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segunda-feira, 4 de agosto de 2025

Tamanho do carrinho não dita mais a compra: estudo revela 8 novas missões que definem o consumidor brasileir

Análise identifica novos padrões de compra que leva em conta variáveis como horário, valor do ticket, composição da cesta e volumes adquiridos nos supermercados e atacarejos

A forma como os brasileiros consomem no varejo alimentar está passando por uma verdadeira releitura. Antes, as chamadas “missões de compra” eram classificadas em apenas três tipos, como aquela passada rápida para pegar um item urgente chamada de consumo imediato ou compra por impulso; a reposição de itens da despensa; ou a compra mensal programada para abastecimento. Hoje, esse olhar ganhou mais profundidade. Com base em mais de 13,5 bilhões de tickets lidos diretamente de mais de 60 mil caixas de supermercados e atacarejos, a Scanntech, plataforma que une inteligência de mercado e tecnologia para o varejo e a indústria de bens de consumo, reformulou o conceito e trouxe uma novas categorizações, muito mais fiéis ao comportamento do consumidor. 

Com mais de R$ 1 trilhão em vendas analisadas por ano, em tempo real, a Scanntech quebra o paradigma da categorização tradicional, que considerava apenas o número de itens no carrinho, e substitui por uma análise mais precisa, que leva em conta variáveis como horário da compra, valor do ticket, composição da cesta e volumes adquiridos. 

“Em vez de simplesmente replicar modelos de mercado, analisamos nossos próprios dados por meio do Scann Shopper e vimos que o número de itens, por si só, não explica por que as pessoas vão ao supermercado”, explica Valéria Berlfein, diretora de Produto da Scanntech e responsável pela Scann Shopper. 

A nova leitura identificou oito principais missões: abastecimento, reposição, compra expressa, compra de alto valor, café da manhã, refeição, snack e ocasião especial (como o tradicional churrasco). Cada uma delas reflete uma motivação distinta e tem potencial de orientar decisões mais eficazes em sortimento, layout, comunicação e ativação de vendas. 

Um exemplo prático vem de um item comum na mesa do brasileiro, o queijo fatiado. Quando comprado pela manhã, ele aparece em cestas junto de pão e margarina, reforçando a missão “café da manhã”. Já no fim do dia, surge no carrinho do shopper ao lado de carne moída e molho de tomate, configurando na típica missão de “refeição”. A premissa da empresa é que a mesma categoria pode ser trabalhada de formas diferentes, dependendo do momento e da missão de compra, ou seja, “essas leituras revelam uma oportunidade enorme para a indústria e o varejo se comunicarem de forma mais assertiva com o shopper, seja no layout da loja, na oferta promocional ou até mesmo na inovação de produto. E o melhor: sem depender de suposições ou pesquisas declaradas, mas com base em comportamento real de compra”, reforça Valéria.

 

Scanntech


Dicas para o vestibular: habilidades criativas e críticas podem ser um diferencial


Considerar as dicas para o vestibular pode ajudar os estudantes a se destacarem durante as provas 

 

O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) e os vestibulares são as principais portas de entrada para o ensino superior no Brasil. Por isso, é natural que os estudantes dediquem anos de preparação às provas e, especialmente, à redação, uma das etapas mais decisivas. 

No entanto, os resultados do Enem 2024 acenderam um sinal de alerta aos educadores, já que apenas 12 participantes alcançaram a nota máxima na redação, de acordo com dados do Ministério da Educação. Em 2023, esse número havia sido de 60, o que representa uma redução de 80%. A queda é significativa e reforça a necessidade de repensar as estratégias de aprendizagem e estudo. 

Entre os fatores que podem explicar esse cenário, dois aspectos fundamentais merecem destaque, embora muitas vezes sejam negligenciados durante a preparação: o desenvolvimento de habilidades críticas e criativas.

Essas competências são essenciais para a construção de argumentos sólidos, originais e bem fundamentados, especialmente em provas discursivas e redações. Além disso, elas são importantes aliadas no processo de aprendizagem como um todo, fortalecendo a autonomia, o raciocínio e a capacidade de resolução de problemas, habilidades cada vez mais valorizadas em todas as etapas da vida acadêmica e profissional.
 

Aprender a pensar: o impacto das habilidades críticas e criativas

Entre as dicas para o vestibular destacam-se as habilidades críticas e criativas, pois favorecem uma aprendizagem mais profunda e significativa, uma vez que permitem aos estudantes conectarem diferentes áreas do conhecimento e desenvolverem uma compreensão integral dos temas. 

Em provas discursivas e redações, as habilidades críticas ajudam os estudantes a construir argumentos coerentes e fundamentados, enquanto habilidades criativas podem levar a ideias originais e interessantes. Já na resolução de problemas, essas competências auxiliam os estudantes a analisar questões de diferentes ângulos e a elaborar soluções inovadoras.
 

Como desenvolver essas competências? 

É fundamental adotar práticas que estimulem o desenvolvimento dessas habilidades, não apenas dentro, mas também fora do ambiente de aprendizagem. Atividades como debates, produção textual frequente e projetos interdisciplinares, especialmente os ligados ao empreendedorismo e à resolução de problemas em grupo, são extremamente eficazes nesse processo. 

Além das iniciativas escolares, os próprios estudantes podem adotar estratégias complementares. Cultivar o hábito diário da leitura, por exemplo, amplia o repertório, estimula a imaginação e fortalece a capacidade de argumentação. Praticar a escrita criativa, refletir sobre diferentes pontos de vista, participar de discussões em grupo e manter um diário de aprendizagem também são formas eficientes de exercitar essas habilidades. Buscar feedback constante e se permitir experimentar novas formas de expressão são igualmente importantes.
 

