidade: 801 lugares 

Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida

Instagram: @shoppingvilaolimpia

 

Os Chocolix chegam ao Teatro UOL com espetáculo interativo e cheio de magia para toda a família

 


O sucesso infantil Os Chocolix – O Mistério do Som ganha vida nos palcos em uma temporada especial de 2 a 31 de maio, com apresentações aos sábados e domingos, às 16h, no Teatro UOL. No espetáculo, o colorido Reino da Chocolândia sai das telas e se transforma em um musical ao vivo repleto de cor, diversão e encantamento.


Criados por Jacqueline Shor, Os Chocolix conquistaram o público infantil e agora chegam ao teatro em uma montagem produzida pela Plinta Kids, com roteiro e direção de Bruno Doná.


Totalmente interativo, o espetáculo convida o público a embarcar em aventuras ao lado de Chocomark, Chocolyne, Trufão, Caramelo, Max, DoceCookie, da nova personagem Mel e do irreverente Tio Show. Durante a apresentação, crianças e famílias são estimuladas a participar da história, tornando a experiência ainda mais imersiva.


Com músicas de sucesso como “Chocolelê” e “Chocolate Sim”, o espetáculo convida o público a cantar e dançar enquanto reforça valores importantes como amizade, união e imaginação.


O universo dos Chocolix já ultrapassou as telas e conquistou milhões de fãs: a animação está presente em plataformas como Netflix, Amazon, Paramount e SBT+, além de reunir mais de 1 milhão de inscritos no YouTube. Agora, a versão ao vivo amplia essa conexão com o público ao transportar para o palco todo o universo lúdico da série.


Mais do que um espetáculo, Os Chocolix – O Mistério do Som é um convite para que pais, filhos e responsáveis vivam juntos uma experiência cheia de música, imaginação e descobertas.



Serviço

Os Chocolix – O Mistério do Som

📍 Teatro UOL

📅 Temporada: 2 a 31 de maio de 2026

🕒 Apresentações: sábados e domingos, às 16h

Duração: 60 minutos

👨👩👧 Classificação: Livre

🎟 Ingressos: R$ 100 (inteira) | R$ 50 (meia)

https://teatrouol.com.br/espetaculos/os-chocolix-o-misterio-do-som/

 

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