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quarta-feira, 9 de outubro de 2024

Obesidade aumenta rapidamente no Brasil e é ameaça para a saúde

Federação Brasileira de Gastroenterologia lembra que o excesso de peso pode causar muitos problemas no sistema digestivo, inclusive vários tipos de cânceres

 

No, Brasil, hoje, 56% dos adultos têm obesidade ou sobrepeso (34% com obesidade e 22% com sobrepeso). Um número alto, mas bem menor do que o projetado para 2044, de acordo com um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), de Brasília, apresentado no mês de junho durante Congresso Internacional sobre Obesidade (ICO 2024), realizado em São Paulo. Liderado pelos pesquisadores Ana Carolina Rocha de Oliveira e Eduardo Nilson, esse estudo mostra que, até 2044, 48% dos adultos brasileiros terão obesidade e 27% sobrepeso (75% do total). Isso significa que 130 milhões de brasileiros deverão estar acima do peso em 2044. 

De acordo com os autores do estudo, “é fundamental tratar os casos existentes de obesidade e evitar que os casos de sobrepeso transitem para a obesidade.” Por isso eles alertam que é importante trabalhar em todas as faixas etárias, desde a primeira infância até a fase adulta, “melhorando os ambientes alimentares por meio de políticas regulatórias e fiscais que facilitem escolhas alimentares saudáveis, como consumir uma diversidade de alimentos frescos e minimamente processados e, ao mesmo tempo, evitar escolhas não saudáveis, como alimentos ultraprocessados", disseram os autores do estudo.” 

O Ministério da Saúde reconhece a obesidade como um problema de saúde pública e defende que, diante do atual quadro epidemiológico, sejam prioritárias as ações de promoção da alimentação adequada e saudável, de prevenção da obesidade e intervenções para a construção de ambientes alimentares saudáveis. 

Entre os problemas de saúde causados pela obesidade, o Ministério da Saúde destaca doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e alguns tipos de câncer. 

Neste mês de outubro, quando é celebrado o Dia Mundial de Prevenção da Obesidade, a Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG) lembra que a obesidade e o sobrepeso também afetam o sistema digestivo. “O excesso de gordura pode causar vários problemas, além de desconforto ou dor estomacal após as refeições, náuseas.  Os sintomas do refluxo gastresofágico aumentam de forma significativa em indivíduos com IMC ≥35 kg/m² e, além disso, observa-se que a gravidade dos sintomas cerca de duas vezes maior em pessoas obesas do que em não-obesas”, diz a médica Lourianne Cavalcante, titular da FBG. 

Como exemplos a FBG cita doença hepática gordurosa metabólica, cálculos biliares da vesícula, pancreatite, além de cânceres no esôfago e junção esofagogástrica, cólon, vesícula, pâncreas e fígado.  Estudos apontam que entre IMC 35-40 kg/m², a probabilidade de adenocarcinoma esofágico e de câncer de junção esofagogástrica foi mais que o dobro, e, em indivíduos com IMC ≥40 kg/m², essa probabilidade quintuplicou para neoplasia esofágica e triplicou para câncer de junção esôfago gástrica. “Muitas dessas doenças podem ser evitadas se a pessoa perder peso”, explica dra. Lourianne Cavalcante.

 

O que é a obesidade

A obesidade é uma doença multifatorial, com estilo de vida e fatores genéticos que influenciam a composição corporal. Por exemplo, a falta de exercício físico, hábitos alimentares errados e dormir pouco, além de estresse constante, podem aumentar o peso corporal e proporção de gordura. Baixo status socioeconômico, ambientes insalubres e fácil acesso a alimentos não saudáveis também são fatores que devem ser levados em conta. 

A obesidade é reconhecida como uma doença crônica multifatorial, envolvendo componentes genéticos, comportamentais, ambientais, metabólicos e fatores socioeconômicos. Se na família há muitos obesos, maior será a herança genética relacionada à obesidade. Mas a pessoa também pode ir adquirindo gordura ao longo da vida. “A partir do momento que não se tem hábitos alimentares saudáveis e permanece sedentário, acumula-se mais gordura”, diz a médica Lourianne. Outros fatores associados à obesidade também incluem qualidade do sono e consumo de álcool. Uma revisão sistemática identificou fatores socioeconômicos como pobreza, desemprego, insegurança habitacional e alimentar, educação e apoio social como contribuintes para o desenvolvimento da obesidade. 

A FBG lembra ainda que algumas condições clínicas, assim como eventos adversos de medicamentos, podem estar associados ao aumento de peso. No entanto, ninguém deve parar o tratamento por conta própria, o ideal é conversar com o médico caso o peso esteja aumentando. 

Uma outra causa importante da obesidade é o sedentarismo, por isso os médicos sempre recomendam atividades físicas. Alguns estudos mostram que até pequenas caminhadas diárias ajudam na perda de peso. “É importante é balancear a atividade diária com a ingestão calórica adequada.” As diretrizes clínicas recomendam que todos os pacientes participem de 50min a 1:40h 3vezes/semana de atividade física moderada ou 25 a 50 min 3vezes/semana de atividade física vigorosa, bem como treinamento de resistência (musculação) 2 a 3 vezes por semana. Devem ser incentivados comportamentos não sedentários ao longo do dia, em casa ou no trabalho.

 

Tratamento

A prevenção e tratamento da obesidade envolvem mudanças no estilo de vida, como uma dieta equilibrada, atividade física regular, controle do estresse e sono de qualidade. Políticas públicas que promovam ambientes saudáveis e educação sobre alimentação e atividade física são fundamentais.

Hábitos saudáveis desde a infância pode ser a forma mais eficaz de prevenção e de redução de riscos associados à obesidade. 