Escolas e família: uma parceria indispensável  

O desenvolvimento dessas competências exige uma atuação conjunta entre escola, família e comunidade. Os professores têm um papel fundamental como mediadores do conhecimento, promovendo ambientes que favoreçam a escuta, a experimentação e a valorização da originalidade. Ao incentivar o questionamento e respeitar a individualidade dos estudantes, os educadores fortalecem a autonomia intelectual e o protagonismo estudantil. 

As famílias, por sua vez, podem contribuir incentivando a curiosidade, promovendo discussões sobre temas variados e apoiando a leitura e a escrita em casa. Criar um ambiente que valorize a aprendizagem e a expressão de ideias é fundamental para o desenvolvimento dessas habilidades. 

Em suma, mais do dicas para o vestibular, as habilidades críticas e criativas são ferramentas essenciais para a vida universitária e para os desafios do mercado de trabalho. Elas capacitam os indivíduos a pensar de forma autônoma, a colaborar de maneira eficaz e a inovar em diferentes contextos. 

Considerando que o mundo está em constante transformação, quem domina essas competências está mais preparado para se destacar, aprender continuamente e contribuir com soluções relevantes para os desafios contemporâneos.



Marcelle Cardoso Alvim - Coordenadora Pedagógica da unidade de Muriaé da Rede de Colégios Santa Marcelina  instituição que alia tradição à uma proposta educacional sociointeracionista e alinhada às principais tendências do mercado de educação

 

Da dispersão à precisão: Como unificar dados ressignifica o relacionamento com clientes


No cenário empresarial atual, a capacidade de compreender e interpretar dados tornou-se o divisor de águas entre organizações que prosperam e aquelas que ficam para trás. A gestão eficiente de dados transcendeu o status de ferramenta operacional para se tornar o núcleo da estratégia de negócios. Esta realidade é corroborada por dados alarmantes: 73% das empresas ainda desperdiçam tempo e recursos (chegando a um custo de US$12,9 milhões anuais) com processos manuais que poderiam ser facilmente automatizados com Inteligência Artificial (IA) e big data, segundo um estudo. A fragmentação informacional que assola muitas empresas não é apenas um problema técnico: trata-se de um obstáculo fundamental que impede a construção de relacionamentos genuínos e duradouros com clientes. 

Os desafios enfrentados pelas companhias modernas são complexos e multifacetados. A dispersão de informações em sistemas isolados, a ausência de registros únicos e confiáveis, e a incapacidade de acompanhar a evolução dos perfis de clientes ao longo do tempo criam um ambiente onde decisões são tomadas com base em informações incompletas ou desatualizadas. De acordo com uma pesquisa, apenas 37% das empresas relataram sucessos consistentes em seus esforços para melhorar a qualidade dos dados. Adicionalmente, dados revelam que empresas geram aproximadamente 2,5 quintilhões de bytes de dados diariamente, mas 60% dessas informações permanecem subutilizadas devido a práticas inadequadas de gestão. Essa realidade compromete não apenas a eficiência operacional, mas também a capacidade de oferecer experiências verdadeiramente personalizadas e relevantes aos consumidores. 

Para superar essas limitações, torna-se essencial implementar uma arquitetura de dados estruturada e escalável. A Arquitetura Medallion, popularizada no ecossistema lakehouse, propõe camadas progressivas – Bronze (dados brutos), Silver (dados limpos/estruturados) e Gold (dados prontos para consumo analítico e uso de negócio) – e oferece um framework robusto para o tratamento informacional. A camada Bronze concentra a captura de dados em seu estado bruto, preservando a integridade original das informações. A camada Silver aplica transformações criteriosas e processos de limpeza, enquanto a camada Gold consolida os dados em formatos otimizados para análise e tomada de decisão. Esta abordagem sistemática garante que as informações permaneçam sempre atualizadas, consistentes e prontas para gerar insights acionáveis. Levantamentos indicam que organizações que avaliam regularmente suas necessidades de dados têm 3,5 vezes mais probabilidade de atingir seus objetivos de qualidade de dados. 

O conceito de “golden record” representa um marco fundamental nessa jornada de transformação digital. Ao consolidar todas as informações de um cliente em um registro único e autoritativo, eliminamos duplicações prejudiciais e inconsistências que comprometem a qualidade dos dados. Esta unificação permite uma visão holística e precisa de cada cliente, criando as bases necessárias para estratégias de engajamento mais sofisticadas e eficazes. 

A implementação de soluções avançadas de unificação de dados, como o Salesforce Data Cloud, deve sempre ser precedida por uma clara definição dos objetivos estratégicos de negócio. Questões fundamentais precisam ser respondidas: 

·   Qual o propósito final da consolidação desses dados?

·   O foco está na melhoria da segmentação de clientes, na personalização de experiências ou na antecipação de necessidades futuras? 

Além disso, unificar é apenas metade da equação; a outra metade é ativar. O Salesforce Data Cloud foi desenhado para quebrar silos, harmonizar dados de múltiplas origens e expô-los de forma acionável dentro do ecossistema Salesforce e além, incluindo gatilhos de fluxo, segmentação dinâmica e partilha segura de dados de volta a plataformas analíticas. Isso encurta o ciclo entre “saber” e “agir”, permitindo que mudanças no perfil ou no comportamento do cliente informem campanhas, jornadas e intervenções de atendimento sem atrasos onerosos. 

