Neste 5 de
agosto, quando se celebra o Dia Nacional da Saúde, o debate sobre os cuidados
preventivos e o acesso qualificado à assistência médica ganha ainda mais
relevância. Em um país marcado por desigualdades no acesso à saúde,
especialistas reforçam que a prevenção continua sendo uma das principais
ferramentas para garantir mais qualidade de vida e evitar agravamentos de doenças
silenciosas.
Para Wanderlei
Machado, Coordenador Nacional de Vendas do Grupo AllCross, o
momento é oportuno para refletir sobre hábitos de cuidado com a própria saúde,
que vão muito além da adoção de uma alimentação equilibrada ou da prática de
atividade física. “A saúde precisa ser acompanhada de forma contínua e
estratégica. Isso inclui realizar check-ups periódicos e ter acesso rápido a
atendimento médico e exames preventivos. E, nesse ponto, ter um plano de saúde
adequado pode fazer toda a diferença”, afirma.
Segundo ele, a falta de acompanhamento regular ainda é um
dos maiores obstáculos à prevenção no Brasil. “Muitas doenças são silenciosas e
só se manifestam quando já estão em estágio avançado. O check-up anual, por
exemplo, é uma das ferramentas mais eficazes para identificar riscos antes que
eles se tornem problemas mais graves”, explica.
Escolha criteriosa
Wanderlei observa que, com o crescimento dos atendimentos
via telemedicina, das clínicas populares e das redes privadas conveniadas, o
brasileiro passou a ter mais opções. No entanto, ele alerta que a escolha de um
plano de saúde precisa ser feita com critério, levando em conta não apenas o
valor da mensalidade, mas, principalmente, a cobertura, a rede credenciada e as
reais necessidades de cada perfil.
“Não existe um plano ideal universal. Existem planos mais
adequados para diferentes momentos da vida, para diferentes condições de saúde
e também para diferentes orçamentos. Por isso, é essencial buscar orientação
qualificada antes de tomar essa decisão”, explica o coordenador.
Outro ponto levantado por ele é o papel que os planos de
saúde desempenham como complemento ao SUS, especialmente em um contexto em que
a rede pública enfrenta sobrecarga em diversas regiões do país. “A saúde
suplementar não substitui o SUS, mas contribui significativamente para reduzir
a pressão sobre ele, ao mesmo tempo em que amplia o acesso a cuidados contínuos
para quem consegue contratar um plano”, afirma.
Segundo Wanderlei, a prevenção deve ser encarada como um
compromisso pessoal e coletivo. E o acesso à informação de qualidade, inclusive
na hora de escolher um plano de saúde, é parte fundamental desse processo.
“Cuidar da saúde não pode ser uma atitude reativa. Quanto antes começarmos,
maiores as chances de viver com mais autonomia e bem-estar”, conclui.
Grupo AllCross
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