Nem sempre é fácil perder peso, sendo necessário mais que motivação para buscar o objetivo. Ter ajuda de equipe multidisciplinar de profissionais de saúde (com nutricionistas, fisioterapeutas, educadores físicos, além de equipe médica) pode ser primordial para o sucesso da mudança de hábitos e alcançar a perda de peso. 

Em casos mais difíceis, pode ser recomendado tratamento farmacológico – hoje existem medicamentos eficazes para a perda de peso – e até mesmo cirurgia bariátrica. Mas mudanças de hábitos alimentares aliadas a atividades físicas costumam ser a melhor recomendação na maioria dos casos.


Laserterapia Vaginal: tratamento também pode ser usado por mulheres que enfrentaram o câncer de mama

A médica Dra. Isabel Martinez diz que técnica previne incontinência urinária, atrofia e ressecamento vaginal


Outubro Rosa é um movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de mama, criado no início da década de 1990 pela Fundação Susan G. Komen for the Cure. Neste mês ainda é celebrado o Dia Mundial da Menopausa, no dia 18. A data tem como objetivo aumentar a conscientização sobre a menopausa e as opções de apoio disponíveis para melhorar a saúde e o bem-estar.

O diagnóstico e tratamento do câncer de mama é um dos desafios mais difíceis que uma mulher pode enfrentar, mas é importante lembrar que, após essa jornada, sua saúde íntima e bem-estar não devem ser deixados de lado. Para muitas mulheres que passaram por essa experiência, especialmente as que estão na menopausa ou enfrentam uma queda dos níveis de estrogênio, problemas como **ressecamento vaginal**, **atrofia** e **incontinência urinária** podem se tornar questões preocupantes, ainda mais com as limitações em relação à reposição hormonal.

Mas, de acordo com a médica Dra. Isabel Martinez, há uma solução inovadora e segura para essas mulheres: a **laserterapia vaginal**. Sem a necessidade de hormônios, essa tecnologia moderna estimula a regeneração dos tecidos vaginais, promovendo maior elasticidade, lubrificação e melhora no suporte da musculatura pélvica, essencial para prevenir a incontinência urinária.

"A laserterapia vaginal é especialmente indicada para mulheres que não podem ou não desejam realizar reposição hormonal, como aquelas que passaram por tratamentos contra o câncer de mama. O procedimento é não invasivo, sem dor e com tempos de recuperação extremamente curtos, proporcionando resultados significativos na melhora da qualidade de vida. Mais do que tratar sintomas, a laserterapia devolve o conforto e a confiança às mulheres que já venceram tantos desafios", explica Dra. Isabel.

A missão do Climex, aplicativo que oferece informações especializadas que abrangem desde beleza e saúde capilar até produtividade no trabalho para mulheres na Menopausa, vai além do tratamento.

"Lutamos por uma longevidade com cor de vida, onde cada mulher pode viver sua melhor versão, cheia de vitalidade. Estamos sempre em busca de soluções inovadoras e seguras que garantam bem-estar e saúde, e a laserterapia vaginal é mais uma dessas ferramentas que trazemos para as mulheres. Não paramos até encontrar o que há de melhor para transformar vidas, porque **nosso propósito é ir atrás de tudo que possa fazer com que as mulheres vivam com plenitude." 

Dra. Isabel Martinez diz que a saúde é um ciclo contínuo e, após superar o câncer de mama, cada mulher merece tratamentos que respeitem sua trajetória, mantendo sua vitalidade e bem-estar. A laserterapia vaginal surge como uma opção poderosa e segura para garantir que o ressecamento, a incontinência urinária e outros desconfortos não interrompam o caminho de autocuidado e plenitude.


Modo Menopausa: como estabilizar a temperatura corporal e lidar com os calorões do climatério

 

Tecnologia Modo Menopausa da LG tem como foco
aliviar os calorões típicos do climatério
créditos: LG/Divulgação

Mais de um terço das brasileiras sofrem com ondas de calor intensas nessa fase da vida, e a LG traz dicas que unem bons hábitos e tecnologia avançada para melhorar a qualidade de vida frente a esses sintomas 

 

Lidar com os famosos calorões e manter a temperatura corporal estável durante a menopausa costuma ser uma tarefa desafiadora. Porém, a combinação de hábitos saudáveis e tecnologia pode fazer uma grande diferença no manejo dos sintomas do climatério. Por isso, a LG traz algumas dicas valiosas para estabilizar o incômodo causado pelos fogachos durante a menopausa, incluindo o uso da Inteligência Artificial (IA). 

Uma pesquisa publicada no último ano, na revista científica Menopause - The Journal of The Menopause Society¹, revelou que mais de 1 a cada 3 brasileiras que já passaram pela menopausa enfrentam ondas de calor moderadas ou graves. O Brasil foi o país com a maior prevalência dessas queixas, com 36,2% das mulheres afetadas.  

Diante deste cenário, controlar a temperatura corporal torna-se essencial para muitas mulheres que buscam qualidade de vida durante esta fase da vida. Pensando nisso, a LG Eletronics anunciou recentemente a fase beta do seu mais novo projeto: Modo Menopausa. A tecnologia em desenvolvimento funcionará por meio de um aplicativo² instalado no smartwatch, combinando o dispositivo com o aparelho de ar-condicionado LG com Wi-Fi integrado, utilizando a inteligência artificial.  

O app monitora a temperatura corporal, batimentos cardíacos e oxigenação do sangue em tempo real, identificando os calorões ao longo da noite e enviando um comando imediato ao ar-condicionado LG Dual Inverter +AI para resfriar o ambiente. Após 10 minutos, o aparelho volta à temperatura original, definida pelo usuário como padrão. 

"Com Modo Menopausa, elevamos nosso compromisso de proporcionar bem-estar, conforto e acolhimento às nossas consumidoras" afirma Leonardo Fogaça, gerente de produtos de Ar-Condicionado Residencial da LG do Brasil. “Dessa forma, enfatizamos a inteligência do afeto, um dos pilares do nosso posicionamento global, junto com o nosso propósito Life’s Good – A Vida é Boa”, completa.