Com esses objetivos claramente definidos, torna-se possível desenvolver modelos de dados eficazes, sejam eles DMO (Data Model Objects), DLO (Data Lake Objects) ou DSO (Data Service Objects), cada um otimizado para atender necessidades específicas da organização. Um dos aspectos mais transformadores dessa abordagem é a capacidade de segmentar clientes com base em dados precisos e constantemente atualizados. Considere, por exemplo, um cliente que inicia seu relacionamento com a empresa como solteiro e posteriormente se casa. Essa mudança de status representa uma oportunidade significativa para oferecer produtos e serviços relevantes, como financiamentos imobiliários ou seguros familiares. A capacidade de capturar e processar essas mudanças em tempo real permite que a empresa antecipe necessidades e ofereça soluções no momento exato em que se tornam relevantes para o cliente. 

Aliás, aqui cabe reforçar um aspecto central: por que o tempo importa? A literatura sobre experiências digitais mostra que atrasos degradam conversão e satisfação; quando sinais de intenção (como abandono de carrinho) não são capturados e acionados rapidamente, a oportunidade se perde. Em 2025, fornecedores de infraestrutura de dados em tempo (quase) real reforçam que latência acima de segundos já implica risco de receita e frustração do cliente; tolerâncias curtas em jornadas digitais estão se tornando o novo padrão competitivo. 

O impacto econômico de tratar bem o cliente – e de reagir no momento certo – é significativo. Análises associam melhorias em métricas de Customer Experience (CX Index) a aumentos expressivos de receita em múltiplas indústrias, chegando a mais de US$ 1 bilhão em categorias de grande volume, com o efeito positivo crescente conforme a experiência evolui de “boa” para “excelente”. 

Desta forma, além das mudanças demográficas, é crucial monitorar a evolução do sentimento e da percepção dos clientes em relação à marca. Um cliente inicialmente satisfeito pode se tornar um detrator após uma experiência negativa de atendimento. Sistemas avançados de gestão de dados permitem identificar essas mudanças de percepção rapidamente, habilitando a implementação de estratégias proativas de recuperação e fortalecimento do relacionamento. Esta capacidade de resposta ágil não apenas mitiga riscos de perda de clientes, mas também demonstra o comprometimento da empresa em oferecer experiências excepcionais. 

A conclusão dessa jornada de transformação digital materializa-se na capacidade de desenvolver campanhas de engajamento altamente personalizadas e eficazes. Com dados unificados e insights precisos, cada interação com o cliente pode ser cuidadosamente calibrada para atender suas necessidades específicas e expectativas individuais. Uma pesquisa demonstra que a personalização pode reduzir custos de aquisição de clientes em até 50%, aumentar receitas em 5 a 15% e elevar o ROI de marketing em 10 a 30%. Adicionalmente, empresas que se destacam em personalização geram 40% mais receita que concorrentes medianos. Essa personalização não representa apenas um aumento na eficácia das campanhas de marketing, mas uma elevação fundamental na qualidade do relacionamento empresa-cliente, resultando em maior satisfação, fidelidade e valor de vida útil do cliente. 

A gestão eficiente de dados transcende, portanto, o âmbito técnico para se tornar um catalisador de transformação empresarial, permitindo que organizações não apenas compreendam melhor seus clientes, mas também construam relacionamentos mais profundos e duradouros que se traduzem em vantagem competitiva sustentável.

 

George Tani - Diretor de Salesforce da GFT Technologies no Brasil


Corte italiana decide que cidadania é direito sem limite de gerações - sentença pode ajudar a derrubar nova lei

Decisão reforça argumentos jurídicos contra a constitucionalidade do chamado Decreto Tajani
 

O Tribunal Constitucional da Itália emitiu ontem (31) uma decisão histórica que reforça a cidadania italiana como um direito originário, imprescritível e garantido por sangue no momento do nascimento — independentemente do número de gerações. A sentença 142/2025 representa um marco no debate jurídico sobre o reconhecimento da nacionalidade para descendentes de italianos e fortalece os argumentos contrários ao decreto do vice-primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores da Itália, Antonio Tajani, em vigor desde março, que restringiu o reconhecimento da cidadania apenas a filhos e netos de italianos.

Segundo Gabriel Ezra Mizrahi, especialista em cidadania italiana e fundador do Clube do Passaporte, a decisão traz segurança jurídica para milhões de ítalo-descendentes em todo o mundo. “A Corte deixou claro que a nacionalidade é um direito constitucional e que não pode ser restringido por um decreto inconstitucional tanto na sua forma, como na sua matéria”, afirma. “A cidadania italiana por sangue é um direito que nasce com a pessoa — e não pode ser suprimido ao longo da vida por mudanças legislativas posteriores”, explica.

Ainda que a sentença não trate diretamente da Lei nº 74/2025, ela reafirma que o direito à cidadania deve ser analisado com base na lei vigente no momento do nascimento do requerente. “Mesmo que o decreto atual limite esse direito, ele não tem poder de revogar algo que já é considerado adquirido. A Corte indicou que essa restrição é inconstitucional”, analisa Mizrahi.

Com a decisão, cresce a expectativa para o julgamento específico sobre o Decreto Tajani, que ainda não tem data definida. Enquanto isso, o único caminho para descendentes de italianos que não são filhos ou netos continua sendo a via judicial.