 

Combinação de hábitos saudáveis e tecnologia avançada 

Com o apoio de soluções inovadoras como o Modo Menopausa da LG, é possível enfrentar esse período com mais conforto e bem-estar. Mas, além de contar com a ajuda tecnológica, algumas dicas práticas podem contribuir para estabilizar a temperatura corporal durante o climatério. 


Hidrate-se regularmente: beber água ao longo do dia e manter uma garrafa de água sempre à mão pode ajudar a equilibrar a temperatura do corpo, especialmente em ambientes não-climatizados. 


Escolha roupas leves: tecidos naturais, feitos de algodão e linho, são ideais para proporcionar conforto e respirabilidade durante os dias quentes. Além disso, cores claras ajudam a refletir o calor. 


Alimentação balanceada: manter uma dieta rica em frutas, legumes e grãos integrais pode ajudar a estabilizar a temperatura corporal. Evitar bebidas alcoólicas e alimentos ricos em cafeína ou em gorduras saturadas e açúcares antes de dormir, pode reduzir a ocorrência dos calorões. 


Exercícios regulares: A prática regular de atividades físicas pode ajudar a regular a temperatura corporal e melhorar a saúde geral. Exercícios de baixa intensidade, como caminhadas e ioga, são especialmente recomendados. 


Evite ambientes quentes: utilizar ventiladores e manter as janelas abertas para permitir a circulação de ar também é muito importante. Ao longo dos meses mais quentes, o uso de aparelhos de ar-condicionado, como LG Dual Inverter +AI, pode fazer toda a diferença. Para mais informações sobre os produtos e tecnologias da marca. 


Acompanhamento médico: as consultas regulares são fundamentais durante a menopausa. As avaliações de rotina com um ginecologista ou endocrinologista ajudam a monitorar os sintomas, ajustar tratamentos e receber orientações personalizadas sobre como lidar com as ondas de calor e outras mudanças no corpo.  



¹https://journals.lww.com/menopausejournal/fulltext/2023/12000/prevalence_and_impact_of_vasomotor_symptoms_due_to.3.aspx



²O aplicativo Modo Menopausa está em fase de testes e por isso ainda não pode ser baixado na lojas de aplicativos oficiais de relógios smart. Para mais informações sobre o produto e suas funcionalidades, acesse: www.lg.com/br

LG ThinQ coleta e armazena dados pessoais do usuário, preferências e padrões de uso de acordo com os Termos de Uso e com a Política de Privacidade em www.lg.com/br/privacidade. Para mais informações acesse LG.com/br

A temperatura ideal é a que melhor se adequa a utilização do usuário. O ar condicionado poderá ajudar a aliviar os sintomas durante os fogachos da menopausa. Para o tratamento adequado, um médico deverá ser consultado.


Inimigos invisíveis: 6 passos para combater alérgenos e evitar crises respiratórias

Carpetes, cortinas e outros itens presentes em casa podem acumular poeira e desencadear reações alérgicas 


Ambientes internos, que deveriam ser refúgios de conforto e segurança, muitas vezes escondem uma série de alérgenos invisíveis que prejudicam a saúde respiratória. Carpetes, cortinas, estofados e até bichinhos de pelúcia são itens presentes em muitas casas, mas que acumulam poeira, ácaros e fungos, fatores que podem desencadear ou agravar alergias, como asma e rinite. Esses “vilões silenciosos” normalmente passam despercebidos, mas têm um impacto significativo na qualidade de vida de adultos e crianças, principalmente daqueles que já convivem com essas condições.

 

A poeira e os ácaros são os principais responsáveis por crises alérgicas nesses espaços. Eles se acumulam em objetos de tecido, como carpetes, cortinas e estofados, além de colchões e travesseiros.

 

Segundo o Dr. Fabrizio Ricci Romano, otorrinolaringologista e consultor da Glenmark, “esses itens são reservatórios de alérgenos, e podem agravar os sintomas mais comuns das alergias, como espirros e coriza, coceira nos olhos e na pele, além de congestão nasal e tosse”.

 

Para reduzir a presença desses agentes e, consequentemente, minimizar os sintomas, o médico detalhe seis passos que podem ajudar a combatê-los e evitar crises respiratórias.


 

1. Atenção aos carpetes e tapetes

Carpetes são grandes acumuladores de ácaros e poeira, por isso, é importante manter uma limpeza frequente. O ideal é aspirar os carpetes semanalmente com aspiradores que possuam filtros HEPA, capazes de capturar partículas menores, como os ácaros.

 

2. Lavar cortinas e persianas regularmente

Cortinas e persianas também acumulam grande quantidade de poeira. É recomendado lavar as cortinas a cada três meses e limpar persianas de forma semanal, utilizando um pano úmido. Dr. Fabrizio ressalta ainda que “a manutenção desses itens é essencial para evitar o acúmulo de alérgenos que podem piorar as condições respiratórias, principalmente em ambientes fechados”.

 

3. Higienização de colchões e travesseiros

Colchões e travesseiros são locais ideais para a proliferação de ácaros. Para reduzir o impacto, é indicado o uso de capas antiácaros e lavar a roupa de cama semanalmente com água quente. Travesseiros devem ser trocados a cada dois anos, pois com o tempo acumulam grande quantidade de alérgenos.

 

4. Limpeza de estofados e almofadas

 Estofados, sofás e almofadas também precisam de atenção. O ideal é aspirar esses móveis semanalmente e lavar as capas e forros com regularidade. Para quem tem animais de estimação, a recomendação é redobrar os cuidados, já que pelos e caspas de animais podem intensificar os sintomas alérgicos.

 

5. Cuidado com bichos de pelúcia

Bichos de pelúcia, especialmente em quartos infantis, podem ser um foco de ácaros. A melhor forma de mantê-los é lavá-los com frequência e expô-los ao sol, o que ajuda a reduzir a proliferação de ácaros.

 

6. Mantenha a casa bem ventilada 

Ambientes fechados facilitam a concentração de alérgenos. Mantenha as janelas abertas para que o ar circule, evitando a umidade e o mofo, que também são grandes desencadeadores de alergias.


Glenmark Pharmaceuticals



Bem-estar no ambiente corporativo pauta debates sobre saúde mental no trabalho

Figura 1 – Colaboradores do Complexo de Tintas
 e Vernizes participam de ação do time de Bem-Estar da BASF.
Crédito: divulgação
 


  • Dia Mundial da Saúde Mental é celebrado em 10 de outubro
  • Data traz à tona discussões sobre a felicidade na vida profissional



A máxima "ansiedade é o mal do século" já é conhecida em todo o mundo, e estudos indicam que as taxas de pessoas acometidas pela condição só aumentam. Na América Latina, o Brasil é o país com maior prevalência de depressão, além de ser o segundo país com maiores números nas Américas, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). 

No ambiente de trabalho não é diferente: a pesquisa "People at Work 2023: A Global Workforce View", do ADP Research Institute, mostrou que, no Brasil, 67% dos trabalhadores são influenciados negativamente no trabalho pelo estresse (acima da média global, que é de 65%), um dos fatores agravantes de ansiedade. 

É por conta dessas estatísticas que datas como o Dia Mundial da Saúde Mental, celebrado em 10 de outubro, são importantes para debater sobre o equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional visando a manutenção do bem-estar. E o debate já está nos escritórios corporativos: nos últimos anos, principalmente influenciadas pela pandemia de Covid-19, companhias intensificaram esse tópico entre suas equipes. Empresas como a multinacional química BASF, por exemplo, já pautam o assunto desde antes do período de isolamento. 

Há cinco anos, quando a OMS ainda não havia decretado a pandemia global, a BASF implementou a sua Gerência de Bem-Estar, que fomenta políticas e ações para a saúde integral de todos os colaboradores. Essa gerência trabalha em conjunto com a área de saúde de forma holística onde estudam sobre Felicidade no Trabalho e pensam em estratégias de saúde e bem-estar em prol dos colaboradores, seus familiares e a companhia. 

Os resultados desses esforços já são vistos na prática dentro da BASF. Em comparação com 2022, o ano de 2023 apresentou redução nos níveis de ansiedade (de 41% para 31% de casos crítico a moderados) e de depressão (de 49% para 44%), mapeados pela plataforma Wellz, que oferece atendimento personalizado. "Acreditamos que promover o tema contribui para que seja mais fácil e natural reconhecer os sinais de alerta, cuidar de nossa saúde e estender a mão aos colegas que convivem conosco. A saúde, segurança e bem-estar continuam sendo nossa prioridade", afirma Camilla Bonelli, gerente regional de Bem-Estar na BASF para América do Sul. 

Para fortalecer o cuidado integral com a saúde mental de seus colaboradores e familiares, a BASF oferece um catálogo completo de iniciativas. Além da infraestrutura com espaços de bem-estar e salas de lactação em todos os escritórios e fábricas da região, a empresa promove uma série de atividades, experiências e programas voltados ao bem-estar emocional. O projeto "Future of Work" é um exemplo dessa transformação, ressignificando o trabalho híbrido e promovendo a cultura dos "4 C's" — conexão, cocriação, colaboração e celebração. "Também buscamos quebrar paradigmas e conscientizar sobre temas sensíveis, como primeiros socorros psicológicos, segurança emocional e prevenção ao suicídio, por meio de iniciativas como o Guia BASF de Saúde Emocional", ressalta a gerente.

 

Saúde mental pauta mercado de trabalho 

Recente levantamento da consultoria Deloitte mostrou que a saúde mental está pautando os processos seletivos entre os candidatos às vagas. Na escolha das companhias para trabalhar, a Geração Z (nascidos entre 1997 e 2010) leva em conta, principalmente, oportunidades de aprendizado e desenvolvimento, além do equilíbrio entre vida pessoal e trabalho. O levantamento também mediu o que faz os jovens deixaram o emprego: os brasileiros da GenZ apontaram a sensação de esgotamento como um dos como principais fatores. 

Por isso, o tema de Bem-Estar tem se tornado cada vez mais estratégica nas organizações. "Nos dias de hoje, é fundamental desenvolver formas de consolidar uma cultura que se preocupa com a saúde integral. As companhias que investem nisso saem na frente, inclusive na captação e retenção de talentos, e nós sentimos isso na prática durante nossos processos seletivos", afirma Bruno Ferrante, gerente sênior de Gestão de Talentos e DE&I da BASF na América do Sul. 

De acordo com o gerente, cada vez mais os candidatos trazem essas temáticas à tona nas entrevistas. “É cada vez mais comum recebermos perguntas sobre formato de trabalho híbrido. Por isso, buscamos fomentar um ambiente e uma cultura conectadas com essas expectativas, indo desde mudanças físicas em nossos escritórios até políticas de flexibilização, como a reorganização de horários e locais de trabalho”, comenta Ferrante. 

A urgência em abordar a saúde mental no ambiente corporativo reflete uma mudança necessária na cultura empresarial. Empresas que implementam políticas efetivas de bem-estar não apenas melhoram a qualidade de vida de seus colaboradores, mas também estimulam um ambiente de trabalho mais produtivo e inovador.

 

BASF


Implantes dentários são alternativa para quem já sofreu algumas perdas dentárias

De acordo com a Dra Karina Alves, cirurgiã-dentista com especialização em implantodontia, a alternativa ajuda a reconstruir o sorriso e a autoconfiança


Muitos brasileiros já perderam alguns dentes. De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde realizada pelo IBGE em 2020, eles seriam cerca de 34 milhões. As causas são diversas e incluem desde doenças periodontais, como gengivite e periodontite, cáries não tratadas e traumas e acidentes. 