O especialista também alerta para os obstáculos financeiros criados com a exclusão da via administrativa e o aumento das custas judiciais. “Hoje, o processo ficou mais caro, o que por si só já levanta uma discussão sobre o quanto essa mudança restringe um direito constitucional com base em critérios econômicos”, pontua. “A cidadania não pode ser um privilégio de quem pode pagar — e isso também poderá ser questionado judicialmente”, diz.

Apesar do cenário desafiador, Mizrahi acredita que este é um momento estratégico para iniciar o processo judicial. “Estamos diante de uma janela de oportunidade. A Corte reafirmou princípios que garantem o direito de sangue como imprescritível, atemporal e constitucional e isso oferece uma base sólida para quem quer iniciar o processo agora”, completa.


Clube do Passaporte
www.clubedopassaporte.com


Brasil precisa de uma política externa com autonomia responsável

 Valor Investimentos promove debate sobre comércio exterior e investimentos nacionais

 

Apesar dos recentes conflitos geopolíticos, guerras e disputas tarifárias, o Brasil segue distante dos grandes centros de ruptura internacional. Com desafios internos, mas estabilidade externa, o país continua sendo atrativo para o capital estrangeiro por sua riqueza em recursos naturais e a força de setores como agronegócio, mineração e indústria.

 

Essa foi a análise de José Luiz Niemeyer, professor de Relações Internacionais do Ibmec-RJ e doutor em Ciência Política pela USP, durante evento promovido pela Valor Investimentos nesta quinta-feira (31), em Linhares. O encontro, que teve como tema “O Sistema Internacional: De Hoje para o Futuro”, marcou a expansão da atuação da Valor no norte do Espírito Santo.

 

Segundo Niemeyer, os investimentos estrangeiros são fundamentais para o equilíbrio da economia brasileira, sobretudo em momentos em que o país importa mais do que exporta.

 

“O Brasil é um país muito rico em agronegócio, infraestrutura para mineração e na retomada da indústria. Não deve escolher de onde vem o investimento direto, seja norte-americano, chinês, norueguês ou alemão. O importante é receber esse capital, pois ele financia o balanço de pagamentos do país”, afirmou. Ele destacou ainda que o Brasil precisa adotar uma política externa de autonomia responsável, com decisões soberanas, mas mantendo boas relações com diversas nações.

 

“Temos espaço, biodiversidade e capacidade de exportar serviços ambientais. Isso é uma vantagem rara no mundo, que deve ser valorizada e explorada com inteligência”, completou o professor. “Essa palestra é relevante por dois motivos: primeiro, por promover reflexão sobre o cenário internacional, e segundo, por marcar a presença da Valor Investimentos em uma cidade e estado estratégicos como Linhares e o Espírito Santo”, destacou Niemeyer.

 

O evento integrou a estratégia de lançamento da nova unidade da Valor Investimentos em Linhares inaugurada neste ano. A unidade já nasceu com R$ 300 milhões sob custódia e previsão de dobrar esse volume nos próximos 24 meses. O foco está em atender empresas e clientes, como produtores rurais, servidores públicos, profissionais liberais, empreendedores e startups. Com uma carteira com cerca de 1.200 clientes, a atuação da Valor na região abrange cinco municípios estratégicos: Linhares, São Mateus, Colatina, Aracruz e Nova Venécia. 

 

De acordo com Paulo Henrique Correa , sócio fundador e diretor da Valor Investimentos, a região tem economia e indústria aquecidas, com grande geração de emprego, renda e dinamismo produtivo. “É importante apoiar o ecossistema de empresários locais e viabilizar seu crescimento com crédito, acesso ao mercado de capitais e aproximação com investidores. A operação em Linhares fortalece essa conexão entre a economia regional e o restante do país”, finaliza Correa.

 

De acordo com Paulo Henrique Correa , sócio fundador e diretor da Valor Investimentos, além do atendimento às famílias na gestão de patrimônio, a região tem uma economia bastante forte de setores muito bem diversificados, como o comércio, indústria e serviços, que geram emprego, renda e trazem acentuado crescimento. “É importante apoiar as empresas locais e viabilizar seu crescimento com operações de crédito, acesso ao mercado de capitais e aproximação com investidores. A operação em Linhares fortalece essa conexão entre o município e o restante do país e do mundo”, finaliza Correa.



Febraban alerta para golpes das vendas e do presente no Dia das Pais

Quadrilhas aproveitam período para criar falsas lojas em redes sociais

e aplicar golpes com brindes que usam maquininhas de cartão 


Vídeo com Walter Faria, diretor-adjunto de Serviços e Segurança da Febraban, falando sobre os golpes e dando dicas de como evitá-los para download neste link 

 

Uma das datas comemorativas mais tradicionais do ano em decorrência do aumento de vendas no comércio, o Dia dos Pais, festejado no Brasil no próximo dia 10, leva consumidores para as compras em shoppings, no comércio de rua, lojas virtuais e também atrai a atenção dos criminosos para aplicarem golpes. O que para a maioria das pessoas é um momento de presentear uma pessoa querida, para as quadrilhas especializadas em golpes é a oportunidade perfeita para cometer crimes. 

A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) alerta que os criminosos investem em páginas falsas que simulam e-commerce e promoções inexistentes enviadas por e-mails, SMS e mensagens de WhatsApp. Criminosos também clonam sites de varejistas famosos para induzir os consumidores ao erro, colocando uma letra a mais no endereço do site, que muitas vezes fica imperceptível para o cliente ou ainda trocando, por exemplo, uma letra “o” pelo número “0”.  

Outra situação de golpe ocorre em lojas em redes sociais. Geralmente são perfis recém-criados, com ofertas muito vantajosas e com 100% de depoimentos positivos de compradores recomendando a venda. 