A perda de alguns dentes pode causar problemas na mastigação, perda óssea e alterações na mordida, além de afetar profundamente a autoestima, por isso os implantes dentários são considerados uma alternativa para restaurar o sorriso e melhorar a qualidade de vida.

De acordo com a Dra. Karina Alves, cirurgiã-dentista com especialização em implantodontia e fundadora da Clínica Ka Odontologia, já existem soluções modernas e eficazes para restaurar a função e a estética dental e, no caso de pacientes que só perderam alguns dentes, é possível a realização de implantes unitários para resolver a situação. “Nestes casos é possível transformar o sorriso de forma simples e sem a necessidade de pensar em uma prótese fixa, que é indicada apenas quando o paciente perdeu quase todos os dentes”, explica.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria Médica, Odontológica e Hospitalar (Abimo), cerca de 800 mil implantes são colocados anualmente no Brasil, um número que ainda é baixo quando comparado à quantidade de brasileiros que sofreram perdas dentárias. Ainda assim, trata-se de uma possibilidade que vem se tornando mais acessível no mercado.

A Dra Karina Alves explica que os implantes dentários oferecem diversos benefícios para substituir dentes perdidos. Entre elas estão:

Melhora da aparência e autoconfiança: Como são projetados para parecer e funcionar como dentes naturais, os implantes ajudam a restaurar esteticamente o sorriso. “Eles se integram ao osso da mandíbula, evitando a aparência de envelhecimento facial, comum com a perda de dentes”, explica a cirurgiã-dentista. 

Boa duração: Se o paciente mantiver os cuidados adequados, os implantes dentários podem durar muitos anos.

Mais estabilidade e conforto: Por serem fixados diretamente no osso, os implantes são mais estáveis e confortáveis do que dentaduras. “Eles oferecem uma sensação muito similar à de dentes naturais”, diz a Dra. Karina. 

Manutenção da saúde óssea e dental: Os implantes estimulam o osso da mandíbula e ajudam a preservar sua estrutura. Também não há necessidade de desgaste dos dentes vizinhos.

Facilitação da mastigação: Os implantes permitem que o paciente mastigue alimentos com a mesma força e facilidade. “Isso naturalmente ajuda a melhorar a digestão e a nutrição”, finaliza a especialista.

 

Dra. Karina Alves - cirurgiã-dentista há 25 anos. Graduada pela UNIVALE, com especialização em Implantodontia e Prótese sobre Implantes e vasta experiência na área de próteses fixas, próteses sobre implantes, alinhadores invisíveis e lentes de contato. Além de empresária e palestrante, é CEO do Grupo Ka, um grupo econômico que gerencia três clínicas odontológicas de alta performance localizadas em Iapu, Tarumirim e Inhapim, assim como a Fábrica de Jalecos Mais Branco, localizada em Ipatinga. Com uma vasta equipe, a especialista se destaca pela liderança e também pelo treinamento de jovens profissionais. Ela é referência no uso de tecnologias odontológicas avançadas, como scanners e fresadoras, oferecendo tratamentos personalizados para reabilitação oral. Para saber mais, acesse www.clinicaka.com.br ou no instagram.



Novartis e CeraVe unidos pelo tratamento da psoríase

divulgação
Parceria une legado de anos e pesquisa com cuidados para tratar doença que atinge quase 3 milhões de brasileiros1


A psoríase é uma doença autoimune não transmissível que afeta aproximadamente 3 milhões de pessoas no Brasil. Porém, apenas 50% dos casos são diagnosticados e, desses, 40% podem evoluir como manifestações além da pele.1 Um terço de pacientes com psoríase em placa é diagnosticado com as formas moderada e grave, mais severas e complicadas de tratar, e que trazem um impacto ainda maior na qualidade de vida dos pacientes. 

Pensando nisso a Novartis Brasil junto com a CeraVe uniram o olhar científico e a expertise no tratamento dermocosmético para apoiar esses pacientes no alívio da coceira, descamação da pele e melhora na hidratação por meio da tecnologia das ceramidas de CeraVe que restauram e garantem a proteção contínua na barreira cutânea. 

"A parceria com a Novartis permite que a CeraVe amplie seu compromisso com o cuidado da pele, agora com foco na psoríase. Ao fortalecer a importância do tratamento da barreira cutânea queremos fazer a diferença na vida das pessoas que convivem com essa condição." - Anna Karlsson, Diretora de Marketing de CeraVe. 

Assim, com a expertise de CeraVe em limpeza, hidratação e reposição de ceramidas e com o compromisso da Novartis com o tratamento da psoríase, essa parceria oferece uma abordagem para que os pacientes possam ter uma melhor qualidade de vida. 

“A psoríase é uma doença que afeta além da pele. Ela também impacta a saúde emocional dos pacientes, gerando preconceitos e afetando a vida social. A parceria entre Novartis e CeraVe visa complementar o tratamento da doença e melhorar a qualidade de vida de milhares de pessoas”, afirma Bianca Cormanich, Diretora de Imunologia da Novartis Brasil. 



Novartis
https://www.novartis.com.br/


Referências

[1] Romiti R, et Al Int Dermatol. 2017;56 (8) e167-e168.

[1] Ranza R, Carneiro S, Qureshi AA, et al. Prevalence of psoriatic arthritis in a large cohort of Brazilian patients with psoriasis. J Rheumatol. 2015;42(5)829?834 – 33% dos pacientes com PsO.

[1] Salgo R & Thaçi D. Treatment of moderate-to-severe plaque psoriasis. G Ital Dermatol Venereol. 2009 Dec;144(6):701-11


Balão intragástrico é opção eficaz no tratamento da obesidade e no processo de emagrecimento

Saiba quais são os Mitos e Verdades do tratamento com balão intragástrico para perda de peso


Entre 2003 e 2019, a obesidade na população brasileira a partir de 20 anos dobrou, aumentando de 12,2% para 26,8%. Entre mulheres, o número subiu de 14,5% para 30,2%, enquanto entre homens passou de 9,6% para 22,8%.1 Esse cenário tem levado ao aumento no interesse pelo balão intragástrico. 

Essa estratégia é uma opção não cirúrgica para o tratamento da obesidade e no processo de emagrecimento, porém é fundamental estar bem-informado sobre o procedimento e consultar um profissional de saúde para determinar se é a escolha adequada para suas necessidades específicas.  

O nutricionista Gabriel Cairo Nunes consultor da Medicone, empresa do Grupo HalexIstar, destaca que “O balão intragástrico é um procedimento seguro e eficaz, oferece apoio significativo e facilita a adesão às dietas necessárias para a reeducação alimentar”. 

O especialista traz os Mitos e Verdades sobre o procedimento com tratamento do balão intragástrico Corporea.
 

Confira:


1. O Corporea é uma solução mágica para a perda de peso.
 

Mito. O Corporea não é uma solução milagrosa. É utilizado como uma ferramenta que ajuda na perda de peso, mas é essencial que o paciente adote hábitos saudáveis para manter os resultados após a remoção do balão.2 

Por isso, durante todo o tratamento é importante ter acompanhamento multidisciplinar, ou seja, além de seu médico responsável pela colocação do balão, o acompanhamento da nutricionista, psicólogo e educador físico é bem recomendado. 
 

2. É preciso realizar cortes para inserir o Corporea?
 

Mito. Não é necessário realizar cortes para inserir o balão. O procedimento é feito por via endoscópica, através da boca, sem a necessidade de incisões cirúrgicas. Procedimento seguro e eficaz, proporcionando maior auxílio e adesão às dietas necessárias para reeducação alimentar.3
 

3. É preciso internação para a colocação do Corporea?
 

Mito. O procedimento de colocação e retirada por endoscopia não exige internação do paciente e garante rápido retorno às atividades do dia a dia.3


4. O procedimento auxilia na prevenção de outras doenças?
 

Verdade. A perda de peso promovida pelo Corporea pode ajudar na prevenção e controle de diversas doenças relacionadas à obesidade, como diabetes tipo 2, hipertensão e apneia do sono.4


5. Qualquer pessoa obesa pode colocar o Corporea?
 

Mito. Embora seja uma opção viável para muitos, nem todas as pessoas obesas são candidatas ao Corporea. É necessário passar por uma avaliação médica para determinar se o procedimento é indicado, considerando fatores como o IMC, histórico de saúde e condições médicas associadas5.  

Corporea é indicado para o tratamento da obesidade em pacientes com restrição aos procedimentos cirúrgicos, podendo resultar em perda de peso significativa com balão de 6 ou 12 meses. É especialmente benéfico para pacientes com IMC elevado e riscos para a saúde ao submeter-se a cirurgias bariátricas5.


6. Não existe contraindicação para a colocação do Corporea?

Mito. Existem contraindicações para a colocação do balão intragástrico, incluindo pacientes com doenças inflamatórias do trato gastrointestinal, úlceras, hérnia hiatal de grande tamanho, cirurgias gástricas prévias e outros problemas de saúde que possam ser agravados pelo uso do balão6.


7. Existe tempo máximo de permanência do Balão?

Verdade. Corporea pode ser mantido por até 6 meses ou 12 meses, dependendo do tratamento indicado para cada paciente, e pode ser retirado a qualquer momento por desejo do paciente ou indicação médica7.


8. Posso voltar a engordar após a remoção do dispositivo?

Verdade. Embora o Corporea e a cirurgia bariátrica possam ajudar na perda de peso, existe a probabilidade de voltar a engordar se não houver mudanças permanentes nos hábitos alimentares e de vida. A reeducação alimentar e a prática regular de exercícios físicos são fundamentais para manter os resultados a longo prazo.7

 

Sobre o Balão Intragástrico Corporea 

O Balão Intragástrico Corporea é um dispositivo de silicone, uma solução temporária e menos invasiva para o tratamento da obesidade. Inserido por meio de um procedimento endoscópico simples e seguro com duração de 6 a 12 meses. Ele é indicado para pessoas com IMC acima de 27 kg/m² que não tiveram sucesso com medicamentos, exercícios, dietas ou que sofrem com a recuperação de peso. 

Esse produto é produzido pela Medicone, empresa do Grupo Halex Istar, e está localizada em um dos mais importantes polos industriais e tecnológicos do Brasil. Ela é reconhecida pela fabricação de produtos médico hospitalares em silicone, como: Sonda, Catéter, Dreno, Stent, Prótese Peniana, Prótese Testicular, e outras soluções que são desenvolvidas com materiais de altíssima qualidade e de acordo com as mais rigorosas normas nacionais e internacionais de fabricação.

 

 



Referências:


1 Pesquisa Do IBGE Mostra Aumento Da Obesidade Entre Adultos. Disponível em: <https://www.gov.br/pt-br/noticias/saude-e-vigilancia-sanitaria/2020/10/pesquisa-do-ibge-mostra-aumento-da-obesidade-entre-adultos>.


2 OLIVEIRA, V. DE. O balão intragástrico é uma solução mágica para a perda de peso. Disponível em: <https://www.balaocorporea.com.br/post/2016/06/09/depois-de-colocado-o-bal%C3%A3o-eu-n%C3%A3o-preciso-mais-me-preocupar-com-o-meu-peso>. Acesso em: 26 jun. 2024.