O golpe da falsa venda foi a segunda abordagem mais comunicada por clientes em 2024 às instituições associadas à Febraban em levantamento divulgado recentemente e que pode ser acessado neste link. 

Tome muito cuidado com promoções imperdíveis e lojas que te pressionam para tomar rápidas decisões na compra de um produto. Pesquise bastante antes de comprar algo no comércio virtual e dê preferência para sites conhecidos. Tome cuidado nas compras com cartões e preste bastante atenção quando for fazer um pagamento com Pix, conferindo com atenção se a loja escolhida é realmente quem irá receber o dinheiro”, alerta Walter Faria, diretor-adjunto de Serviços e Segurança da Febraban.

 

Cuidados com o golpe do falso presente 

A Febraban também alerta que os criminosos costumam aplicar o golpe do falso presente em datas comemorativas. Após descobrirem dados pessoais, bandidos entram em contato com a vítima e dizem que têm um brinde para entregar ou um presente, e insistem para que a pessoa o receba pessoalmente. 

Os criminosos chegam a dar algo para a vítima, geralmente flores, cosméticos ou chocolate. Alegam que são prestadores de serviços e que não sabem informações de quem realmente pediu para fazer a entrega e pedem um pagamento de uma taxa, que só pode ser paga com cartão.
 

O entregador pode entregar uma maquininha com o visor danificado ou de uma forma que impossibilite a visualização do preço cobrado na tela, sendo um valor acima do real cobrado. O golpista também usa algum truque e desvia a atenção da pessoa para que a vítima digite a senha no campo destinado ao valor da compra. Isso permite que bandido descubra o código secreto. É importante ressaltar que o campo de senha deve mostrar apenas asteriscos. Em posse da senha do cliente, o bandido pode, posteriormente, trocar o cartão. 

 

Veja a seguir 10 dicas para fazer compras seguras no Dia dos Pais 

1 - Dê preferência aos sites conhecidos para as compras e verifique a reputação de sites não conhecidos em páginas de reclamações;

2 - Tenha muito cuidado com e-mails de promoções que tenham links. Ao receber um e-mail não solicitado ou de um site no qual não esteja cadastrado para receber promoções, é importante verificar se realmente se trata de uma empresa idônea. Acesse o site digitando os dados no navegador e não clicando no link;

3 - Sempre desconfie de empresas que pedem pagamentos antecipados e prometem entregas em prazos longos;

4 - Desconfie das promoções cujos preços sejam muito menores que o valor real do produto, pois criminosos se utilizam da empolgação dos consumidores em fazer um grande negócio para coletar informações e aplicar golpes;

5 - Golpistas criam perfis falsos de lojas e patrocinam posts nas redes sociais para enganar o consumidor. Verifique se a página tem selo de autenticação e número de seguidores compatíveis. Desconfie de páginas recém-criadas;

6 - De preferência para o uso de cartão virtual nas compras online. Se for pagar com Pix, sempre faça o pagamento dentro do ambiente da loja virtual. Quando o varejista fornecer o código QR Code, confira com atenção todos os dados do pagamento e se a loja escolhida é realmente quem irá receber o dinheiro;

7 - Ao comprar algo com cartão, nunca o entregue para alguém inserir na maquininha e realizar o pagamento. Sempre faça este processo você mesmo. Ao digitar sua senha, garanta que não esteja visível para quaisquer pessoas ao seu redor;

8 - Não aceite realizar pagamentos se o visor da maquininha estiver danificado, impedindo que você veja o valor real que está pagando;

9 - Nunca aceite presentes e brindes inesperados, sem saber quem realmente mandou;

10 - Não forneça dados pessoais em links enviados pela internet de supostas promoções e tenha muito cuidado ao preencher cadastros na internet.

 

Investimento em tiny houses ganha força nos EUA e atrai brasileiros em busca de renda passiva e visto E-2

Com custo inicial abaixo de US$ 20 mil por unidade e rentabilidade projetada superior a 10% ao ano, mini casas se consolidam como alternativa de diversificação imobiliária e estratégia para imigração

 

Com custo controlado, alta demanda entre estudantes e trabalhadores de baixa e média renda e um ciclo de implantação que pode durar menos de três meses, as tiny houses,  as chamadas “mini casas”, estão se consolidando como uma alternativa atrativa de investimento imobiliário nos Estados Unidos, inclusive para estrangeiros.

Segundo o advogado Daniel Toledo, especialista em Direito Internacional e fundador da Toledo e Advogados Associados, o modelo vem sendo utilizado tanto como fonte de renda passiva quanto como estratégia de acesso ao visto E-2, voltado para investidores de países com tratado comercial com os EUA. “Três dos nossos projetos ativos hoje foram estruturados por investidores com cidadania italiana ou brasileira com dupla cidadania, que não querem necessariamente morar nos EUA, mas buscam uma estrutura jurídica que permita entrada legal no país e geração de receita em dólar”, afirma.


Projetos modulares com construção acelerada

Em um dos empreendimentos conduzidos por Toledo e sua equipe, localizado próximo a uma universidade no Texas, o ciclo de construção de cada módulo foi de 78 dias,  com entrega total de 12 casas em pouco mais de seis meses. “Hoje temos oito unidades totalmente prontas, outras quatro em fase final e terrenos já adquiridos para 20 unidades adicionais. Só com essas oito casas já em operação, a receita mensal ultrapassa US$ 10 mil”, afirma o advogado.

O investimento inicial por unidade varia entre US$ 15 mil e US$ 20 mil, dependendo do padrão de acabamento e modelo escolhido. Toledo explica que há três categorias principais no projeto:

  • Modelo Express: custo total de US$ 15.198, aluguel estimado em US$ 730/mês;
  • Comfort 1: custo de US$ 16.950, aluguel médio de US$ 800/mês;
  • Comfort 2: custo de US$ 17.650, com aluguel projetado de US$ 830/mês.

“A proposta é clara, reduzir o custo de implantação sem abrir mão de conforto. Usamos soluções modulares, materiais leves e sistemas de montagem otimizados. Algumas paredes, por exemplo, podem ser trocadas em três horas”, afirma.


Rentabilidade e modelo de negócios

Segundo Toledo, a rentabilidade do projeto, mesmo na fase inicial, supera facilmente o retorno de investimentos residenciais convencionais. “É difícil encontrar uma casa de US$ 300 mil que ofereça aluguel de US$ 1.800/mês. Com tiny houses, conseguimos mais de US$ 10 mil mensais com capital semelhante, além da possibilidade de duplicar esse número com as próximas fases do projeto”, aponta.

O empreendimento também inclui fontes de receita secundária, como aluguel de vagas cobertas para automóveis (US$ 60 por vaga) e venda de pacotes de internet compartilhada por US$ 50/mês por morador,  com margem de lucro de até US$ 130 para cada seis unidades.

“O objetivo é oferecer uma estrutura enxuta, com múltiplas fontes de receita por metro quadrado. Na fase três, estudamos incluir sala de coworking, academia ou mesmo um pequeno salão de eventos para locação. Isso amplia o valor percebido e a taxa de ocupação”, explica Toledo.


Imigração via investimento

A estrutura jurídica dos projetos foi desenhada para permitir o enquadramento em vistos de negócios, como o E-2 ou o L-1. “O modelo é perfeitamente aplicável para quem deseja obter um visto E-2, que exige um investimento considerado ‘substancial’ e um plano de negócios sólido. Também pode ser adaptado ao visto L-1 para empresários que pretendem transferir operações de fora para os EUA.”

O visto E-2, por exemplo, não exige valor mínimo, mas a prática mostra que aportes a partir de US$ 100 mil aumentam as chances de aprovação. “A vantagem das tiny houses é que o investidor pode começar com capital reduzido e escalar progressivamente. O terreno, uma vez adquirido, permite sucessivas expansões com baixo custo marginal”, detalha Toledo.

A crise habitacional nos EUA e o encarecimento do crédito imobiliário têm pressionado famílias e estudantes a buscarem moradias menores e mais baratas. De acordo com a Freddie Mac, a escassez estrutural de moradias acessíveis supera 3,8 milhões de unidades em todo o país.

“Há universidades com milhares de alunos que moram em cidades vizinhas por falta de estrutura próxima. Esse tipo de habitação compacta, eficiente e bem localizada resolve o problema de ambos os lados: do inquilino e do investidor”, afirma.

Segundo Toledo, há espaço para mais de 30 projetos como o que está sendo desenvolvido no Texas, apenas na região de Houston. “É um mercado com demanda sólida e crescente. E o mais importante: com liquidez e retorno consistente”, finaliza.

 


Daniel Toledo - advogado da Toledo e Advogados Associados especializado em Direito Internacional, consultor de negócios internacionais, palestrante e sócio da LeeToledo PLLC. Toledo também possui um canal no YouTube com mais de 700 mil seguidores com dicas para quem deseja morar, trabalhar ou empreender internacionalmente. Ele também é membro efetivo da Comissão de Relações Internacionais da OAB Santos, professor honorário da Universidade Oxford - Reino Unido, consultor em protocolos diplomáticos do Instituto Americano de Diplomacia e Direitos Humanos USIDHR. Para mais informações, acesse o site ou pelo Linkedin.



Toledo e Advogados Associados é especializado
Para mais informações, acesse o site ou pelo instagram.



Tarifaço: 5 dicas para as PMEs minimizarem os impactos no fluxo de caixa e na cadeia de suprimentos, segundo a Serasa Experian

·      Isenções anunciadas atenuam apenas parcialmente os efeitos

 

·      Datatech traz dicas para amenizar os impactos para as Pequenas e Médias Empresas

 

Com início previsto para quarta-feira, 6 de agosto, o denominado Tarifaço do Trump vem reverberando entre as pequenas e médias empresas brasileiras. Com taxas de 50% sobre determinados produtos brasileiros, as PMEs passaram a enfrentar um cenário de incertezas e volatilidade, de acordo com especialista da Serasa Experian. 

O vice-presidente de pequenas e médias empresas da datatech, Cleber Genero, afirma que “mesmo com as isenções anunciadas, as taxas impactam setores importantes para a nossa economia. As PMEs sofrem um pouco mais com os efeitos, uma vez que são empresas que já enfrentam desafios relacionados a fluxo de caixa e altos encargos que, além de afetarem importações e exportações, podem comprometer toda a cadeia produtiva.” 

Para driblar essas barreiras, é preciso inteligência analítica, monitoramento de fornecedores e antecipação estratégias para minimizar os riscos. Isso requer uma visão muito clara das operações da empresa, a fim de entender o grau de exposição a essa nova realidade cambial, comercial e de suprimentos. Além disso, entender o real momento e saúde financeira do seu negócio é fundamental para realizar os ajustes de estratégia necessários.