3 Balão Intragástrico | Balão Corporea. Disponível em: <https://www.balaocorporea.com.br/balao-intragastrico#:~:text=O%20Tempo%20m%C3%A1ximo%20perman%C3%AAncia%20%C3%A9>. Acesso em: 26 jun. 2024.


4 Centro Cochrane do Brasil SÃO PAULO 2006 BALÕES INTRAGÁSTRICO PARA PESSOAS COM OBESIDADE. [s.l: s.n.]. Disponível em: <https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/balao_intragastrico_obesidade.pdf>.


5 REMÍ DE FREITAS JÚNIOR, J. et al. BALÃO INTRAGÁSTRICO ENDOSCÓPICO E SUAS INDICAÇÕES. [s.l: s.n.]. Disponível em: <https://amb.org.br/wp-content/uploads/2021/08/BALAO-INTRAGASTRICO-ENDOSCOPICO-FINAL-08.03.2021.pdf>.


6 https://www.balaocorporea.com.br/_files/ugd/9ac5a4_43f6cdef0af54233be3f780534dc78a9.pdf


7 OLIVEIRA, V. DE. Depois de colocado o balão, eu não preciso mais me preocupar com o meu peso? Disponível em: <https://www.balaocorporea.com.br/post/2016/06/09/depois-de-colocado-o-bal%C3%A3o-eu-n%C3%A3o-preciso-mais-me-preocupar-com-o-meu-peso>. Acesso em: 26 jun. 2024.



Sinais de fadiga ocular e dicas para amenizar o desconforto


Nos dias de hoje parece que todo mundo está sempre olhando para uma tela de computador, telefone ou outro dispositivo digital. O que está diretamente ligado ao aumento de casos de fadiga ocular, que afeta geralmente pessoas com excesso de esforço visual para perto, principalmente usando telas com luz artificial (celulares, computador, tablets...) - ou seja, quase todo mundo, não é? 

Dr. Hallim Feres Neto oftalmologista membro do Conselho Brasileiro de Oftalmologia e diretor da Prisma Visão, explica que quando os olhos se concentram num ponto por muito tempo, são realizados ajustes imperceptíveis e incontroláveis para obter foco, as denominadas microflutuações de acomodação visual, que são realizadas por meio das contrações de um músculo dentro do olho. 

“Ao realizar esse esforço contínuo, acontece o estresse das funções oculares e o cansaço. Como resultado, o olho perde a capacidade de promover o foco exato, ocasionando assim os sintomas de fadiga ocular: desconforto, olhos secos, dores de cabeça, visão turva, dor no pescoço e no ombro, espasmos oculares e olhos vermelhos. A fadiga ocular pode piorar com a idade, pois a nossa capacidade de focar para perto piora perto dos 40 anos.” Completa o médico.

Algumas dicas e atitudes simples podem prevenir e amenizar os sintomas comuns da fadiga ocular. 

1-Alterne a visão de perto com a de longe com a regra 20-20-20 (a cada 20 minutos pare por 20 segundos e olhe para um objeto a 20 pés ou 6 m de distância);

2-Mantenha o ambiente com a iluminação equilibrada;

3-Use colírios lubrificantes;

4- Evite a incidência direta do ar de ventiladores ou aparelhos de ar-condicionado no rosto;

5-Faça exames oftalmológicos periodicamente

6-Não existe outra maneira de descansar a vista a não ser descansando também o corpo. Se o corpo está cansado por atividade excessiva, falta de sono ou estresse físico ou mental, nenhuma dessas medidas serão úteis. 

O oftalmologista reforça que por ser um problema cada vez mais usual, deve-se avaliar se há necessidade de usar óculos, ou realizar algum tratamento. Consultar um especialista é muito importante em casos de desconforto significativo (conjuntivite, dor de cabeça, mas também fadiga geral).



Dr. Hallim Feres Neto @drhallim - Oftalmologia Geral. Cirurgia Refrativa. Ceratocone. Catarata. Pterígio. Membro do CBO - Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Membro da ABCCR - Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa. Membro da ISRS - International Society of Refractive Surgery. Membro da AAO - American Academy of Ophthalmology


Dia Mundial da Visão alerta para o diagnóstico de doenças nos olhos

 

O Dia Mundial da Visão é marcado sempre na segunda quinta-feira do mês de outubro. O objetivo da data é conscientizar sobre a deficiência visual e a cegueira. Por isso, chamar a atenção para os cuidados com a saúde ocular e alertar sobre as principais doenças que acometem os olhos é o primeiro passo.

 

Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), mais de um bilhão de pessoas vive com algum tipo de deficiência visual no mundo. As principais são: catarata, glaucoma, retinopatia diabética e erros refratários, como a miopia, hipermetropia e astigmatismo. Visando amenizar as dúvidas sobre essas doenças, a Dra. Samantha de Albuquerque, oftalmologista e consultora da HOYA Vision Care, empresa japonesa que produz lentes para óculos de alta tecnologia desenvolvidas para correção de problemas da visão, explica sobre elas abaixo.

 

Catarata: Mais comum na população idosa, caracteriza-se pela visão embaçada, como se o olho tivesse adquirido um vidro opaco. Além disso, é responsável por 47% dos casos de cegueira no mundo, desenvolvendo-se devagar. O diagnóstico é clínico e o tratamento se baseia na cirurgia, basicamente, dependendo da idade do paciente.

 

Glaucoma: Quando a visão do nervo óptico é lesionada por pressão intraocular, se origina o glaucoma. Existem dois tipos de glaucoma: o de ângulo aberto, que não provoca sintomas e ocasiona a perda de visão lentamente; e o de ângulo fechado, que é uma emergência rara, mas apresenta dor ocular, náuseas e distúrbios visuais. Também é necessário um diagnóstico médico, e apesar de ter tratamento, não tem cura.