 

Como as PMEs podem minimizar os impactos do tarifaço

1.    Entender quais produtos entram na nova taxação e os que escapam dela.

Para as PMEs, que muitas vezes dependem de insumos importados ou sofrem com oscilações cambiais, é fundamental conhecer a lista dos produtos que serão impactados com as novas alíquotas e quais estão isentos, para entender se pode haver impacto no negócio, desde o custo de matérias-primas até a margem de lucro.

 

2.    Monitorar clientes

Acompanhar o Score de crédito de clientes permite prever instabilidades financeiras e facilita o reajuste de políticas comerciais em caso de instabilidade. Para quem atua com e-commerce ou depende de vendas parceladas, por exemplo, o uso de dados também contribui para recalibrar o perfil de risco, manter a saúde do fluxo de caixa e evitar inadimplência.

 

3.    Monitorar fornecedores

Para as PMEs que dependem de fornecedores que terão suas matérias-primas impactadas com as novas imposições tarifárias, fazer acompanhamento de seus parceiros de negócios por meio de ferramentas de monitoramento permite que o empreendedor preveja instabilidades e se antecipe a potenciais riscos na cadeia de suprimentos e de produção.

 

4.    Usar ferramentas de gestão financeira

A gestão eficiente dos processos financeiros da empresa é fundamental para que o empreendedor tenha visibilidade e controle do fluxo de caixa, de suas contas a pagar/receber, conciliação bancária etc. Com ferramentas digitais de gestão financeira o empreendedor pode acessar facilmente relatórios automatizados, simular diferentes cenários de aumento de custos e redução de receita para antecipar gargalos de caixa causados por aumento de tarifas, com dados reais de entradas e saídas, por exemplo, além de centralizar todas as movimentações financeiras para enxergar o impacto real das tarifas sobre o caixa, estabelecendo prioridades de pagamento e possíveis cortes de gastos desnecessários.

 

5.    Monitorar o Score CNPJ da própria empresa

Em momentos de crise ou ajuste de mercado, ter acesso rápido a capital pode ser a diferença entre crescer ou recuar. Por isso, é importante monitorar o Score PJ da empresa para ter a visão sobre o quanto o mercado considera a PME confiável, pois é essa confiança que pode aumentar ou restringir as oportunidades de crédito. 

“A imprevisibilidade atual pode atingir em cheio quem não está preparado e empreendedores que não buscarem meio de mitigar os riscos podem ser pegos de surpresa e ser bastante impactados por conta desse novo cenário. A inteligência analítica de dados pode apoiar na identificação de gargalos com antecedência, na diversificação de fornecedores saudáveis e na proteção da saúde financeira da operação. Mais do que reagir a crises, o uso estratégico das informações permite que as PMEs se antecipem, se reorganizem e mantenham a competitividade mesmo em cenários desafiadores”, finaliza Cleber Genero.

 

Soluções Simples nas Mãos das PMEs

A consulta do Score PJ próprio pode ser feita de forma gratuita no site da Serasa Experian, disponível em www.empresas.serasaexperian.com.br/serasa-score. A classificação é baseada em critérios financeiros e comportamentais, além de considerar dados cadastrais, inclusão no Cadastro Positivo, dívidas em aberto e a relação com o mercado. Para ajudar os empreendedores a compreenderem melhor esses números e como podem contribuir para o aumento do score PJ da sua empresa, a Serasa Experian lançou a funcionalidade que ajuda PMEs, dentro da interface de consulta, com acesso gratuito e intuitivo. Ela traz a explicação de cada faixa de classificação, os motivos que podem acarretar a queda ou o aumento do Score – em que quanto maior o valor, menor risco de crédito a empresa apresenta – e as orientações sobre medidas possíveis para manter ou melhorar a situação.  

A Serasa Experian tem ainda uma solução voltada para apoiar o empreendedor em sua gestão financeira. O Serasa Descomplica é uma ferramenta para simplificar a vida financeira das empresas, unificando suas contas bancárias em uma única ferramenta por meio de Open Finance e automatizando insights inteligentes, históricos e preditivos, para uma gestão otimizada utilizando IA que direciona a tomada de decisões estratégicas e visa ampliar o acesso a crédito.

 


Experian
experianplc.com


Dia Nacional da Saúde acende alerta para prevenção e acesso qualificado ao sistema de saúde

 Especialista do Grupo AllCross reforça a importância do diagnóstico precoce e orienta sobre como escolher um plano de saúde adequado às necessidades de cada pessoa

 

Neste 5 de agosto, quando se celebra o Dia Nacional da Saúde, o debate sobre os cuidados preventivos e o acesso qualificado à assistência médica ganha ainda mais relevância. Em um país marcado por desigualdades no acesso à saúde, especialistas reforçam que a prevenção continua sendo uma das principais ferramentas para garantir mais qualidade de vida e evitar agravamentos de doenças silenciosas.

Para Wanderlei Machado, Coordenador Nacional de Vendas do Grupo AllCross, o momento é oportuno para refletir sobre hábitos de cuidado com a própria saúde, que vão muito além da adoção de uma alimentação equilibrada ou da prática de atividade física. “A saúde precisa ser acompanhada de forma contínua e estratégica. Isso inclui realizar check-ups periódicos e ter acesso rápido a atendimento médico e exames preventivos. E, nesse ponto, ter um plano de saúde adequado pode fazer toda a diferença”, afirma.

Segundo ele, a falta de acompanhamento regular ainda é um dos maiores obstáculos à prevenção no Brasil. “Muitas doenças são silenciosas e só se manifestam quando já estão em estágio avançado. O check-up anual, por exemplo, é uma das ferramentas mais eficazes para identificar riscos antes que eles se tornem problemas mais graves”, explica.


Escolha criteriosa

Wanderlei observa que, com o crescimento dos atendimentos via telemedicina, das clínicas populares e das redes privadas conveniadas, o brasileiro passou a ter mais opções. No entanto, ele alerta que a escolha de um plano de saúde precisa ser feita com critério, levando em conta não apenas o valor da mensalidade, mas, principalmente, a cobertura, a rede credenciada e as reais necessidades de cada perfil.

“Não existe um plano ideal universal. Existem planos mais adequados para diferentes momentos da vida, para diferentes condições de saúde e também para diferentes orçamentos. Por isso, é essencial buscar orientação qualificada antes de tomar essa decisão”, explica o coordenador.

Outro ponto levantado por ele é o papel que os planos de saúde desempenham como complemento ao SUS, especialmente em um contexto em que a rede pública enfrenta sobrecarga em diversas regiões do país. “A saúde suplementar não substitui o SUS, mas contribui significativamente para reduzir a pressão sobre ele, ao mesmo tempo em que amplia o acesso a cuidados contínuos para quem consegue contratar um plano”, afirma.

Segundo Wanderlei, a prevenção deve ser encarada como um compromisso pessoal e coletivo. E o acesso à informação de qualidade, inclusive na hora de escolher um plano de saúde, é parte fundamental desse processo. “Cuidar da saúde não pode ser uma atitude reativa. Quanto antes começarmos, maiores as chances de viver com mais autonomia e bem-estar”, conclui.

 

Grupo AllCross
www.allcross.com.br
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Especialista aponta cinco passos para expandir com sucesso uma empresa brasileira para os Estados Unidos

Consultoria com sede na Flórida destaca erros comuns de internacionalização e oferece roteiro prático para reduzir riscos e validar negócios no mercado americano


Expandir uma empresa brasileira para os Estados Unidos exige muito mais do que ambição e desejo de crescimento. A avaliação é de Alfredo Trindade, administrador / economista e CEO da Ecco Planet Consulting, empresa especializada em internacionalização de negócios e investimentos, com sedes nas cidades de Orlando e Miami nos Estados Unidos, Flórida.

Com mais de dois mil projetos conduzidos desde 2010, o especialista estruturou um roteiro com cinco etapas consideradas essenciais para que empreendedores brasileiros tenham êxito na operação em solo americano. “O maior erro que observamos é o empresário acreditar que abrir uma LLC resolve tudo. Mas não existe sucesso sem planejamento tributário, estudo de mercado, entendimento das regras locais e adaptação ao perfil do consumidor americano”, afirma Trindade, que atua há 20 anos com internacionalização de negócios e investimentos.

Entre as falhas mais recorrentes identificadas estão a ausência de diagnóstico prévio, despreparo cultural, subestimação do compliance regulatório e escolha equivocada do local para a operação. “Cerca de 70% das empresas brasileiras que fracassam nos EUA não realizaram validações de produto com o público local e iniciaram suas atividades sem uma estrutura jurídica e societária sólida”, alerta.

Com base em casos reais, Trindade recomenda cinco passos fundamentais para uma expansão segura:

  1. Validar o produto ou serviço localmente. É preciso testar a proposta de valor com consumidores americanos, considerando ajustes de embalagem, comunicação, funcionalidades e precificação.
  2. Escolher o estado ideal para operar. A seleção deve considerar incentivos fiscais, proximidade de hubs logísticos, custos operacionais e legislação específica. A diversidade entre os estados americanos pode impactar diretamente a viabilidade da operação.
  3. Definir corretamente a estrutura societária e tributária. É necessário cumprir exigências do IRS (Internal Revenue Service) e entender os impactos da tributação federal e estadual.
  4. Planejar registros e compliance. Setores como alimentos, saúde, educação e serviços financeiros têm regulamentações próprias. A ausência de registros pode inviabilizar a operação.
  5. Adaptar marca e cultura empresarial. Traduzir literalmente o modelo brasileiro para o mercado americano é um erro comum. “A adaptação cultural é um ponto crítico. O que engaja no Brasil pode ser irrelevante nos EUA”, alerta o especialista.

A consultoria também destaca a importância da presença física de parceiros contábeis, jurídicos e operacionais para auxiliar nas etapas iniciais. “Contar com apoio técnico no local reduz erros e aumenta a velocidade de adaptação”, aponta .

Dados do SelectUSA, programa do governo americano para atração de investimentos estrangeiros, apontam que o Brasil foi o 12º maior investidor direto nos Estados Unidos em 2024, com aportes superiores a US$ 20 bilhões. A maior parte dos investimentos foi feita por empresas de médio porte e startups, o que, segundo Trindade, reforça a necessidade de planejamento, especialmente quando os recursos são limitados.  



Alfredo Ignacio Trindade Netto - sócio-fundador e CEO da Ecco Planet Consulting desde 2010, durante sua carreira de 25 anos ocupou cargos de liderança no Brasil, Argentina e Estados Unidos, com passagens por multinacionais como Carrier United Technologies, Ingersoll Rand - Hussmann e La Fortezza Sudamericana. Há mais de 20 anos, lidera projetos de internacionalização de negócios e investimentos no mercado americano. Economista e Administrador de Empresas, Alfredo Trindade também é Agente de Real Estate - REALTOR, licenciado pelo estado da Flórida. Para mais informações, acesse o Linkedin.


Ecco Planet Consulting
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