 

Retinopatia diabética: É uma complicação do diabetes que atinge a retina dos pacientes. Quando a glicemia dessas pessoas não é controlada, se torna um fator de risco para o desenvolvimento da doença. Os primeiros sintomas incluem borrões, pontos pretos e dificuldade de distinguir cores. Após o diagnóstico médico, é possível tratar casos leves com o controle da diabetes, mas em casos mais graves, pode ser necessária a cirurgia.

 

Erros refratários: Eles acontecem quando o feixe de luz de um ambiente externo atravessa o globo ocular e são desviados, chegando desfocados até a retina. Os mais comuns são:

Miopia: É caracterizada pela possibilidade de ver objetos de perto, mas desfocados quando estão longe;

Hipermetropia: É o contrário da miopia, quando a pessoa vê objetos desfocados quando perto, mas em foco quando longe;

Astigmatismo: Esse erro de refração consiste na dificuldade de ver objetos, seja de longe quanto de perto, causado por uma curvatura da córnea ou do cristalino.

Todos os tratamentos para erros refratários devem ser feitos com o auxílio de um médico oftalmologista e geralmente é necessário uso de óculos ou lentes de contato.

 

“Não esqueça, a qualquer sintoma ocular que não passe e que cause desconforto, o ideal é procurar auxílio. Quanto antes for realizado o diagnóstico, melhores são as chances de um tratamento mais eficaz”, finaliza a Dra. Samantha. 



Hoya Vision Care
Saiba mais no site.


Ronco e apneia do sono aumentam risco de infarto e AVC, porém a solução pode estar no consultório odontológico

Problemas respiratórios no sono impactam diretamente a saúde cardiovascular e especialistas recomendam tratamento multidisciplinar


Distúrbios respiratórios durante o sono, como o ronco e a apneia, podem afetar a qualidade do descanso e também elevar consideravelmente o risco de problemas graves de saúde, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC). A falta de oxigênio recorrente durante a noite causa estresse cardiovascular, impactando diretamente o sistema circulatório. O que muita gente não se dá conta é que, além do otorrino, uma ida ao dentista pode ser indispensável para tratar essas condições.

Estudos recentes da American Heart Association indicam que pessoas com apneia do sono têm até três vezes mais chances de desenvolver complicações cardiovasculares. A boa notícia é que o diagnóstico precoce e o tratamento correto, muitas vezes conduzido por uma equipe multidisciplinar, pode reduzir esses riscos.

Segundo o Dr. José Todescan Júnior, especialista em Prótese Dental e membro da International Federation of Esthetic Dentistry (IFED), os dentistas desempenham um papel fundamental no tratamento de apneia do sono e do ronco, mas ressalta que o uso de aparelhos intra-orais deve ser considerado com cautela. “O aparelho intra-oral pode ser indicado em casos específicos, mas, a longo prazo, ele tende a causar uma desordem oclusal, ou seja, problemas dentários. Por isso, preferimos tratamentos com o laser de Erbium, monitorando constantemente a evolução do paciente para garantir que estamos melhorando sua qualidade de vida”, explica o especialista.


O papel dos aparelhos intra-orais e do CPAP

Os aparelhos intra-orais reposicionam a mandíbula ou a língua, facilitando a passagem de ar e evitando as interrupções respiratórias que caracterizam a apneia. Contudo, segundo o Dr. Todescan, esses dispositivos têm limitações e podem causar complicações dentárias com o tempo. 

Eles são mais indicados para apneias leves a moderadas, mas não substituem o CPAP em casos graves. “Nos pacientes com apneia grave, o CPAP (Pressão Positiva Contínua nas Vias Aéreas) é o único tratamento eficaz, pois mantém as vias respiratórias abertas de forma contínua. O aparelho intra-oral não oferece a mesma eficácia nesses casos mais críticos”, alerta Todescan.

Além disso, o CPAP permanece sendo a solução de referência para pacientes com apneia grave. O uso desse dispositivo garante que o fluxo de ar não seja interrompido, reduzindo o estresse cardiovascular e os riscos associados, como hipertensão e infarto. Para casos mais leves, os dentistas podem contribuir com soluções menos invasivas.


Tratamentos a laser como alternativa

Um dos avanços recentes no tratamento do ronco e da apneia leve a moderada é o uso do laser de Erbium, que promove um tratamento menos invasivo e sem os efeitos colaterais a longo prazo que podem ser causados pelos aparelhos intra-orais. “Temos trabalhado bastante com o laser de Erbium, que vem se tornando cada vez mais presente nos consultórios. Esse tratamento é eficaz, não causa desordem oclusal, trazendo melhorias consideráveis na qualidade de vida”, afirma Todescan.

O laser atua no fortalecimento das paredes da garganta e das vias respiratórias, reduzindo a flacidez que contribui para o ronco e a apneia. Com isso, o paciente consegue dormir melhor sem a necessidade de intervenções invasivas ou desconfortáveis. Esse método, somado a um acompanhamento regular com dentistas e outros especialistas, se tornou uma abordagem inovadora para o controle dessas condições.

Especialistas recomendam um acompanhamento especializado e personalizado, atendendo de forma singular a cada paciente. “O laser tem se mostrado uma excelente opção para casos específicos de apneia leve a moderada, e seu grande diferencial é a ausência de efeitos colaterais a longo prazo. O importante é entender o melhor caminho para garantir resultados menos paliativos e mais eficazes”, conclui Todescan. 



José Todescan Júnior - Atuando com excelência na área de Odontologia há mais de 33 anos, José Todescan Júnior é especialista em Prótese Dental, Odontopediatria e Endodontia pela USP. Membro da IFED (International Federation Esthetic Dentistry) e da Associação Brasileira de Odontologia Estética e membro da ABOD (Associação Brasileira de Odontologia Digital), ele acredita que o profissional que se aperfeiçoa em diversas áreas pode escolher sempre o melhor para os pacientes. Para mais informações, acesse o LinkedIn.



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